Cate Blanchett já tem um Oscar e em 2014 conquistou sua sexta indicação ao prêmio. Judi Dench já tem um Oscar e em 2014 conquistou sua sétima indicação ao prêmio. No ano
sábado, 25 de janeiro de 2014
Oscar Watch 2014 - #oscarfacts
Cate Blanchett já tem um Oscar e em 2014 conquistou sua sexta indicação ao prêmio. Judi Dench já tem um Oscar e em 2014 conquistou sua sétima indicação ao prêmio. No ano
sábado, 14 de dezembro de 2013
Oscar Watch 2014 - Cenas de Cinema (Globo de ouro e SAG)
sexta-feira, 15 de novembro de 2013
Crítica - Capitão Phillips
quinta-feira, 7 de novembro de 2013
TOP 10 - Dez atuações "padrão Tom Hanks"
quarta-feira, 15 de maio de 2013
Em off
sábado, 10 de dezembro de 2011
Oscar Watch 2012 - Coadjuvantes improváveis
![]() |
O veterano Max Von Sydow em cena de Tão forte e tão perto: melhor momento no cinema americano |
terça-feira, 22 de março de 2011
Em Off
Efeito Kutcher I
Efeito Kutcher II
O Robocop de Padilha
A nova brincadeira de Tom Hanks
Afastado da direção desde sua estréia, que ocorreu com The Wonders – o sonho não acabou (1996), Tom Hanks volta às telas de cinema em 2011 e também para trás das câmeras com Larry Crowne. A história de um cara que já foi nove vezes funcionário do mês e que após ser demitido resolve se reciclar cursando uma faculdade chega ao país em julho. Frequentar a faculdade da comunidade local irá lhe proporcionar uma experiência renovadora. A comédia com tom existencial deve reforçar, como se fosse preciso, o estereótipo de bom moço de Hanks. Julia Roberts está lá para garantir que isso aconteça. Confira o trailer:
sábado, 4 de setembro de 2010
Cantinho do DVD
Ficha técnica:

Nome original: Saving private Ryan
Direção: Steven Spielberg
Roteiro: Robert Rodat
Elenco: Tom Hanks, Adam Goldberg, Tom Sizemore, Edward Burns, Vin Diesel, Matt Damon, Barry Pepper, Giovanni Ribisi, Ted Danson, Paul Giamatti e Denis farina
Gênero: Drama/Ação/Guerra
Duração: 170 min
Estúdio: Paramount
Status: Disponível em DVD e Blu-ray para venda e locação
Sell thru (preço médio):
DVD simples = R$ 12,90
DVD duplo = R$ 29,00
Blu-ray = R$ 75,00

Tom Hanks galvaniza seu personagem com caráter e sensibilidade. Uma combinação que enobrece a longa galeria de grandes personagens do ator e reveste a fita de solidez dramática. Apesar de um elenco em ótima sintonia, é ao roteiro que cabe a maior distinção. Pincelando situações dramáticas vigorosas, o desfecho proposto nos enche de esperança, satisfação e amor a vida. Não é todo filme de guerra que ao findar nos desperta dessa maneira.
sábado, 28 de agosto de 2010
Claquete destaca
+ A adaptação de "Extremamente alto e incrivelmente perto", romance de Jonathan Safran Foer, que Stephen Daldry irá realizar vai ganhando forma. Claquete havia antecipado que havia sondagens para que Sandra Bullock vivesse a principal personagem feminina. Pois bem, não só a vencedora do Oscar por Um sonho possível, como o também oscarizado Tom Hanks foram confirmados no elenco da produção que deve começar a ser rodada no princípio de 2011.
+ Mais uma vez Deadpool e Ryan Reynolds são destaques aqui em Claquete destaca. Mas na terceira semana seguida, a notícia é boa. A Fox confirmou a produção do filme e com Reynolds como protagonista.
Na outra enquete o páreo foi mais disputado (embora tenham sido computados menos votos). Em uma demonstração da polarização provocada pelas declarações de Sylvester Stallone, não houve maioria na apuração sobre a fita. Para 33% o filme é irado enquanto que exatamente outros 33% manifestam indiferença para com o filme.
domingo, 7 de fevereiro de 2010
Os 25 melhores filmes da década:16 - Jogos do poder

Sinopse:
Início dos anos 80. A União Soviética invade o Afeganistão, o que chama a atenção de políticos norte-americanos. Um deles é Charlie Wilson, um homem mulherengo e polêmico que não tem grande relevância política, apesar de ter sido eleito 6 vezes para o cargo. Com o apoio de Joanne Herring, uma das mulheres mais ricas do estado que o elege, o Texas, e do agente da CIA Gust Avrakotos, Wilson passa a negociar uma aliança entre paquistaneses, egípcios, israelenses e o governo norte-americano, de forma que os Estados Unidos financiem uma resistência que impeça o avanço soviético no local.
Comentário:
O filme de Mike Nichols é um poderoso e sagaz comentário sobre como as relações políticas se estabelecem. O filme cobre um episódio que no principio da década passada ganhou relevância-tão inesperada quanto tenebrosa - com os ataques terroristas às torres gêmeas, de maneira leve e salutar. Nichols oferece uma aula de narrativa e parcimônia ao contar um tema espinhoso com toques cômicos. Ajuda muito contar com um Tom Hanks inspirado e um Phillip Seymour Hoffman fenomenal. Juntos eles desmascaram a América das boas intenções que se abriga nos interesses escusos e nas negociatas midiáticas. Um filme austero que não deixa de ter bom humor. Sem dúvida alguma, uma obra referencial.
Prêmios:
1 indicação ao Oscar (ator coadjuvante); 5 indicações ao Globo de ouro (filme comédia/musical, ator em comédia/musical, ator coadjuvante, atriz coadjuvante e roteiro); Indicado ao Bafta de melhor ator coadjuvante; indicado ao Critic´s choice awards de melhor roteiro e melhor ator coadjuvante;
Curiosidades:
- O verdadeiro Charles Wilson deu uma declaração de apoio ao filme, em artigo publicado à época do lançamento da fita, da seguinte maneira: “Qualquer coisa que eu podesse embargar, é provavelmente verdade”
- O roteiro do filme é assinado por Aaron Sorkin, criador e principal roteirista da famosa série de TV sobre os bastidores da Casa Branca, The west wing
- Houve três acidentes durante as filmagens da produção. Em um deles, um figurante morreu.
- Emily Blunt, que faz uma pequena participação no filme, rodou suas cenas em dois dias. Ela não recebeu nada pela participação, embora outorgada pelo sucesso de O diabo veste Prada, a atriz queria contracenar com Tom Hanks, ator de quem é fã.
- Foi o segundo trabalho do diretor Mike Nichols com a estrela Julia Roberts. O primeiro foi Closer –perto demais e o terceiro está a caminho.
- Desde o anúncio do projeto, a imprensa especializada se interessou pelo filme que reuniria Tom Hanks e Julia Roberts (dois dos principais astros dos anos 90) em um mesmo filme.
Ficha técnica:
título original: Charlie Wilson's War
gênero: Drama
duração: 01 hs 37 min
ano de lançamento:2007
estúdio: Universal Pictures / Relativity Media
distribuidora: Universal Pictures / UIP
direção: Mike Nichols
roteiro: Aaron Sorkin, baseado em livro de George Crile
produção: Gary Goetzman e Tom Hanks
música: James Newton Howard
fotografia: Stephen Goldblatt
direção de arte: Maria-Teresa Barbasso, Brad Ricker e Alessandro Santucci
figurino: Albert Wolsky
edição: John Bloom e Antonia Van Drimmelen
elenco: Tom Hanks, Julia Roberts, Phillip Seymour Hoffman e Amy Adams
Fonte: arquivo pessoal
sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010
Grandes momentos do cinema
Hanks faz um advogado que prestes a ser promovido a sócio de uma poderosa firma é demitido após ter sido diagnosticado com AIDS. Washington faz seu advogado. Filadélfia foi um dos primeiros filmes a abordar de maneira aberta, honesta e bem sucedida a AIDS e o homossexualismo. O filme é, ainda, um poderoso drama de tribunal. Um filme indispensável para qualquer um que aprecie cinema. Assim como essa poderosa cena que diz muito sobre os personagens, sobre o momento que vivenciam na narrativa do filme e sobre os brilhantes intérpretes que lhe dão vida.
quarta-feira, 19 de agosto de 2009
Troca de guarda na academia
Ganis se retira depois de ter devolvido ao Oscar todo o prestigio que andava titubeante na década anterior. Sob sua presidência, filmes independentes e de temáticas mais adultas foram protagonistas das cerimônias e foi sob sua presidência que filmes independentes prevaleceram pela primeira vez. Crash em 2006 e Quem quer ser um milionário esse ano.
O ator Tom Hanks foi mantido no cargo de primeiro vice-presidente. A última "inovação" proposta por Ganis foi aumentar de cinco para dez o número de filmes indicados para o oscar de melhor filme. A pretexto de "fazer justiça a filmes que acabam preteridos em um último momento" o presidente articulou que a academia retomasse essa tradição abandonada em 1943.
domingo, 19 de julho de 2009
Top 10: As dez maiores atuações masculinas da década

No filme, ele apresenta uma performance devastadora que impressiona toda vez que se assiste a ela.
8- Sean Penn por 21 gramas
Penn é um ator que devido a alguns aspectos de sua personalidade e celebridade tardou em ter seu talento reconhecido em grande escala. Tudo começou a mudar em 2003. E este filme de Alejandro Iñarritu foi preponderante nesse sentido. Aqui ele faz um homem que acabou de ter um coração transplantado e se lança na busca para saber quem foi o doador. Sua busca leva a tragédia em diversos termos numa trama muito bem engendrada pelo diretor, mas que ganha profundidade e verve na atuação destacada de Penn.
Era preciso incluir Hoffman nessa lista. Talvez o ator mais constante, mais surpreendente e mais regular (no sentido de apresentar sempre grandes performances) da década. Mas por que filme? Talvez o nível de qualidade do trabalho de Hoffman possa ser melhor aferido nessa fita. Já que ele tem consideravelmente menos tempo em tela do que nas outras fitas pelas quais se destacou. No entanto, Hoffman domina a cena de uma maneira irreversível na pele de um homem que arquiteta um plano para roubar os próprios pais e sucumbe ás conseqüências.
6- Russel Crowe por Uma mente brilhante
Quando rodou esse filme, Crowe já era um astro mundialmente conhecido e premiado. Contudo, é justamente aqui que ele entrega sua melhor atuação. Como John Nash, o matemático esquizofrênico que precisou domar a própria mente para viver mas que revolucionou a economia moderna, Crowe demonstra total controle de sua criação (algo que escapa há muitos, e que muitos, não esperavam de um ator que usufruía de tamanha evidência), mantendo o equilíbrio necessário para que a caracterização não caia no ridículo tão pouco ceda ao dramalhão. Um trabalho notável de expressão e de domínio de linguagem corporal que lhe valeu quase todos os prêmios da temporada.
5- Tom Hanks por Estrada para perdição


3- Clint Eastwood por Menina de Ouro
Não há necessidade de fazer apresentações aqui. Contudo, é imperativo afirmar que foi nessa década que Eastwood viveu seu melhor momento criativo. Seja como diretor, seja como ator. Tanto em um ofício, quanto no outro, Eastwood brilha intensamente nessa fita que da alienação total por parte do estúdio saltou para o Oscar de melhor filme entre outros prêmios.
Aqui o veterano ator vive Frank Dunn. Dono de uma acadêmia e treinador de boxe que carrega algumas mágoas e arrependimentos e encontra na improvável figura de uma lutadora, igualmente abandonada , a redenção. Eastwood, diretor e ator, sabiamente utiliza as marcas de seu rosto e toda a carranca que lhe é atribuída para emoldurar um registro perene e profundamente tocante.
Se há uma palavra que pode definir essa atuação é intensidade. O papel que o destino quis que fosse o testamento artístico de Heath Ledger (1980- 2008) foi também o que lhe deu o Oscar. Aqui ele não só interpreta o coringa - arqui rival do Batman- ele cria a mais sombria versão do personagem e estabelece um novo patamar para a vilania no cinema. Senhor de todas as nuanças de sua caracterização, a entrega de Ledger ao papel impressiona. Tanto que alguns mal informados atribuíram a sua sublime atuação à morte precoce. Um equívoco que em si, só ratifica o poder e a longevidade de seu trabalho.
1 - Sean Penn por Sobre meninos e lobos
Em um filme que trata de perda, dor e tragédia, nada é mais alusivo de todos esses elementos do que a atuação soberba de Sean Penn. Aqui ele vive um ex- presidiário que tenta arrumar a vida, contudo, após o brutal assassinato de sua filha ele volta a flertar com o crime. Equilibrando-se entre a ânsia por vingança e a dúvida acerca do envolvimento de um ex-amigo. A história obviamente vai além e toma rumos inesperados, e é na atuação de Penn que a platéia tem a noção exata do tamanho da tragédia que se contempla.
Penn protagoniza aqui, certamente uma das mais fortes cenas da década (foto ao lado). O momento em que descobre que sua filha está morta é provavelmente o grande momento de Penn como ator. É o auge de sensibilidade que se pode permitir. É impossível não sentir o coração se partir naquele momento repetidas vezes. Uma cena que quanto mais se vê, melhor fica!