Mostrando postagens com marcador Julia Roberts. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Julia Roberts. Mostrar todas as postagens

sábado, 22 de fevereiro de 2014

Oscar Watch 2014 - A peleja das atrizes coadjuvantes

Da esquerda para a direita: June Squibb (Nebraska), Jennifer Lawrence (Trapaça), Sally Hawkins (Blue Jasmine), Lupita Nyong´o (12 anos de escravidão) e Julia Roberts (Álbum de família)

Toda poderosa Lawrence

Meryl Streep que se cuide! Jennifer Lawrence já até fez piada sobre superá-la. No ano passado. O futuro é estrelado e ninguém exatamente sabe até onde J. Law pode chegar. Por sua arrebatadora performance em Trapaça, ela está no páreo pelo Oscar no ano seguinte ao triunfo por O lado bom da vida e há quem torça o nariz a premiá-la novamente e, assim, tão jovem. Mas J.Law tem seus encantos e ...

Prós:
- Consegue se credenciar com uma atuação ainda melhor do que a que ganhou o Oscar no ano anterior
- É a melhor na disputa
- Ganhou o Globo de Ouro e o Bafta
- É a maior estrela feminina da Hollywood atual e isso pode contar pontos a favor
- Tem menos tempo em cena do que a maioria de suas concorrentes
- Tem um papel suculento e que favorece seu talento

Contras:
- É a maior estrela feminina da Hollywood atual e isso pode contar pontos contra. A inveja, afinal, rola solta em Hollywood também
- Ganhou no ano passado e a Academia é resistente à ideia de premiar intérpretes em anos consecutivos
- Tem menos tempo em cena do que a maioria de suas concorrentes
- Não é ela quem conta com o hype, diferentemente do ano passado. Dessa vez, o hype está todo do lado de Lupita Nyong´o

Terceira indicação
Indicações anteriores
Atriz por Inverno da alma em 2011
Atriz por O lado bom da vida em 2013
Vitória anterior
Atriz por O lado bom da vida (2013)

A nova joia do Quênia

Ela nasceu no México, mas é filha de pais quenianos. Cidadã do mundo, Lupita é nome a ser batido no Oscar, pelo menos no critério da maioria dos analistas da indústria. Sua performance avassaladora em 12 anos de escravidão angariou fãs e marqueteiros como Oprah Winfrey. Lupita é a darling da temporada e merece curtir esse momento.

Prós:
-Ganhou o SAG e o critic´s choice Awards
- A categoria costuma premiar atrizes iniciantes e este é apenas  primeiro filme de Lupita
-Atrizes negras apresentam bom retrospecto na categoria. Foram quatro vitoriosas em oito anos. É a maior média entre todas as categorias de interpretação
- Tem cabos eleitorais poderosos
- Pode representar uma das poucas chances de premiar um filme que parece em declínio na temporada

Contras:
- Nos prêmios da crítica, ganhou menos do que Jennifer Lawrence
- É a menos experiente na disputa e isso pode contar alguns votos
- A pecha de que a indicação já é suficiente
- Ainda que o filme mantenha o prestígio, parece ter perdido força na corrida e isso pode pesar contra suas chances

Primeira indicação

Simplesmente feliz!

Sally Hawkins é daquelas atrizes que já deveriam ter sido indicadas ao Oscar. Todo mundo sabe disso e a Academia também. Dona de um repertório de atuações discretas, mas particularmente eficientes, especialmente em dramas ingleses, Hawkins é daquelas que a indicação ocasional faz justiça a uma carreira sem sobressaltos e especialmente sólida. Em Blue Jasmine ela só não rouba a cena, porque Cate Blanchett insiste em não deixar.

Prós:
- Se for para votar em uma zebra, não há listras melhores
- Pode se beneficiar de eventuais votos casados que tem Blanchett como cabeça
- É inglesa e inglesas também costumam ir bem nesta categoria

Contras:
- Cate Blanchett chama toda a atenção para o filme
- Não ganhou nenhum prêmio na temporada e esse fato diminui sensivelmente suas chances
- Não foi indicada ao SAG, o que também dificulta suas chances

Primeira indicação

Come to grandma!

June Squibb é um acontecimento. Em Nebraska ela impressiona pela vitalidade e sensibilidade que demonstra em um papel muito escorregadio. A veterana de 84 anos, mais velha indicada da safra de 2014, sabe que suas chances são pequenas, mas o importante é curtir o momento neste road movie da vida que ela estrela com exuberância.

Prós:
- Defende o tipo de atuação “rouba cenas” e isso faz sucesso com muitos votantes
- É a mais velha entre as indicadas e o fator idade provoca simpatia
- Depois de premiar Chistopher Plummer entre os coadjuvantes, então com 82 anos há dois anos, academia poderia seguir fazendo história nesse quesito. Já que Squibb o superaria como a mais velha vencedora do Oscar

Contras:
- Não ganhou nenhum prêmio na temporada o que diminui suas chances
- A pecha de que a indicação já é reconhecimento suficiente
- Pode afastar os votos mais jovens da academia que deve se concentrar em Jennifer Lawrence e Lupita Nyong´o

Primeira indicação

The comeback of the year!

Ela não tinha partido, mas Julia Roberts se permitia um hiato ou outro agora que a família é prioridade número 1,2,3... Por Álbum de família, Roberts consegue voltar ao Oscar 13 anos depois de tê-lo vencido. Muita coisa mudou na vida da eterna queridinha da América, mas o que chamou mesmo a atenção foi vê-la totalmente sem vaidade dividindo a cena em surpreendente equidade com Meryl Streep. Se o Oscar vier fará justiça a uma grande atriz que por muito tempo se escondeu sob a pele de uma estrela. Mas este ainda não é o fim de Mrs. Roberts.

Prós:
- É da velha guarda das queridinhas de Hollywood e pode concentrar votos ressentidos de Lawrence
- É sua melhor atuação desde Closer e isso é motivo de júbilo para quem gosta de cinema
- Aquele sorriso continua um charme que só
- É uma opção conservadora a qualquer uma das indicadas

Contras:
- Não ganhou nenhum prêmio na temporada
- A pecha de que a indicação já é suficiente
- Concorrer contra atrizes cujos filmes têm força em outras categorias
- Já ter ganho um Oscar em uma categoria que raramente consagra vencedoras

Quarta indicação
Indicações anteriores
Atriz coadjuvante por Flores de aço em 1990
Atriz por Uma linda mulher em 1991
Atriz por Erin Brockovich – uma mulher de talento em 2001
Vitória anterior
Atriz por Erin Brockovich – uma mulher de talento (2001)

domingo, 29 de dezembro de 2013

Crítica - Álbum de família

Sofro, logo existo!

Álbum de família (August: osage county, EUA 2013) abre com uma frase de T.S. Elliot (“A vida é longa”) para logo desautorizar um dos maiores cânones da literatura americana. É um início promissor. Não à toa, o filme é baseado na peça vencedora do Pulitzer e adaptada pelo próprio autor, Tracy Letts. Mas diferentemente de Killer Joe – matador de aluguel, também adaptado por Letts de sua própria peça, a transição do teatro para o cinema se faz sentir. O elenco, recheado de figurões de Hollywood, brilha intensamente com material delirantemente dramático e bem pavimentado no humor negro, mas não evita a sensação de que o filme como um todo só existe como veículo para seus atores – em especial Meryl Streep e Julia Roberts, ambas cotadas para o Oscar.
Dirigido por John Wells (A grande virada) e produzido por George Clooney, Álbum de família tem sua ação detonada pela morte do patriarca da família Weston, vivido por Sam Shepard. Meryl Streep faz a viúva, que padece de um câncer na boca e de um vício incontrolável por antidepressivos e congêneres. A morte do marido reúne a família novamente. Julia Roberts faz Barb, a filha mais velha e que guarda mais semelhanças com a mãe do que gostaria de admitir, Julianne Nicholson faz Ivy, a filha que subtraiu-se de si mesma e ficou na cidade cuidando dos pais enquanto as outras irmãs saíram de Osage county. Juliette Lewis faz a despirocada Karen, que troca de homem frequentemente e traz o noivo surpresa (Dermot Mulroney) para o funeral do pai. Soma-se a essa galeria de personagens, a irmã de Violet (Streep), vivida com força demolidora por Margo Martindale. Seu marido é interpretado por Chris Cooper e o filho que ela rejeita é vivido por Benedict Cumberbatch. Os dois atores fazem um contraponto ao tom superlativo das principais mulheres da trama.
O elenco é completado, ainda, por Ewan McGregor como o marido de Barb e Abigail Breslin, como a filha do casal.
Atrizes em êxtase: o elenco feminino é a principal força, e deverás ostensiva, de Álbum de família

Segredos sórdidos e ressentimentos desmesurados movem a narrativa que se resolve nos contornos de um filme tradicional sobre famílias desestruturadas. No entanto, um olhar mais refinado revelará um conflito geracional como valioso subtexto. Há nos contornos da narrativa a preocupação em situar as diferenças pulsantes entre as gerações da família e é aí, nesse bom subtexto, que há menor incidência da mão pesada de Wells e justamente por isso percebe-se o quanto é bom o texto de Letts e como a transição para o cinema o engessou, reconfigurando-o como um filme de atores.
Toda a família tem suas rachaduras e o sofrimento dos membros do clã Weston vai, invariavelmente, avocar a identificação da audiência. Esse aspecto deturpa, em favor do filme, a avaliação que se faz dele de imediato. O tempo, no entanto, jogará luz sobre as limitações de um filme que receberia a pecha de “televisivo” – definição cada vez mais deslocada em virtude da qualidade crescente que se verifica na referida mídia – não fosse o elenco de ases da atuação.
Não se advoga que há demérito em uma produção por ela ser talhada para atores brilharem, apenas se defende que, no caso de Álbum de família, essa qualidade derroga sua potencialidade narrativa resultando em um filme impactante no primeiro momento, mas longe de maiores notas.

sábado, 14 de setembro de 2013

Momento Claquete # 36

A cena no festival de Toronto 2013

 O vocalista do Maroon 5 Adam Levine e Keira Knightley, que contracenam em Can a song save your life? curtem um after party da Fox Searchlight

 Alexandre Aja, na extrema direita, e o elenco de Horns, misto de fantasia, terror e comédia de humor negro estrelada por Daniel Radcliffe

 Ewan McGregor e Jason Bateman batem aquele papo...

Jude Law, sem frisar na calvíce cada vez mais acentuada, presta atenção no jornalista que o questiona na coletiva de imprensa de Don Hemingway

 Ainda amigos: 16 anos depois de O casamento do meu melhor amigo, Julia Roberts e Dermot Mulroney atuam juntos em uma das sensações de Toronto, Agust: osage county

 The Hemsworth boys: os irmãos Liam, Chris e Luke

 O roteirista Peter Morgan, o ex-piloto de Fórmula 1 Niki Lauda e o ator que o viveu em Rush-no limite da emoção, Daniel Brühl

Scarlett Jonhansson e Joseph Gordon-Levitt riem e pousam para fotos. Não necessariamente nesta ordem...

 O cineasta Steve McQueen e o ator Michael Fassbender falam sobre a grande sensação do evento, 12 years a slave

Tom Hiddleston, Mia Wasikowska e Anton Yelchin tentam ficar sérios...

Fotos: L.A Times e Getty Images

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Crítica - Comer rezar amar

Hedonismo de auto-ajuda!


Ajudar as pessoas a se encontrarem. Essa é a principal razão de ser dos livros e, em um movimento cada vez mais flagrante, dos filmes de auto-ajuda. Descontadas, é claro, as motivações financeiras que pautam tanto um mercado quanto o outro. Comer rezar amar (Eat pray Love, EUA 2010) é a adaptação hollywoodiana para um bem sucedido exemplar da literatura de auto-ajuda. O livro de Elizabeth Gilbert foi publicado no Brasil pela editora Objetiva e em um desses acertos do marketing entrou novamente na lista dos mais vendidos graças ao filme.
A fita protagonizada por Julia Roberts é um deleite para todos aqueles que julgam necessário entrar em contato com o seu eu interior. Aprender a se ouvir. Ou seja, todos nós humanos. O fato de ser um filme considerado para “mulherzinha” é um reflexo do que socialmente se estipula: as mulheres estão mais dispostas a terem DRs consigo mesmas. E o cinema é um catalisador voraz nesse sentido.
Comer rezar amar, o filme, talvez seja maior do que fosse necessário. Talvez a protagonista Liz Gilbert (uma Julia Roberts que não chega a convencer em seu registro de mulher afundada em uma crise existencial) seja ofuscada por coadjuvantes agradáveis e surpreendentes. Talvez a mensagem principal do filme (que é verbalizada em uma das muitas falas seguidas de caretas de um xamã em Bali: “Às vezes perder o equilíbrio por amor é a melhor maneira de levar uma vida equilibrada”.) não seja afirmativamente transpassada. De qualquer jeito, a personagem principal aprendeu muito em sua viagem. A respeitar e compreender seus sentimentos, a se perdoar, a experimentar e por aí vai.

Antes e depois: 1- Com David imersa em paralisia sentimental e 2- com o brasileiro Felipe vivendo o hedonismo em Bali

O filme começa com Liz presa a um casamento em que o amor não parece ser o combustível. Logo após um divórcio truculento ela se envolve com um ator um tanto quanto hedonista (James Franco). Esses relacionamentos servem para que Liz veja a luz amarela em sua vida. Ela não se sente feliz e pretende entender o por quê. Se lança em uma viagem para se espiritualizar. Os destinos são Itália, Índia e Indonésia. Nesses lugares ela passará por transformações que poderia muito bem passar em Nova Iorque. E aí reside a fragilidade de Comer rezar amar. Além de pintar painéis pouco lisonjeiros dos lugares aos quais Liz visita (os italianos são vagabundos, os brasileiros têm o hábito de beijarem os familiares na boca e o rito religioso praticado na Índia é tedioso), o filme -como já dito - não consegue fazer sua mensagem ser perfeitamente captada. Fica a sensação de que ela buscava mesmo um novo amor, já que o filme acaba com essa conquista. De qualquer maneira, fica a singela metáfora da viagem em busca de nós mesmos.

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Claquete destaca

+ Enquanto o Brasil ataca com Lula- o filho do Brasil, a Argentina anunciou esta semana que o selecionado do país para tentar o Oscar é Carancho, novo trabalho de Pablo Trapero. O filme, exibido e aplaudido efusivamente em Cannes, está em exibição no Festival do Rio.

+ Julia Roberts e Meryl Streep devem atuar juntas em August: osage county. Adaptação da peça de humor negro premiada com um Tony e um Pulitzer. O projeto é da Weinstein company.

+ E Meryl Streep também foi confirmada em The iron lady, cinebiografia da ex-primeira ministra britânica Margaret Thatcher. O filme deve começar a ser rodado até o final do ano e tem previsão de estréia para o fim de 2011.

+ Mais uma nota de falecimento de uma grande figura de Hollywood. Morreu, aos 81 anos, o ator Tony Curtis. Imortalizado ao lado de Jack Lemmon na comédia Quanto mais quente melhor, Curtis era tido como um dos grandes galãs da era de ouro hollywoodiana. Como tantos outros teve seus escândalos por conta de álcool, drogas e mulheres.
Tony na praia: dolce vitta...


+ O leitor de Claquete parece não ter sido cativado por Wall street- o dinheiro nunca dorme. Em enquete promovida pelo blog, 33% disseram que gostaram muito do filme, mas a porcentagem restante assinalou alternativas que de alguma maneira rechaçam o filme. Como não gostou do filme (17%) ou que a fita não pertence ao gênero que costuma apreciar (12%). Em enquete paralela, a maioria acolheu Platoon como o melhor filme de Oliver Stone. A fita de 1986 foi seguida de perto por JFK – a pergunta que não quer calar e Wall street – poder e cobiça.

+ Christopher Nolan não consegue se dividir em dois. Então, enquanto dirige o terceiro Batman (que na verdade será o sétimo), produzirá o reboot que a Warner toca de Superman. Nolan anunciou nesta semana que o diretor responsável pela empreitada será Zack Snyder (300 e Watchmen). Snyder, já como diretor, anunciou que Brandon Routh não retorna como Clark Kent/super-homem. Está aberta a temporada de caça ao homem de aço.Literalmente.

+ Conforme Claquete previra há alguns meses, o quarto filme da série Bourne, Bourne legacy (que ainda não conta com a participação de Matt Damon), será dirigido por Tony Gilroy. Roteirista da trilogia original e diretor de filmes como Conduta de risco e Duplicidade, Gilroy era a escolha óbvia da Universal para tentar manter o mínimo de pedigree numa série que já parece solvente. Vale lembrar que o novo filme não será baseado na obra de Robert Ludlum.

+ A revista inglesa Empire divulgou novas imagens de um dos grandes lançamentos do ano que vem. Chis Hemsworth é Thor e ele chega aos cinemas em maio de 2011.

 Chris como o mitológico Thor...


... e ao lado de Natalie Portman recebendo instruções do diretor Kenneth Branagh

sábado, 29 de maio de 2010

De olho no futuro...

Novidades do filme sobre Sinatra
Martin Scorsese manifestou ao blog de cinema da MTV essa semana que gostaria de contar com Robert De Niro e Al Pacino no filme que realizará para a Universal sobre Frank Sinatra. Segundo apurou o blog, Scorsese gostaria que Pacino vivesse Sinatra em sua fase madura (DiCaprio está escalado para o papel) e De Niro viveria o amigo Dean Martin na mesma fase da vida. Se a participação dos dois atores vier a se confirmar, Sinatra, o filme, despertará ainda mais expectativas. Scorsese tem um dos maiores projetos dos últimos tempos em suas mãos. Ou será um filme irrepreensível ou será a maior decepção da década. Em um projeto como esses, e com a forma que está tomando, não há meio termos.

Pacino e DeNiro nos sets de As duas faces da lei: Sinatra pode ser o filme que fará valer a parceria

Nomes para homem aranha 4
E a coisa continua muito indefinida em relação ao próximo filme do homem aranha, que tem estréia marcada para o verão de 2012 e continua sem protagonista. Essa semana circulou na internet o nome de 5 candidatos que, embora já tenham batido aquele papo com o diretor Marc Webb, ainda não fizeram testes para o papel. Andrew Garfield, visto recentemente em O mundo imaginário do doutor Parnassus, Jamie Bell, o eterno Billy Elliot, Frankie Dillane, o jovem Voldermont de Harry Potter e o enigma do príncipe e Alden Ehrenreich, o irmão de Vincent Gallo em Tetro, são os rostos mais conhecidos. Mas como sugere a discrepância de idade entre os candidatos, tudo segue nas nuvens no famigerado quarto filme do herói aracnídeo.

Julia na estrada
Depois da confirmação de Kristen Stewart em On the road, novo projeto internacional do diretor Walter Salles, um novo nome de peso demonstrou interesse em participar do filme. Boatos indicam que Julia Roberts teria se oferecido para participar do produção. O personagem que teria interessado a Julia, também está sendo cortejado pela australiana Nicole Kidman e pela inglesa Kate Winslet. Cheiro de Oscar no ar?

Julia para as demais concorrentes ao disputado papel: dá lincença que eu tô passando...
O filme que quer ser levado a sério
Não para de crescer o elenco de Capitão América - o primeiro vingador. O filme que já tem no elenco Chris Evans, Hugo Weaving, Samuel L. Jackson, Hayley Atwell e Dominic Cooper, acabou de receber o reforço de peso de Tommy Lee Jones. O personagem do ator ainda não foi divulgado. Até porque todos os personagens centrais da trama já tem dono, mas é inegável que com Jones a bordo, o pedigree do filme ganha substância.

O Brasil é... Porto Rico
Pois é, depois de um anúncio com pompa de que o quinto filme da série Velozes e furiosos, batizado de Fast five, seria rodado no Brasil, essa semana foi anunciado pela produção do longa metragem que o filme será gravado em Porto Rico. Não, não é que desistiram da ideia do filme se passar em terras brasileiras, apenas os incentivos fiscais e a logística oferecida pela ilha caribenha foram mais atraentes. Em Fast five Toretto vai dar seus pitacos motorizados no Brasil, mas um Brasil com sotaque diferente.

domingo, 23 de maio de 2010

Os 25 melhores filmes da década: 1 - Closer-perto demais

"Eu sei quem você é! Eu te-amo. Eu amo tudo em você que até dói!”

“Esse é o espírito. Obrigado.Obrigado pela honestidade. Agora saia da porra da minha frente e morra! Sua puta problemática!”

“Eu não te-amo mais.Adeus!”

Recortes da vida real



Anna & Larry
“Por que o sexo é tão importante?”
“Porque eu sou um homem das cavernas”


Dan & Alice
“Não é seguro lá fora!”
“Ah, e é seguro aqui?”

Anna & Larry
Por que você está vestido?”
“Por que eu acho que você está prestes
a me deixar e eu não queria estar usando um roupão”

Alice & Dan
“Mas ninguém vai te amar tanto quanto eu. Isso não basta?”
“Não!”
“Por quê?”
“Porque eu acho que serei mais feliz com ela”

Alice & Larry
“Eu não sou uma puta!”
“Eu não pagaria!”


Dan & Larry
Eu quero Anna de volta
Ela fez a escolha dela.
Eu te devo desculpas. Eu me apaixonei por ela. Eu não queria te fazer sofrer.
Onde estão as desculpas?
Me desculpe. Se você a ama, você a deixarará partir para que seja feliz.
Ela não quer ser feliz!
Todo mundo quer ser feliz!
Os depressivos não. Eles querem ser infelizes para confirmar que são depressivos.Se eles fossem felizes, eles não poderiam mais ser depressivos. Eles teriam de ir para o mundo e viver. O que pode ser bastante depressivo.


Sinopse
A trama acompanha os encontros e desencontros amorosos de quatro personagens entre si.

Comentário
É difícil apontar qual a maior virtude do filme de Mike Nichols. A destreza técnica, a coragem com que aborda o tema e a perfeição do elenco saltam a frente. Mas não resumem a força demolidora que é Closer. Não faz justiça a inteligência com que aborda a emoção e não indica a sofisticação com que dá forma a essa abordagem. O emaranhado emocional que pauta as relações amorosas é o protagonista dessa história doída que fala sobre sexo, mas não mostra, que discute o amor, mas priva seus personagens de senti-lo em sua plenitude, que questiona muito e oferece poucas respostas satisfatórias. Closer-perto demais talvez seja a mais perfeita síntese da pretensão cinematográfica. Entretenimento inteligente, conteúdo para análise fílmica e reverberação sociológica a posteriori. E Julia Roberts. Aqui a ex-queridinha que voltou a ser queridinha da América abre mão de qualquer vaidade e entrega a performance de sua carreira. Natalie Portman também assombra, Jude Law é outro colosso e Clive Owen é um imã para os olhos. O texto é sublime e vigoroso e a direção de Nichols é elegante. Derreter-se em elogios a Closer é uma contingência cinéfila. Reconhecer sua ressonância e coragem, é questão de maturidade.


Prêmios
2 indicações aos Oscar (ator coadjuvante e atriz coadjuvante); 5 indicações ao globo de ouro( filme/drama, direção e roteiro) e duas vitórias (ator e atriz coadjuvantes); indicado ao prêmio do sindicato dos roteiristas; Bafta de melhor ator coadjuvante; 3 indicações ao critic´s choice awards (elenco, ator coadjuvante e atriz coadjuvante); melhor ator coadjuvante para a associação de críticos de Las Vegas; melhores ator e atriz coadjuvantes para a associação de críticos de Londres; melhor elenco pelo National board of review; melhor ator coadjuvante para o críticos de críticos de Nova Iorque; melhor atriz coadjuvante para a associação de críticos de San Diego; melhor ator coadjuvante para a associação de críticos de Toronto;

Curiosidades
- O ator Clive Owen já tinha atuado na peça que deu origem ao filme. Na montagem londrina do texto, o ator viveu o jornalista Dan (personagem de Jude Law no filme)
- O diretor Mike Nichols admitiu em recente entrevista que nunca pensou em outra atriz que não Julia Roberts para viver a fotógrafa Anna
- Em recente pesquisa feita pelo caderno cultural "Segundo caderno", do jornal O Globo, os leitores apontaram Closer como o filme mais completo a abordar relacionamentos adultos
- Clive Owen e Julia Roberts retomaram a química extraordinária apresentada no filme de Mike Nichols no recente Duplicidade, de Tony Girlroy

Ficha técnica
título original:Closer
gênero:Drama
duração:01 hs 40 min
ano de lançamento:2004
estúdio:Icarus Productions / John Calley Productions / Avenue Pictures Productions
distribuidora:Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment / Buena Vista International
direção:Mike Nichols
roteiro:Patrick Marber, baseado em peça teatral de Patrick Marber
produção:Cary Brokaw, John Calley, Robert Fox, Mike Nichols e Scott Rudin
fotografia:Stephen Goldblatt
figurino:Ann Roth
edição:John Bloom e Antonia Van Dermellan
elenco: Julia Roberts, Jude Law, Clive Owen e Natalie Portman

>Fonte: arquivo pessoal


sábado, 22 de maio de 2010

Os 25 melhores filmes da década: Apêndice - parte 2


Quem manda aqui sou eu!
(gente que dá o ar da graça mais de uma vez na lista)

Russel Crowe

(Gladiador e Uma mente brilhante)



Heath Ledger



(O segredo de Brokeback Mountain, Não estou lá e Batman – o cavaleiro das trevas)

Clint Eastwood


(Gran Torino e Menina de ouro)


Jack Nicholson


(Os infiltrados e A promessa)


Ed Harris



(Ume mente brilhante, Medo da verdade e Marcas da violência)


Morgan Freeman


(Batman – o cavaleiro das trevas, Medo da verdade, Menina de ouro)

Julia Roberts

(Jogos do poder e Closer – perto demais)

Christian Bale


(Não estou lá e Batman – o cavaleiro das trevas)

Aaron Eckhart


(A promessa e Batman – o cavaleiro das trevas)




Os eleitos:(clique no nome do filme para ler a página sobre ele)

25 - Gladiador, de Ridley Scott (EUA, 2000)

24 - Cidade de Deus, de Fernando Meirelles (Brasil, 2002)

23 - Fale com ela, de Pedro Almodóvar (Espanha, 2002)

22- Os infiltrados, de Martin Scorsese (EUA, 2006)

21 - Moulin Rouge - amor em vermelho, de Baz Lhurman (EUA, 2001)

20 - Colateral, de Michael Mann (EUA, 2004)

19 - A vida dos outros, de Florian Von Donnersmarck (Alemanha, 2006)

18 - Medo da verdade, de Ben Affleck (EUA, 2007)

17 - Onde os fracos não têm vez, dos irmãos Coen (EUA, 2007)

16 - Jogos do poder, de Mike Nichols (EUA, 2007)

15 - Do que as mulheres gostam, de Nancy Meyers (EUA, 2000)

14 - Uma mente brilhante, de Ron Howard (EUA, 2001)

13 - Marcas da violência, de David Cronenberg (EUA, 2005)

12 -A promessa, de Sean Penn (EUA, 2001)

11- O pianista, de Roman Polanski (França, 2002)

10 - Munique, de Steven Spielberg (EUA, 2005)

9 - Bastardos inglórios, de Quentin Tarantino (EUA/França 2009)

8 - Gran torino, de Clint Eastwood (EUA, 2008)

7 -Não estou lá, de Todd Haynes (EUA, 2007)

6 - Sobre meninos e lobos, de Clint Eastwood (EUA, 2003)

5 - O segredo de brokeback mountain, de Ang Lee (EUA, 2005)

4 - Match point - ponto final, de Woody Allen (EUA, 2005)

3 - Batman - o cavaleiro das trevas, de Christopher Nolan (EUA, 2008)

2 - Menina de ouro, de Clint Eastwood (EUA, 2004)

domingo, 7 de fevereiro de 2010

Os 25 melhores filmes da década:16 - Jogos do poder

"Ninguém está prestando atenção"




Sinopse:
Início dos anos 80. A União Soviética invade o Afeganistão, o que chama a atenção de políticos norte-americanos. Um deles é Charlie Wilson, um homem mulherengo e polêmico que não tem grande relevância política, apesar de ter sido eleito 6 vezes para o cargo. Com o apoio de Joanne Herring, uma das mulheres mais ricas do estado que o elege, o Texas, e do agente da CIA Gust Avrakotos, Wilson passa a negociar uma aliança entre paquistaneses, egípcios, israelenses e o governo norte-americano, de forma que os Estados Unidos financiem uma resistência que impeça o avanço soviético no local.

Comentário:
O filme de Mike Nichols é um poderoso e sagaz comentário sobre como as relações políticas se estabelecem. O filme cobre um episódio que no principio da década passada ganhou relevância-tão inesperada quanto tenebrosa - com os ataques terroristas às torres gêmeas, de maneira leve e salutar. Nichols oferece uma aula de narrativa e parcimônia ao contar um tema espinhoso com toques cômicos. Ajuda muito contar com um Tom Hanks inspirado e um Phillip Seymour Hoffman fenomenal. Juntos eles desmascaram a América das boas intenções que se abriga nos interesses escusos e nas negociatas midiáticas. Um filme austero que não deixa de ter bom humor. Sem dúvida alguma, uma obra referencial.

Prêmios:
1 indicação ao Oscar (ator coadjuvante); 5 indicações ao Globo de ouro (filme comédia/musical, ator em comédia/musical, ator coadjuvante, atriz coadjuvante e roteiro); Indicado ao Bafta de melhor ator coadjuvante; indicado ao Critic´s choice awards de melhor roteiro e melhor ator coadjuvante;

Curiosidades:
- O verdadeiro Charles Wilson deu uma declaração de apoio ao filme, em artigo publicado à época do lançamento da fita, da seguinte maneira: “Qualquer coisa que eu podesse embargar, é provavelmente verdade”
- O roteiro do filme é assinado por Aaron Sorkin, criador e principal roteirista da famosa série de TV sobre os bastidores da Casa Branca, The west wing
- Houve três acidentes durante as filmagens da produção. Em um deles, um figurante morreu.
- Emily Blunt, que faz uma pequena participação no filme, rodou suas cenas em dois dias. Ela não recebeu nada pela participação, embora outorgada pelo sucesso de O diabo veste Prada, a atriz queria contracenar com Tom Hanks, ator de quem é fã.
- Foi o segundo trabalho do diretor Mike Nichols com a estrela Julia Roberts. O primeiro foi Closer –perto demais e o terceiro está a caminho.
- Desde o anúncio do projeto, a imprensa especializada se interessou pelo filme que reuniria Tom Hanks e Julia Roberts (dois dos principais astros dos anos 90) em um mesmo filme.

Ficha técnica:
título original: Charlie Wilson's War
gênero: Drama
duração: 01 hs 37 min
ano de lançamento:2007
estúdio: Universal Pictures / Relativity Media
distribuidora: Universal Pictures / UIP
direção: Mike Nichols
roteiro: Aaron Sorkin, baseado em livro de George Crile
produção: Gary Goetzman e Tom Hanks
música: James Newton Howard
fotografia: Stephen Goldblatt
direção de arte: Maria-Teresa Barbasso, Brad Ricker e Alessandro Santucci
figurino: Albert Wolsky
edição: John Bloom e Antonia Van Drimmelen
elenco: Tom Hanks, Julia Roberts, Phillip Seymour Hoffman e Amy Adams


Fonte: arquivo pessoal


sexta-feira, 25 de dezembro de 2009

Retrospectiva 2009 - Cenas de cinema: Gente - parte 1

Nasce o herói de uma geração
2009 mostrou que é mesmo na Austrália que estão escondidos os astros mais carismáticos do cinema atual. Recentemente Russel Crowe e Hugh Jackman saíram da ilha da Oceania para dominar o mundo. Jackman, por sinal, brilhou intensamente em 2009 nos Oscars e como Wolverine. Contudo, o ano revelou um novo, belo e carismático “australian Nice and quiet kinda guy”. Sam Worthington apareceu primeiro roubando a cena de Christian Bale em O exterminador do futuro 4: a salvação e agora no épico scifi de James Cameron Avatar.Cameron, aliás, já reclama para si o titulo de descobridor de Worthington, que como todos já podem notar, vai longe. Em 2010, ele encabeça o elenco da esperada aventura Fúria de titãs que a Warner Brothers lança no verão americano.

Sam Worthington em momento descontração e como Perseus, o protagonista de Fúria de Titãs, que estréia em 2010

Para quem tinha dúvidas do meu outro eu
E Brad Pitt continua a desafiar os rótulos que costumam lhe atribuir por aí. Depois de um 2008 abençoado, em que apareceu no bem sacado Queime depois de ler e no acadêmico O curioso caso de Benjamin Button, o ator mostrou em 2009 que é antes de ser um cara bonito, um ator de extremo talento e um produtor cuidadoso. Reuniu-se com Quentin Tarantino para fazer um dos melhores filmes do ano, de quebra compôs um dos personagens mais engraçados e icônicos da temporada, o tenente Aldo Raine; não obstante como produtor lançou os delicados filmes A vida intima de Pippa Lee e Te amarei para sempre.

Pitt como Aldo Raine: Ahá, não contavam com minha astúcia!

E quando não é o ano dela?
Todo mundo concordou no inicio de 2009 que esse era o ano de Kate Winslet. A atriz que ganhou absolutamente todos os prêmios da temporada, inclusive dois globos de ouro em categoria de cinema (feito inédito), esteve linda por onde quer que tenha passado. Sempre muito simpática, a atriz mostrou em O leitor e Foi apenas um sonho que seu talento não conhece limites. Justamente por isso, há de se indagar: quando ela não está por cima da carne seca?

Um 2009 inesquecível: Kate Winslet e seu par de globos de ouro. Ainda viria o Oscar...

Reconhecimento já!
Mickey Rourke entrou em 2009 no estado de mais absoluta fascinação. Exaltado por colegas e críticos por seu desempenho, e volta por cima, em O lutador, o ator fez questão de se impor. Dificultou para a produção de Homem de ferro que o queria como o vilão chicote negro para o segundo filme. O acordo saiu. Rourke integra o elenco de um dos principais lançamentos de 2010, mas o Oscar ficou pelo caminho.

Jogando para os dois times
Que Ron Howard é um bom diretor, produtor tenaz e figura querida em Hollywood todo mundo sabe. Mas 2009 deixou bem claro o esforço dele para agradar a gregos e troianos. Frost/Nixon, que teve 5 indicações ao Oscar, é um filme pequeno, de teor rebuscado e que se direciona a uma platéia intelectualizada demais, não à toa saiu sem Oscar. Anjos & Demônios, continuação do sucesso O código DaVinci, é deleite para as massas. Roward foi bem sucedido em ambas as frentes. Super-homem é isso aí.

Eles passaram o ano juntos, mas não juntos.Entendeu?
As estrelas de Crepúsculo, Robert Pattinson e Kristen Stewart foram, durante todo o curso de 2009, vitimas das fofocas mais atrozes. Todos queriam saber se os pombinhos estavam ou não estavam, afinal, tendo um romance. Cabeça de político petista muda menos do que o estado das coisas entre Pattinson e Kristen. Pelo menos para quem os acompanha via celebrity press gossip. Na dúvida, fiquemos com o popular: onde há fumaça...


As mulheres que desapareceram...
Julia Roberts, Megan Fox e Diablo Cody, essas duas últimas por um mesmo filme, eram presenças esperadas para esse 2009. Julia ganhou seus tradicionais U$ 20 milhões para rodar Duplicidade e, embora o filme seja muito bom e Julia tenha recebido um indicação ao Globo de ouro, o filme não rendeu nem isso no mercado americano. Prova de que a atriz já não atrai público como outrora. No caso de Cody e Fox, a coisa foi ainda pior. Garota infernal foi decepção de público e critica, que deve ter doído muito para a vencedora do Oscar de roteiro por Juno e para a “sou mais linda do que você” Megan Fox.

Em sentido horário, Megan Fox, Julia e Diablo Cody: Meninas (nem tão) super poderosas...

...e a mulher que continua aparecendo
Para contrariar aquela máxima de que mulheres com mais de 30 não conseguem um bom trabalho em Hollywood, Meryl Streep não quebra só recorde após recorde no Oscar não. A atriz de 60 anos enfileira sucessos de bilheteira. Esse ano somou mais um. Julie & Julia foi uma das sensações do verão e ela estrela ainda o promissor Simplesmente complicado que estréia nos EUA nesse natal.


Meryl Streep em três grandes momentos de 2009: Como uma freira conservadora em Dúvida, como uma chef de cozinha em Julie & Julia e ao lado de Alec Baldwin no cartaz de Simplesmente complicado


Projeto de 2009: recuperar o status de astro em 2010
Tom Cruise veio ao Brasil para divulgar Operação Valquíria e para mostrar aquele outrora indefectível carisma. 2009 foi ano de muito trabalho. Além de tentar escolar sua filhinha Suri, recentemente eleita a criança mais fashion do mundo (pois é, tem dessas coisas), na doutrina da cientologia –contra a vontade de Mamãe Katie, Cruise gravou duas comédias. Uma ao lado de Cameron Diaz e outra de Ben Stiller. Em 2010 ele quer fazer o americano rir.

Cruise e sua filha em momento ternura: Sorri para ajudar a carreira do papai...