sábado, 23 de março de 2013
Crítica - Anna Karenina
sexta-feira, 19 de outubro de 2012
Crítica - 360
segunda-feira, 28 de março de 2011
Panorama - Huckabees:a vida é uma comédia

domingo, 20 de março de 2011
Cenas de cinema
Ele sabe que seu charme cativa grande parte do público feminino. O sotaque britânico tempera Jude Law, diriam os mais entusiasmados com o pedigree do ator de 38 anos que esteve no Brasil recentemente. Law foi contratado por uma marca de cerveja para fazer figuração em seu camarote no domingo de carnaval. Chegou ao Brasil no sábado, partiu na segunda, trouxe a companhia de dois amigos, se encantou com as mulheres brasileira (Law está solteiro novamente depois do novo rompimento com a atriz Sienna Miller há alguns meses), ganhou bitoca da Hebe e outros U$ 270 mil por tudo isso. No final de semana anterior, Law que causou frisson ao entregar um par de Oscars ao lado do colega de Sherlock Holmes Robert Downey Jr., curtiu a valer o pós-festa organizado pela Vanity Fair. Como Law não é você, reza a lenda hollywoodiana que recebeu cantadas de garotas como Emma Stone,Vanessa Hudgens e Scarlett Johansson. A vida pode ser difícil para alguém como Jude Law.
domingo, 23 de maio de 2010
Os 25 melhores filmes da década: 1 - Closer-perto demais
“Esse é o espírito. Obrigado.Obrigado pela honestidade. Agora saia da porra da minha frente e morra! Sua puta problemática!”
“Eu não te-amo mais.Adeus!”

“Por que o sexo é tão importante?”
“Porque eu sou um homem das cavernas”
Dan & Alice
“Não é seguro lá fora!”
“Ah, e é seguro aqui?”
Anna & Larry
“Por que você está vestido?”
“Por que eu acho que você está prestes a me deixar e eu não queria estar usando um roupão”
Alice & Dan
“Mas ninguém vai te amar tanto quanto eu. Isso não basta?”
“Não!”
“Por quê?”
“Porque eu acho que serei mais feliz com ela”
Alice & Larry
“Eu não sou uma puta!”
“Eu não pagaria!”
Dan & Larry
Eu quero Anna de volta
Ela fez a escolha dela.
Eu te devo desculpas. Eu me apaixonei por ela. Eu não queria te fazer sofrer.
Onde estão as desculpas?
Me desculpe. Se você a ama, você a deixarará partir para que seja feliz.
Ela não quer ser feliz!
Todo mundo quer ser feliz!
Os depressivos não. Eles querem ser infelizes para confirmar que são depressivos.Se eles fossem felizes, eles não poderiam mais ser depressivos. Eles teriam de ir para o mundo e viver. O que pode ser bastante depressivo.
Sinopse
Comentário
É difícil apontar qual a maior virtude do filme de Mike Nichols. A destreza técnica, a coragem com que aborda o tema e a perfeição do elenco saltam a frente. Mas não resumem a força demolidora que é Closer. Não faz justiça a inteligência com que aborda a emoção e não indica a sofisticação com que dá forma a essa abordagem. O emaranhado emocional que pauta as relações amorosas é o protagonista dessa história doída que fala sobre sexo, mas não mostra, que discute o amor, mas priva seus personagens de senti-lo em sua plenitude, que questiona muito e oferece poucas respostas satisfatórias. Closer-perto demais talvez seja a mais perfeita síntese da pretensão cinematográfica. Entretenimento inteligente, conteúdo para análise fílmica e reverberação sociológica a posteriori. E Julia Roberts. Aqui a ex-queridinha que voltou a ser queridinha da América abre mão de qualquer vaidade e entrega a performance de sua carreira. Natalie Portman também assombra, Jude Law é outro colosso e Clive Owen é um imã para os olhos. O texto é sublime e vigoroso e a direção de Nichols é elegante. Derreter-se em elogios a Closer é uma contingência cinéfila. Reconhecer sua ressonância e coragem, é questão de maturidade.
Prêmios
2 indicações aos Oscar (ator coadjuvante e atriz coadjuvante); 5 indicações ao globo de ouro( filme/drama, direção e roteiro) e duas vitórias (ator e atriz coadjuvantes); indicado ao prêmio do sindicato dos roteiristas; Bafta de melhor ator coadjuvante; 3 indicações ao critic´s choice awards (elenco, ator coadjuvante e atriz coadjuvante); melhor ator coadjuvante para a associação de críticos de Las Vegas; melhores ator e atriz coadjuvantes para a associação de críticos de Londres; melhor elenco pelo National board of review; melhor ator coadjuvante para o críticos de críticos de Nova Iorque; melhor atriz coadjuvante para a associação de críticos de San Diego; melhor ator coadjuvante para a associação de críticos de Toronto;
Curiosidades
- O ator Clive Owen já tinha atuado na peça que deu origem ao filme. Na montagem londrina do texto, o ator viveu o jornalista Dan (personagem de Jude Law no filme)
- O diretor Mike Nichols admitiu em recente entrevista que nunca pensou em outra atriz que não Julia Roberts para viver a fotógrafa Anna
- Em recente pesquisa feita pelo caderno cultural "Segundo caderno", do jornal O Globo, os leitores apontaram Closer como o filme mais completo a abordar relacionamentos adultos
- Clive Owen e Julia Roberts retomaram a química extraordinária apresentada no filme de Mike Nichols no recente Duplicidade, de Tony Girlroy
Ficha técnica
título original:Closer
gênero:Drama
duração:01 hs 40 min
ano de lançamento:2004
estúdio:Icarus Productions / John Calley Productions / Avenue Pictures Productions
distribuidora:Columbia Pictures / Sony Pictures Entertainment / Buena Vista International
direção:Mike Nichols
roteiro:Patrick Marber, baseado em peça teatral de Patrick Marber
produção:Cary Brokaw, John Calley, Robert Fox, Mike Nichols e Scott Rudin
fotografia:Stephen Goldblatt
figurino:Ann Roth
edição:John Bloom e Antonia Van Dermellan
>Fonte: arquivo pessoal
terça-feira, 11 de maio de 2010
ESPECIAL O MUNDO IMAGINÁRIO DO DOUTOR PARNASSUS - Perfil: Jude Law
A babá, o cinema e a origem do nome

Law foi casado durante seis anos com a atriz Sadie Frost. Da união, surgiram três filhos que dividem a rotina entre temporadas com o pai e com a mãe. No segmento amoroso a vida de Law é um turbilhão. Começou a namorar a inglesa Sienna Miller, que conheceu durante as filmagens de Alfie (2004), noivou-se dela em 2005 e, ainda em 2005, a traiu com a babá. Casos esporádicos com modelos, uma inclusive teve um filho seu que o ator teve de reconhecer por decisão judicial, foram entremeados com “ficadas” com a ex Siena Miller. Sienna voltou a usar recentemente a aliança de noivado, o que indica tempos de paz para Law nesse departamento.

Law começou nos palcos ingleses e chegou a Broadway. Concorreu ao prêmio Tony (o Oscar do teatro) antes de debutar em uma produção hollywoodiana. Gattaca – experiência genética (1997), marca o primeiro trabalho de Law para o mainstream hollywoodiano e sua boa aparência influiu muito. O diretor canadense Andrew Niccol disse à época do lançamento da fita que precisava de um elenco extremamente belo, já que o filme tratava de mutações genéticas no futuro. Ainda em 1997, Law foi dirigido por Clint Eastwood no drama Meia noite no jardim do bem e do mal. Um papel pequeno, mas marcante. Antes de um de seus grandes momentos como ator em O talentoso Ripley (1999), Law foi dirigido por outro canadense, David Cronenberg, em Existenz (1999). Até hoje, o ator admite não ter entendido o filme. A primeira indicação ao Oscar veio no ano 2000. Por seu papel coadjuvante em O talentoso Ripley, em que vivia um boêmio encantador e amistoso que desperta a inveja do protagonista vivido por Matt Damon. “Law é um alento nas telas”, publicou o New York Times que elegeu o filme de Anthony Minguella o melhor daquele ano. Minguella, por sua vez, elegeu Law seu ator predileto. Voltaria a colaborar com o inglês em Cold mountain (2003) ambicioso projeto sobre a guerra civil americana e em
Invasão de domícilo (2006), drama urbano inglês que conjuga imigração e amor.
Novamente, a perfeição dos traços de Law lhe valeu um emprego. Steven Spielberg lhe ofereceu um papel em um dos projetos mais hypados do início do milênio. O robô gigolô de A.I – inteligência artificial lhe valeu uma indicação ao Globo de ouro de melhor coadjuvante em 2001. Também em 2001 veio o seu primeiro protagonismo em um filme de maior expressão. No drama de guerra Círculo de fogo (2001), o ator faz um soldado russo em um embate particular com um atirador de elite nazista. Seus trabalhos já impressionavam cineastas tarimbados. Sam Mendes o chamou para viver um assassino de aluguel em Estrada para a perdição (2002) e Mike Nichols o escalou para fazer parte do quadrilátero amoroso de Closer (2004). No meio tempo, a segunda colaboração com Minguella, em Cold mountain, lhe valeu sua segunda indicação ao Oscar, dessa vez como melhor ator.

Além de Closer, um dos filmes mais elogiados da temporada, em 2004, o ator esteve no remake de Alfie-um sedutor (papel que lhe ajudou e muito a conquistar o título de homem mais sexy do mundo naquele ano), na biografia de Howard Hughes dirigida por Martin Scorsese, O aviador (no qual viveu o ícone Errol Fylnn), no infantil Desventuras em série (no qual aparece como o narrador), na comédia amalucada de David O. Russel, Huckabees -a vida é uma comédia e na ficção futuristíca Capitão Sky e o mundo do amanhã. Foi este, definitivamente, o ano em que Jude (que se chama assim porque sua mãe adorava os Beatles e tirou seu nome da canção Hey Jude) dominou os holofotes. Depois de um 2005 sabático, o ator voltou com três filmes em 2006. A terceira e última colaboração com Anthony Minguella, Invasão de domicílio, o remake de A grande ilusão e a comédia romântica O amor não tira férias.
Em 2007, ele esteve em filmes de menor evidência. Em Um beijo roubado, que marcou a estréia do cineasta Wong Kar Wai no cinema americano, Law aparece alimentando a percepção romântica que muitos tem de sua imagem. Em Um jogo de vida e morte, ele aparece mais histriônico e imprevisível em um filme que não é para todos os gostos.
Nova pausa em 2008, para em 2009 aparecer como um travesti no independente Rage (que não foi lançado no Brasil) e em O mundo imaginário do Doutor Parnassus. Neste último sua participação é um tributo a Heath Ledger, amigo e ator que admirava bastante. O cinema independente passa a ser um campo de experimentações para um ator já bastante a vontade com sua carreira. O cinema de ação também está na mira. Os coletores, ficção cientifica movimentada que não fez dinheiro nos EUA, foi sua primeira incursão no gênero marcado por tiros e perseguições. Antes, porém, ele foi o doutor Waltson de Sherlock Holmes. A continuação deste filme é o único projeto que Law já está envolvido. Além do casamento com Sienna Miller é claro. Reza a lenda que dessa vez sai.

quinta-feira, 15 de abril de 2010
Cenas de Cinema
História sem fim
Da série histórias de amor que nunca têm fim, vem o novo capítulo da novela protagonizada por Jude Law e Sienna Miller. Depois de estarem noivos e morando juntos, Law e Sienna se separaram devido a traição do ator com a babá do casal. No caso, a babá não era bem do casal, já que ela cuidava das filhas do ator de um primeiro casamento. Voltaram. Separaram-se uma segunda vez. Ficaram. Conversaram. Negaram. Agora, Sienna está sendo vista com a mesma aliança que usava na época do noivado em 2004. O que isso quer dizer? Voltaram de vez? Estão noivos novamente? Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.
O drama de Phillip Morris
I love you Philip Morris, comédia independente estrelada por Jim Carrey, Ewan McGregor e Rodrigo Santoro, está há dois anos pronto. Participou, inclusive, do festival de Cannes e da Mostra de cinema de São Paulo de 2008. Contudo, o filme sofre para conseguir distribuição. Analistas atribuem a dificuldade de colocar o filme nas salas ao fato de ser uma “comédia gay” (!?), mas outros filmes mais “gays”, por assim dizer, conseguiram distribuição tranquilamente. De qualquer maneira, depois de ter sua estréia adiada, pela terceira vez, nos EUA - indefinidamente ao que tudo indica - o filme ganhou um mal ajambrado título nacional. O golpista do ano. Esse título não diz absolutamente nada, mas nada mesmo sobre o filme que conta a história de um homem que se viu mais feliz ao assumir sua homossexualidade. Mas que se viu na contingência de ser impostor, já que se descobriu um homossexual de hábitos caros.


Parece até mesmo pegadinha, mas até segunda-feira, dia 12 de abril, Russel Crowe, o astro de Gladiador, Uma mente brilhante, O gangster, entre outros filmes, ainda não tinha uma estrela na calçada da fama de Hollywood. Uma das maiores instituições da Meca do cinema. Agora sim, Crowe pode se autoproclamar imortal. Tem um Oscar, uma estrela na calçada da fama e um affair histórico (no caso, aquele com a atriz Meg Ryan).

Por força de um contrato firmado com o canal Plus francês, a organização do 63º festival de Cannes recebeu fortes críticas de agências de notícias, entre elas a Associated press, France Press e Reuters, que se queixaram das dificuldades impostas para a cobertura midiática do festival. Houve inclusive ameaça de boicote. Ainda não se sabe como essa rusga entre a organização do festival e as agências afetará o desenvolvimento do festival e a cobertura do mesmo na imprensa internacional. Fato é que sem elas, Cannes perde muito de sua repercussão mundial. Saiba mais sobre o festival de Cannes no post abaixo.
Teu sobrenome é angústia
Que Robert Pattinson está fadado a viver personagens angustiados pelos próximos 5 anos, todo mundo sabe. Mas o que se viu nessa semana foi a tentativa de capitalizar uma produção em cima dessa imposição industrial de Hollywood para com o ator. O roteiro de Havier than Heaven, sobre a vida do vocalista do nirvana Kurt Cobain, circula há pelo menos três anos por Hollywood sem encontrar abrigo em nenhum estúdio. O tablóide The Sun divulgou essa semana que Robert Pattinson estaria cotado para viver Cobain no bendito filme que, finalmente, sairia do papel. O boato inundou a internet e virou trending topic no twitter. Tudo não passou de uma arriscada jogada de um produtor tentando evidenciar o projeto e valorizar o roteiro de seu filme. Com sorte, quem sabe, beliscar Pattinson, o senhor angústia, como protagonista. Ao que tudo indica, seu tiro saiu mesmo pela culatra.

Nem Neymar, nem Ganso...
O novo discípulo de Dunga é o astro americano Matthew McConaughey. Casado com a modelo brasileira Camile Alves, e pai de dois filhos com ela, o ator foi fotografado hoje de manhã usando uma camisa customizada da seleção brasileira.

sábado, 9 de janeiro de 2010
ESPECIAL SHERLOCK HOLMES - O perigoso marketing da sexualidade
Observação: O video não tem legendas
sexta-feira, 30 de outubro de 2009
Cenas de cinema
Ivete Sangalo passou por uma saia justa inacreditável nos últimos dias. A cantora baiana contratou um amigo fotógrafo para fazer as primeiras fotos de seu filho, para depois leiloá-las. A idéia da baiana era reproduzir no Brasil o que se vê em profusão na Europa e nos EUA, onde revistas especializadas na vida das celebridades pagam os tubos para estampar com exclusividade as primeiras fotos do bebê de uma importante estrela internacional. Que o digam Angelina Jolie, Tom Cruise e Madonna. Contudo, as ofertas não excederam o lance mínimo de, pasmem, R$ 6 mil. As poucas revistas que se interessaram, logo pularam fora. Enquanto isso, na Inglaterra, a modelo Samantha Burke, que teve um rápido, e mal resolvido, affair com o ator Jude Law , recebeu U$ 500 mil da revista inglesa Hello para mostrar a pequena Sophia de 1 mês, fruto dos descuidos de Law. Que ainda não conheceu a filha, como fez questão de frizar a matéria, sensacionalista, de capa.

Pornografia
O sexto capítulo da franquia Jogos Mortais só poderá ser exibido em 8 cinemas na Espanha.
Mais precisamente nos exemplares pornográficos que ainda existem no país. Esse dado curioso se deve a classificação X conferida pelo ministério público do país. Classificação antes reservada apenas a produções de sexo explícito. Pode não haver sexo em jogos mortais, mas definitivamente tudo o mais é bem explícito.
O filme que ela quer fazer...
Jennifer Aniston é uma mulher de muitas crises. Das amorosas às de idade. A que chama atenção agora é a profissional, embora ela esteja profundamente vinculada às outras. Jennifer pôs-se a reclamar dos papéis que tem interpretado atualmente. Disse estar cansada de comédias românticas e de estar sempre à procura do amor ideal (nos filmes). Quer dar um basta nisso tudo, reinventando a carreira. Vê-se, por exemplo, em um filme de James Bond. Essa semana a atriz, aproveitando declaração de Daniel Craig –atual intérprete de 007, se convidou (pela segunda vez) para ser Bond girl. “Eu adoraria fazer um filme de ação. James Bond, glamour, Daniel Craig... seria muito divertido”.
Para derreter corações apaixonados
Não era nem mesmo oficial, mas boatos, creditados a fontes anônimas e circulados durante a semana por sites, blogs e até mesmo algumas prestigiosas revistas como a People, dão conta do fim do romance entre Robert Pattinson e Kristen Stewart, protagonistas da saga Crepúsculo. Segundo esses “amigos da onça” o romance acabou por que Kristen se sentia ‘sufocada’ por Pattinson que estaria querendo se casar com a atriz. Ou seja, ela teria posto fim ao romance mais comentado por adolescentes do planeta, por não querer fazer o que quase todas elas gostariam. Laçar Pattinson. Não tardou para que surgissem os boatos, mais virulentos, de que o ator estaria tendo problemas com bebida. Já que não estaria conseguindo 'superar' Kristen. Mais trágico impossível.
Muitos acreditam que todo o bafafá se deve a mais uma bem articulada campanha de marketing para promover o novo filme, Lua nova. Afinal são as fãs de Pattinson, e seu trágico Edward, que devem abastecer as bilheterias de todo o mundo.
Robert e Kristen: Entre dores, amores, dentadas e marketing
Ela não sabe o que quer!
A inglesinha bonitina, espivitadinha, que posa de caretinha e que tem algum talento não fala coisa com coisa atualmente. Depois de fazer um show, relativamente bem sucedido, no Brasil, Lilly Allen disse que iria se aposentar. Teria cansado da música e do seu circo. Lançaria-se à carreira de atriz. Que como todos nós sabemos, o business é completamente diferente né?
Depois disse que não largaria a música e que conciliaria as duas carreiras. Agora, mais precisamente nesta semana, disse que não tem tino para ser atriz e que não vai abandonar a música. Vai lançar uma gravadora. Mas Lilly,você vai continuar cantando? “Não sei ainda”, disse. E você, leitor, ainda lê uma coisa dessas...

Só sei que nada sei
domingo, 23 de agosto de 2009
Top 10
Não podia faltar em uma lista como essas, o nome do atual intérprete do espião mais famoso e charmoso do mundo. Muito criticaram quando Craig foi anunciado como o novo James Bond, mas é inegável que o ator ajudou a revitalizar a franquia. Com seus músculos definidos e com aquele ar rude, Craig veste bem todas as roupas e acessórios que fazem parte do guarda - roupa de 007.
Owen já foi o protagonista de campanhas de perfumes das mais variadas marcas, de carro, de ternos... O ator pode não ostentar uma beleza acachapante, mas simboliza o ideal de macheza e preenche com elegância toda e qualquer roupa. Explora muito bem sua sensualidade.
O terceiro inglês da lista é magro e usa o cabelo desgrenhado na maior parte das vezes. No entanto, Law pertence aquela estirpe de que parece fashion não importa o que esteja vestindo. Seja jeans e camiseta branca, ou terno e sobretudo. Law é fashion, mesmo sem fazer questão de sê-lo.
O australiano, atual detentor do título de homem mais sexy do mundo pela revista People pode parecer uma escolha inusitada para essa lista. Contudo, o ator tem muita personalidade na hora de se vestir, se não dita tendências, ao menos mantém os olhos da indústria, e das mulheres, atentos.

Até que ponto o fato de ser charmoso influi em ser fashion? Obviamente, é uma pergunta subjetiva. Mas pousar os olhos em George Clooney ajuda a ter uma idéia. O astro é o arquétipo mais vivaz do que significa essa lista. Bom gosto, charme, atitude e influência. Clooney rules.
O francês é outro que vira e mexe está estrelando alguma campanha publicitária voltada para o universo masculino. Casado com uma verdadeira beldade, poliglota, talentoso, viajado e veste-se muito bem. Cassel seria o mais próximo daquilo que pode-se chamar James Bond da vida real.
Por muito tempo tido como o esquisitão de Hollywood. Até aparecer Jack Sparrow. Se o capitão cheio de trejeitos de Piratas do Caribe mudou o status de Depp na meca do cinema, também colocou o ator no mapa dos fashionistas. De cabelos longos ou curtos, de paletó e jeans ou colete e colares indígenas, Depp passou a ser lembrado também pela forma como se vestia. E a ser reconhecido por isso. Poucos em Hollywood ligam tão pouco para a forma como se vestem e são tão louvados por isso.
Ele é o furor das fofocas. Tudo sobre Brad Pitt vende. Era natural que sua forma de se vestir também causasse alvoroço. O ator foi ficando mais vaidoso com o tempo. Já desfilou variados penteados, roupas das mais variadas estirpes e acessórios descolados ou escabrosos. Pitt gosta de fazer sua própria moda. Recentemente andou por aí com o bigodinho horroroso de seu personagem Aldo Raine de Bastardos inglórios. Gostou tanto, que mesmo após o fim das gravações permaneceu com o bigodinho. Tem coisas que só ficam bem em Brad Pitt.

O Mr. Demi Moore é o ator preferido para modelar para marcas jovens. Barato, tem identificação com o público alvo e usa de fato os produtos que anuncia. Foi ele a primeira celebridade de grande porte a adotar o twitter- nova mania da internet, foi ele quem admitiu morrer de vontade de fazer um filme pornô com sua esposa e é ele quem usa as combinações mais improváveis e sempre cria um ótimo look. Kutcher é fashion e fez da arte de ditar tendências, um hobby.

Ele é hoje o rei do pop. Cantor, produtor, proprietário de sua própria grife e ator. Justin é hoje o exemplo de celebridade mais bem sucedida fazendo uso de sua própria persona. E para tanto ele capricha. Canta, dança, faz piada – é o convidado mais frequente dos últimos anos no humorístico Saturday Night live, atua e namora as mulheres mais lindas do mundo. O segredo? Ele se veste muito bem. Ajuda na confiança.

Am I the fucking man or what?