terça-feira, 11 de dezembro de 2012
Um olhar sobre a franquia Crepúsculo
sábado, 8 de dezembro de 2012
Crítica: Amanhecer - parte 2
terça-feira, 6 de novembro de 2012
Cenas de cinema
domingo, 4 de dezembro de 2011
Crítica- Amanhecer:parte 1
domingo, 2 de outubro de 2011
Insight
terça-feira, 9 de novembro de 2010
Claquete destaca
sábado, 7 de agosto de 2010
Claquete destaca

+ Toda semana, até o início do festival de Toronto, Claquete irá trazer o trailer de um dos filmes que estarão em exibição no evento que marca a largada para a temporada de ouro do cinema. O primeiro trailer é o de Trust, segundo filme de David Schwimmer (o Ross de Friends) como diretor. Na fita, um suspense dramático, Schwimmer se distancia da comédia e aposta em um bom conjunto de atores para construir uma filmografia como diretor descolada de sua persona como ator.
domingo, 18 de julho de 2010
Insight
Bryce Dallas Howard como a vilã Victoria: uma das bem vindas novidades de EclipseEclipse bateu, internacionalmente, no fim de semana passado nos U$ 480 milhões. A quantia somada em 10 dias dá uma ideia do fôlego da saga. A obra de Stephenie Meyer é hoje o maior fenômeno cultural mundial em ebulição. Desde 2008 quando o primeiro Crepúsculo foi lançado, esse amor por Crepúsculo e tudo que o gravita só tem aumentado. Novos fãs, filmes e seriados que aproveitam o fenômeno (até mesmo uma paródia no estilo Todo mundo em pânico chamada Vampire sucks estréia ainda este ano) só aumentam o frisson em torno da cria de Meyer.
No primeiro filme, vemos a retraída e tímida Bella se apaixonar pelo vampiro galante Edward. A dinâmica da relação deles, além de alegoria para a castidade, é uma versão menos inspirada de Romeu e Julieta. Jacob aqui é retratado como um garoto local que se vislumbra com a garota da cidade, mas não há química. Tão pouco a realização se preocupa em sugeri-la. Crepúsculo foi marcado por risíveis cenas de ação. O roteiro previa cenas que precisavam de efeitos especiais e esse foi o maior problema do filme. Os efeitos eram toscos (a palavra de baixo calão reflete a qualidade dos efeitos do filme). Crepúsculo sofria, ainda, de um grave problema narrativo (talvez em virtude de uma imposição do estúdio). Embora com alma de romance adolescente pretendia se vestir como um filme de ação. Embarcando na mitologia fantástica aproveitada pela autora, a fita apresenta grande irregularidade sempre que tenta se comunicar com um público que não faça parte do seu target. Ou seja, apesar dos pesares, Crepúsculo é muito bem sucedido quando se dirige às adolescentes. Mas é profundamente infeliz ao tentar cativar os rapazes (o que ajudou a deflagrar a resistência masculina ao produto).
O elenco do primeiro filme em foto promocional: CrepusculomaniaLua nova estreou em novembro passado batendo recordes e mostrando que Crepúsculo era sim uma mina de ouro a ser explorada nos cinemas. A fita de Weitz é bem melhor do que a de Hardwicke em todos os aspectos passíveis de melhora. Mas não conseguia esconder que ainda havia limitações de material (Crepúsculo, afinal, não é nenhum primor literário) e de mão de obra (se os efeitos haviam melhorado não se podia dizer o mesmo de grande parte do elenco).
O vértice amoroso foi mais bem desenvolvido em Lua nova. Weitz soube conferir vivacidade ao drama dos personagens e Jacob (em parte pela inspirada atuação de Taylor Lautner) despontou como o grande personagem do longa. Lua nova, no entanto, falha na tentativa de ser bem sucedido onde Crepúsculo falhara. Lua nova é um ótimo filme para os fãs da obra original, mas aborrece o expectador casual com uma história sem desfecho cabível e com uma irregularidade narrativa abismal nos primeiros 20 minutos.
Chris Weitz, diretor do segundo filme, orienta Kristen Stewart nos sets de Lua novaO quarto e último livro da série, Amanhecer, será dividido em dois filmes. Ambos serão dirigidos por Bill Condon e lançados em novembro de 2011 e em 2012 respectivamente.
Slade, mesmo que tenha tido seu trabalho remexido, foi quem melhor traduziu a obra de Meyer para o cinema. E foi um belo tradutor. Periga a tradução ter ficado melhor que a obra original.
sábado, 17 de julho de 2010
Claquete destaca

Reynolds caracterizado como o herói e ao lado de Blake Lively, seu par romântico no filme* Enquanto a Sony elenca figuras de gosto duvidoso para o reboot que planeja em Homem aranha 4, a Fox larga na frente em X-men –first class, filme que conta as origens do grupo mutante. Depois da confirmação de James McAvoy como um jovem Charles Xavier e de Michael Fassebender (Bastardos inglórios) como Magneto, Kevin Bacon acaba de ser alistado para um filme que promete ser muito interessante. Resta torcer para que não caiam na tentação de elencar Taylor Lautner como um jovem Wolverine...
quinta-feira, 15 de julho de 2010
Tira - Teima
Vampiros x vampiros
Crepúsculo = Os vampiros podem andar à luz do dia. A pele deles brilha em tom fosco e por isso, o clã Cullen se retira na gélida Forks. Existe uma organização hierárquica vampírica, mas os dentuços não se revelaram para o mundo. Alho, cruz e outras produtos “anti-vampiros” não chegam a fazer mal para as criaturas de Stephenie Meyer.
True Blood = Depois que os japoneses criaram uma bebida baseada em sangue sintético, chamada True Blood, os vampiros se revelaram para o mundo. O sangue de vampiro é considerada uma poderosa droga, V, e atiça o mercado negro. Também existe uma organização hierárquica vampírica que é mais elaborada do que em Crepúsculo. Com xerifes, juízes, reis e rainhas. Há os vampiros que são favoráveis a socialização e há aqueles que são contrários. Vendo os humanos apenas como presas.

A pegada
Crepúsculo= A trama gira em torno da paixão de Bella por Edward e da bifurcação que esta faz em Jacob.
True Blood= A trama da série é mais multifacetada. O romance entre os protagonistas é apenas o ponto de partida e não o eixo central da trama. Outras questões como preconceito e os dilemas de outros personagens ganham atenção.





O slogan matador
Crepúsculo= “Edward is a vampire. He´s thirst for my blood and I´m crazly in love with him”
True Blood= “It hurts so good…”
segunda-feira, 12 de julho de 2010
crítica - Eclipse
Ajuste lunar!
No terceiro filme da saga há notáveis avanços que o configuram como o melhor filme da série até o momento
O que você anda lendo por aí é verdade. Eclipse (EUA 2010), terceiro filme da saga Crepúsculo, é o melhor da série. O filme dirigido por David Slade dos intrigantes Meninamá.com e 30 dias de noite (um dos melhores filmes de vampiro dos últimos anos) é o mais equilibrado dos três filmes adaptados da obra de Stephenie Meyer até aqui.
O primeiro grande mérito de Slade remete a direção de atores. Estão todos mais comedidos; em especial Robert Pattinson, que faz menos caretas e consegue seu melhor resultado como Edward. A afinação do tom das caracterizações surge como contingência do clima sombrio deste terceiro capítulo. Em Eclipse acompanhamos a repercussão da escolha de Bella (a vida eterna ao lado de Edward e a consequente opção por tornar-se vampira). Percebemos como essa escolha lhe afeta no foro íntimo e como afeta os dois outros vértices do triangulo amoroso, Edward e Jacob (Taylor Lautner). Há boas sutilezas nesse quadro, como as pulseiras que Bella recebe em momentos distintos de seus dois pretendentes.
Em Eclipse, todo mundo sai ganhando: Taylor Lautner aparece mais tempo em cena com camisa e Robert Pattinson está consideravelmente melhor na pele de EdwardÉ lógico que Eclipse apresenta os velhos problemas estruturais e narrativos que acometem a saga, mas isso é mais demérito da obra original do que da equipe deste terceiro filme. A roteirista Melissa Rosenberg - que também escreveu os outros dois filmes - notadamente evolui no ofício, conseguindo filtrar melhor o texto de Meyer e também caprichando mais nos diálogos. Apesar de momentos românticos, não há o tom over dos outros dois capítulos. Há, ainda, momentos inspirados de paródia, como a provocação mútua entre Jacob e Edward em diferentes partes do filme.
Eclipse consegue se comunicar muito bem com seu público. Inclusive, assume de vez o mantra da abstinência sexual que sempre lhe foi atribuído em uma cena calculada para ser mais romântica e menos constrangedora do que é.
O terceiro filme registra mais um salto qualitativo na série, já que as arestas estão mais bem aparadas. Como produto cinematográfico, quase não há imperfeições. Contudo, mais uma vez, é necessário pontuar a fragilidade da obra enquanto discurso narrativo. Neste terceiro filme, a despeito dos esforços de direção, roteiro e elenco, isso fica mais evidente do que nunca na tediosa indecisão de Bella que parece apenas fruto de uma necessidade de expandir a narrativa.
Eclipse deve se firmar como o melhor filme da saga já que o quarto livro desagradou a maioria dos fãs e é tido como o pior da série. O amanhecer será dividido em dois filmes para potencializar o ganho da Summit, estúdio responsável pelos filmes no cinema, e, quem sabe, diminuir o impacto do potencialmente ruim desfecho da saga.
sábado, 1 de maio de 2010
De olho no futuro...
Novas imagens de Jonny Depp e Angelina Jolie em O turista
Um dos filmes mais aguardados de 2011 e dos mais falados em 2010. O turista, dirigido pelo alemão Florian Von Donnersmarck (A vida dos outros), traz Johnny Depp e Angelina Jolie em um suspense com pitadas de erotismo. Esta semana foram divulgadas novas imagens da produção. Confira!



Estreou ontem nos EUA e chega semana que vem aqui no Brasil o remake de A hora do pesadelo. Por trás da pesada maquiagem de Freddy Krueger está o ator Jackie Earle Haley de Pecados íntimos e Watchmen. Para aguçar a curiosidade dos fãs e nostálgicos dos filmes de terror B dos anos 80, um clipe do filme que chega no dia 7 de maio.
Brad Pitt foi visto perambulando nos sets de Sherlock Holmes. Você ficou sabendo dessa notícia aqui mesmo em Claquete. Já na ocasião especulava-se sobre uma possível aparição do astro no filme. Ela não ocorreu. Mas o vilão do segundo filme, cuja apenas a voz ouvimos no primeiro, pode ser Brad Pitt, apontam os principais sites de notícias americanos. Sherlock Holmes 2 também será rodado em 3D, como estão sendo 9 em cada 10 filmes da Warner Brothers.
Definido o diretor de Amanhecer
A Summit confirmou essa semana o nome de Bill Condon na direção do quarto filme da saga Crepúsculo, Amanhecer. Depois de ter sinalizado que o último filme seria dividido em dois, o estúdio voltou atrás da confirmação. Segundo posição oficial, isso é um assunto para ser debatido com o diretor do filme, no caso Condon. Entre os principais créditos do diretor estão os filmes Deuses e monstros, Kinsey – vamos falar de sexo e Dreamgirls. Ele é o diretor de maior prestigio a assumir um filme da saga criada por Stephenie Meyer. Enquanto isso, a pós- produção do terceiro filme, que estréia mundialmente em 30 de junho, continua enfrentando problemas. A Summit não gostou do corte final da fita apresentado por David Slade e chamou a diretora do primeiro filme, Catherine Hardwicke para rodar novas cenas e apresentar uma versão diferente. Slade e Summit azedaram a relação de vez. O diretor não atendeu aos pedidos do estúdio de participar dessa refilmagem.
Condon e o trocadilho infame: caberá a ele o crepúsculo da saga Crepúsculo
quinta-feira, 25 de março de 2010
A angústia de Robert Pattinson nas palavras do próprio
domingo, 21 de março de 2010
Insight

Cena de Eclipse que estréia em junho: Edward é ao mesmo tempo um passe livre e uma prisão para Pattinson en Hollywood
Em Lembranças, Pattinson vive um personagem que remete a percepção que o público tem deleAinda não dá para dizer que Pattinson é mau ator. Como também é humanamente, e criteriosamente, impossível dizer que ele é bom ator, como se entusiasmam algumas fãs ardorosas. Fato é que existe muita pressão e expectativa sobre Pattinson. O ator, ao que parece, tem se equilibrado bem em relação a elas, mas carece de tempo e, mais do que isso, equilíbrio também de seus observadores. Administrar uma imagem e uma carreira não é algo fácil. Há exemplos notórios de sucessos e fracassos nesse departamento. A julgar pela situação de momento, aconteça o que acontecer com a carreira de Pattinson, será menos por seus méritos e mais por intervenção alheia. Essa é a verdadeira angústia de Robert Pattinson.
sábado, 20 de março de 2010
De olho no futuro...
O ator vencedor do Oscar Christoph Waltz se retirou do projeto que levará a rivalidade de Freud e Yung às telas de cinema. Para substituir o austríaco, David Cronenberg convocou seu parceiro, Viggo Mortensen para encarnar o pai da psicanálise. The talking cure, com pré-produção agendada para começar ainda esse mês, será a terceira colaboração de Cronenberg e Mortensen.
A arte imita a vida?
Eles já foram namorados. Por bons três anos. A relação não terminou bem (como se houvesse alguma relação que terminasse bem né gente!?). Mas Justin Timberlake e Cameron Diaz deram uma grande demonstração que o tempo é mesmo o melhor dos remédios. Ambos estrelam a comédia romântica Bad teacher em que Cameron faz uma professora abandonada pelo namorado que tenta conquistar o professor substituto boa pinta vivido por Justin, que tem namorada. E aí, o que será que sai dessa encrenca?
Justin fazendo tipo tímido e Cameron toda soltinha: O que será que passa pela cabeça dos pombinhos nas cenas de maior intimidade?Ainda estamos falando do mesmo filme?
A Summit, estúdio responsável pela produção dos filmes da saga Crepúsculo, anunciou essa semana que enviará o roteiro do quarto capitulo da saga, Amanhecer, para três diretores e que um deles deverá ser o responsável pelo quarto filme. O fato curioso reside nos nomes anunciados. Gus Van Sant de Milk- a voz da igualdade, Sofia Coppola de Encontros e desencontros e Bill Condon de Dreamgirls. Todos diretores do primeiro time e pouco afeitos a blockbusters de ação (o que no fundo a saga Crepúsculo quer ser). O que será que a Summit quer? Um desfecho com uma pegada de filmes como Elefante (de Vant Sant), As virgens suicidas (de Sofia Coppola) e Kinsey –vamos falar de sexo (de Bill Condon)?

Gus, Sofia e Bill: Três indicados ao Oscar para arrematar a história de amor e tragédia de Bella e Edward
Agora sim!
Finalmente, depois da baboseira que foram os dois Aliens vs predadores, Os caçadores intergalácticos, ao que parece, receberão um filme a altura de sua mitologia. O primeiro trailer da produção que traz Adrien Brody e a brasileira Alice Braga caiu na rede essa semana. E, lógico, você confere aqui em Claquete.
quinta-feira, 18 de março de 2010
Cenas de cinema
Militante notório, Sean Penn sempre foi esquerdista. Engajou-se contra a guerra do Iraque, ajudou pessoalmente na reconstrução de Nova Orleans, publica artigos regularmente relativizando as glórias do capitalismo e recentemente aderiu a causa gay. Ganhou até mesmo um Oscar por isso. Penn é hoje, muito provavelmente, a celebridade Hollywoodiana mais engajada em causas diversas e muitas das vezes conflitantes. A companhia dos irmãos Castro e do popularesco Hugo Chavez pouco acrescentam a sua cruzada em defesa dos direitos homossexuais, por exemplo. Contudo, é inegável o esmero de Penn em ajudar. Mesmo que as vezes de forma destrambelhada. Essa semana o ator esteve no Haiti em missão da ONU. É o tipo de coisa que mostra que ele pode ser genioso, pode achar que Fidel Castro é um patrimônio da humanidade e que Chavez é o melhor para Venezuela, mas que ainda assim, é um cara legal.
Penn conversa com um militar americano no Haiti: Convicções tão fortes quanto a vontade de ajudarFoi apenas um sonho
A vida não traz finais felizes como nos contos de fadas. Se essa é uma das obsessões do cineasta Sam Mendes, agora ele terá mais conhecimento empírico para aplicar a seus filmes. O casamento de seis anos com a atriz Kate Winlet acabou. Informou um escritório de advocacia de Nova Iorque que cuida dos tramites legais. De acordo com o porta voz do escritório, “eles estão separados desde janeiro e a decisão foi inteiramente amigável”. É o tipo de declaração difícil de acreditar quando vinda de um porta voz de um escritório de advocacia.
Sam e Kate em uma foto da edição do Oscar de 2009 da Vanity Fair: especulações brotam de todo canto para entender o que deu erradoA empolgação de James Cameron
Ele ficou 12 anos sem lançar um filme e agora quer recuperar o tempo perdido. Empolgadíssimo com o frisson em torno de Avatar, e do 3D, Cameron desanda a anunciar projetos. Estão alinhados, as duas continuações de Avatar – a primeira inclusive intitulada de Na´vi - uma adaptação de um mangá japonês e o relançamento de Titanic em 3D. É isso mesmo Jack e Rose vão voltar em terceira dimensão. E nessa segunda afundada do Titanic, o 3D pode ir junto.
Alice & Jude
Alice Braga está com tudo. Atualmente apresentando o programa superbonita do GNT, a atriz está em duas aguardadas produções hollywoodianas desse 2010. Em Predators, reboot (recomeço de uma história) da saga que teve inicio em 1986 com o hoje governador da Califórnia, e em Repo men (no Brasil, Os coletores), que estréia neste fim de semana nos EUA. Ambos blockbusters de ficção científica. Em Repo men, ela divide a cena com Jude Law. Inclusive há uma cena de sexo. “Me deu um frio na barriga. É sempre difícil quando você trabalha com alguém que você admira”, resumiu a atriz sobre a cena em questão.
Depois do Oscar, o divórcio!
Sandra Bullock pode viver um momento muito especial em sua carreira, mas a vida pessoa poderia estar melhor. A atriz saiu essa semana da casa que divide com o marido, o bad boy e apresentador de TV Jesse James. A razão para a separação foi a descoberta da traição de James. Casados desde 2004, Sandra e James aparentavam harmonia. Ela, inclusive, fez efusivas declarações de amor e reconhecimento ao marido em seus discursos de agradecimento nas cerimônias do Oscar e do SAG. A revista In Toutch dessa semana traz em matéria de capa os detalhes da traição. Segundo apurou a revista, James teria um caso com uma “modelo erótica” há onze meses.
Depois da glória, a humilhação pública: E tem gente que ainda faz piada e diz que é uma "maldição" do OscarFeitos um para o outro
Há quem diga que Lady Gaga é o Tarantino da música pop. Uma referência a estética ousada de ambos e ao gosto excêntrico no tocante a concepção visual do trabalhos dos dois. Pois bem. Eis que circula na imprensa americana a notícia de que Tarantino já teria convidado
Gaga para estrelar um novo filme. No papel de uma assassina. Como assim? Lady Gaga em um filme de Tarantino? Como é que não tiveram essa idéia antes?
Lady Gaga faz miau: A nova musa de Tarantino?Aquecimento Eclipse
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Oscar Watch - Aquela garota de Crepúsculo
Anna Kendrick divide a cena, e as atenções da critica, com George Clooney em amor sem escalasEla tem 24 anos e muita gente a conhece. Sim, Anna Kendrick pode não ter uma base de fãs como sua colega de elenco Kristen Stewart, mas seguramente já alça vôos bem mais altos do que a Bella de Crepúsculo. Anna vive a melhor amiga de Bella na saga Crepúsculo, a voluntariosa Jéssica. Se você não a notou no filme, é porque tudo converge para as caretas de Edward e Bella. Há pouco a ser notado, além disso.
Mas Anna não recebeu o papel de Natalie Keener, uma jovem executiva que recebe treinamento do personagem vivido por George Clooney em Amor sem escalas, por acaso. O diretor e roteirista, Jason Reitman, escreveu o papel com a atriz em mente. Ele havia se impressionado com Anna, não por sua participação em Crepúsculo, mas por sua performance nos palcos da Broadway. Anna Kendrick foi a segunda atriz mais jovem a ter sido indicada ao prêmio Tony (o Oscar do teatro).
A atriz em momento 'o que eu estou fazendo aqui' ao lado de Robert Pattinson, colega de elenco de CrepúsculoEla já tem engatilhado mais dois projetos para 2010, o terceiro filme da saga açucarada dos vampiros e lobisomens, Eclipse, e a aventura Scott Pilgrim vs o mundo. Contudo, o mundo do cinema se prepara para receber Anna Kendrick depois da elogiada participação em Amor sem escalas. Pelo filme, ela já foi indicada a 11 prêmios (inclusive o SAG e o globo de ouro), ganhou 4 (inclusive o prestigiado National Board of review) e está cotadíssima para o Oscar.
Anna Kendrick pode começar a escrever sua história em Hollywood de maneira muito promissora. Faz parte de um dos maiores fenômenos pop da atualidade e chama vertiginosamente a atenção no filme que é o queridinho da critica na temporada. Uma combinação que permite aferir que 2009 foi muito bom para Anna, mas que 2010, sem sombra de dúvidas, será muito melhor.

Estranha no ninho? Anna Kendrik em Toronto ao lado de George Clooney e Jason Reitman para a premiere internacional do filme
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Cenas de cinema
Robert Pattinson, que recentemente foi eleito por uma revista teen o homem mais sexy do mundo (mas quem esta contando?), disse essa semana que só foi fazer os testes para o papel de Edward em Crepúsculo, porque queria conhecer a atriz Kristen Stewart. A revelação em si não impressiona. O que impressiona é Pattinson, tão zeloso de seu relacionamento “não quero falar sobre isso” com a atriz, falar isso assim, sem mais nem menos, e sem ninguém perguntar. Será o efeito Jacob?
Passa de mim esse cálice
Quando Madonna estreou seu filme no último festival de Berlim (Sério? Você não lembra disso?) muita gente pensou: “Olha o desastre da vaidade aí”. Mas os críticos até foram condescendentes com a popstar e proclamaram que seu filme era melhor do que o esperado (!) Hã? Bem, Madonna se empolgou e anunciou um novo projeto. Que corre o risco de não acontecer. Isso porque os produtores só produzem se ela não estrelar e as atrizes que ela gostaria de ver no filme estão fugindo da enrascada igual Diabo da cruz. Cate Blanchet, Keira Knightley e Natalie Portman foram algumas que já declinaram do convite. Porque será?
O efeito Obama
Ok. Essa coluna não é sobre política, mas Obama é o político mais pop da história da humanidade. Tem dúvidas? Então olha só; essa semana, o top 5 de notícias lidas sobre o mandatário supremo dos EUA no site do New York Times tinha as obrigatórias menções ao frustrado ataque terrorista da Al Quaeda, sobre os penetras da Casa Branca, sobre a reforma da saúde e, reparem só, a sessão de cinema no Havaí que a família Obama fez. O filme? Avatar, como não poderia deixar de ser.
Para os que não se convenceram, outro dado: Obama foi eleito, em enquete promovida pela revista US, a quarta celebridade mais bem vestida de 2009, atrás apenas de Robert Pattinson, Blake Lively (do seriado Gossip Girl) e Taylor Swift (aquela que o Kanye West roubou o microfone). Além de ser o mais velho da lista, é o único que não é artista. Acrescente-se o fato dele ser o primeiro presidente a ser incluído em tal lista e você percebe que os números de queda de popularidade que andam divulgando por aí, não são inteiramente verdadeiros.
Obama em momento casual: chique no último
Notou a semelhança?
Você conhece aquele ditado que nada se cria, tudo se copia? Pois bem, Avatar, o "originalíssimo" novo filme de James Cameron, primeiro foi apontado por blogueiros americanos como cópia de uma HQ da Marvel dos anos 80 (vale lembrar que James Cameron e a Marvel eram de fato muito próximos. Cameron chegou a escrever um roteiro para um filme do Homem Aranha), agora surgem teses de que o filme é, na verdade, uma cópia mal disfarçada de Pocahontas. Como todos sabem uma fábula essencialmente americana que já rendeu um filme Disney e um filme, bem menos interessante, de Terrence Malik estrelado por Colin Farrel. Cameron com seu bilhão de dólares arrecadados nas bilheterias de todo o mundo dá de ombros. O primeiro boato ele se deu o trabalho de desmentir, até agora não se pronunciou sobre o segundo.

James Cameron e a intriga da oposição: já cansei de dizer que Avatar foi idéia minha. Só minha!
sábado, 28 de novembro de 2009
De olho no futuro...
Todos anseiam por Nine
Daniel e o dream team feminino: E Daniel Day Lewis ganhou para fazer esse filme...
Para o alto e avante! Ops, herói errado... 
Tommy Lee faz cara de mau: Liberdade criativa ou nada feito!

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