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sábado, 8 de dezembro de 2012
Crítica: Amanhecer - parte 2
sábado, 29 de setembro de 2012
Crítica - Cosmópolis
sábado, 21 de abril de 2012
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domingo, 4 de dezembro de 2011
Crítica- Amanhecer:parte 1
domingo, 2 de outubro de 2011
Insight
sábado, 1 de outubro de 2011
Cantinho do DVD
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
TOP 10
Todo mundo já mandou aquela: "olha, esse filme é com o James Bond" ou "olha, é a menina do Sex and the city". Quem nunca ouviu uma: "o Clint Eastwood só faz tipo durão". Pois bem caro leitor, essas sentenças são reflexos de grandes personagens que acabam por limitar as opções no cinema de seus intérpretes. Alguns atores e atrizes são hábeis em se desviar dessa sina, outros acabam por sucumbir a ela. Claquete apresenta 10 personagens que "aprisionaram" seus intérpretes.
10 – James Bond (Sean Connary e Roger Moore)
Se Pierce Brosnan e, atualmente, Daniel Graig conseguiram se desvencilhar com relativo sucesso da imagem de James Bond e viver personagens completamente diferentes, o mesmo não se pode dizer de Sean Connary e Roger Moore nos primórdios do agente secreto. Connary só começou a ser levado a sério como ator no final dos anos 80, uma década antes de começar a pensar em aposentadoria. Já Moore, ainda hoje vive de bicos que a sombra de 007 lhe apresenta.
9 – Harry Callahan (Clint Eastwood)
Se a figura do tira durão e que faz as vezes de justiceiro prosperou no cinema, isso é por causa do Harry Callahan de Clint Eastwood. O famoso dirty Harry ou perseguidor implacável. Estwood já havia feito tipos impassíveis, durões e conservadores, mas desde o primeiro filme que trazia o policial mais incorruptível de São Francisco, o ator não conseguiu se desvencilhar dessa imagem.
8 – Edward Cullen (Robert Pattinson)
Não tem jeito. Nos próximos dois anos Robert Pattinson irá aparecer nas telas de cinema com personagens bem diferentes do vampiro que interpreta no grande sucesso dos cinemas, mas é inegável que a sombra de Edward Cullen (e as vantagens e desvantagens que ela projeta) acompanharão Pattinson por um longo tempo.
7 –George Downes (Ruppert Everet)
Recentemente o ator andou reclamando que pelo fato de ser homossexual tem dificuldades de arranjar trabalho. Não é bem assim. Ian McKellen, Neil Patrick Harris, Bryan Singer, Ellen De Generis entre tantos outros são homossexuais assumidos e não param de trabalhar. O que ocorre com Everet é que ele criou um personagem tão icônico, que calhou de ser também gay, em O casamento do meu melhor amigo, que ficou difícil de vê-lo de outra forma. Tanto para o público, quanto para a indústria. O sucesso pode ser uma m...
6- Super homem (Christopher Reeves)
Outro que penou para se desvencilhar de seu lado super foi Christopher Reeves. Considerado um ator limitado, Reeves tinha de lutar contra expectativas invertidas e estereótipos a cada filme fora da franquia do homem de aço. Talvez só tenha sido bem sucedido uma vez, no emblemático Em algum lugar do passado.
5- Harry Potter (Daniel Radclife)
Com a proximidade do final da saga do bruxinho Harry Potter no cinema, um dilema se instaura para o seu protagonista, Daniel Radclife: conseguir sobreviver no cinema sem o personagem. Radclife é bom ator, mas não é nada fora de série. Dos três principais da saga é, notadamente, o mais fraco. A tendência é o ator procurar papéis que o coloquem diametralmente oposto a figura de Harry. É no teatro que esses papéis irão surgir a primazia. Na peça Equus, Harry, melhor, Daniel, tirou a roupa para provar que não era Harry. Ou algo assim...
4- Carrie Bradshaw (Sarah Jessica Parker)
Imagine que você não é uma grande atriz, mas tem uma personagem icônica nas costas para carregar. É mais ou menos isso o que ocorre com Sarah Jessica Parker. Atriz para lá de limitada que teve a sorte (ou não) de cruzar com Carrie Bradshaw, a leading lady de Sex and the city. Sarah que tem péssimo gosto fashion teve que ceder ao tato de sua personagem famosa. Não obstante, se viu atrelada a comédias românticas em que faz o tipo fútil da cidade grande que se veste bem. Até tenta escorregar desse nicho, mas lhe falta talento.
3- T -800 (Arnold Schwarzenegger)
E se o negócio é talento, o que falar de Arnold Schwarzenegger? Talvez o astro hollywoodiano mais sem talento da história recente. Schwarza, no entanto, tem um carisma do tamanho da Rússia. O T 800 que veio do futuro e da mente de James Cameron ajudou o austríaco de jeitão robótico a colar em Hollywood e Schwarza mesmo sendo governador da Califórnia ainda é visto como um exterminador. Será isso bom ou ruim?
2- Mary (Cameron Diaz)
Cameron Diaz é boa atriz. Calma. Antes que atirem as pedras.Trata-se de uma constatação empírica. Pegue os filmes em que a atriz não interpreta variações de Mary, a loira boa e disputada por Matt Dillon e Ben Stiller no filme dos irmãos Farrely. Ela até que se saiu bem em fitas como Uma prova de amor e Gangues de Nova Iorque. O problema é que ninguém quer ver Cameron nesses papéis. Nem mesmo ela.
1- Indiana Jones e Han solo (Harrison Ford)
Um caso raro de empate, entre personagens. Não dá para dizer se Han Solo (de Star Wars) e, pouco depois, Indiana Jones congelaram Harrison Ford como herói de ação, ou se isso foi a tábua de salvação para um ator truculento, arredio e de pouco talento. De qualquer jeito, essas duas figuras valeram a Ford o título informal de herói do século XX no cinema. Sempre o bonzinho, no alvorecer do século XXI , Ford foi brincar de ser vilão em Revelação (2000). Não deu certo. Ficou um tempo na geladeira e voltou a balançar o chicote de Indianas Jones dois anos atrás.
domingo, 18 de julho de 2010
Insight
Bryce Dallas Howard como a vilã Victoria: uma das bem vindas novidades de EclipseEclipse bateu, internacionalmente, no fim de semana passado nos U$ 480 milhões. A quantia somada em 10 dias dá uma ideia do fôlego da saga. A obra de Stephenie Meyer é hoje o maior fenômeno cultural mundial em ebulição. Desde 2008 quando o primeiro Crepúsculo foi lançado, esse amor por Crepúsculo e tudo que o gravita só tem aumentado. Novos fãs, filmes e seriados que aproveitam o fenômeno (até mesmo uma paródia no estilo Todo mundo em pânico chamada Vampire sucks estréia ainda este ano) só aumentam o frisson em torno da cria de Meyer.
No primeiro filme, vemos a retraída e tímida Bella se apaixonar pelo vampiro galante Edward. A dinâmica da relação deles, além de alegoria para a castidade, é uma versão menos inspirada de Romeu e Julieta. Jacob aqui é retratado como um garoto local que se vislumbra com a garota da cidade, mas não há química. Tão pouco a realização se preocupa em sugeri-la. Crepúsculo foi marcado por risíveis cenas de ação. O roteiro previa cenas que precisavam de efeitos especiais e esse foi o maior problema do filme. Os efeitos eram toscos (a palavra de baixo calão reflete a qualidade dos efeitos do filme). Crepúsculo sofria, ainda, de um grave problema narrativo (talvez em virtude de uma imposição do estúdio). Embora com alma de romance adolescente pretendia se vestir como um filme de ação. Embarcando na mitologia fantástica aproveitada pela autora, a fita apresenta grande irregularidade sempre que tenta se comunicar com um público que não faça parte do seu target. Ou seja, apesar dos pesares, Crepúsculo é muito bem sucedido quando se dirige às adolescentes. Mas é profundamente infeliz ao tentar cativar os rapazes (o que ajudou a deflagrar a resistência masculina ao produto).
O elenco do primeiro filme em foto promocional: CrepusculomaniaLua nova estreou em novembro passado batendo recordes e mostrando que Crepúsculo era sim uma mina de ouro a ser explorada nos cinemas. A fita de Weitz é bem melhor do que a de Hardwicke em todos os aspectos passíveis de melhora. Mas não conseguia esconder que ainda havia limitações de material (Crepúsculo, afinal, não é nenhum primor literário) e de mão de obra (se os efeitos haviam melhorado não se podia dizer o mesmo de grande parte do elenco).
O vértice amoroso foi mais bem desenvolvido em Lua nova. Weitz soube conferir vivacidade ao drama dos personagens e Jacob (em parte pela inspirada atuação de Taylor Lautner) despontou como o grande personagem do longa. Lua nova, no entanto, falha na tentativa de ser bem sucedido onde Crepúsculo falhara. Lua nova é um ótimo filme para os fãs da obra original, mas aborrece o expectador casual com uma história sem desfecho cabível e com uma irregularidade narrativa abismal nos primeiros 20 minutos.
Chris Weitz, diretor do segundo filme, orienta Kristen Stewart nos sets de Lua novaO quarto e último livro da série, Amanhecer, será dividido em dois filmes. Ambos serão dirigidos por Bill Condon e lançados em novembro de 2011 e em 2012 respectivamente.
Slade, mesmo que tenha tido seu trabalho remexido, foi quem melhor traduziu a obra de Meyer para o cinema. E foi um belo tradutor. Periga a tradução ter ficado melhor que a obra original.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
crítica - Eclipse
Ajuste lunar!
No terceiro filme da saga há notáveis avanços que o configuram como o melhor filme da série até o momento
O que você anda lendo por aí é verdade. Eclipse (EUA 2010), terceiro filme da saga Crepúsculo, é o melhor da série. O filme dirigido por David Slade dos intrigantes Meninamá.com e 30 dias de noite (um dos melhores filmes de vampiro dos últimos anos) é o mais equilibrado dos três filmes adaptados da obra de Stephenie Meyer até aqui.
O primeiro grande mérito de Slade remete a direção de atores. Estão todos mais comedidos; em especial Robert Pattinson, que faz menos caretas e consegue seu melhor resultado como Edward. A afinação do tom das caracterizações surge como contingência do clima sombrio deste terceiro capítulo. Em Eclipse acompanhamos a repercussão da escolha de Bella (a vida eterna ao lado de Edward e a consequente opção por tornar-se vampira). Percebemos como essa escolha lhe afeta no foro íntimo e como afeta os dois outros vértices do triangulo amoroso, Edward e Jacob (Taylor Lautner). Há boas sutilezas nesse quadro, como as pulseiras que Bella recebe em momentos distintos de seus dois pretendentes.
Em Eclipse, todo mundo sai ganhando: Taylor Lautner aparece mais tempo em cena com camisa e Robert Pattinson está consideravelmente melhor na pele de EdwardÉ lógico que Eclipse apresenta os velhos problemas estruturais e narrativos que acometem a saga, mas isso é mais demérito da obra original do que da equipe deste terceiro filme. A roteirista Melissa Rosenberg - que também escreveu os outros dois filmes - notadamente evolui no ofício, conseguindo filtrar melhor o texto de Meyer e também caprichando mais nos diálogos. Apesar de momentos românticos, não há o tom over dos outros dois capítulos. Há, ainda, momentos inspirados de paródia, como a provocação mútua entre Jacob e Edward em diferentes partes do filme.
Eclipse consegue se comunicar muito bem com seu público. Inclusive, assume de vez o mantra da abstinência sexual que sempre lhe foi atribuído em uma cena calculada para ser mais romântica e menos constrangedora do que é.
O terceiro filme registra mais um salto qualitativo na série, já que as arestas estão mais bem aparadas. Como produto cinematográfico, quase não há imperfeições. Contudo, mais uma vez, é necessário pontuar a fragilidade da obra enquanto discurso narrativo. Neste terceiro filme, a despeito dos esforços de direção, roteiro e elenco, isso fica mais evidente do que nunca na tediosa indecisão de Bella que parece apenas fruto de uma necessidade de expandir a narrativa.
Eclipse deve se firmar como o melhor filme da saga já que o quarto livro desagradou a maioria dos fãs e é tido como o pior da série. O amanhecer será dividido em dois filmes para potencializar o ganho da Summit, estúdio responsável pelos filmes no cinema, e, quem sabe, diminuir o impacto do potencialmente ruim desfecho da saga.
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Cenas de cinema
Aconteceu na terça-feira, dia 8 de junho, a nona edição do Grande prêmio do cinema brasileiro, que o marketing dos organizadores tenta colar como o Oscar nacional, embora premiações como as de Gramado e do festival do Rio sejam mais ressonantes. Contudo, é inegável o apelo mais comercial da premiação. É proibido fumar, comédia de Anna Muylaert protagonizada por Glória Pires e Paulo Miklos sagrou-se o grande vencedor da noite. A fita levou cinco prêmios (filme, direção, roteiro original, trilha sonora e montagem para ficção). Tony Ramos por seu papel em Se eu fosse você 2 derrotou o favorito Tony Ramos por Tempos de Paz. A fita de Daniel Filho foi O curioso caso de Benjamin Button do Oscar nacional. Com 11 indicações, faturou apenas dois prêmios. A atriz Glória Pires foi a outra grande derrotada da noite. Com duas indicações, por É proibido fumar e Lula – o filho do Brasil, a atriz viu Lilia Cabral por Divã faturar o prêmio.
Nas entrelinhas
A premiação de maneira geral foi justa e democrática. Mas a impressão que fica é de que o cinema brasileiro ainda patina na necessidade de se viabilizar. Os vencedores desta nona edição demonstram que o Brasil sabe fazer cinema comercial e eles venceram, na verdade, para mostra isso (apesar de sucesso de público, o que viabiliza, afinal, são os prêmios). O ótimo filme de Anna Muylaert é como entrega a adjetivação, ótimo filme, mas não é o tipo de filme que a gente imagina ganhando o Grande prêmio do cinema brasileiro. É por isso que não é o Oscar.
Cena de É proibido fumar: o grande vencedor do ano é um bom filme, mas passa longe de ser um grande filmeSerá entregue hoje na cidade de Los Angeles uma das maiores honrarias que um artista do cinema pode receber. O AFI Achievment award é, na hierarquia dos tributos a carreiras, o prêmio mais distinto que alguém pode receber. Em segundo viria um Oscar especial. O AFI Achievment awards se destaca por que todo o evento é organizado para celebrar o homenageado, as pessoas estão lá simplesmente para prestigiar o laureado. No Oscar, a homenagem faz parte da festa. E em 2010, nem mesmo fez. Este ano, o prêmio que já foi entregue a figuras como Al Pacino, Robert De Niro, Woody Allen, Meryl Streep, Steven Spielberg e Martin Scorsese será entregue ao grande Mike Nichols, diretor de, entre outras obras primas, Closer –perto demais.
Robert Pattinson não quer ser Robert Pattinson
Calma lá! Não é mais uma das famigeradas e infelizes declarações do galã da saga Crepúsculo (alguém ainda se lembra quando ele confessou que tinha alergia a vaginas, para depois dizer que estava brincando e que a gente não entendeu?). Em entrevista a revista americana Gloss de junho, o Edward de Crepúsculo falou sobre fama, mulheres e modelos. Johnny Depp é, para Pattinson, o melhor modelo de sucesso profissional disponível em Hollywood. “À medida que um ator constrói uma carreira recheada de filmes de qualidade, o nome dele vai ocupando outro lugar que não o das 'celebridades insignificantes'. É uma batalha fazer o trabalho significar mais do que a fama. Johnny Depp conseguiu. Ele não é julgado por sua imagem pública e sim por seu trabalho. Mas até chegar a esse estágio é preciso ter disciplina... E saber se esconder!", filosofou o ator.
Pattinson em cena de seu último filme, Lembranças: o ator quer distância da imagem de Robert PattinsonUm produtor muito louco!
Um dos personagens mais descolados do super descolado e hypado Trovão tropical era o produtor de cinema piradão, que cantarolva letras de rap com a mesma velocidade que vociferava palavrões, interpretado por Tom Cruise. Pois bem, depois da elogiada e engraçadíssima participação de Cruise, caracterizado como o indefectível Les Grossman, no MTV Movie Awards do último domingo, a MTV e a Paramount anunciaram que irão produzir um filme centrado no personagem. A produção caberá a Ben Stiller (diretor e roteirista de Trovão tropical, logo o criador de Grossman). Em nota divulgada a imprensa, Stiller disse que “ a vida de Les Grossman é um conto que mostra a luta do ser humano para conseguir se dar bem apesar das dificuldades.” Segundo Stiller, Cruise o garantiu que vai detonar no filme e fazer Cidadão Kane “ parecer uma porcaria feita para a TV.”

Grossman: You shut your fucking mouth and pay attention in my mother fucker movie
sábado, 8 de maio de 2010
De olho no futuro...
Existem atores que nasceram para viverem vilões. Christopher Lee que o diga. Hugo Weaving, o famoso agente Smith da trilogia Matrix, parece estar seguindo o mesmo caminho. Ele acabou de ser confirmado como o vilão Caveira vermelha (uma espécie de Capitão América nazista) no filme Capitão América. Promete ser mais um vilão saboroso na carreira do ator. Quem não deve ter gostado nada dessa história foi Chris Evans. Tal qual o Neo de Keanu Reeves, corre o risco de ser ofuscado.
Eu posso viver vilões no cinema, mas olha a minha cara de bonzinho...Divulgadas as primeiras imagens oficiais de Bel Ami
E o primeiro filme estrelado por Robert Pattinson que de fato promete alguma coisa teve suas primeiras imagens reveladas. Em Bel Ami, Pattinson se desvia um pouco das expectativas que cercam sua representatividade. Ele é um galanteador na corte francesa que se enamora de mulheres mais velhas para lhes roubar a fortuna. No elenco feminino, temos Uma Thurman e Kristin Scoot Thomas, como potenciais vitimas do alpinista social vivido pelo ator.
Pattinson faz cara de mau...
... e deixa Uma Thurman ofeganteE enquanto Bel Ami não estréia, o que só deve ocorrer em 2011, Pattinson vai atacando de Edward. E os primeiros a verem o novo capítulo da história do vampiro apaixonado por Bella serão os frequentadores do festival de Los Angeles. O evento, que acontece no inicio de junho, exibirá a premiere mundial de Eclipse, que tem estréia marcada para o dia 30 de junho. É uma forma de atrair olhares para o festival que é composto, essencialmente, de documentários e curta metragens.
Os festivais querem ser pop
O festival de Cannes presidido por Tim Burton ainda nem começou e os organizadores do festival de Veneza (que esse ano será realizado entre os dias 1 e 9 de setembro) já contra atacaram. O cineasta americano Quentin Tarantino, talvez o único mais hypado que Burton, foi confirmado como presidente do júri do festival italiano.
Essa notícia mostra duas coisas. A primeira é que como diria o francês Truffaut, são os cineastas americanos os maiores autores de cinema mesmo e a segunda é que os festivais estão fazendo de tudo para serem mais pop, por assim dizer.
Tarantino no detalhe: Veneza, me aguarde...Coppola, Walter Sales e Kristen Stewart
O cineasta Walter Salles está a frente da adaptação do livro "On the road". Os direitos da obra foram adquiridos por Francis Ford Coppola há duas décadas. O próprio Salles já esteve envolvido no projeto que nunca andou para frente. Essa semana foi anunciado pelos veículos Variety e Hollywood Reporter que a produção, finalmente, ganhou vida. Salles irá dirigir e Coppola produzir. No elenco jovem, Sam Riley (que esteve no filme Control) e Kristen Stewart (caso você não saiba, a Bella da saga Crepúsculo).
quinta-feira, 15 de abril de 2010
Cenas de Cinema
História sem fim
Da série histórias de amor que nunca têm fim, vem o novo capítulo da novela protagonizada por Jude Law e Sienna Miller. Depois de estarem noivos e morando juntos, Law e Sienna se separaram devido a traição do ator com a babá do casal. No caso, a babá não era bem do casal, já que ela cuidava das filhas do ator de um primeiro casamento. Voltaram. Separaram-se uma segunda vez. Ficaram. Conversaram. Negaram. Agora, Sienna está sendo vista com a mesma aliança que usava na época do noivado em 2004. O que isso quer dizer? Voltaram de vez? Estão noivos novamente? Aguardemos as cenas dos próximos capítulos.
O drama de Phillip Morris
I love you Philip Morris, comédia independente estrelada por Jim Carrey, Ewan McGregor e Rodrigo Santoro, está há dois anos pronto. Participou, inclusive, do festival de Cannes e da Mostra de cinema de São Paulo de 2008. Contudo, o filme sofre para conseguir distribuição. Analistas atribuem a dificuldade de colocar o filme nas salas ao fato de ser uma “comédia gay” (!?), mas outros filmes mais “gays”, por assim dizer, conseguiram distribuição tranquilamente. De qualquer maneira, depois de ter sua estréia adiada, pela terceira vez, nos EUA - indefinidamente ao que tudo indica - o filme ganhou um mal ajambrado título nacional. O golpista do ano. Esse título não diz absolutamente nada, mas nada mesmo sobre o filme que conta a história de um homem que se viu mais feliz ao assumir sua homossexualidade. Mas que se viu na contingência de ser impostor, já que se descobriu um homossexual de hábitos caros.
Rodrigo Santoro e Jim Carrey em cena de O golpista do ano: Mesmo estrelado por jim Carrey, ninguém acredita que o filme seja "vendável"
stava lá!Parece até mesmo pegadinha, mas até segunda-feira, dia 12 de abril, Russel Crowe, o astro de Gladiador, Uma mente brilhante, O gangster, entre outros filmes, ainda não tinha uma estrela na calçada da fama de Hollywood. Uma das maiores instituições da Meca do cinema. Agora sim, Crowe pode se autoproclamar imortal. Tem um Oscar, uma estrela na calçada da fama e um affair histórico (no caso, aquele com a atriz Meg Ryan).
Russel Crowe imortalizado: Você acha que esse sorriso aí é real ou fake?Por força de um contrato firmado com o canal Plus francês, a organização do 63º festival de Cannes recebeu fortes críticas de agências de notícias, entre elas a Associated press, France Press e Reuters, que se queixaram das dificuldades impostas para a cobertura midiática do festival. Houve inclusive ameaça de boicote. Ainda não se sabe como essa rusga entre a organização do festival e as agências afetará o desenvolvimento do festival e a cobertura do mesmo na imprensa internacional. Fato é que sem elas, Cannes perde muito de sua repercussão mundial. Saiba mais sobre o festival de Cannes no post abaixo.
Teu sobrenome é angústia
Que Robert Pattinson está fadado a viver personagens angustiados pelos próximos 5 anos, todo mundo sabe. Mas o que se viu nessa semana foi a tentativa de capitalizar uma produção em cima dessa imposição industrial de Hollywood para com o ator. O roteiro de Havier than Heaven, sobre a vida do vocalista do nirvana Kurt Cobain, circula há pelo menos três anos por Hollywood sem encontrar abrigo em nenhum estúdio. O tablóide The Sun divulgou essa semana que Robert Pattinson estaria cotado para viver Cobain no bendito filme que, finalmente, sairia do papel. O boato inundou a internet e virou trending topic no twitter. Tudo não passou de uma arriscada jogada de um produtor tentando evidenciar o projeto e valorizar o roteiro de seu filme. Com sorte, quem sabe, beliscar Pattinson, o senhor angústia, como protagonista. Ao que tudo indica, seu tiro saiu mesmo pela culatra.
Kurt e Robert: Maybe in a next life...Nem Neymar, nem Ganso...
O novo discípulo de Dunga é o astro americano Matthew McConaughey. Casado com a modelo brasileira Camile Alves, e pai de dois filhos com ela, o ator foi fotografado hoje de manhã usando uma camisa customizada da seleção brasileira.
McConaughey em clima de copa: só a seleção do Dunga para fazâ-lo colocar uma camisa...
quinta-feira, 25 de março de 2010
Cenas de cinema
Ser astro não é fácil. Parece querer dizer Robert Pattinson, que ainda não aprendeu a liturgia do cargo, por assim dizer. Nas últimas semanas ele andou reclamando da imprensa. À OK magazine disse: “Vocês não tem senso de humor. Desvirtuaram tudo o que eu disse”, em referência ao episódio em que o ator disse ter alergia a vaginas. Ao que se faz necessário perguntar: O que há nessa declaração para se desvirtuar? Antes de criticar o senso de humor alheio, Pattinson talvez deva trabalhar no seu. Sua mais recente, e controvertida, declaração se deu no fim de semana passado. Em Londres, durante a premiere inglesa de seu mais novo filme, Lembranças, o ator falou sobre seu mais famoso personagem. “Caracterizado como Edward (o vampiro doce de Crepúsculo) eu fico parecendo um travesti. É perturbador!” Por favor, não desvirtuem essa declaração, ok?
Robert Pattinson, cuidadosamente descabelado, na ensolarada Los angeles: Esquizofrenia criativa?A premiere do filme que vai tirar Alice do topo
Aconteceu no fim de semana passado a premiere de Como treinar seu dragão (filme que estréia mundialmente amanhã). A nova animação da Dreamworks promete tirar Alice do topo das bilheterias. A Dreamworks lançou nesta mesma data no ano passado, também em 3D, o fofinho Monstros vs alienígenas. Dessa vez sai o boa praça Seth Rogen e entra o espartano Gerard Butler no time de dubladores. Prepara-se para a queda Alice!
Os atores Graig Ferguson e Jay Baruschel ao lado de Gerard Butler: preparados para a guerra das bilheterias em 3DHollywood pode desaparecer. A frase de impacto é verdade, embora capciosa. Afinal de contas não se trata do bairro ao norte da cidade de Los Angeles, cujo significado é cinema, mas sim do letreiro que ajuda a fazer de Hollywood algo transcendental. O terreno que abriga o famoso letreiro está na mira de um grupo imobiliário. Por sua vez, entidades e organizações ligadas ao cinema (incluindo aí a academia de artes e ciências cinematográficas de Hollywood) se uniram para tentar comprar o terreno antes e, assim, garantir a vitalidade de um dos maiores símbolos da sétima arte. Para o bem ou para o mal, a história terá um capitulo final em 14 de abril, data limite para o fechamento do negócio.
Já imaginou Hollywood sem seu cartão postal?E por falar em academia, a própria divulgou a data da cerimônia do Oscar 2011. A entrega do prêmio mais cobiçado do cinema será em 27 de fevereiro de 2011. O anúncio dos indicados ocorrerá um mês antes, em 25 de janeiro.
A angústia de Robert Pattinson nas palavras do próprio
domingo, 21 de março de 2010
Insight

Cena de Eclipse que estréia em junho: Edward é ao mesmo tempo um passe livre e uma prisão para Pattinson en Hollywood
Em Lembranças, Pattinson vive um personagem que remete a percepção que o público tem deleAinda não dá para dizer que Pattinson é mau ator. Como também é humanamente, e criteriosamente, impossível dizer que ele é bom ator, como se entusiasmam algumas fãs ardorosas. Fato é que existe muita pressão e expectativa sobre Pattinson. O ator, ao que parece, tem se equilibrado bem em relação a elas, mas carece de tempo e, mais do que isso, equilíbrio também de seus observadores. Administrar uma imagem e uma carreira não é algo fácil. Há exemplos notórios de sucessos e fracassos nesse departamento. A julgar pela situação de momento, aconteça o que acontecer com a carreira de Pattinson, será menos por seus méritos e mais por intervenção alheia. Essa é a verdadeira angústia de Robert Pattinson.
Critica - Lembranças
Existem pessoas depressivas, outras com forte propensão a auto-piedade. Há ainda aquelas que são conhecidas pela pré-disposição ao drama. Pois bem, também há filmes que reúnem essas características. Lembranças (Remember me, EUA 2010) é um deles. Lembranças é sobre as dores e dramas que acometem uma família, no caso a família Hawpkins, mas é um filme, que assim como seus personagens, gosta do drama. De gravitar sobre ele. Essa condição o empobrece como cinema. Pode até surtir algum efeito, potencializado pelo final impactante (que pouco acresce a história, mas solidifica a apoteose dramática pretendida), mas não faz de Lembranças um filme memorável. Isso não quer dizer que a fita de Allen Coulter seja ruim, apenas equivocada. A indisposição de Tyler (Robert Pattinson) nunca é justificada para a platéia, embora se tente fazer isso a todo o tempo. Sabe-se o porquê dele ter cedido ao comportamento maníaco-depressivo que o caracteriza e atrai Ally (Emily De Ravin) - outra marcada por um trauma familiar forte - mas nunca se entende a razão dele ser uma âncora para ele e para sua família. O roteiro tenta amenizar essa falha trazendo uma frase de Gandhi que é entoada em dois momentos cruciais do filme por Tyler, mas mesmo esse subterfúgio falha em seu propósito.
Emily De Ravin e Robert Pattinson em cena de lembranças: personagens profundamente dramáticos, ainda que não haja profundidadeO filme parece ter sido construído, primordialmente, para potencializar a aura angustiada de Robert Pattinson. Nem a realização, nem o próprio Pattinson parecem sabe como conferir profundidade a isso, que no frigir dos ovos, é apenas uma imagem.
Lembranças tem boas cenas e bons momentos. Mesmo assim é um filme que não cativa. Talvez pela opção de se espelhar em seu protagonista e ser dramático (ao excesso), pelo simples prazer de sê-lo.
quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010
Cenas de cinema
Gerard Butler sabe curtir férias. Depois de se esbaldar no carnaval carioca, o ator seguiu para Florianópolis e depois retornou para o Rio. Aí você confere a foto postada pelo stylist Matheus Mazzafera em seu twitter. Dá para ver que Butler está bem feliz ao lado das tops brasileiras Fernanda Motta, Ana Beatriz Barros e Alessandra Ambrósio. Quase tão feliz quanto os 4 brasileiros que o pajeiam.
Ir embora para quê?E como foi que Brad Pitt veio parar nessa história ?
Depois de serem fotografados juntos na semana passada em Berlim, circulou um boato de que a francesa Mélaine Laurent, que embelezou a trupe bastarda de Tarantino no filme concorre a oito Oscars, estaria envolvida com Ewan McGregor. Que é casado, diga-se. Até aí tudo bem. A imprensa marrom precisa de boatos dessa natureza para se viabilizar. O que chama a atenção é o desdobramento espetacular que o boato teve. Da foto minimamente comprometedora de McGregor e Laurent em Berlim chegou-se ao boato, não menos improvável, de que a francesinha andou dando em cima de Brad Pitt nos sets de Bastardos inglórios. “Desavergonhadamente”, informa uma fonte anônima ao National Enquirer. E não era a única. Segundo essa mesma fonte, a alemã Diane Krueger teria despertado ciúmes de La Jolie. Entendeu?

Ewan McGregor e Mélaine Laurent: Ah, deixa o Brad para lá!
Agora eles confirmam
Foi no Bafta 2010, realizado no último domingo. Robert Pattinson confirmou o óbvio e de conhecimento público. Está namorando sua colega de elenco Kristen Stewart. Segundo o ator, os pombinhos de Crepúsculo não abriam seu relacionamento para o mundo para não exasperar os fãs. “Não sabíamos o tipo de reação que essa revelação teria. Queríamos preservar a relação saudável”. O que mudou então? Além da proximidade do lançamento de Eclipse, terceiro filme da saga, Pattinson acabou de declarar que tem alergia a vaginas. Obviamente foi aconselhado a assumir que tinha uma mulher para chamar de sua. E todo mundo já tinha Kristen como dele. Sabe como é, é a fome com a vontade de comer. Mas sem malícia, por favor.
Para quem gosta de John McClane
Durante a rodada de entrevistas promocionais para divulgar o filme Cop out, que no Brasil se chamará Tiras em apuros, Bruce Willis manifestou o desejo de voltar a viver John McClane. À MTV o ator disse que se dependesse dele contrataria o diretor Len Wiseman (responsável pelo quarto filme da série) agora mesmo. Ele prevê que o quinto filme da série deva começar a ser rodado em 2011. Ainda não há nada oficial sobre o filme. Mas é bom saber que Willis está a bordo. Sem ele, não tem McClane.
McClane e seu bordão “Yuppie kay way mother fucker”: bem longe da aposentadoria
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