sábado, 12 de novembro de 2011
Em off
sábado, 28 de agosto de 2010
Claquete destaca
+ A adaptação de "Extremamente alto e incrivelmente perto", romance de Jonathan Safran Foer, que Stephen Daldry irá realizar vai ganhando forma. Claquete havia antecipado que havia sondagens para que Sandra Bullock vivesse a principal personagem feminina. Pois bem, não só a vencedora do Oscar por Um sonho possível, como o também oscarizado Tom Hanks foram confirmados no elenco da produção que deve começar a ser rodada no princípio de 2011.
+ Mais uma vez Deadpool e Ryan Reynolds são destaques aqui em Claquete destaca. Mas na terceira semana seguida, a notícia é boa. A Fox confirmou a produção do filme e com Reynolds como protagonista.
Na outra enquete o páreo foi mais disputado (embora tenham sido computados menos votos). Em uma demonstração da polarização provocada pelas declarações de Sylvester Stallone, não houve maioria na apuração sobre a fita. Para 33% o filme é irado enquanto que exatamente outros 33% manifestam indiferença para com o filme.
sábado, 31 de julho de 2010
Claquete destaca
Al Pacino no poster da produção que a HBO exibe hoje: a crítica americana saudou a atuação de Pacino no filme como a sua melhor na última década
* Na comic com 2010, encerrada no último domingo, foi anunciada com pompa a produção e o elenco do filme Os vingadores. Além de Robert Downey Jr. (Homem de ferro), Chris Evans (Capitão América), Samuel L. Jackson (Nick Fury), Scarlett Jonhansson (Viúva negra) e Chris Hemsworth (Thor), subiram ao palco Jeremy Renner, que viverá o gavião arqueiro, e Mark Ruffalo, escolhido para ser o terceiro ator a viver o Hulk nas telonas. Sobre o fato de substituir Edward Norton que não entrou em um acordo financeiro com a Marvel, Ruffalo declarou à Entertainment Weekly esta semana: “Vejo como se ele tivesse passado o papel para mim e o considero o Hamlet de nossa geração”. E assim, polido, Os vingadores chegará aos cinemas de todo mundo em 4 de maio de 2012.
Elenco de heróis: A nata de hollywood na produção mais ousada da Marvel até aqui
Em busca de sua quarta indicação ao Oscar de direção: com seu quarto trabalho, o inglês pretende manter seu aproveitamento perfeito junto à academiaChama a atenção na seleção desse ano o alto número de atores diretores com filmes na seleção. David Schwimmer exibirá The trust com Clive Owen e Catherine Keener; Tony Goldwyn lança o elogiado Conviction com Hillary Swank e Sam Rockwell; Emilíio Estevez dirige seu pai, Martin Sheen, em The Way; Philip Seymour Hoffman estréia na direção com Jack goes boating e Ben Affleck dirige e atua no policial The town.
Outros destaques da seleção ficam por conta de The debt, novo trabalho do diretor de Shakespeare apaixonado; The housemaid, produção sul-coreana de In Sang-Soo que fez sucesso em Cannes; Blue Valentine que arrebata por onde quer que passe desde Sundance; Tamara Drewe, comédia de Stephen Frears com a bela Gemma Artenton; Stone que opõe uma vez mais Robert De Niro e Edward Norton em um duelo de interpretações; Never let me go, do suíço Mark Romanek, Lope, co-produção entre Brasil e Espanha assinada por Andrucha Waddington e os novos trabalhos de François Ozon e Julian Schnabel, Potiche e Miral respectivamente.
quarta-feira, 2 de junho de 2010
TOP 10
10 – Marc Webb (500 dias com ela)
Todo mundo ficou impressionado com o trabalho de estréia de Webb. O bonitinho, mas que não deixa de ser ordinário, 500 dias com ela debutou em Sundance e tomou a cena independente de assalto. Webb mostrou-se inventivo na direção e soube tirar proveito de um roteiro bastante original. Tanto é, que seu segundo trabalho como diretor será a frente do quarto filme do Homem-aranha.
9 – Sofia Coppola (As virgens suicidas)
Ela vem de família proeminente em Hollywood. Filha de um dos maiores cineastas americanos, Francis Ford Coppola, tentou emplacar uma carreira de atriz, talvez por orientação paterna (esteve em três filmes do pai), e teve de se esquivar da sombra do pai famoso. O que conseguiu de imediato. Logo em seu primeiro filme, Sofia empregou uma identidade própria muito forte. Sua narrativa em pouco lembrava a de seu pai e sua sensibilidade pôs a crítica em suspensão. Ali estava uma grande diretora. Um raio caíra duas vezes no mesmo lugar.
8- George Clooney (Confissões de uma mente perigosa)
Todo mundo esperava uma bomba da estréia na direção de George Clooney, que para muitos, nem mesmo bom ator era. Pois Clooney chamou sua trupe (Matt Damon e Julia Roberts fazem participação especial) e tornou comercial o roteiro de Charlie Kouffman, sem abdicar da inteligência e da espirituosidade do roteiro. Um trabalho seguro e altivo que evoluiria em sua segunda incursão na direção, reconhecida com indicação ao Oscar, mas aí já é outra história.
7- Spike Jonze (Quero ser John Malkovic)
Novamente Charlie Kouffman serve de trampolim para um diretor estreante. Spike Jonze veio dos videoclipes com uma linguagem visual apurada e essa linguagem foi crucial para que Quero ser John Malkovic se tornasse o filme que se tornou. Indicado ao Oscar de melhor diretor por esse trabalho, Jonze soube filtrar muito bem o delírio de Kouffman e transformá-lo em uma afiada critica contemporânea.
6 – Robert Redford (Gente como a gente)
Robert Redford teve sua parte na longevidade da maldição que o Oscar impeliu à Martin Scorsese. Redford, em sua estréia na direção, levou a melhor por Gente como a gente quando Scorsese concorria com Touro indomável. O filme de Redford e a segurança que ele demonstrou atrás das câmeras impressionaram o público e a crítica. Mas o fato de ter criado naquele ano o festival de Sundance, dedicado a prestigiar e promover o cinema independente, sem dúvida ajudou muito no resultado.
5- Ben Affleck (Medo da verdade)
Execrado como ator pela crítica, ninguém via com bons olhos o debute de Affleck na direção. O que se viu foi consagração, talvez pela baixa expectativa, talvez pela força do material original. Medo da verdade encantou a crítica e revelou um cineasta firme, centrado e totalmente seguro de suas escolhas dramáticas. Fato é que Affleck já havia se provado bom roteirista (ganhou o Oscar por Gênio indomável), e provou-se um diretor de extrema habilidade. Bonito, carismático, bom roteirista e bom diretor. Só faltava ser bom ator também, diriam os alcoviteiros de plantão.
4- Tom Ford (Direito de amar)
Pior do que um ator canastrão atrás das câmeras, só um estilista. Bem, a máxima caiu por terra após a crítica louvar a estréia na direção do estilista Tom Ford. Direito de amar em nada denuncia que seu diretor é estreante e vem de fora do ramo do cinema. Rigor técnico, esmero narrativo e sensibilidade pulsante fazem de Direito de amar um filme único. Principalmente se considerado que é um trabalho realizado por um estreante.
3- Jason Reitman (Obrigado por fumar)
Outro cineasta filho de cineasta. Contudo, neste caso, o júnior superou o papai rapidamente. Com três filmes no currículo, duas indicações ao Oscar como diretor e muito, mas muito prestígio mesmo, Jason Reitman pode-se considerar um cineasta de primeira. Essa percepção já surgia em seu primeiro longa, Obrigado por fumar trazia um cinismo irreverente e alto teor crítico, características que acompanham o cinema desse verdadeiro prodígio americano.
2 – Stephen Daldry (Billy Elliot)
O inglês, vindo do teatro, chamou a atenção e conquistou público e crítica com esse pequeno filme britânico sobre um menino que queria fazer balé. Billy Elliot é uma epígrafe de sensibilidade e comunhão cinematográficas. O talento de Daldry para contar histórias encontra respaldo em sua visão pragmática e acadêmica de como fazê-lo.
1-Sam Mendes (Beleza americana)
De completo desconhecido a gênio da sétima arte. É mais ou menos isso que aconteceu com esse inglês (também vindo do teatro) que logo em sua primeira produção no cinema (em um filme americano que atacava e desmascarava o american way of life) foi louvado como autor. Beleza americana atentava contra aspectos culturais dos EUA e a forma sarcástica do registro cativou a crítica. Sam Mendes ganhou o Oscar e fez grandes filmes depois desse, mas ainda é difícil se afastar do assombro causado por seu primeiro trabalho.



