domingo, 12 de fevereiro de 2012
Insight
segunda-feira, 31 de maio de 2010
Numerologia
Perdeu!
Uma fita de ação e espionagem com um grupo de atores descolados e piadas ligeiras parece uma boa idéia certo? Os perdedores, estrelado por Chris Evans, Jeffrey Dean Morgan e Zoe Saldanha honra essa descrição, mas não parece ter agradado o público americano. A fita ficou apenas duas semanas entre os 10 filmes mais vistos e não conseguiu se pagar. No Brasil, o lançamento já foi adiado duas vezes. A última data disponibilizada pela distribuidora brasileira é nesta sexta-feira, dia 4 de junho.
O vencedor paraguaio
No mercado cinematográfico brasileiro a discrepância proporcionada pelo 3D para aferir o campeão de bilheteria legítimo em um final de semana é ainda maior do que nos EUA. Vejam o que ocorreu neste mês de maio. No fim de semana do dia 30 de abril e do dia 7 de maio, Homem de ferro 2 teve mais público do que Alice no país das maravilhas. Contudo, a fita de Tim Burton, exibida em 3D com tíquetes mais caros, arrecadou mais. O mesmo ocorreu no final de semana seguinte. Alice arrecadou mais do que a estréia Robin Hood, embora o filme protagonizado por Russel Crowe tenha atraído mais público. Esse desnível de público e faturamento pegou de jeito o departamento de marketing dos estúdios. Agora ficou difícil dizer qual filme é o campeão de bilheteria. O que arrecadou mais dinheiro ou o que foi mais visto?
O reinado de Chico Xavier
A onda do espiritismo só faz crescer. Na TV, a novela mais bem sucedida da atualidade versa sobre o tema. Há quem diga que até mesmo a série Lost se enveredou por uma vertente espírita. De qualquer jeito, a biografia do deflagrador do espiritismo no Brasil é, ela própria, catalisadora dessa tendência. Chico Xavier, o filme, já levou mais de três milhões de brasileiros aos cinemas e continua bem posicionado no disputado ranking que conta com superproduções do verão americano. A fita de Daniel Filho é o remanescente mais longevo do top 10 nacional. Em tempo: ainda este ano estréia outro filme sobre espiritismo, As mães de Chico Xavier.


A seu, o seu dono!
Todo mundo conhece o ditado “não é para quem quer, é só para quem pode”? Pois bem, Tony Stark (Robert Downey Jr.) pode. Homem de ferro 2, além de registrar a melhor estréia do ano até aqui, bateu em módicas duas semanas o ostensivo faturamento que Como treinar seu dragão construiu em dois meses de exibição. Detalhe: e com cópias em 3D. Em precisos 13 dias de exibição nos EUA, Homem de ferro 2 recolheu U$ 211 milhões de dólares deixando Como treinar seu dragão para trás com U$ 208 milhões.
Longevidade é teu nome
E por falar em Como treinar seu dragão, a animação da Dreamworks fechou a conta de mais um mês no top 10. O filme que estreou no primeiro fim de semana de março, se despediu de maio na décima posição do Top 10 norte-americano. Um feito e tanto. Essa longevidade é rara no Box Office americano, ainda mais se considerado que estamos em plena temporada mais agitada do cinema ianque.
Não se faz um Robin Hood como antigamente
Pois é. Robin Hood, a versão radical do mito tocada pela dupla Russel Crowe e Ridley Scoot, não agradou a crítica e parece não ter agradado o público também. Depois de um fim de semana de estréia abaixo da expectativa do estúdio Universal, a fita seguiu o curso de baixo faturamento. Com o custo de U$ 200 milhões, o filme rendeu até agora U$ 140 milhões mundialmente e não demonstra fôlego para dar lucro. Nos EUA a situação é tão alarmante que a fita não parece capaz de romper a fronteira dos U$ 100 milhões (considerada providencial para superproduções evitarem o prejuízo homérico).
Ogro bom de bola
Quem se recuperou bem foi Shrek para sempre. O quarto longa do ogro verde (que também chega em 3D) estreou bem abaixo das metas do estúdio. As previsões eram em torno de U$ 100 milhões no primeiro fim de semana, mas Shrek para sempre “só” fez U$ 74 milhões. Mas a vitória mesmo viria no final de semana seguinte. Com duas estréias de peso no circuito americano (Sex and the city 2 e Príncipe da Pérsia: areias do tempo), devido ao feriado do memorial Day,Shrek parecia destinado a deixar o topo. Isso não aconteceu. Além de registrar o menor percentual de queda por sala de exibição (38%) das estréias desse verão, Shrek para sempre fez U$ 43 milhões e manteve a liderança. As estréias tiveram que brigar entre si, com cerca de 10 milhões a menos em faturamento, pelo segundo lugar. No total, a quarta aventura do ogro verde já soma U$ 134 milhões.
Não tem botox que dê jeito!
Envelhecer é uma m... diria uma famoso personagem de um programa de TV obscuro. E as meninas de Sex and the city tendem a concordar com essa máxima. O primeiro filme do quarteto de nova-iorquinas não agradou a crítica, mas acertou em cheio o público. O estarrecedor sucesso de bilheteria fez com que o segundo filme das meninas chegasse rapidinho. Mas a piada envelheceu. A decepcionante bilheteria de estréia (U$ 32,2 milhões) fica ainda mais decepcionante se comparada com a do primeiro filme (U$ 55 milhões) de dois anos atrás.
Jack Sparrow cadê você?
Jerry Bruckheimer deve estar doido para um certo pirata voltar logo. O pomposo e aguardado Príncipe da Pérsia: areias do tempo, que ele produz, estreou com a pior média de público por sala entre todas as superproduções que já debutaram nesse 2010. O que é um baita de um mau sinal. A terceira colocação no ranking também não ajudou. O filme estrelado pelo improvável herói de ação Jake Gyllenhaal faturou U$ 30 milhões neste primeiro fim de semana.
segunda-feira, 10 de maio de 2010
Numerologia *Drops*
Tudo como manda o figurino!
Freddy Krueger não foi páreo para o narcisista Tony Stark nas bilheterias americanas. Homem de ferro 2 estreou mostrando sua força nas bilheterias americanas. Com 134 milhões de dólares em caixa, a continuação do sucesso de 2008, registrou a quinta maior abertura da história. Dessa maneira, a Marvel teve suas expectativas confirmadas. Em seu primeiro fim de semana em cartaz, Homem de ferro 2 só não não tem mais dinheiro em caixa do que Como treinar seu dragão que vai para dois meses de exibição. A Marvel acredita que seja possível manter a liderança no próximo final de semana. Já que Robin Hood, a principal estréia da semana, teria (em teoria) um público mais restrito do que a aventura do herói de ferro. O segundo lugar ficou com A hora do pesadelo que teve uma queda de 70% nas vendas de bilhetes. O que não é nada bom. É a segunda fita da Warner no ano a ter queda tão expressiva assim nas bilheterias. A primeira foi Fúria de Titãs. O bom aí é que o filme já se pagou. Por se tratar de uma produção de médio porte (U$30 milhões), o que vier agora é lucro. O filme já soma U$ 48,7 milhões de dólares.
quinta-feira, 6 de maio de 2010
Cenas de cinema
Vencedores do festival de Tribeca
Acabou nesse final de semana o nono festival de cinema de Tribeca, realizado em Nova Iorque. Depois do desfile de muitas estrelas, os vencedores foram divulgados no domingo à noite. O documentário Rush:beyond lighted stage, sobre a banda e rock canadense, foi escolhido o melhor filme pelo público. O júri premiou o alemão When we leave como melhor filme e o documentário Mônica & David, sobre um casal com síndrome de dawn.
O drama alemão prevaleceu em Nova Iorque
Peripécias de um repórter na junket de Homem de ferro 2
Junket é como são chamadas as entrevistas promocionais em que um artista recebe diversos jornalistas, um por vez, em períodos curtos de cinco minutos. Esse evento promocional, organizado por estúdios, assessorias e editoras, raramente rende boas entrevistas ou material exclusivo e relevante. Contudo, vez ou outra rende momentos inusitados. Um repórter de TV do Access Hollywood disparou as seguintes perguntas:
Para Scarlett Johansson:
“Quando você coloca aquela roupa de couro preta e olha no espelho, você pensa: Uau, como eu sou gostosa?”
Resposta da atriz: “Não. Ela é tão apertada que tudo que eu penso é: Será que eu vou conseguir me mexer?”
Para Robert Downey Jr.:
“Você fica doido para brincar com os brinquedos de Tony Stark?”
Resposta do ator: “Olha, eu fico muito feliz de fazer parte desse plano da Marvel no cinema. Sabe, é muito legal ser parte de uma coisa tão grande. Mas respondendo a tua pergunta, você talvez tenha essa ansiedade, mas eu já tenho 45 anos. Já passei dessa fase.”
Para Mickey Rourke:
"Qual é o lance por trás dessas tatuagens?"
Resposta do ator: “Durante minha pesquisa, vi que nas prisões russas quanto mais tatuagens menores o cara tiver, mais respeitado ele é. É legal passar esse tipo de subtexto no filme”
Mcdreamy encontra Megatron
Todo mundo sabe que Hebe recebeu um selinho muito especial essa semana. O ator americano Patrick Dempsey, o dr. Derek Shepard da série Grey´s anatomy, esteve no Brasil para divulgar um novo perfume que leva seu nome. Patrick Dempsey number two. Chique né?
Entre esse e outros compromissos na capital paulista, Dempsey deixou escapar, propositalmente (imagina-se), que estará no terceiro Transformers. A produção do filme, que coincidentemente começou a ser rodado na semana passada, confirmou a notícia.
Do Seattle Grace para a sua casa; ou melhor, para a da Hebe
Palavras vazias
Levanta a mão quem acha falsidade uma das piores características do ser humano! Pois é, Agelina Jolie merece algumas vaias. A atriz recusou formalmente convite feito pela Casa Branca para um jantar oferecido por Obama. A ocasião? O jantar anual que a Casa Branca oferece para os correspondentes estrangeiros que cobrem o noticiário de Washington. Obama resolveu inovar e levar algumas celebridades para desanuviar o ambiente. A justificativa de Angelina? Ela não deu. Mas um amigo que se disse autorizado pela atriz falou que ela prefere fazer algo relevante com seus fins de semanas, como ajudar os outros, ao invés de ficar bebendo champanhe e posando para fotógrafos.
Ok Angelina. Desde que seja um fim de semana em Veneza, outro em Paris, mais um em Nova Iorque e por fim em Barcelona. Só não esqueça de dar aquela passadinha no Sudão para umas fotos.
Angelina Jolie segura um órfão em Darfur: Uma foto nem um pouco posada...Um dos cinemas mais tradicionais de São Paulo está ameaçado de fechar as portas pela segunda vez em sua história. O Belas artes teve seu contrato de patrocínio com o banco HSBC rescendido. Um dos sócios do cinema, André Sturm, divulgou nota à imprensa hoje esclarecendo que se não houver oferta de novo patrocínio até julho, ele terá de fechar as portas. Se isso vier, de fato, a ocorrer, perde o cinema, perde a cultura e, por último, perdem os paulistanos.
terça-feira, 4 de maio de 2010
Numerologia * Drops*

segunda-feira, 3 de maio de 2010
ESPECIAL HOMEM DE FERRO 2 - Critica
Conspirando a favor!
Depois de arrebatar platéias do mundo inteiro e boa parte da critica com Homem de ferro, valendo-se principalmente do fator surpresa, a Marvel Studios tem com seu segundo filme – justamente a continuação de Homem de ferro, a dubiedade das expectativas. Homem de ferro 2 (Iron man 2,EUA 2010) foi concebido para ser o melhor e maior filme da temporada. Ser o primeiro a estrear ajuda nesse sentido. Cientes de que teriam que acertar em tudo que acertaram no primeiro filme e ainda propor mais, os produtores, o diretor Jon Favreau e o roteirista Justin Theroux (que também é ator) convergiram em jogar a favor de Robert Downey Jr., o astro da franquia e, atualmente, o principal Hollywood star.
Homem de ferro 2 tem mais efeitos especiais, mais personagens, mais merchandising e mais Robert Downey Jr. Diferentemente do primeiro filme, onde Downey Jr teve de investir no carisma para fazer graça, o roteiro do novo filme investe nas piadas e no humor sarcástico de seu protagonista. Até mesmo o motorista de Stark, Happy (vivido pelo diretor/ator Jon Favreau) tem seus momentos cômicos. Esse acerto não esconde as deficiências da fita. Como toda a continuação que se propõe maior e mais povoada, Homem de ferro 2 tem seus problemas com arestas mal aparadas. Os personagens secundários não são desenvolvidos a contento e resplandecem no vigor de seus intérpretes. Enquanto Mickey Rourke e Sam Rockwell fazem caricaturas engraçadas e bem sacadas, Gwyneth Paltrow sofre com sua personagem, que encolheu em relação ao primeiro filme, e Scarlett Johansson é outra que não tem muito tempo em cena.
Cara a cara com o mother fucker: Samuel L. Jackson volta como Nick Fury em Samuel L. Jakcson style
Robert Downey Jr em uma das cenas mais apoteóticas do novo filme: o ator, para variar, é o dono do show novamenteESPECIAL HOMEM DE FERRO 2 - Pílulas de ferro
Maior e melhor!

Exatos dois anos depois de arrebatar público e critica, Robert Downey Jr., Jon Favreau e toda a turma (e mais alguns coleguinhas) estão de volta ao centro do espetáculo. E como manda o figurino, tudo vem em maior escala. Mais mocinhas, mais vilões, mais heróis, mais efeitos especiais, mais piadas, mais merchandising e, se tudo der certo, mais dinheiro em caixa também.
O show é dos bad boys
Dessa vez Robert Downey Jr. Não é o único bad boy comandando o show. Mickey Rourke (que também viu a luz recentemente) vive o vilão Chicote negro (embora não seja chamado como tal durante toda a metragem da fita). Rourke faz, com eficiência, uma caricatura vilanesca. “O lado negro” de Tony Stark, como Rourke classificou em entrevistas, é um vilão carismático, embora esquecível.
Eu, Howard Hughes
Pode parecer sutileza, pode ser desnecessário; certamente muitos não irão notar. Mas entre as milhares de referências conjugadas em Homem de Ferro 2, a mais divertida é a analogia entre Tony Stark e o magnata Howard Hughes. Ambos milionários extravagantes e donos de personalidades narcísicas. Além do diretor Favreau realizar uma cena claramente inspirada em O aviador de Martin Scorsese, há uma brincadeira com o asco de Stark em pegar coisas que pessoas estranhas lhe entreguem. Algo que não havia no primeiro filme. Mais inside joke impossível.
Roubando a cena

Não foi bem uma roubada de cena. Pelo menos não como a convenção sobre o termo sugere (convenhamos que não é fácil roubar a cena de Robert Downey Jr., ainda mais quando tudo converge para ele). Contudo, Sam Rockwell chegou bem perto disso, com sua personificação de Hammer. O rival de Stark no ramo de armas militares que abraçou o pentágono quando Stark tirou seu time de campo no final do primeiro filme. Rockwell faz um tipo afetado, cheio de retórica e muito divertido. A certa altura dispara: “Isso, eliminem a concorrência!” Com o desfecho da trama de seu personagem, ele não deve voltar para o terceiro filme. A bravata de Hammer é, portanto, pura metalinguagem.
Deixando a casa em ordem
E Homem de ferro 2 prepara o terreno para o filme dos Vingadores, que está prometido para 2012. Além de referências explícitas a outros integrantes do super grupo de heróis (como Capitão América e Thor), o projeto é abordado abertamente entre Nick Fury (Samuel L. Jackson) e Tony Stark. Aliás, a Shield (organização paramilitar que auxilia na elaboração do super grupo) já aparece bem mais vitaminada nesse segundo filme. Para o espectador não se perder na matemática, os eventos de Homem de ferro 2 passam-se antes do filme O incrível Hulk (2008). Thor e Primeiro vingador: Capitão América devem encerrar os preparativos para o filme do grupo de heróis da Marvel.
Meninas (nem tão) poderosas

Era grande a ansiedade para ver Gwyneth Paltrow e Scarlett Johansson em cena. Depois de relatos de ataques de ciúmes nos sets e de muito frisson sobre a Viúva negra (personagem de Scarlett) e os rumos do relacionamento entre Tony e Pepper, pouco corresponde a tamanha expectativa. Pouco tempo em cena, plots mal desenvolvidos e função de tapetes para Downey Jr. Brilhar. Uma é promovida a presidente da Stark industries e a outra é uma super agente russa. Mas corre o risco de você não notar isso.
Para ser campeão
Já começou. Homem de ferro 2 deu a largada na temporada mais lucrativa do cinema americano. Estreou em 53 mercados (nos EUA, China e Alemanha estréia na sexta dia 7) e liderou em 52 deles. Mais de U$ 110 milhões em caixa nesse primeiro fim de semana. O filme já superou, na bilheteria internacional, a estréia do filme original. Resta esperar pelo desempenho nas bilheterias ianques. De qualquer maneira, o saldo já é positivo.
domingo, 25 de abril de 2010
ESPECIAL HOMEM DE FERRO 2 - Foi em Los Angeles!

Gwyneth Paltrow sorri para as câmeras
Para onde olho? Elenco e diretor reunidos, mas cada um olhando para uma câmera diferente

Obviamente, Robert Downey Jr. foi o mais concorrido star da noite. O ator também causou ótima impressão com sua escolha de roupa
Fotos:Getty images
quinta-feira, 22 de abril de 2010
Cenas de cinema
Depois de duas décadas de união estável, a despeito dos escândalos de bebida e dos ataques de anti semitismo, Mel Gibson parece ter tomado gosto pelo “não sou de ninguém”. Depois de engatar um romance, e promover a carreira, da cantora russa Oksana Grigorieva (pivô do fim de seu casamento) no final do ano passado, o ator acaba de anunciar sua separação da dita cuja. A revista People apurou que apesar do anúncio oficial de separação cordial, o buraco foi mais embaixo. Grigorieva, segundo apurou a publicação, daria verdadeiros chiliques diariamente e a todo tempo insinuava possível infidelidade de Gibson. Além das tradicionais queixas de falta de atenção a família (o detalhe aí é que eles ainda não haviam constituído uma família). Gibson resolveu dar um basta e se separou. Revoltada, a russa anunciou que irá abrir para a imprensa detalhes nem um pouco lisonjeiros da rotina do casal. Ah, essas celebridades...
Mel Gibson sorri, mas por dentro ele está chorando...Que Hollywood adora um babado todo mundo sabe. Que você tem grandes chances de faturar uma boa grana sendo um paparazzi freela na cidade dos anjos, também não é nenhuma novidade. De qualquer jeito, algumas notícias ainda são capazes de causar certa estranheza em nós mortais. Como essa última envolvendo a separação de Sandra Bullock e seu infiel companheiro, o apresentador de reality show, Jesse James. Uma foto da atriz em um restaurante sem aliança foi leiloada no final de semana passado entre diversos veículos da celebrity gossip. Faturou o leilão informal, pela quantia de U$ 60 mil, o tradicional programa de TV Entertainment tonight. O preço da exclusividade sobre uma coisa tão dispensável como essa diz muito sobre nós mesmos enquanto sociedade. Diz muito também sobre o quão mal remunerados estamos cá com nossos trabalhos.
Todo cinéfilo que se preza já está em contagem regressiva para o festival de Cannes, que começa no próximo dia 12 de maio. Porém, antes dele, outro festival de grandes aspirações dá sua largada. O festival de Tribeca surgiu como uma homenagem do ator Robert De Niro a cidade de Nova Iorque após os atques terroristas de 11 de setembro e como mais um reduto da produção independente americana. Aos poucos, o festival foi ganhando notoriedade e projetando maiores ambições. Ontem, a edição 2010 do festival teve inicio com a pré-estréia mundial do quarto filme do ogro Shrek, Shrek para sempre. Ainda estão previstos para exibição em Nova Iorque os novos trabalhos de Michael Winterbottom e Woody Allen. Trabalhos que também estarão em Cannes. Qualquer semelhança não é mera coincidência.

O vulcão que entrou em erupção na semana passada na Islândia, impediu o tráfego aéreo na Europa e acarretou o maior prejuízo financeiro paras as companhias aéreas desde o 11 de setembro, também atrapalhou os planos dos grandes estúdios as voltas com a promoção de seus super lançamentos. A premiere mundial de Homem de ferro 2, prevista para ocorrer em Londres essa semana, foi remanejada para Los Angeles. O mesmo ocorreu com a coletiva de imprensa de Robin Hood que ocorreria em Londres alguns dias depois. O estúdio Universal achou por bem transferir o compromisso para Los Angeles e Nova Iorque.
Foto:reprodução The Sun
Kiefer é posto no carro à força: babando, trôpego e ofegante. Não é a imagem que seus fãs gostariam de ver...terça-feira, 20 de abril de 2010
ESPECIAL HOMEM DE FERRO 2 - Perfil: Mickey Rourke
Uma jornada incrível
Rourke em recente aparição pública: uma figura bizzara que pode ser lida como um homem que carrega as moléstias da vida que viveuNa adolescência Rourke queria ser lutador profissional (seu pai, modelo direto, fora lutador de luta livre por um tempo). O jovem Rourke levava jeito. Aos 12 anos já como pugilista de boxe vencia suas primeiras lutas amadoras. Em 1971, após sofrer uma série de lesões e concussões na cabeça, Rourke foi aconselhado por médicos e treinadores a se afastar do esporte. Essa imposição da vida conciliou-se com a mudança de Rourke para Nova Iorque, onde começou a se interessar por teatro. Alguns pequenos papéis no cinema e no próprio teatro lhe valeram convites para filmes de realizadores que estavam em busca de novos talentos. Francis Ford Coppola era um deles. Ele escalou Rourke, assim como os jovens Matt Dillon, Diane Lane, Chris Penn e Nicolas Cage para O selvagem da motocicleta (1983). Antes disso, o ator já havia chamado atenção no thriller erótico Corpos ardentes (1981), estrelado por William Hurt e Kathleen Turner.
Ainda em papéis coadjuvantes, o ator continuava a chamar atenção em produções como Quando os jovens se tornam adultos (1982) e Nos calcanhares da máfia (1984). O estrelato parecia questão de tempo para Mickey Rourke.
A cara de uma revolução sexual no cinema americanoSeguiram-se elogiados projetos como Coração satânico (1987), de Alan Parker, em que rouba a cena de Robert De Niro, Condenados pelo vício (1987), de Barbet Schroeder e Chance de vencer (1988), de Michael Seresin. Foi neste último, que o próprio Rourke escreveu e no qual vive um pugilista de boxe, que o ator voltou a alimentar o desejo de lutar profissionalmente. Desejo que havia sido deixado de lado com o estrelato em Hollywood.
A queda
Rourke passou então a alternar projetos em Hollywood com a tentativa de se profissionalizar no boxe. O fato de beber alucinadamente e frequentemente ter brigas homéricas com sua esposa na época, Debra Feuer, não o ajudaram em nenhum de seus propósitos. Apesar de ainda fazer filmes de relativo sucesso (todos cópias descaradas de 9 e ½ semanas de amor) como Orquídea selvagem (1990), Rourke já não conseguia capitalizar tão bem quanto outrora. Seu foco estava distorcido e seu problema com o alcoolismo só aumentava.
Em 1991, o ator anunciou que iria priorizar o boxe. E assim o fez. Embora tenha continuado com uma média de 1 filme por ano, entre 1991 e 1995, Rouke era um boxeador que também atuava em filmes B como Caçada sem tréguas, Areias brancas e Cúmplices do desejo.
O acumulo de lesões desfiguraram a face de Mickey Rourke que teve de recorrer a inúmeras cirurgias plásticas corretivas e tornou-se adepto do botox. A beleza viril e ao mesmo tempo sofisticada dos anos 80 ficara definitivamente na lembrança. Em 1995, exaurido e totalmente deformado pelo boxe, além de empobrecido, Rourke se afastara das lutas para retornar ao cinema.
Recomeço
Mas não foi fácil. Mickey Rourke não deixou muitos amigos no ramo. Muitos escândalos, esnobadas (Rourke sempre foi conhecido por ser dono de um gênio difícil) e atritos diretos lhe valeram uma considerável porção de inimizades. Rourke decidiu então fazer o caminho óbvio. Escreveu e produziu uma sequência constrangedora de seu maior sucesso. 9 e ½ semanas de amor 2 (1997) era tão vexamoso quanto Rourke desfigurado tentando posar de galã.
Pontas em filmes de amigos como Jean Claude Van Damme, A colônia (1997), e Francis Ford Coppola, O homem que fazia chover (1997), valeram uma sobrevida ao ator. E no limiar Rourke foi vivendo em Hollywood. De migalha em migalha ia tirando sua sobrevivência. Pequenos papéis em filmes de amigos foram sua realidade por dez anos. Dessa forma, ele participou de filmes de mediana exposição como O implacável (2000), com Sylvester Stallone, A promessa (2001), dirigido por Sean Penn, Era uma vez no México (2003), dirigido por Robert Rodriguez, Chamas da vingança (2004) e Domino (2005), de Tony Scoot.

Em 2003, o camarada Robert Rodriguez o convidou para fazer um personagem de destaque em uma produção muito antecipada em Hollywood. Tratava-se de Sin City (2005) que debutou no festival de Cannes e foi sucesso absoluto de crítica e público. O melhor daquele filme? Mickey Rourke, todos diziam.
Sin city serviu para mostrar a gana que ainda movia o ator. Gana que Darren Arenofsky se interessou por potencializar e evidenciar em um filme que por diversas razões calçava o número de Mickey Rourke. O lutador (2008) foi o filme certo, na hora certa e com a pessoa certa. Se não fosse por Mickey Rourke, literalmente, essa elogiada e premiada produção não seria nem metade do que é.
O filme ilumina a trajetória de um homem que teve tudo e se afundou no nada. Mickey Rourke entrega uma atuação descomunal e ganhou diversos prêmios na temporada 2009. Seu nome estava novamente no mapa. Mickey Rourke era hype mais uma vez. Quem diria! Se aprendeu a lição? Tudo indica que sim. Rourke é bem mais afável hoje em suas declarações do que era na década de 80. Também prioriza os amigos. Dos 10 projetos futuros em que está envolvido, 8 deles são colaborações com quem sempre lhe estendeu a mão.
Em 2010, está no elenco do aguardado Homem de ferro 2 e de Os mercenários (filme de ação nostálgico dirigido pelo chapa Sylvester Stallone). Aliás, sua participação em Homem de ferro foi negociada no calor do Oscar 2009 (o qual Rourke concorria ao premio de melhor ator por O lutador). Rourke aproveitou para valorizar seu passe. Pediu mais do que estavam dispostos a pagar. Pagaram. Rourke vale a pena. Devem ter pensado os produtores do filme. Histórias como essa é sempre bom ter por perto.

domingo, 18 de abril de 2010
ESPECIAL HOMEM DE FERRO 2 - Insight
Um falcão em pleno voo
Foi no ano 2000. Há exatos dez anos a saga da Marvel mudava no cinema. Enquanto a concorrente DC engatava filme atrás de filme pelo estúdio Warner (com sucessos como Batman e fracassos como Batman e Robin), a Marvel continuava em um marasmo criativo no que tocava a sorte de seus personagens na tela grande. Fracassaram as tentativas com o justiceiro e o Capitão América e o roteiro de Homem aranha (assinado por ninguém menos que James Cameron) perambulava por Hollywood há uma década.
Até X-men de Brian Singer surgir e mostrar que os personagens da editora tinham sim estofo para serem campeões de bilheteria assim como o Batman e o super- homem. O maior sucesso de uma adptação de HQ marvel havia sido o primeiro Blade de 1998. Mas o personagem pouco remetia ao universo Marvel. Era quase que um anônimo em meio a tantos super heróis famosos na fila para invadir os cinemas.
A produção barata de U$ 75 milhões (para um blockbuster e para os padrões atuais dos filmes da Marvel) rendeu o triplo, lançou um astro (o australiano Hugh Jackman) e provou que era possível fazer filmes com os personagens da editora que agradassem aos fãs, a executivos de estúdios e a todos os outros mortais que vão ao cinema. A equação parecia resolvida. E Sam Raimi a aprimorou em Homem aranha. A produção de 2002 registrou recorde de arrecadação no final de semana de abertura e agradou público e crítica. Blade também voltou aos cinemas. Já estabelecido como coadjuvante no “ano do aranha”, o caçador de vampiros também registrou aumento de bilheteria em relação ao primeiro filme.
Sam Raimi em ação:ele conciliou fórmulas comerciais a um cinema mais autoral
Cena de X-men 2: Maior e melhor Entre um arrasa quarteirão e outro (o segundo e o terceiro filmes do Homem- aranha, X-men: O confronto final) alguns filmes que não deram certo, casos de O justiceiro e Justiceiro: Zona de guerra (duas tentativas de emplacar o sombrio personagem que mata mafiosos e deliquentes diversos), Electra e Motoqueiro fantasma. Alguns filmes que ficaram no limite do satisfatório, casos dos dois filmes do Quarteto fantástico, do terceiro filme do Blade, do novo filme do Hulk e do recente X –men origens: Wolverine (spin off da trilogia mutante).
Muitos desses filmes não eram ruins. Alguns poderiam ter sido mais bem desenvolvidos. De qualquer forma, foram vítimas da profusão de filmes de heróis nessa década. Existia uma ansiedade por parte da indústria em aproveitar a boa maré desencadeada com o primeiro filme dos mutantes lá em 2000.
Eric Bana prestes a se transformar no Hulk de Ang Lee: Um filme de muitos méritos que não deu certo
Cena de Homem-aranha 3: Apesar de ter sido o filme da série que mais arrecadou nas bilheterias, o senso geral é de que o filme não foi o idealDepois de ver os outros lucrando, e muito, com seus personagens, a Marvel resolveu assumir o controle das crias que lhe restaram. Explica-se. A empresa negociava os direitos de seus personagens com estúdios de cinema. Dessa maneira, Homem- aranha, Motoqueiro fantasma e Justiceiro foram para a Sony. Demolidor, Quarteto fantástico e X-men para a Fox. Hulk para a Universal e assim por diante. Com todos os direitos de seus principais personagens negociados por um bom tempo, a Marvel se viu na contingência de fazer uso dos que ainda lhe restavam. Com aspirações a se tornar uma gigante do cinema também, a empresa/estúdio bancou sozinha a produção de Homem de Ferro e firmou acordo com a Paramount para a distribuição. A produção custou U$ 200 milhões. Era um tiro só. Não haveria margem para manobra. Se o filme não fizesse sucesso, as pretensões da Marvel em ampliar seu campo de atuação virariam pó. A aposta ganhou contornos ainda mais arriscados quando o diretor Jon Favrau, relativamente inexperiente, foi anunciado a frente do projeto e Robert Downey Jr., mais conhecido por frequentar as páginas policias do que as de cinema, confirmado como protagonista.
Banner de Homem de ferro 2: o filme chega para consolidar o status da Marvel como estúdio de cinema
O exectivo e fã, Kevin Feige, ao lado de Edward Norton nos sets de O íncrivel Hulk:a marvel cresce de maneira planejada e sustentávelEm agosto do ano passado o mundo do entretenimento, e das finanças, foi pego de surpresa pelo anúncio da compra da Marvel pela Disney. No negócio de mais de U$ 4 bilhões, que foi aprovado por credores, acionistas e fundos de investimento há pouco tempo, estabeleceu-se uma estrutura quase imbatível de produção de filmes. É bem verdade que alguns dos personagens da Marvel continuam licenciados para outros estúdios, e já foi anunciado que os contratos vigentes serão respeitados, mas quando estes acabarem, todos encontrarão abrigo na Disney. Joe Quesada, editor-chefe da Marvel, já declarou que a relação entre Disney e Marvel será muito semelhante a que a mesma Disney trava com a Pixar. “Eles nos darão suporte, mas nossa independência criativa será preservada”, disse ao New York Times à época em que a transação se configurou.
A Marvel já se estabeleceu como estúdio de cinema. Agora planeja voos mais longos. Já deixou sua rival (no campo editorial) no chinelo e se prepara para assumir o controle criativo de todos os seus personagens no cinema. Uma bela e intensa jornada. Não parece que se passaram apenas 10 anos
terça-feira, 13 de abril de 2010
ESPECIAL HOMEM DE FERRO 2 - Robert Downey Jr. em cinco takes
Ele já havia aparecido convincentemente na TV e no cinema, mas foi encarnando Carles Chaplin na biografia dirigida por Richard Attenborough, que o ator convenceu de que era capaz de alçar grandes vôos. Veio a indicação para o Oscar, o deslumbramento e o problemas com as drogas, com a bebida e com as prisões e clínicas de reabilitação.

Nenhum papel foi tão valioso para Downey Jr se restabelecer em Hollywood quanto esse oferecido pelo amigo David E.Kelly, produtor do seriado. Ao todo, a participação de Downey Jr se estendeu por 22 episódios e representou o melhor momento da série. O ator voltaria a boca do povo e aos poucos retomaria a confiança de produtores e colegas em Hollywood.

No estupendo filme de David Fincher, em que todos os personagens têm algum tipo de obsessão, Downey Jr cria o tipo mais simpático de todos. Com um personagem que lembra muito seu jeito de ser e total domínio da tela quando está em cena, o ator mostrou que estava de volta ao jogo. Definitivamente.

Foi esse o papel que transformou Downey Jr em astro. De risco, Downey Jr passou a ser a moeda mais valorizada em Hollywood. Uma valorização que nem magos das finanças são capazes de prever. Mas que só talentos da estatura de Downey Jr são capazes de materializar.

O ator nunca esteve tão a vontade quanto na pele do famoso detetive britânico. Ciente de que é dono do show, Downey Jr não decepciona e emenda sua habitual caracterização charmosa em que reúne elementos de sua persona. A aura de bad boy, o jeito de meninão que precisa de colo e o sorriso cativante agradaram e o filme foi sucesso de público e crítica.

domingo, 11 de abril de 2010
ESPECIAL HOMEM DE FERRO 2 - Ela sabe ser sexy!



Agora ruiva: Scarlett adentra o mundo dos super heróis
sábado, 3 de abril de 2010
De olho no futuro...
...projetos desinteressantes passam a tornar-se interessantes. A carreira de Will Smith sofreu um duro revés em 2008, quando lançou dois filmes que não agradaram. O primeiro deles Hancock, até fez sucesso de público, mas foi massacrado pela crítica. Sete vidas, segundo filme do astro com o diretor italiano Gabrielle Muccino foi fracasso de público e critica. O drama foi o primeiro filme protagonizado por Will Smith desde Independency day a não cruzar a barreira dos U$ 100 milhões nas bilheterias americanas. Sem projetos desde então, Smith esteve envolvido no filme que Steven Spielberg planejava sobre a vida de Martin Luther King, mas o projeto foi arquivado. Despois de ter anunciado que pensa em concorrer a presidência no futuro, Smith reavalia dois projetos que havia descartado anteriormente. A participação nas seqüências de MIB e de Independency day. Dois filmes que ajudaram a projetar seu nome em Hollywood.
Roland Emmerich, diretor de Independency day, se entusiasmou com a notícia. Já a Sony, estúdio responsável pela terceira parte de Homens de Preto, pensa em reciclar a franquia. Pensa em Sacha Baron Cohen, o interprete de Borat e Bruno, e Josh Brolin para protagonizarem o terceiro filme. Hum, sabe que não é má idéia?
O que? O Borat no meu lugar? Quem?Ansiedade
Ainda faltam quase dois meses para o inicio do festival de Cannes, mas a ansiedade pela edição do festival desse ano cresce consideravelmente. Depois da confirmação de Tim Burton como o presidente do júri desse ano, foi anunciado o filme que abrirá o festival. Robin Hood, o épico de ação de Ridley Scoot, fará as honras na riviera francesa. O pôster do festival é outro estímulo para a ansiedade cinéfila. Juliette Binoche, cheia de graça. O maior festival de cinema do mundo começa em 12 de maio.

E por falar nisso...
E por falar em posters que nos deixam com água na boca, que tal esse de Homem de ferro 2 (filme que receberá especial de lançamento aqui em Claquete), com Scarlett Johansson fazendo pose?

E os produtores de Bond 23 se recuperam
Depois de anunciarem Freida Pinto como a nova Bond girl, e do fato deste anúncio não ter repercutido da forma como se esperava, os produtores do novo filme de James Bond resolveram se movimentar no sentido de causar impacto. Positivo, de preferência. Anunciaram que Lady Gaga negocia para compor e interpretar a música tema do 23º filme do espião britânico e que Rachel Weiz (essa sim uma legítima Bond Girl) está cotada para viver a vilã do filme que deverá começar a ser gravado no final do ano. Com as boas novas, a rainha poderá dormir melhor. James Bond está de volta aos bons.
Ele vai ser o Sinatra de Scorsese e pode ser o Hoover de Eastwood
Leonardo DiCaprio promete ser uma das principais figuras de 2010. Além de estar presente no excelente Ilha do medo (atualmente em cartaz nos cinemas), quarta colaboração com Scorsese, o ator está a frente do elenco do aguardadíssimo novo projeto de Christopher Nolan, A origem (que chega em agosto). DiCaprio, no entanto, já quer assegurar destaque em 2011 e 2012. Depois de ser confirmado como Frank Sinatra no filme que Martin Scorsese fará sobre o ícone americano, o ator está cotadíssimo para assumir outro personagem histórico em um projeto badalado. Trata-se do filme que Clint Eastwood irá fazer sobre o idealizador do FBI, John Edgar Hoover. Claquete noticiou o projeto algumas semanas atrás aqui mesmo na coluna De olho no futuro...
Leo faz pose: E James Cameron pensava que ele era o rei do mundo...
sábado, 16 de janeiro de 2010
De olho no futuro... Preview 2010
Estréia nos EUA: 7/05/2010
Estréia no Brasil: 30/04/2010
Qual é o hype? É isso mesmo que você viu aí.Um dos filmes mais esperados do ano está previsto para chegar no Brasil, e em outros países da América Latina, antes mesmo da estréia americana. Na realidade isso já havia acontecido com o primeiro filme. Mas na ocasião foram três dias de antecedência; agora é uma semana. Robert Downey Jr. volta a viver o playboy milionário que combate o crime. Produção com mais dinheiro, mais mulheres e Mickey Rourke como vilão. Tá bom ou quer mais?
Os mercenários
Estréia nos EUA: 13/08/2010
Estréia no Brasil: agosto de 2010
Qual é o hype? O novo filme de Sylvester Satallone promete ser o filme de ação definitivo. Não pelos efeitos especiais (acredite, eles também marcam presença), mas pelo elenco de astros de ação do presente, do passado e do futuro (?) que o filme reúne. Além do mais, o filme, que foi parcialmente gravado no Rio de janeiro, traz atores brasileiros, destaque especial para Gisele Itié (que não é brasileira de nascença, mas é de coração).
Esquadrão classe A
Estréia nos EUA: agosto de 2010
Estréia no Brasil: setembro de 2010
Qual é o hype? Adaptar séries de tv está na moda. Depois de As panteras e Sex and the city vem aí Esquadrão Classe A. Não há grandes nomes no elenco (mas tem Jéssica Biel e Bradley Cooper), contudo a expectativa é de fidelidade a idéia original. Para ajudar o hype, o diretor Joe Canahan, de Narc e A última cartada, dirige.
Príncipe da Pérsia: areias do tempo
Estréia nos EUA: 28/05/2010
Estréia no Brasil: 4/06/2010
Qual é o hype? Enquanto não ajeita a casa na franquia Piratas do Caribe, o mega produtor Jerry Bruckheimer tenta emplacar outra franquia para gostos similares. Adaptado do videogame de mesmo nome Príncipe da Pérsia: areias do tempo traz Jake Gyllenhaal como protagonista de uma história com piratas, areia e mistérios milenares. Não, não é Piratas do Caribe, mas deve ser legal.
terça-feira, 5 de janeiro de 2010
ESPECIAL SHERLOCK HOLMES - Perfil - Robert Downey Jr
O ator como Tony Stark em Homem de ferro: Sexy, cafajeste e campeão de bilheteria
Muitos foram os tropeços na hoje consolidada carreira de Robert John Downey Jr. Prisões, batidas de carro, consumo de drogas, bebedeiras históricas e muito escândalo por conta disso, e de muito mais, marcaram quase duas décadas da vida desse talento precoce. Filho do diretor Robert Downey Sr., Downey Jr., nova-iorquino de nascença, cresceu sob a luz da fama e de Hollywood. Sua estréia no cinema se deu em 1970, aos cinco anos de idade em um filme dirigido pelo pai, Pound. Durante os anos 80, ele quis saber de curtir a vida e participava esporadicamente de séries de tv, o ponto alto foi sua participação no humorístico Saturday night live em 1985. Foi só em 1992 que Downey Jr se fez notar. Por sua interpretação de Charles Chaplin em Chaplin, de Richard Attenborough, o ator foi indicado para o Oscar de melhor ator daquele ano. Prêmio este ao qual concorreu novamente, ano passado, pela caricatura bem humorada que fez do oficio de ser astro de cinema em Trovão tropical. É justamente nos 17 anos que se passaram entre um Oscar e outro que Robert Downey Jr pôs quase tudo a perder e também se recuperou bravamente.
Fichado e chapadão: "Fiz muita merda na vida", diz o ator em auto-critica Depois de Chaplin o ator passou a alternar momentos de alguma relevância no cinema com frequentes passagens pela polícia (por direção perigosa, posse de grandes quantidades de droga e até porte ilegal de armas). Filmes como Ricardo Terceiro e Short cuts- cenas da vida foram dois dos poucos que fez de alguma relevância depois de Chaplin. As portas iam se fechando.O casamento, com a primeira mulher Deborah Falconer também esmorecia (eles se separariam várias vezes, mas o divórcio só se deu de fato em 2004).
Mas Downey Jr. ainda tinha amigos. E eram eles quem lhe afiançavam em Hollywood durante seu longo inferno astral. Entre temporadas na prisão e clínicas de reabilitação, Downey Jr. participou de filmes como U.S Marshals – os federais (1998), continuação de O fugitivo em que as estrelas eram Wesley Snipes (veja você) e Tommy Lee Jones, Amigos e amantes (1999), Preto e branco (drama independente que contava com o boxer Mike Tyson) e Garotos incríveis. Apesar de boas participações nesses filmes, Downey Jr e suas recaídas afugentavam os produtores e investidores que não queriam má publicidade para seus produtos. Foi quando o amigo e produtor David E. Kelly, marido de Michele Pfeiffer, o chamou para uma série de participações no seriado Ally McBeal. A aceitação do público foi instantânea. O personagem de Downey Jr. fez bastante sucesso e aos poucos as portas do cinema voltaram a se abrir para ele. Vieram os papéis, ainda pequenos, em filmes como Na companhia do medo (2003), Crimes de um detetive (2003) e Boa noite e boa sorte (2005). Também veio o primeiro protagonismo em muito tempo, na comédia policial Beijos & Tiros (2005). Um filme de humor difícil que não agradou o público americano e os produtores creditaram o fracasso da fita a Downey jr. que embora com menos freqüência, e em incidências menos comprometedoras, ainda dava deslizes indesejáveis.
Mas foi justamente em 2005, a última vez que se ouviu falar de algum problema de bebida ou congêneres da parte de Robert Downey Jr.
Em 2006, ele esteve em dois projetos de ambições mais artísticas, O homem duplo (animação de Richard Linklater protagonizada por Keanu Reeves) e A pele (em que dividiu a cena com Nicole Kidman). Aos poucos, o ator recuperava a confiança de uma indústria que se assenta primordialmente sobre esse pilar.

O ator em cena de Beijos e tiros: O filme não deu muito certo, mas sinalizava o recomeço de Downey Jr.
Em 2007 ele fez, sorrateiramente, a transição do artístico para o comercial. Com um papel pequeno, mas defendido com devoção, em Zodíaco de David Fincher, um daqueles diretores que agradam a gregos e troianos, ele conseguiu se colocar em evidência novamente. O suficiente para se viabilizar como aposta da Marvel studios para o papel principal de Homem de Ferro. Filme que o estúdio (em sua primeira produção solo) guardava grandes expectativas. Downey Jr. sabia que essa era não só sua grande chance de voltar a desfrutar de boa notoriedade, mas sua grande chance como ator. E ele não fez por menos. Homem de ferro foi um grande sucesso de público e crítica, em grande parte devido ao ator, e fez de Downey Jr. um dos nomes mais quentes do momento. Para fechar bem o inesquecível 2008, o ator foi indicado ao Oscar de coadjuvante pelo impagável Kirk Lazarus que fez em Trovão tropical, outra produção do verão americano que lhe caiu no colo de pára-quedas. Seu papel era anteriormente de Owen Wilson que fora afastado da produção após sua malfadada tentativa de suicídio.
Bom ator, carismático, sexy e fotogênico. Quem vê Downey Jr. na pele de Tony Stark ou de Sherlock Holmes não consegue entender como o status de astro demorou tanto para chegar. Para esses Downey Jr diz: “Fiz muita merda na minha vida, mas agora estou careta”, dizia o astro à época do lançamento do primeiro Homem de ferro, quando indagado sobre sua trajetória. Em 2010, além de Sherlock Holmes, o ator estará na continuação de Homem de ferro, que chega em maio e na comédia Due date (atualmente em pós-produção). Ou seja, Downey jr. corre o risco de dominar 2010. Na ciranda que é Hollywood, ele parece ter a fórmula do sucesso bem estabelecida. Há quem veja no fato de seus mais famosos personagens (Sherlock Holmes e Tony Stark) serem figuras geniais e geniosas e chegarem agora, quando o ator está na casa dos 40, mais do que coincidência. Novamente com a palavra Downey Jr. em entrevista recente concedida a revista Premiere americana sobre se imaginava estar onde está nesse ponto da carreira: “Só sou um cara de muita sorte”.

Robert Downey Jr. ao lado de Jude Law em Sherlock Holmes: Hoje ele é um dos atores mais festejados de Hollywood
quinta-feira, 16 de julho de 2009
Scarlet como a viúva negra!

A revista americana Entertainment weekly dá destaque na matéria de capa dessa semana para os bastidores de uma das produções mais aguardadas do verão americano do ano que vem. Homem de Ferro 2. A matéria de capa da edição tem como um dos pontos altos revelar o elenco caracterizado. Uma das poucas surpresas que restava era como seria o figurino de Scarlet Jonhanson como a viúva Negra. Agora em claquete você poder matar sua curiosidade.
