

Cannes:
+ Fale com ela
+ Cidade de Deus (fora de competição)
+ Moulin Rouge – amor em vermelho (fora de competição)
+ Onde os fracos não têm vez
+ Marcas da violência (fora de competição)
+A promessa
+ O pianista
+ Bastardos inglórios
+ Sobre meninos e lobos
+Match point – ponto final (fora de competição)
Veneza:
+ Colateral (fora de competição)
+ A vida dos outros
+ Não estou lá
+ O segredo de Brokeback Mountain
Berlim:
+ Medo da verdade (fora de competição)
+Munique (fora de competição)
+ A promessa


O filme mais barato: Match point – ponto final = U$ 12 milhões (valor convertido de libras)


E se tem alguém que bate Sean Penn nesse ranking é Clint Eastwood. Assim como Penn, ele aparece na lista como ator e como diretor, só que em dobro. Como ator, Clint foi lembrado nos filmes Menina de ouro e Gran Torino, filmes que também dirigiu. Além, é claro, de ter contribuído grandemente para que Penn, também fosse um dos caras dessa lista.

Denis Lehene acaba de ter mais uma obra sua adaptada com maestria para o cinema. Martin Scorsese enobreceu a literatura de Lehene com Ilha do medo, lançado nos cinemas em março deste ano. Mas Ben Affleck com Medo da verdade (18º da lista) e Clint Eastwood com Sobre meninos e Lobos (6º da lista), o fizeram antes. De qualquer maneira, Lehene se mostrou uma fonte preciosa para o cinema nessa década passada.
Dois filmes que abordam de maneira diferente o nazismo figuram na lista de Claquete, separados apenas pelo filme Munique (que também tem judeus em seu entorno). O pianista (11º) e Bastardos inglórios (9º) mostram respectivamente toda a crueza do nazismo e um fim mais apropriado para ele. Polanski e Tarantino, cada qual a sua maneira, extirparam fantasmas.


Ele já mereceria essa menção só por ter realizado o melhor filme da década, mas Nichols também emplacou outro trabalho na lista. Jogos do poder aparece na décima sexta posição. O que torna o feito de Nichols ainda mais notável é que esses dois filmes foram os únicos que ele dirigiu na década passada.

Ator canastrão e figura carimbada na celebrity gossip, poucos acreditavam que Affleck poderia ser um diretor de talento. Seu primeiro filme arrebatou a critica americana e valeu-lhe o passe para o ranking dos 25 melhores filmes da década. É o único diretor estreante na lista. Algo marcante e digno de nota.