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domingo, 11 de setembro de 2011

Insight

Passando a régua no verão americano de 2011!


Acabou no último final de semana a temporada mais lucrativa do cinema americano. E foi “a temporada mais lucrativa” mais lucrativa dos últimos anos. O verão americano de 2011, puxado pelos gordos faturamentos de Piratas do caribe: navegando em águas misteriosas (U$ 1.039 bilhão), Transformers: o lado oculto da lua (U$ 1.112 bilhão) e Harry Potter e as relíquias da morte-parte 2 (U$ 1.312 bilhão), apresentou um crescimento de 25% em relação ao verão do ano passado que já havia superado a temporada pipoca de 2004 como a mais lucrativa do novo século.
Isso tudo foi ajudado, é claro, pelo 3D. Os três filmes exibidos no formato teriam renda menor (e não chegariam ao bilhão), se não fosse pelos tickets mais caros das salas em 3D. O fato denota que, embora Hollywood tenha faturado mais com o verão de 2011, menos gente foi aos cinemas. Segundo dados do Box Office Mojo, o percentual de frequência manteve-se estável em relação ao ano passado, mas comparado a 2004 a queda foi de 15%.
A dicotomia dos números permite inflexões mais profundas. Diferentemente de outros anos, não houve nenhum sucesso surpresa. Em 2010 já havia sido assim. As telas de cinema foram infestadas por continuações, refilmagens e adaptações que juntas responderam por 95% do faturamento nas bilheterias. Foram poucas as atrações essencialmente originais. As comédias foram as mais prolíferas nesse ramo. Professora sem classe, filme estrelado por Cameron Diaz, atingiu na última semana a marca dos U$ 200 milhões mundialmente. Outra boa surpresa foi Super 8, que embora se referencie em obras passadas, é um produto original. A fita de J.J Abrams, ainda em cartaz em muitos países, já soma U$ 250 milhões.


Cena do último Harry Potter: o verão de 2011 consagrou a terceira maior bilheteria da história do cinema. Pelo menos por ora...


Os quadrinhos continuaram como fonte célebre para o mainstream americano. Lanterna verde, Capitão América: o primeiro vingador, Thor, Cowboys & Aliens e X-men:primeira classe foram algumas das atrações da temporada. Com exceção de Lanterna verde, todos se consagraram nas bilheterias e obtiveram algum prestígio junto à crítica.
Outra produção do verão que aliou sucesso de público e aclamação crítica foi O Planeta dos macacos: a origem. A fita, ainda em cartaz nos cinemas, já faturou cerca de U$ 347 milhões nos cinemas de todo o planeta. O sucesso dos prequels de Planeta dos macacos e X-men legitimaram a estratégia da Fox. O estúdio passou longe da arrecadação da Warner que teve os sucessos do oitavo Harry Potter e do segundo Se beber não case para compensar a desgraça de Lanterna verde, mas além de não ter nenhum fracasso no portfólio do verão de 2011, conseguiu bons lucros com produções de orçamentos médios.
Já a Universal pôde comemorar o fato de que Velozes e furiosos 5: operação Rio foi um dos cinco filmes a ultrapassar a marca dos U$ 200 milhões nas bilheterias americanas. Os outros foram Transformers: o lado oculto da lua, Piratas do Caribe: navegando em águas misteriosas, Harry Potter e as relíquias da morte- parte II e Se beber não case-parte II.
Essa informação caracteriza outro aspecto curioso desse verão: a constatação de que o grosso das bilheterias da temporada pipoca não vem mais do mercado interno. Dos cerca de U$ 7,5 bilhões, U$ 4 bilhões vieram do mercado internacional. O que caracteriza 58%. Em 2004, para ater-se à referência em voga, o percentual era de 30%.

Cena de Quero matar meu chefe, mais uma comédia bem sucedida da Warner Brothers na temporada. O gênero foi um dos grandes destaques do verão



O verão de 2011, embora com muitas produções em 3D, apresentou uma retração peculiar. Trata-se das animações. As duas principais lançadas em 2011, Rango e Rio, estrearam antes da temporada mais lucrativa do ano e Carros 2 mostrou que a Pixar não é de ferro. O filme foi a primeira produção do estúdio a angariar críticas negativas; e foram muitas.
Os estúdios apostaram nos personagens. A Warner se despediu de sua galinha dos ovos de ouro na última década. O verão de 2011 marcou o fim da saga Harry Potter. O oitavo filme não só se tornou a maior bilheteria da temporada, como se sagrou a terceira maior bilheteria da história do cinema.
O verão de 2011 não primou por filmes acima da média, mas, em compensação, não apresentou exemplares abaixo dela. Com grandes personagens (Ceasar, Magneto, Capitão América, Jack Sparrow e Harry Potter para citar alguns), resolveu-se como uma safra lucrativa e competitiva, ainda que sem muito brilho.


10 fatos do verão americano de 2011


Navegando em águas misteriosas se tornou o segundo filme da franquia Piratas do Caribe a ultrapassar a marca do bilhão de dólares. Contudo, o filme só arrecadou U$ 240 milhões nos EUA, ou seja, 24% de seu rendimento vieram do mercado doméstico. Foi o pior faturamento de um filme da franquia em solo americano.


A comédia Se beber não case-parte II faturou U$ 582 milhões internacionalmente e só perde em faturamento para os três filmes que passaram do bilhão de dólares. O filme de Todd Phillips é a maior bilheteria para uma comédia com censura 18 anos da história. O recorde anterior era do filme original


Thor é o filme baseado em super heróis mais bem sucedido da temporada. A fita arrecadou U$ 448 milhões e superou a concorrência dos X-men, Capitão América e Lanterna verde.


Foi um verão americano marcado pelo impensável sucesso de fitas adultas. Meia noite em Paris, A árvore da vida e Amor a toda prova foram alguns exemplos de filmes que levaram audiência aos cinemas. Um novo despertar também foi lançado no período, mas não obteve retorno comercial digno de nota.


As comédias se saíram muito bem no verão de 2011. Alavancado pelo sucesso esmagador de Se beber não case-parte II, o gênero viu fitas como Missão madrinha de casamento, Quero matar meu chefe e Professora sem classe arrecadarem mais do que filmes de super-heróis vitaminados por orçamentos polpudos.


O maior faturamento de um filme de médio orçamento foi mesmo de Se beber não case-parte II. Orçado em cerca de U$ 80 milhões, o filme arrecadou quase 8 vezes o que custou. Para se ter uma ideia, Avatar – o grande referencial em termos de arrecadação - teve o mesmo desempenho. A diferença fica no tamanho do orçamento.

A Fox é o estúdio por trás dos dois filmes mais bem avaliados pelos críticos na temporada: X-men:primeira classe e O Planeta dos macacos:a origem.


Foi o primeiro verão americano desde 1997 a contar com um filme estrelado por Harrison Ford sem estar na pele de seu icônico personagem Indiana Jones. Em 1997, ele esteve em Força Aérea Um e em 2011 em Cowboys & Aliens.


Steven Spielberg é o produtor de três filmes da temporada: Cowboys & Aliens, Super 8 e Transformers: o lado oculto da lua


O mês de maior faturamento nas bilheterias foi julho. Há quatro verões que julho perdia para maio em arrecadação

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Crítica - Transformers: o lado oculto da lua

Quase bom...

Não dá para dizer que é uma surpresa a performance de Transformers: o lado oculto da lua nas bilheterias – com mais de U$ 400 milhões arrecadados em um fim de semana; assim como não será surpresa a avaliação que se dará a seguir.
O terceiro filme da franquia apresenta notáveis efeitos especiais, potencializados pelo bom uso do 3D e as novidades se resumem a isso. O roteiro escrito por Ehren Kruger, com supervisão do próprio Michael Bay, além de reciclar gags dos dois primeiros filmes, estica (e muito) um fiapo de trama por cenas que chegam a cansar de tão dispensáveis. Mas os cortes de Michael Bay não permitem a canseira. São cortes rápidos e nervosos, de maneira que a sensação de velocidade nunca se dilua.
O lado oculto da lua e suas desnecessárias 2h20min de duração apresentam uma diferente versão para a corrida espacial à lua nos anos 60. Até aí, o filme se mantém minimamente interessante. Daí em diante, a sucessão de eventos privilegia a sequência de fatos que os fãs já aguardam: os decepticons e os autobots se pegando e destruindo tudo. Dessa vez, o campo de batalha é a Chicago do presidente Obama, citando nominalmente no começo do filme.

Rosie Huntington-Whiteley e Patrick Dempsey, duas das novidades do novo filme: ela desfila e ele aparece mais canastrão do que nunca...


As presenças de John Malkovich, Frances McDormand e Patrick Dempsey chegam a causar vergonha alheia. No final das contas, é Shia LaBeouf quem melhor encarna mesmo o “espírito Transformers”. A bela Rosie Huntington-Whiteley só não teve uma estréia discreta por que todos no filme fazem questão de notar sua beleza, como que se quisessem fazer inveja a Megan Fox.
Transformers: o lado oculto da lua, porém, é justificado por suas promessas. É um filme para quem curte fitas de ação com excesso de efeitos especiais, pouco desenvolvimento dramático e uma ou outra piada eficiente. Michael Bay não decepciona nesse sentido. O terceiro filme é quase tão bom quanto o primeiro. Mas o que é um “quase” ante milhões de bilheteria? Como Optimus Prime, o robozão do bem, informa antes dos créditos finais surgirem: os autobots não vão abandonar a terra (leia-se cinema).

domingo, 3 de julho de 2011

Insight

O mundo de brinquedos de Michael Bay



Acostumou-se a falar mal de Michael Bay. O diretor é cria do megaprodutor Jerry Bruckheimer e descobriu-se como artesão do cinema testosterona hollywoodiano. A grife Michael Bay sustenta filmes como A rocha, os dois Bad boys, Armageddon, Pearl Harbor, A ilha e a série Transformers. O primeiro filme, de 2007, marcou o distanciamento de Bay de seu tutor, Bruckheimer. Mas as costas continuaram quentes. Steven Spielberg foi quem convidou Bay para dar vida aos brinquedos da Hasbro nos cinemas.
A fama de Michael Bay não é das melhores. Seus filmes podem ter grandes orçamentos, muita mídia e um baita retorno financeiro, mas não têm prestígio. As críticas são sempre péssimas, o público sempre bastante segmentado e Hollywood parece se divertir com o status de pior diretor do mundo que lhe aferiu. Mas o “artesão da destruição”, como já foi carinhosamente chamado pelo semanário Hollywood Reporter, não se importa com rótulos ou presunções. “Faço os filmes que gosto, da maneira que gosto”, admitiu certa vez. É uma política honesta. Seus filmes rendem porque cumprem exatamente aquilo que prometem. Fiapos de história, algum humor e muita ação.
Bay, é bem verdade, já tentou se levar a sério. A repercussão de Pearl Harbor (2001), no entanto, o devolveu à perspectiva que ele hoje se encontra confortável.
Desde o início dos anos 2000, se descobriu como produtor. Privilegiando fitas de terror, principalmente refilmagens, posicionou-se como garimpador de novos talentos. Marcus Nispel (que esse ano entrega a refilmagem de Conan) foi bancado por Bay na refilmagem de O massacre da serra elétrica (2003).
Michael Bay pode ser um diretor de filmes de entretenimento, mas tal qual o técnico de futebol mais vitorioso do futebol brasileiro atual (Muricy Ramalho), seu lema é trabalho. Spielberg, durante a campanha de promoção do segundo Transformers, comentou que nunca havia trabalhado com um diretor tão comprometido com metas, horários e orçamentos. Principalmente em projetos tão grandes e multifacetados como a série Transformers. Megan Fox, que desatou a falar mal de Bay, assim o fez por considerar que Bay exigia muito de sua equipe. “Ele só cobra, cobra e é muito mandão”, disse a atriz à época da pré-produção do terceiro filme. Megan Fox, como bem sabe o leitor, fez analogias infelizes e acabou demitida. Megan ficou de fora do mundo de brinquedos de Michael Bay.
Com um dos maiores salários pagos a diretores em Hollywood (cerca de U$ 5 milhões por filme), na companhia de vanguardistas da tecnologia (James Cameron) e pioneiros da indústria hollywoodiana (Spielberg), Michael Bay demonstra que está exatamente onde deseja estar. Ele provavelmente não ganhará um Oscar, mas no reinado que construiu, nem precisa.

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Filme em destaque: Transformers - o lado oculto da lua

Mais barulho, explosões, Shia LaBeouf gritando "não", som do Linkin Park e efeitos especiais de primeira categoria. Os Transformers estão de volta...


Michael Bay enviou uma carta com recomendações ao mercado exibidor sobre como manipular a fita em 3D de Transformers – o lado oculto da lua. Mas Bay não era esse curador do 3D durante a pré-produção do terceiro Tranformers – o filme que é a aposta da Paramount para fazer frente ao bruxo Harry Potter nessa temporada de verão.
O diretor era contrário à ideia de rodar o filme em 3D. Foram intensas negociações e, finalmente, após um bate papo franco com o produtor Steven Spielberg, Bay cedeu as demandas do estúdio – mas não sem descolar um providencial aumento de U$ 50 milhões no orçamento. O inflado orçamento do terceiro Transformers beijou os U$ 230 milhões sem considerar o gasto com o marketing. É muita segurança de que os decepticons e os autobots irão arrasar nas bilheterias mundiais. O precedente é positivo. O primeiro Transformers (2007) arrecadou U$ 710 milhões nas bilheterias, mas o custo foi consideravelmente inferior: U$ 150 milhões.
A vingança dos derrotados, lançado em 2009, já apresentava um orçamento mais gordo. Os U$ 200 milhões gastos na produção renderam elogios ao apuro dos efeitos especiais e valeram ao filme a liderança nas bilheterias americanas naquele ano com U$ 403 milhões. Internacionalmente, o filme de Bay perdeu a disputa para o sexto exemplar da saga Harry Potter, mas os U$ 836 milhões arrecadados deixaram a Paramount mais do que satisfeita.
E as projeções de bilheteria são otimistas. Analistas apontam que é O lado oculto da lua o filme que pode reverter a tendência de queda na procura pelo 3D nos cinemas americanos. Mas a Paramount não descuidou de outros mercados estratégicos. O Brasil, por exemplo, é um deles. Segundo levantamento do portal Filme B, o país é um dos principais consumidores de 3D no planeta. O dado corrobora pesquisa de mercado das principais distribuidoras (entre elas FOX, Sony e Warner). Enquanto o interesse pelo 3D nos EUA cai, aqui ele se mantém em crescimento moderado.
Semana passada Bay chegou ao Rio de Janeiro acompanhado pelos atores Josh Duhamel e Rosie Huntington-Whiteley para promover o filme. Do Rio seguiram para Moscou, e lá se reuniram a Patrick Dempsey e Shia LaBeouf, para prestigiar a premiere russa do filme. Japão e Inglaterra são outros destinos da entourage.

 Patrick Dempsey, Shia LaBeouf, Rosie Huntington-Witheley, Michael Bay e Tyrese Gibson na premiere da fita em Moscou na última semana


Michael Bay observa Rosie Huntington-Whitley e Josh Duhamel em entrevista coletiva concedida no Rio de Janeiro durante campanha de divulgação do terceiro filme


Sem medo da sombra de Megan


Além do 3D e da pressão por lucro, o terceiro filme enfrentou outro revés muito mais midiático. A saída de Megan Fox. E foi uma saída turbinada por boatos e troca de farpas na imprensa de celebridades. Megan Fox comparou Michael Bay a Hitler – em analogia infeliz a suas exigências em um set de filmagens. Um punhado de profissionais ligados à produção dos filmes soltou nota criticando Megan por seu comentário e chamando-a de “estúpida”. A coisa não melhorou e Megan Fox foi demitida, embora ela não goste de usar essa palavra quando rememora o episódio. Fato é que o posto de “a próxima Megan Fox” foi dos mais disputados em Hollywood e a modelo inglesa Rosie Huntington-Whiteley, uma das angels da Victoria´s Secret, ficou com a vaga. O debute como atriz da namorada de Jason Statham logo se tornou uma das atrações do novo Transformers. Rosie, que na passagem pelo Rio de Janeiro mostrou-se simpática, disse que não teme as comparações e que é grata a Michael Bay pela oportunidade. A atriz, que demonstrou mais polidez do que sua antecessora, revelou que alimenta o desejo de ser Bond girl um dia.
Outras adições no elenco desse terceiro filme são o já citado Patrick Dempsey, John Malkovich e Frances McDormand. Todos pela diversão. Afinal, Transformers é mesmo um gigante do entretenimento. O blog de cinema NextMovie teve o cuidado de destrinchar um pouco desse gigantismo em números. Entre tantas outras fábulas apurou os seguintes dados referentes aos dois primeiros filmes: cada Chevrolet Camaro (um em cada filme) custou U$ 500 mil; foram aproximadamente 200 carros estilhaçados no primeiro filme; Optimus Prime é composto de aproximadamente 10.008 partes nos computadores da Industrial Light Magic (empresa responsável pelos efeitos especiais dos filmes); 38 horas é o tempo de renderização dos efeitos especiais; no primeiro filme foram 420 efeitos especiais, no segundo 580 e no terceiro algo em torno de 800.
Prepare as aspirinas! Os robôs voltaram para fazer ainda mais barulho.

Um dos muitos carros destruidos durante a produção do terceiro Transformers: uma aula de como torrar U$ 230 milhões

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Em off

Nesta edição de Em off, o Oscar busca surpreender a audiência, um ex-diretor de 007 que anda falando mal da série; a preparação de Brad Pitt para enfrentar zumbis; o conselho que Oliver Stone deu para o protagonista de Transformers; a maior mostra já organizada em homenagem ao mestre do suspense; a Nouvelle Vague invadindo São Paulo e os piores atores de todos os tempos.




Ficou para depois...

A árvore da vida de Terrence Malick será plantada nos cinemas brasileiros apenas em agosto. A Imagem filmes, que detém os direitos da fita aqui no Brasil, remarcou a estréia do filme para o dia 12 de agosto. Não houve justificativa oficial para o adiamento do vencedor da Palma de ouro – que estrearia no dia 24 de junho nas salas brasileiras.
 Em virtude do súbito adiamento, a mostra Panorama do blog – que analisaria a obra sob a perspectiva da filmografia de Malick – ficará desfalcada. Ainda essa semana será publicado o artigo sobre Além da linha vermelha e na semana que vem sobre O novo mundo. A última semana de junho, que destacaria A árvore da vida, não terá o destaque da mostra. Em agosto, ainda que o contemplado por Panorama seja outro cineasta, o filme será elencado na mostra.



Em busca do elemento surpresa

A Academia de Arte e Ciências Cinematográficas de Hollywood (AMPAS) , como de costume, anunciou o saldo da reunião do comitê diretivo da instituição. Todo ano, esse conselho deliberativo promove algumas mudanças. Em 2011, a mudança foi mais profunda e objetiva recuperar um pouco do legado da Academia, manchado com a inclusão de obras discutíveis entre os dez indicados a melhor filme em 2010 e 2011.
Ficou resolvido que em 2012 a categoria principal (a de melhor filme) poderá ter entre 5 e dez indicados. E que só será sabido o número exato dos concorrentes no momento do anúncio dos indicados. "Uma indicação para melhor filme deve ser prova de um mérito extraordinário. Se só houver oito filmes que realmente mereçam esta honra em um determinado ano, não devemos nos sentir na obrigação de arredondar o número", explicou Bruce Davis, diretor-executivo da Academia, em comunicado de imprensa.
O presidente da instituição, Tom Sherak, explicou que para garantir o direito de se indicado a melhor filme, uma fita terá que ostentar a preferência em pelo menos 5% dos votos dos acadêmicos. Sherak admitiu que a medida também tem o objetivo de incrementar o impacto do anúncio dos indicados, acrescentando um elemento surpresa.

O presidente da Academia, Tom Sherak: surpresa e mérito são as ordens do dia...


Outras mudanças
A academia anunciou que os indicados a melhores efeitos especiais também podem aumentar. Poderão ser de 3 a 10, dependendo das notas atribuídas aos efeitos nas fases prévias de análise. As categorias de documentário, curta-metragem e animação também tiveram flexibilização determinada em virtude do número de candidatos inscritos.


Saldo positivo
A ideia de meritocracia é louvável e deve mesmo nortear as decisões da Academia. A tendência é de que em anos extraordinários, o número de indicados ao Oscar de melhor filme se aproxime de dez, no entanto, em linhas gerais, deve girar em torno de sete. A seção Insight do dia 26 de junho irá repercutir essas novas diretrizes do Oscar.



Bafo de mulher traída!
Martin Campbell é um dos poucos diretores que já dirigiu mais de um filme de James Bond na contemporaneidade. Foi chamado para dirigir a estréia de Pierce Brosnan na série (007 contra goldeneye, de 1995) e para o reboot em 2006 com Daniel Graig como Bond. Após conseguir as melhores críticas e a melhor bilheteria da série com Cassino Royale, Campbell dirigiu O fim da escuridão (ótimo thriller policial com Mel Gibson) e Lanterna verde, adaptação de HQ que pinta nos cinemas americanos nesse final de semana. Foi durante a premiere deste último filme que Campbell resolveu defenestrar Quantum of Solace – o filme que deu sequência às aventuras de 007. “Foi uma porcaria. A história não era muito interessante e a ação não fazia jus aos personagens”, opinou. Campbell, que teve que lidar com uma série de intervenções do estúdio em seu Lanterna verde e que amealha críticas negativas, se disse esperançoso com o trabalho de Sam Mendes – o diretor escalado para a vigésima terceira aparição de James bond no cinema.



Os melhores piores...
A cultura pop pode ser cruel. Prova disso foi a análise feita pelo site Slate, com base no banco de dados do site Rotten tomatoes (que agrega críticas e cotações sobre filmes). A ideia era aferir o pior ator e a pior atriz da história do cinema. Chuck Norris e Jennifer Love Hewitt obtiveram a distinção. O leitor, para incrementar o componente de crueldade da cultura pop, pode argumentar de que era desnecessário proceder tal pesquisa para obter tal resultado. Pura maldade!


 A beleza de Jennifer Love Hewitt não põe mesa segundo apurou o site Slate 



Os mandamentos de Oliver Stone
Ao que parece, Shia LaBeouf ouviu bem Oliver Stone. Durante a campanha de divulgação de Wall street – o dinheiro nunca dorme, filme em que Stone dirigiu Shia, o diretor afirmou que estava na hora de Shia parar de brincar de robô (em referência a série de filmes Transformers) e começar a se engajar em projetos mais sérios (em alusão ao próprio Wall street). Todos riram e anuíram com a ótima frase de efeito. Shia, como é de conhecimento público, já estava envolvido com o terceiro Transformers – que estréia no dia 1º de julho.
Agora, às vésperas do lançamento, o ator afirmou em entrevista a MTV americana que “Transformers – o lado oculto da lua” marca sua última participação na série. “Aposto que o estúdio, com o sucesso que vem tendo, irá continuar. Mas meu ciclo acaba com este filme”, afirmou na ocasião.



Brad Pitt contra zumbis

A produção de World War of Z deve começar dentro de alguns meses na Escócia. A fita, uma produção da Plan B (produtora de Brad Pitt), foi orçada em U$ 130 milhões. O filme acompanha a saga de um emissário da ONU que viaja coletando depoimentos de humanos que sobreviveram a um holocausto zumbi. O projeto já esteve associado a Paramount e atualmente não há nenhum acordo de distribuição fixado. Mas com Brad Pittt a frente do elenco, com direção do franco suíço Marc Foster e roteiro do cultuado J. Michael Straczynski isso não deve ser um problema. Recentemente, foi divulgado que Ed Harris e Matthew Fox iniciaram negociações para integrarem o elenco. O filme é baseado na obra homônima de Max Brooks (Word War of Z: na oral history of zombie war). Começou como um projeto maldito e vai ganhando forma hypada...



Hitch em São Paulo
Os cinéfilos paulistanos poderão se deleitar nas próximas semanas. Entre os dias 15 e 24 de junho será realizada a mais completa Mostra sobre Alfred Hitchcock no país. Serão exibidos 54 longa-metragens em película e mais DVDs de filmes rodados nos anos 20 e 127 episódios da série Alfred Hitchcock presents. Também estão programados exibições de curta-metragens, debates e cursos.
A Mostra acontece no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), cujo endereço é rua Álvares Penteado,112 (próximo às estações Sé e São Bento do metrô).
O CineSesc já exibe uma palhinha do que começa a ferver a partir de hoje em São Paulo. Amanhã, às 19h30min, o crítico de cinema Inácio Araújo e o cineasta José Mojica Marins estarão no CCBB para responder a seguinte pergunta: Era Hitch, um cineasta moderno?
A programação completa, com dias e horários das sessões, pode ser conferida no site do evento (www.mostrahitchcock.com.br).



Sempre um charme
E já que o assunto é cinema em seu mais alto nível, outra opção para os cinéfilos paulistanos é a mostra que o Sesc Interlagos promove sobre o cinema francês entre os dias 17 e 24 de junho. O tema é 1959: o ano mágico do cinema francês. A seleção recupera filmes do período de efervescência da cinematografia daquele país que foi batizado de Nouvelle Vague. A mostra destacará os filmes Hiroshima, meu amor, de Alan Resnais (17/4, às 15h); Acossado, de Jean-Luc Godard (18/4, às 15h); Os incompreendidos, de François Truffaut (19/6, às 15h); Quem matou Leda?, de Claude Chabrol (23/6, às 15h); Pickpocket, de Robert Bresson (24/6, às 15h).
O preço dos ingressos é de R$ 3. O endereço do Sesc Interlagos é avenida Manoel Alves Soares, 1.100, Parque Colonial.

terça-feira, 7 de setembro de 2010

Claquete destaca

+ “Uma utopia conjugal”. Assim definiu seu filme sobre dois casais que iniciam um jogo erótico, o diretor Antony Cordier. O filme francês Happy few foi exibido com alguma polêmica na semana passada no Festival de Veneza. Para o diretor, seu filme “é muito obsessivo”, portanto não daria para avaliá-lo dentro dos moldes da Nouvelle Vague, como sugeriram críticos desgostosos da produção.


+ Também em Veneza, Sofia Coppola foi bastante aplaudida após a exibição de seu mais recente trabalho, Somewhere. Coppola já era tida como favorita mesmo antes da premiação, mas os favoritos nem sempre correspondem a seus pesos em festivais. Na coletiva, a diretora admitiu que o filme, que mostra a relação de uma menina com seu pai ator, tem “cores autobiográficas”.

Pai e filha de mentirinha: Stephen Dorff e Ellie Fanning também compareceram a premiere internacional do filme

+ Um pouco de feminismo, uma pitada de política, um comentário sobre o socialismo e a misoginia em voga na França. É mais ou menos esse o tempero de Potiche, nova comédia do diretor François Ozon lançada neste final de semana em Veneza. A fita foi muito aplaudida na sessão para a imprensa e também na sessão oficial. Em tempo, o filme anterior do diretor francês, O refúgio (dessa vez um drama) tem estréia marcada para a próxima sexta-feira em São Paulo e no Rio de Janeiro.


+ Martin Scorsese também esteve em Veneza. O diretor exibiu no sábado A letter to Elia em que ressalta a importância de um cineasta que passou a ser contestado por algumas de suas atitudes (como o fato de ter colaborado com o Marcathismo).


+ O americano, nova fita estrelada por George Clooney, superou as expectativas do estúdio e assumiu a liderança do feriado do dia do trabalho nos EUA. O filme, considerado um trabalho artístico, superou estréias de maior apelo como Machete, dirigido por Robert Rodriguez e Amor à distância, romance estrelado por Drew Barrymore e Justin Long.



+ O americano, que deve estrear em novembro no Brasil, fez U$ 16 milhões, mas não evitou desse ser o feriado do dia do trabalho de menor faturamento desde 1997. Machete, que abriu em terceiro com U$ 11,3 milhões, decepcionou o estúdio que esperava uma abertura em torno de U$ 25 milhões.



+ O crítico Roger Ebert, o mais popular e famoso crítico de cinema do mundo, escreveu critica elogiosa a O americano. Para o crítico o novo filme de George Clooney é “um entretenimento surpreendentemente agradável”.



+ Amanhã será exibido às 22h no canal Fox o último episódio da primeira temporada de Glee, grande fenômeno de mídia dessa última temporada. Enquanto isso, os dois últimos cds com coletâneas de músicas interpretadas pelo elenco da série já estão disponíveis nas lojas do país.



+ Aconteceu no primeiro, aconteceu no segundo e, também aconteceu no set de filmagens de Transformers 3. Uma cena envolvendo muitos carros, ou seja quase que qualquer uma em tratando-se de Transformers, deu errado e a figurante Gabriella Cedillo, de 24 anos, ficou gravemente ferida. Ela já passou por uma cirurgia e seu quadro, segundo boletins médicos, é estável. A Paramount e a Dreamworks (estúdios responsáveis pelo filme) ainda não se pronunciaram oficialmente sobre o ocorrido.

Shia LaBeouf ao lado de Michael Bay nos sets de Transformers 3: tudo parado até segunda ordem...

+ Em Another year, um dos filmes que será exibido no próximo festival de Toronto, Mike Leigh retoma um universo que lhe é muito particular. O cotidiano da classe média inglesa e sua inadequação a certos pendores sociais. O casal vivido por Jim Broadbent e Ruth Sheen tem sua doce rotina perturbada por visitantes que vivenciam momentos de desequilíbrio em suas vidas. O filme, que debutou no último festival de Cannes, tem recebido fortes elogios e menções da crítica, sendo apontado como uma das certezas para a próxima temporada de premiações.


quinta-feira, 27 de maio de 2010

Cenas de cinema

Visita da cegonha
A atriz italiana Monica Bellucci, de 45 anos, deu a luz essa semana ao segundo rebento da união com o ator francês, Vincent Cassel. Léonie nasceu em Roma nesta segunda-feira. A atriz já é mãe de Deva, a primeira filha do casal, que tem 5 anos de idade.

Premiere de Sex and the city 2
As primeiras críticas que surgem nos EUA sobre Sex and the city 2 são pavorosas. 90% avacalham o filme sem dó. Os outros 10% avacalham com um pouco de dó. Não há uma crítica positiva sobre o filme até agora. Sarah Jessica Parker, receosa, já advertiu as fãs no início da semana: “Um terceiro filme só acontecerá dependendo da resposta do público”.
Mas como tudo é lindo e glamuroso no mundo de Sex and the city, lá estavam as quatro atrizes na premiere nova-iorquina do segundo longa. Mas para provar que o fenômeno está perto de se esgotar, a protagonista Sarah Jessica Parker, por muito tempo tida como ícone fashion, foi eleita a mais mal vestida do quarteto em pesquisa realizada pela revista Gloss americana. De qualquer jeito, o filme chega amanhã em 65 países. Ou seja, com estilo.

No alto à esquerda, a atriz Jennifer Love Hewitt posa para foto. Quem também compareceu à premiere novaiorquina do longa foi a top model brasileira Alessandra Ambrósio. Na foto maior, as quatro estrelas do filme


Dose dupla de Catrall
E por falar em Sex and the city 2, é oportuno lembrar que a intérprete da fogosa Samantha, Kim Catrall chega em dose dupla aos cinemas brasileiros neste fim e semana. Além do aguardado filme das amigas nova-iorquinas, Catrall está no também aguardado novo filme do cineasta francês Roman Polanski. No elogiado O escritor fantasma, a atriz faz uma assessora do primeiro ministro inglês vivido por Pierce Brosnan.


Kim Catrall em versão sexy ou séria nesse fim de semana: ao gosto do freguês



Um tailandês que incomoda muita gente
O resultado do último festival de Cannes continua rendendo polêmicas. A imprensa internacional não digeriu bem a vitória do obscuro Lung Boonmee Raluek Chat. Nos primeiros dias após a divulgação dos vencedores da Palma de ouro, a reação foi virulenta e confrontadora como pouco se viu no histórico recente do festival. Na enquete promovida pelo blog, houve efeito proporcionalmente semelhante. 42% dos votantes entenderam o resultado final do festival como ruim. 28 % cravaram na opção bom, enquanto que 14% admitiram terem sido surpreendidos. Uma outra parcela de 14% se mostrou indiferente quanto ao prêmio principal, uma vez que a vitória de Javier Bardem (na categoria de ator) foi garantida. Claquete apresenta o trailer da produção vencedora de Cannes 2010.





Prêmio cine B do cinema brasileiro
Se o cinema brasileiro já não é lá muito prestigiado pelos seus, imaginem o circuito alternativo brasileiro. O prêmio Cine B do cinema brasileiro, que será realizado na próxima segunda-feira em São Paulo, prestigia esse cinema negligenciado pelo público. Em um evento que será realizado na sede do sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e região (Rua São Bento, 413, Centro Ed. Martinelli) e ancorado pelo rapper e ator Thaíde, serão homenageados diretores e membros de comunidades de periferias do estado. Segundo os organizadores do evento, a premiação de segunda-feira é mais uma forma de incentivar a produção nacional dentro de um projeto de democratização do acesso à cultura.

Meninas morram de inveja
Pois é. Existem coisas que só quem vive em Hollywood entende. O papel da mocinha de Transformers 3 passou a ser disputado a tapas em Hollywood por beldades jovens sem nenhum talento para atuação, mas com beleza de sobra para embalar um blockbuster de verão. Depois da saída de Megan Fox do terceiro Transformers, em virtude de desentendimentos com o diretor Michael Bay, muitos nomes já foram cotados. Leonardo DiCaprio chegou a intervir para que sua namorada, a top model israelense Bar Rafaeli fosse a eleita. Mas a produção do filme quer alguém mais jovem. Afinal, tem muita gente de olho e querendo ser a próxima Megan Fox. A revista inglesa Total Film noticiou que a disputa parece fechada entre a atriz Gemma Arterton (que está no último filme de Woody Allen, You will meet a tall dark stranger), que seria a preferida de Michael Bay, e a modelo inglesa Rosie Huntington, que seria a preferida do estúdio. E aí, qual é a sua preferida?

Gemma Arterton, à esquerda, é a preferida do diretor enquanto que Rosie Huntington, de biquini, é a favorita da produção: Qual é a sua?

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Cenas de cinema

Não foi bom
Shia LaBeouf resolveu abrir o coração em Cannes, onde esteve para divulgar Wall Street: money never sleeps. O ator falou de sua paixão pela companheira de cena Carey Mulligan e sobre seu futuro no cinema. Mas a declaração que mais chamou a atenção da imprensa internacional foi outra. Sobre seu passado recente. LaBeouf afirmou que o quarto filme de Indiana Jones, em que ele dividiu a cena com Harrison Ford, não foi um bom filme. E que a culpa era dele. “Você pode culpar o roteirista ou culpar Steven (Spielberg, diretor do filme). Mas o trabalho do ator é fazer algo vivaz, fazer funcionar, e eu não consegui isso. Então é minha culpa", disse o ator em entrevista ao jornal L.A Times. Humildade ou jogo de cena? Vale lembrar que à época do lançamento do filme, o mesmo Shia disse que aquele era o melhor filme que já tinha feito na sua vida.

O novo papel mais disputado em Hollwood
Durantes longos seis meses do ano passado, o papel de Frank Sinatra - na biografia que Scorsese fará sobre o ícone americano – foi o papel mais disputado em Hollywood. Outro ícone musical americano promete ser o papel mais disputado deste ano. A biografia do líder do Nirvana, Kurt Cobain, está ainda sem estúdio e com um roteiro não finalizado (escrito por David Benioff), mas já agita os bastidores hollywoodianos. Depois da especulação em torno do nome de Robert Pattinson para viver o protagonista, Scarlett Jonhansson afirmou que gostaria de fazer parte do projeto. Esta semana foi a vez de Jake Gyllenhaal se oferecer. Em uma entrevista promocional de seu novo filme, O príncipe da Pérsia: areias do tempo, Gyllenhaal (que até esta semana estava com os cabelos longos) defendeu que já está caracterizado para viver Cobain. “Eu só teria que clarear o cabelo”, afirmou.

Jake: Tô prontinho, só falta clarear...

Você está demitida!
Segundo informações divulgadas ontem pelo site Deadline Hollywood, a atriz Megan Fox, que interpreta Mikaela, a namorada de Sam (Shia LaBeouf) na franquia Transformers, foi demitida da produção do terceiro filme. Não foram divulgadas as razões que motivaram a demissão da atriz, o release divulgado a imprensa só afirmava que a decisão havia sido do diretor Michael Bay. A assessoria da atriz desmente essa informação e afirma que a decisão de abandonar o terceiro filme partiu dela. Difícil crer. Vale lembrar que Bay e Fox já vinham se desentendendo antes do início das filmagens.
Um novo par romântico deve surgir para o protagonista neste terceiro filme. Casos de demissões assim não são frequentes, mas acontecem em Hollywood. Antes de Megan, a última atriz de notoriedade a ter sido demitida, já com as filmagens em andamento, havia sido Lindsay Lohan.

As incríveis peripécias de Lindsay
Lindsay Lohan pode até tentar, mas não consegue ficar fora dos holofotes. Esta semana duas “gossip bombs” envolvendo a atriz tomaram o noticiário de Hollywood. A primeira é de que ela pode estar com namorada nova. Depois das idas e vindas com a DJ Samantha Ronson (que marcou sua primeira relação lésbica), a atriz estaria tendo encontros secretos com a modelo Julia L. Pal-Chaudhhuri.
A segunda notícia é mais séria. Lindsay que, assim como 90% das estrelas de cinema, está em Cannes foi convocada a se apresentar a justiça de Los Angeles. Como a atriz não cumpriu alguns pontos de sua pena alternativa por direção embriagada e faltou a audiência marcada para hoje, a juíza já expediu um mandado de prisão que deve ser cumprido assim que a atriz aterrissar nos EUA.

La Lohan: de Cannes para o xilindró. Será?


A beira de um ataque de nervos na Broadway
Um dos mais famosos filmes do cineasta espanhol Pedro Almodóvar vai virar musical da Broadway. Trata-se do maravilhoso Mulheres a beira de um ataque de nervos, de 1988. Almodóvar, por enquanto, ainda não foi garantido na adaptação de seu texto para o teatro, mas já foi confirmado que a atriz Jessica Biel (que não é presença comum em musicais) estrelará a adaptação.

Premiere de O príncipe da Pérsia
Ele não está no filme, mas Tom Cruise foi o grande destaque da premiere americana de O Príncipe da Pérsia: areias do tempo que ocorreu segunda-feira em Los Angeles. Tirou fotos com todo mundo, com os produtores do filme, com as estrela do filme e com outros ilustres convidados, além de tirar umas com os fãs também. Também marcaram presença no evento, a cantora Alanis Morissette, o ator Nicolas Cage, os atores Bruce Willis e Eddie Murphy e o astro da fita que estréia no dia 4 de junho, Jake Gyllenhaal.

sábado, 27 de março de 2010

De olho no futuro...


Eis o Capitão América
Depois de dois meses de intensa movimentação para escolher o intérprete do super soldado da Marvel, o Capitão América, o diretor Joe Johnston e os produtores do filme bateram o martelo em um nome, Chris Evans. O ator que já viveu o Tocha humana nos dois filmes do Quarteto fantástico ficou reticente quanto a proposta. Mas depois de dois dias do convite feito, aceitou. A escolha de Evans denota duas coisas. A primeira delas é a de que nenhum dos outros nomes “desconhecidos” aventados convenceu os produtores e a segunda, é o reconhecimento do carisma do ator que “roubou” a cena nos dois primeiros filmes da família fantástica.


Chris Evans põe-se a pensar:aceito ou não aceito?
Não criemos pânico
Muita gente ficou confusa e se indagou: Mas peraí, então ele vai ser o Capitão América e o Tocha humana? A Fox, que detém os direitos sobre o quarteto fantástico, anunciou que fará um reboot da série no cinema. Assim como também o fará com Demolidor, outro personagem Marvel controlado pela Fox. Nem Bem Affleck, nem o elenco original do quarteto voltam para esses novos filmes. Evans, tal qual outros atores como Christian Bale (Bruce Wayne e John Connor) e Hugh Jackman (Wolverine e Van Helsing), adentra o seleto rol de atores que vivem mais de um herói famoso.


Uma Bond girl sem muita graça
Foi anunciado essa semana o nome de Freida Pinto (a amada de Jamal em Quem quer ser um milionário?) como a nova Bond girl no filme que está previsto para começar a ser rodado no final do ano. A atriz, que também poderá ser vista no novo filme de Woody Allen, parece ser a que se deu melhor do elenco do festejado filme de 2008. Porém, em termos de Bond girl, é uma decepção. Depois de uma safra com Halle Berry, Teri Hatcher, Sophie Marceu, Rosemound Pike, Eva Green e Olga Kurykenko, Freida não é exatamente um nome que impressiona.

Freida Pinto faz pose sexy: Ela é a nova vítima do Bond de Daniel Craig
Uma dupla do barulho
Jason Bateman e Ben Afleck dividiram uma cena no thriller Intrigas de estado no ano passado. Afleck fazia um senador em maus lencóis enquanto que Bateman um informante atrapalhado. em Maré de azar, filme que também foi exibido (em circuito limitado) nos EUA no ano passado, Bateman e Afleck voltam a contracenar juntos. Dessa vez, Bateman vive um homem que beira o colapso de tantas responsabilidades e Afleck (com um visual porra louca) um cara que lhe apresenta algumas "formas" de relaxar. Maré de azar deve chegar as locadoras brasileiras até o final do semestre. Fique com o trailer:




O 3D não é uma opção
O diretor Michael Bay trava uma batalha informal com o estúdio Paramount que quer o terceiro Transformers em 3D. Só que o estúdio quer converter o filme para 3D depois de pronto, tal qual a Warner está fazendo com o que promete ser um dos hits do verão, Fúria de titãs. Acontece que Bay, que já é contrário ao 3D engrossou a voz: “Já não sou entusiasta do 3D e essa conversão aí, parece fake 3D”, disparou o diretor. No que ganhou um inusitado aliado. James Cameron, nada mais nada menos do que o Mr. 3D, atacou a febre dos estúdios pelo 3D. Cameron disse que dessa maneira a tecnologia seria banalizada. Já que as conversões para o 3D não são plenamente satisfatórias. Enquanto isso, Bay aposta no tradicional. Ou seja, nos bons atores (o que impressiona vindo de um diretor como Bay). Essa semana ele confirmou John Malkovic e Frances McDermond no elenco do terceiro Transformers.
Bay cruza os braços: 3D aqui não senhor!