segunda-feira, 24 de dezembro de 2012
Crítica - O impossível
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
Oscar Watch 2013 - O ano dos esquecidos ou dos favoritos?
Mais do que em qualquer outra temporada, a atual corrida pelo Oscar se inscreve como um confronto mordaz entre os favoritos da academia e os frequentemente esquecidos por ela. É um combate interessante que pode produzir um cenário inovador, multifacetado e mais justo dentro da inescapável injustiça que toda a temporada de premiações fomenta.
domingo, 2 de dezembro de 2012
Oscar Watch 2013 - Briga de muitos cachorros (e nem todos grandes)
segunda-feira, 16 de abril de 2012
Crítica - À toda prova
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| Carano e Fassbender em cena de À toda prova: filme de ação cheio de estilo e sofisticação |
quinta-feira, 5 de janeiro de 2012
Oscar Watch 2012 - Ao mestre com carinho
domingo, 27 de fevereiro de 2011
Momento Claquete # 8
sábado, 20 de novembro de 2010
Cantinho do DVD
Elenco: Ewan McGregor, Cameron Diaz, Delroy Lindo, Holly Hunter e Iam Holm
Estúdio: Fox
Duração: 104 min
Status: Disponível em DVD e Blu-Ray para venda e locação
Preço médio: Blu-Ray = R$ 79,90
DVD = R$ 29,90
quinta-feira, 10 de junho de 2010
Crítica - O golpista do ano
O golpista do ano é sobre esse individuo que tenta preencher a vida de sentido. O inicio da fita e o final, embora um tanto professorais, ratificam essa constatação. É em uma de suas passagens pela prisão que Steve conhece Phillip Morris (Ewan McGregor) e se apaixona por ele. A paixão mútua é muito bem delineada na tela. Tão bem quanto a expertise de Steve para burlar e dissimular.
O filme se vale de uma comédia com retoques dramáticos para contar a história (real) de um homem que tentou prevalecer de todas as formas possíveis e imagináveis a seus impulsos naturais. Essa dicotomia entre dissimulação e impulsos é, na verdade, sobre o que trata O golpista do ano. E é justamente o resultado que advém dela que confere uma certa melancolia ao filme.
Rodrigo Santoro faz o primeiro "namorado sério" de Steve em sua nova fase: o filme tem momentos de humor, mas não é exatamente uma comédiaJim Carrey entrega sua melhor atuação em anos. O ator acerta o ponto na caracterização de um homem que sucumbe às próprias engenharias. Carrey ainda tem o mérito de evitar repetir a si mesmo. Ewan McGregor é outro em aparição inspirada. O ator faz uma composição delicada revelando toda a fragilidade de seu personagem e se desvia da caricatura e afetação a qual muitos outros atores poderiam ceder. Mas o grande trunfo dessa inusitada história, que tem o seu charme justamente devido a esse histrionismo romântico, é o desenvolvimento dos personagens. Os dois pilares da trama (Phillip e Steve) tentam cada qual a sua maneira contornar aquilo que parece ser a sina de suas vidas. Essa sina, que não tem nenhuma relação com a homossexualidade (embora em um ou outro momento a realização teça um comentário a respeito), corresponde justamente a facilidade com que ambos cedem a seus impulsos. O que, como fica claro no desfecho do filme, nem sempre resulta em um felizes para sempre.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Crítica - O escritor fantasma
O novo filme do diretor Roman Polanski chega ofuscado pela tragédia pessoal do cineasta. Polanski finalizou O escritor fantasma (ING/EUA 2010) já preso na suíça, onde aguarda uma possível extradição para os EUA por conta de uma acusação de estupro que data dos anos 70. No filme, um thriller político de primeira linha, Polanski aproveita o ensejo proporcionado pela história de cunho político para exercer seu cinismo no que pauta as relações internacionais travadas entre Inglaterra e Estados Unidos. No filme, o escritor vivido por Ewan McGregor é contratado para redigir as memórias do ex-primeiro ministro inglês Adam Lang (Pierce Brosnan) e se vê envolto em um emaranhado de mistérios e intrigas que o levam a questionar muito mais do que o seu voto. A figura de Lang, obviamente, remete a Tony Blair. Político carismático que fez um governo pró EUA e que saiu pelas portas dos fundos. Pierce Brosnan, com sua caracterização meticulosa, força a comparação.
Polanski é exímio contador de histórias, por isso mesmo, desenvolve muito bem a trama (que escreveu com o amigo, jornalista e escritor da obra na qual o filme se baseia, Robert Harris). A narrativa de O escritor fantasma é fluída, bem dosada e confia na perspicácia do espectador (assim como em sua formação cultural). O diretor, além de mostrar extremo domínio dos cacoetes do cinema de gênero (já fazia algum tempo que ele não retomava o universo de sua obra prima, Chinatown), demonstra esmero na criação das cenas. Desde a iluminação de algumas delas, passando pelos closes nos personagens em cenas capitais e no exemplar uso da magnífica trilha sonora de Alexandre Desplat e culminando na elaboração de alguns belos planos que só atestam a genialidade de Polanski como cineasta.
Brosnan e McGregor estão brilhantes no filme que atesta mais uma vez o gênio do diretor franco polonêsdomingo, 3 de janeiro de 2010
Os 25 melhores filmes da década: 21- Moulin Rouge - amor em vermelho

Sinopse:
Christian é um jovem inglês sonhador que chega a Paris no ano de 1899 com o desejo de se tornar um escritor. É a virada do século e a cidade vive uma revolução artística riquíssima em qualidade. Ele começa a escrever uma peça denominada de "Espetacular Espetacular". Acaba também conhecendo Satine, uma cortesã por quem acaba se apaixonando. Mas para financiar a peça surge um duque, que em troca do financiamento exige "exclusividade" sobre Satine.
Comentário:
Baz Lurhmann, um diretor sem grandes predicados, realizou essa que é, seguramente, a mais inventiva, convidativa e revigorante história de amor do novo século. Conjugando extravagância e sofisticação, cores berrantes com músicas eruditas, músicas pop com mulheres lindas, maravilhosas cenas de romantismo inflamado com coreografias matadoras, Moulin Rouge é um deleite para os olhos, ouvidos e , ainda mais importante, para a alma.
A história da cortesã que se apaixona pelo escritor pobre e sonhador é um almágama de toda a epopéia romântica que pautou os séculos XIX e XX. É lógico que suas variações reverberam no atual século e justamente por isso, o filme é tão charmoso. Moulin Rouge preserva um aspecto pueril sem descartar a sensualidade. O maior acerto de Lurhmann (fora a engenhosidade da colagem musical) foi transitar incólume por essa opção de registro.
Prêmios:
8 indicações ao Oscar e duas vitórias (figurino e direção de arte);ganhou o prêmio do sindicato de direção de arte; 13 indicações ao australian film awards e 6 vitórias; 12 indicações ao Bafta e duas vitórias ( melhor ator coadjuvante e melhor som); 3 indicações ao critics choice awards e uma vitória ( melhor diretor); participou da seleção oficial do festival de Cannes;6 indicações ao Globo de ouro e três vitórias ( melhor filme comédia/musical, melhor trilha sonora e melhor atriz comédia/musical); venceu três prêmios da associação de críticos de Londres ( filme, ator e atriz); 2 prêmios do MTV movie awards ( melhor sequência musical e melhor atriz); prêmio do sindicato dos montadores; dois prêmios do National Board of review ( melhor filme e melhor ator coadjuvante); prêmio do sindicato dos produtores;
Curiosidades:
- Ganhou um prêmio de honra emérita concedido pela associação dos coreógrafos americanos
-Foi o primeiro musical indicado ao Oscar de melhor filme em 20 anos
-Um ano depois, um musical (Chicago) voltaria a vencer o Oscar de melhor filme
-O ator Heath Ledger, então alçado a fama por seu papel em O patriota chegou a fazer testes para o papel de Christian, mas não agradou a Baz Luhrmann
-Ledger foi considerado por ser australiano e a intenção do diretor (tal qual faria com o épico Australia alguns anos mais tarde) era rodar o filme com protagonistas australianos
-Nicole Kidman se machucou três vezes durantes as filmagens
-As imagens de Paris foram produzidas digitalmente
-Foi por esse filme que Nicole Kidman recebeu sua primeira indicação ao Oscar, ela venceria o prêmio no ano seguinte pelo filme As horas
-No filme há versões e compilações de músicas famosas de vários artistas entre eles, U2, Elton John, Madonna e David Bowie.
Ficha técnica:
Título original: Moulin Rouge
Gênero: musical
Duração:2h e 6 min
Ano de lançamento: 2001
Estúdio: Bazmark Films
Distribuidora: 20th Century Fox Film Corporation
Direção: Baz Luhrmann
Roteiro: Baz Luhrmann e Graig Pearce
Produção: Fred Baron, Martin Brown e Baz Luhrmann
Música: Craig Armstrong e Marius de Vries
Fotografia: Donald McAlpine
Edição: Jil Bilcock
Elenco: Nicole Kidman, Ewan McGregor, Jim Broadbent e John Leguizamo
Fonte:arquivo pessoal





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