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quinta-feira, 5 de agosto de 2010

ESPECIAL SALT - Crítica

Entretenimento bacana!

Vamos logo ao que está movendo a curiosidade de todo mundo: Angelina Jolie está ótima como heroína de ação. Não que isso representasse alguma dúvida, mas o marketing do estúdio se debruçou fervorosamente sobre essa interrogação. Evelyn Salt, que uma ligeira definição remete a Jason Bourne de saias (tanto pela ambientação dramática quanto a algumas semelhanças narrativas e estruturais entre os filmes), ganha força nas feições sempre marcantes de Angelina e em seu status de super mulher tão lubrificado do lado de fora das telas.
A fita do australiano Philip Noyce, no entanto, surge menos envernizada do que sua protagonista. Salt (EUA, 2010) é movimentado, como pede o cinema de ação pós – trilogia Bourne, mas carece de algumas fundamentações que sobram em outros filmes contemporâneos que se valem do clima de paranóia como os recentes Rede de mentiras e Zona verde. Salt tenta inverter as expectativas da platéia e, nesse sentido, esmera-se na boa performance de Angelina Jolie. A atriz permanece impassível, impossível de se ler. Se o expectador desconfia dos rumos que a história tomará, não o é por causa de Angelina; sempre irresoluta. É daí que vem uma valiosa alternativa para se apreciar Salt. Um filme que mostra um ser humano dotado de um estupendo instinto de sobrevivência. O fato de a personagem principal ter sido adaptada para uma mulher, só agrega valor a essa nuance.

Espionagem e contra-espionagem: Mudanças de personalidade, fugas espetaculares e muita desconfiança no cardápio de Salt
Contudo, Salt, em seu desenvolvimento, não foge às armadilhas do filão. Com reviravoltas improváveis e um clímax que abusa da boa vontade do espectador, a fita não consegue se salvaguardar do rótulo de entretenimento ligeiro. Poderia, se essa fosse a intenção de Noyce e do estúdio, ser um filme tão pensante quanto Zona verde. Não o é por opções narrativas.
De qualquer jeito, não há como não sair satisfeito de uma sessão do filme. Seja por contemplar Angelina Jolie, no caso de alguns, por sair se achando o esperto, no caso de outros, ou grato por não ser americano nem russo, no caso de muitos.

terça-feira, 27 de julho de 2010

ESPECIAL SALT - Quem é Salt?


A pergunta que dá título a esta reportagem é o que move a mais recente produção estrelada pela diva Angelina Jolie. Salt, principal lançamento de verão da Sony Pictures, é um filme que mistura ação e espionagem nos termos da era Bush, momento em que o filme ganhou o aval para ser produzido. “Se você me perguntar quem é Salt, vou ser sincera. Não construí nenhuma identidade para ela. Não a enquadrei em nenhum conceito- boa, má, heroína, traidora. Se o fizesse teria criado uma figura unidimensional”, explica Angelina Jolie em entrevista concedida ao jornal O Estado de São Paulo em Cancún (México), onde esteve para divulgar o filme duas semanas atrás.
Na trama, Evelyn Salt (Angelina Jolie) é apontada como uma agente dupla e passa a ser perseguida por seus antigos colegas. Salt pode ser confundido com filmes que ganharam os cinemas na guerra fria, como Sem saída (1987), em que Kevin Costner surpreende meio mundo quando se revela um agente triplo, ou até mesmo Caçada ao outubro vermelho (1989), primeiro filme estrelado pelo agente da CIA Jack Ryan.


Sabendo rezar a missa
E por falar em Jack Ryan, o diretor de Salt é um cara escolado em matéria de espionagem no cinema. Jogos patrióticos (1992) e Perigo real e imediato (1994), ambos estrelados por Harrison Ford como Jack Ryan, foram dirigidos por Philp Noyce que desde esses dois filmes não voltava ao mundo da espionagem via Hollywood.
Noyce esteve envolvido com o projeto desde o inicio. Angelina não. “O papel foi desenvolvido para Tom Cruise que recusou”, lembra o cineasta em entrevista a Entertainment Weekly. “Ele receava que o filme saísse muito parecido com a série que estrela, Missão impossível”, continua o diretor.
Salt teve, então, que ser reescrito. A Sony e Noyce acharam interessante escalar uma mulher no papel principal. Mas quem? “Só poderia ser Angelina”, sentenciou Noyce. O diretor argumenta que ficou impressionado com a performance física da estrela em filmes como Sr. & Sra. Smith (2005) e O procurado (2008). “Se há uma mulher capaz de convencer como heroína de ação, essa mulher é Angelina”, bradou o entusiasmado diretor à Entertainment Weekly. “Não vou dizer que é tudo 100% eu porque seria mentira, mas fiz muito mais do que o estúdio e a seguradora gostariam, por razões de segurança, e menos do que eu esperava fazer, por que chega um momento em que você precisa recorrer aos profissionais”, esclarece a atriz sobre as movimentadas sequências de ação que rodou para o filme.

Fotos: Getty images
Angelina Jolie e o maridão compareceram a premiere americana do filme no último dia 19 de julho

Angelina posa para os fotógrafos: Salt arrecadou U$ 36 milhões em seu primeiro fim de semana em cartaz nos EUA. Desempenho inferior as expectativas do estúdio


Saldo final
A Sony pôs Angelina para trabalhar. Em um espaço de duas semanas, a atriz percorreu meio mundo. Foi ao México, a alguns países da Europa, ao Japão, a Comic Com em San Diego e na premiere americana do filme em Los Angeles, fora o batalhão de entrevistas promocionais. Tudo para fazer do filme que lhe valeu um cheque de U$ 20 milhões (o maior pago a uma atriz em um filme de ação) um sucesso.
Enquanto isso, ironia do destino, Tom Cruise lança na mesma temporada uma comédia de ação em que vive um agente secreto, acusado de ser agente duplo e traidor. Encontro explosivo não fez boa carreira nas bilheterias americanas e faz relativo sucesso nas bilheterias internacionais. Salt vem para o jogo agora e a pergunta que abre a matéria, parece mais próxima de ter uma resposta.

domingo, 25 de julho de 2010

ESPECIAL SALT - Insight

Por que a espionagem dá certo no cinema?

Angelina Jolie é acusada de ser uma agente dupla em Salt, que estréia na próxima semana no país


É um mistério digno de James Bond. A sociedade e o cinema atravessaram profundas transformações ao longo dos anos, despontando tendências e consagrando gêneros e estilos cinematográficos das mais diversas estirpes e procedências. A espionagem, porém, desde que surgiu com força no cinema, nos idos dos anos 60, sob o calor da guerra fria, tem se mantido firme e renovável no eixo central da produção cinematográfica contemporânea. Se James Bond é o símbolo maior da guerra fria, como explicar seu sucesso itinerante nesses últimos anos? É lógico que Bond foi atualizado. É desnecessário frizar mais uma vez as influências da trilogia Bourne nos mais recentes filmes do agente britânico. Mas não é o próprio Bourne um reflexo dos temores da guerra fria? Por que esse tipo de cinema ainda encontra respaldo em uma época aparentemente tranquila?
Julia Roberts e Clive Owen em cena de Duplicidade: Espiões a serviço de multinacinacionais

Primeiro porque é contingência do mundo globalizado em que vivemos a proliferação de teorias conspiratórias. As teorias conspiratórias surgiram no âmago do imaginário cultural juntamente com o cinema de espionagem e com a guerra fria. Logo, embora a guerra fria - como o conceito a define - tenha acabado, os outros elementos ganharam dimensão própria. Na era do Big Brother, dos poderosos vírus de computador e dos super jatos sônicos é difícil imaginar que as potências mundiais ainda precisem dos velhos arquétipos representados pela figura do espião. Tony Gilroy fez um ótimo filme ano passado, Duplicidade, mostrando que a espionagem hoje serve melhor as grandes corporações do que aos países. O que, de fato, reflete a nova ordem econômica mundial.
Mas não é só. A espionagem deixou de ser tratada como cinema de escape e passou a ser coisa séria. Sidney Pollack e Alan J. Pakula ajudaram a transmutar a cara desse cinema com fitas como Os três dias do condor (1975) e Todos os homens do presidente (1976). Daí para a frente a abordagem da espionagem na tela grande passou a ser mais multifacetada.
Perpassando o drama, com exemplares como O jardineiro fiel (2005) e O americano tranquilo (2002), a ação, como no recente Salt (2010), e até mesmo a comédia, como no já citado Duplicidade (2009).

O brasileiro Fernando Meirelles orienta Ralph Fiennes e Rachel Weiz nos sets de O jardineiro fiel, adaptação do best seller britânico de John Le Carré

sábado, 24 de julho de 2010

Claquete destaca


* Desenrola, filme dirigido por Rosane Svartman e que faz parte do pool de lançamentos da Globo filmes para esse segundo semestre, foi o grande destaque do Festival de Paulínea. O filme que acompanha o universo dos adolescentes cariocas de classe média, é uma espécie de As melhores coisas do mundo made in rio. Kayky Brito faz um surfista cobiçado pela protagonista da fita. Tal qual no filme de Laís Bodansky, o elenco é composto por jovens e novos atores cercados de coadjuvantes de peso como Juliana Paes e o jornalista Pedro Bial que faz uma ponta como um professor de matemática.

* Outro grande destaque do festival que acontece no interior de São Paulo foi o filme Malu de bicicleta, baseado no livro do jornalista Marcelo Rubens Paiva. Além de representar um oásis na produção cinematográfica brasileira que pouco se esmera em sua literatura contemporânea, o filme, segundo o protagonista Marcelo Serrado, se inspira em Woody Allen. Na trama, Serrado faz um empresário paulistano mulherengo que se apaixona pela carioca Malu que o atropela com uma bicicleta na primeira vez que ambos se encontram. O filme deve estrear nos cinemas brasileiros em novembro.

Romance no Rio: Em Malu de bicicleta um homem descobre o amor em uma mulher bem mas jovem

* Mas o grande vencedor do festival foi 5 X favela – agora por nós mesmos com 7 prêmios, incluindo melhor filme. O prêmio da crítica foi entregue para Jefferson Dê, em sua estréia em longas ficcionais, por Bróder. Ambos os filmes já haviam passado por festivais internacionais como Tribeca e Cannes. Contudo, essa premiação não deixa de mimetizar aquela velha máxima de que o cinema brasileiro e suas reminiscências (as premiações) se prestam a uma justificação social que não lhes cabe. Isso ficou patente na fala de Rodrigo Felha, um dos co-diretores de 5 X favela. “Vocês estão subestimando a favela. Não façam isso, por favor”, exaltou ao receber o primeiro prêmio na noite de quinta-feira. Com os outros seis, viria a certeza: a favela, no cinema, segue superestimada.


Comic com 2010
Está sendo realizada desde a última quinta-feira, e será encerrada amanhã, a nona edição da Comic com, realizada anualmente em San Diego. A principio, o evento era voltado apenas para o mercado dos quadrinhos, mas ganhou dimensões maiúsculas quando o cinema passou a interagir com maior frequência com esse filão. Hoje, a feira é a melhor plataforma para divulgação das últimas novidades da cultura pop.
Neste ano, os principais destaques ficaram por conta de Salt, filme estrelado por Angelina Jolie que estréia na próxima sexta no Brasil, Tron legacy, continuação da aventura cult dos anos 80 estrelada por Jeff Bridges e Scott Pilgrim vs o mundo, outra adaptação de HQ. Foram reveladas ainda as primeira imagens de aguardadas produções como Piratas do Caribe 4 e Lanterna Verde. Entre os tradicionais painéis do evento chamaram a atenção o de Glee, maior fenômeno da TV americana na atualidade, e de Smallville, antecipando alguns destaques da última temporada.

Angelina Jolie e Liev Schreiber compareceram ao evento para divulgar Salt



Bruce Willis e Helen Mirren estão em RED, outra adaptação de HQ cult celebrada na feira de San Diego


Stallone, que foi divulgar Os mercenários, fez piada de mal gosto com o Brasil, virou tending topic no twitter e pediu desculpas em nota oficial. Uma sexta-feira agitada...


O ocaso das comédias românticas
Uma pesquisa divulgada pela Warner home vídeo australiana, com vistas a promover o DVD de Idas e vindas do amor naquele país, traz um dado curioso. De acordo com a apuração da pesquisa, os australianos entendem que as comédias românticas afetam profundamente a percepção e as expectativas que têm em seus relacionamentos amorosos. Resta apurar, em termos práticos, se isso é bom ou ruim.

* Foi anunciado esta semana que o novo filme de Darren Aronofsky, o thriller Black Swan, será o filme de abertura da próxima edição do Festival de Veneza, a ser realizado entre os dias 1 e 11 de setembro. Aronofsky já levou o leão de ouro em 2008 por O lutador.

Natalie Portman na primeira cena divulgada do filme. Rivalidade, amor, obesseão e sexo são componentes de um dos filmes mais aguardados da temporada de ouro do cinema, a Oscar season

quinta-feira, 22 de julho de 2010

ESPECIAL SALT - Credibilidade sempre


Existem aqueles atores que são muito festejados em alguns círculos da crítica, que podem ou não colecionar prêmios, e que, de maneira geral, são reconhecíveis pelo grande público. Essa parcela de atores tem um legítimo representante em Liev Schreiber. Aos 42 anos, muito bem casado (embora não de papel passado) com a atriz australiana Naomi Watts, Schreiber teve seu primeiro grande papel como coadjuvante na trilogia Pânico (1996,1997,2000). Versátil e com berço no teatro era aposta segura para sofisticar produções como Hurricane – o furacão (1999), Kate & Leopold (2001), A soma de todos os medos (2002) e Sob o domínio do mal (2004).
Ator capaz de provocar empatia, Schreiber mostra-se um valioso elemento em filmes que se valham de ingredientes de ação como Um ato de liberdade (2008), X-men origens: Wolverine (2009) em que faz o irmão e oponente do protagonista vivido por Hugh Jackman e no recente Salt (2010) em que é o principal ponto de equilíbrio entre a platéia e a personagem de Angelina Jolie.

Companhia constante: Schreiber não costuma fazer aparições públicas sem a mulher do lado

Schreiber também se experimenta pelo drama. Esteve presente nos pouco comentados Amor nos tempos do cólera (2007), adaptado da obra de Gabriel Garcia Márquez, O despertar de uma paixão (2006) e em Aconteceu em Woodstock (2009). Estreou como roteirista e diretor no singelo e eficiente Uma vida iluminada (2005), mostrando que é um artista completo e muito mais insurgente do que uma rápida espiada em sua filmografia pode sugerir.

sábado, 10 de julho de 2010

Claquete destaca

* Os cineastas Ridley Scott e Kevin McDonald estão à frente de um projeto inovador. Life in a Day, será um documentário rodado a partir da colaboração de usuários do Youtube. Os vídeos que devem ser recolhidos no próximo dia 24, serão editados por McDonald, cujos últimos trabalhos foram Intrigas de estado, O último rei da Escócia e o documentário Um dia em setembro.
O filme estreará no próximo festival de Sundance e, de acordo com Scott, depois será disponibilizado no Youtube. Ainda não se sabe o impacto que um projeto tão experimental e colaborativo como esse possa ter no âmago do cinema, mas a princípio é apenas uma bem sacada idéia de marketing.


*Kathryn Bigelow, vencedora do Oscar de direção por Guerra ao terror, e Michael Moore, vencedor do Oscar pelo documentário Tiros em Columbine, entraram esta semana para o conselho da academia de artes e ciências cinematográficas de Hollywood. Este conselho, composto por 15 membros rotatórios, é responsável por decisões técnicas e administrativas envolvendo a academia.


*Estréia amanhã na HBO, às 23h, a segunda temporada da elogiada série Hung. Tomas Jane vive Ray, um legítimo americano afetado pela devastadora crise econômica de setembro de 2008. Ray e sua amiga Tonya decidem explorar os dotes naturais de Ray, que é um cara bem dotado. Humor negro, sexo e inteligentes comentários sobre essa nossa sociedade tão hipócrita e infeliz. Uma série audaciosa e dentro do espírito de seu tempo.
E se o assunto é sexo e audácia, não pode faltar Hank Moody, o escritor pervertido e frustrado que David Duchovny vive na série Californication. A terceira temporadas estréia nesta segunda-feira (12) às 23h na Warner Channel. As reprises ocorrerão um dia depois, na terça-feira. Nessa temporada, Hank Moody irá experimentar a vida acadêmica. Com todos os prazeres e desprazeres inerentes. Além de lidar com a puberdade de Becca, sua prodigiosa filha.


*Foram anunciados nesta semana os concorrentes ao Emmy, o Oscar da TV americana. A série Glee, com 19 indicações, lidera a corrida entre as séries. No geral, a minissérie da HBO The pacific angariou 24 indicações. Outra elogiada produção da HBO, You don´t know Jack, telefilme que conta com elogiada atuação de Al Pacino, também foi bem contemplada.
Entre as melhores séries dramáticas estão True Blood (pela primeira vez), Dexter (pelo terceiro ano seguido), Lost (pela última vez) e as favoritas da premiação Mad Men (alguém duvida que ganhe de novo?), House (ours concours) e Breaking Bad.
A cerimônia do Emmy acontece no dia 29 de agosto e antes disso, a seção Insight irá repercutir os indicados para o leitor.


Os favoritos de sempre: a trupe de Mad men pronta para o ouro mais uma vez

E os novos favoritos: quase todo o elenco de Modern family foi indicado
* James Cameron continua rindo à toa. Foi divulgado esta semana que o diretor e criador de Avatar faturou sozinho algo em torno de U$ 350 milhões com o filme dos habitantes do planeta de Pandora. Um recorde até mesmo para os padrões Cameron de qualidade.

*Além do Especial sobre o filme Encontro explosivo que já está sendo editado aqui em Claquete, outro filme que brinca com espionagem receberá um especial do blog este mês. Trata-se de Salt, filme protagonizado por Angelina Jolie e dirigido por Phillip Noyce. Para esquentar, fique com um comercial de TV da produção.


sábado, 30 de janeiro de 2010

De olho no futuro... Preview 2010

The social network
Estréia nos EUA: 15/10/2010
Estréia no Brasil: Sem previsão
Qual é o hype? David Fincher dirige um filme sobre os bastidores da criação do facebook. Curioso? Pois bem, além do elenco com Justin Timberlake, Jesse Eisenberg (em cartaz nos cinemas com Zumbilândia) e Rashida Jones, pode esperar muitas intrigas. É o que promete Fincher para um dos projetos mais aguardados e mais imprevisíveis de 2010.

Hereafter
Estréia nos EUA: Dezembro de 2010
Estréia no Brasil: Janeiro de 2011
Qual é o hype? O novo drama dirigido por Clint Eastwood restabelece a parceria com o astro Matt Damon e é escrito pelo inglês Peter Morgan de filmes como A rainha e Frost/Nixon. A história versa sobre três pessoas de diferentes idades e nacionalidades que tiveram experiências com a morte. Drama e suspense pelas mãos de Clint Eastwood com uma trupe dessas. Vai dizer que você não vai querer ver?

Shrek para sempre
Estréia nos EUA: 21/05/2010
Estréia no Brasil: 9/07/2010
Qual é o hype? O ogro mais famoso do cinema, e o responsável direto pela criação da categoria de animação no Oscar, está de volta para um quarto filme. É verdade que Shrek já não apresenta a forma de outrora, mas continua sendo um personagem com a cara do século 21. E o título dessa quarta aventura do monstrengo verde assume isso definitivamente.



Salt
Estréia nos EUA: 23/07/2010
Estréia no Brasil: 3/09/2010
Qual é o hype? Angelina Jolie fazendo uma agente durona em poses sexies e segurando armas dignas do exército israelense. Não. Não se trata da (inevitável) continuação de O procurado. Salt é um filme sobre uma espiã americana acusada de ser agente dupla. Além de ótima ação, espera-se algum conteúdo do filme, já que o diretor é Philip Noyce, o mesmo de Jogos patrióticos e Perigo real e imediato (os filmes que solidificaram o status do agente Jack Ryan nos cinemas).