
Existem aqueles atores que são muito festejados em alguns círculos da crítica, que podem ou não colecionar prêmios, e que, de maneira geral, são reconhecíveis pelo grande público. Essa parcela de atores tem um legítimo representante em Liev Schreiber. Aos 42 anos, muito bem casado (embora não de papel passado) com a atriz australiana Naomi Watts, Schreiber teve seu primeiro grande papel como coadjuvante na trilogia Pânico (1996,1997,2000). Versátil e com berço no teatro era aposta segura para sofisticar produções como Hurricane – o furacão (1999), Kate & Leopold (2001), A soma de todos os medos (2002) e Sob o domínio do mal (2004).
Ator capaz de provocar empatia, Schreiber mostra-se um valioso elemento em filmes que se valham de ingredientes de ação como Um ato de liberdade (2008), X-men origens: Wolverine (2009) em que faz o irmão e oponente do protagonista vivido por Hugh Jackman e no recente Salt (2010) em que é o principal ponto de equilíbrio entre a platéia e a personagem de Angelina Jolie.
Ator capaz de provocar empatia, Schreiber mostra-se um valioso elemento em filmes que se valham de ingredientes de ação como Um ato de liberdade (2008), X-men origens: Wolverine (2009) em que faz o irmão e oponente do protagonista vivido por Hugh Jackman e no recente Salt (2010) em que é o principal ponto de equilíbrio entre a platéia e a personagem de Angelina Jolie.
Companhia constante: Schreiber não costuma fazer aparições públicas sem a mulher do ladoSchreiber também se experimenta pelo drama. Esteve presente nos pouco comentados Amor nos tempos do cólera (2007), adaptado da obra de Gabriel Garcia Márquez, O despertar de uma paixão (2006) e em Aconteceu em Woodstock (2009). Estreou como roteirista e diretor no singelo e eficiente Uma vida iluminada (2005), mostrando que é um artista completo e muito mais insurgente do que uma rápida espiada em sua filmografia pode sugerir.