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domingo, 27 de abril de 2014

Carta do editor - Não é o fim

Tem sido uma jornada de sobressaltos. Claquete, como quem com prazer acompanha o blog, é como um filho para mim. E como pai, sempre me predispus a oferecer o melhor para meu filho. Dedicação, talento, cultura e paixão pelo cinema marcaram esses quase cinco anos de história. Não é o fim, mas uma interrupção é necessária. Claquete deu frutos e eu já estreei um novíssimo blog de cinema no portal iG, o Cineclube. Mas não posso me desfazer desse blog, Claquete é da família. Me ajudou a me consolidar como profissional e a exercitar minha paixão pelo cinema, além de ter me apresentado uma série de blogueiros que se provaram tão importantes na minha rotina cinéfila. Gente boa mesmo que gostaria que me acompanhasse nessa nova empreitada. Claquete fica por aqui. Pronto para me receber a qualquer maremoto.
Agradeço imensamente a companhia, o crédito, a referência, a paciência e o apoio de todos vocês, leitores, que fizeram de Claquete seu canto de leitura e amor ao cinema. Os convido, com o mesmo entusiasmo, a descobrir e curtir o Cineclube. Garanto que vocês não vão se arrepender. Até logo!

Reinaldo Glioche


quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014

Semana Philip Seymour Hoffman em Claquete - o depoimento de um fã



Quando vi Perfume de mulher (1992), estava concentrado em Al Pacino. Ator de credenciais invejáveis e notórias e que, afinal, havia ganhado seu Oscar pelo papel. Tinha alguma noção de quem era Chris O`Donnell e fui hipnotizado pela cena do tango, reconhecidamente um dos grandes momentos sem diálogos da história do cinema.
Mas a figura detestável do antagonista de O´Donnell me chamou a atenção. Apenas alguns anos mais tarde, em uma das muitas vezes que revi Perfume de mulher, liguei o nome de Phillip Seymour Hoffman àquela figura.
Quando o fiz, já admirava muito o ator que, como tantos outros, somente descobri em Boogie Nights – prazer sem limites, um dos filmes justificadamente mais festejados de 1997. Naquele momento, Hoffman já era um ator que tinha minha atenção, mas ainda não havia conquistado minha adoração.
É um tanto como percorrer o alfabeto de A a Z discorrer sobre como Philip Seymour Hoffman fez isso, mas a homenagem deste artigo não se legitimaria se me furtasse a esse pequeno exercício de nostalgia entristecida. Suas performances intuitivas, oxigenadas e sempre significativas no entorno do filme colocavam Hoffman no meu ultra criterioso grupo de atores interessantes. O conjunto de filmes Magnólia (1999), Ninguém é perfeito (2000), um favorito discreto, O talentoso Ripley (1999), Quase famosos (2000) e A última noite (2002) me impactaram, mas ainda assim – no alvorecer do novo milênio – não colocava Philip Seymour Hoffman no panteão dos meus ídolos imortais. A Heath Ledger, para citar outra trágica perda recente do cinema, bastou o desempenho em O segredo de Brokeback Mountain em 2005 para que fosse elevado a esse distinto, gosto de pensar, panteão. Foi mais ou menos na mesma época que Hoffman me seduziu de vez. Se fosse membro da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood em 2006, e ainda não sou, teria votado em Ledger naquele ano (assim como teria votado em Ledger em 2009 quando novamente se enfrentaram no Oscar), mas tinha consciência do trabalho fenomenal e maior do que adjetivos podem tangenciar de Hoffman em Capote.  Ali, “smoothly” (adjetivo em inglês que une um pouco de "suavemente" e "sutilmente" do nosso português) Hoffman começou a me transformar em tiete. Em 2008, não só o considerava o maior ator americano de sua geração, como melhor ator em atividade no cinema americano. E ouvia das pessoas que “um filme com Hoffman vale a pena mesmo que ruim”. Robert De Niro perdeu esse paradigma há algum tempo. Jack Nicholson talvez tenha abdicado dele, mas Hoffman – por mais febris que fossem seus demônios – lutava por ele com a garra dos intérpretes incansáveis, desalmados no sentido de impiedosos na dominação de seu ofício.
Eu teria o indicado ao Oscar mais vezes. Merecia por Sinédoque Nova Iorque (2008), merecia por A família Savage (2007), merecia por Antes que o Diabo saiba que você está morto (2007), merecia por Tudo pelo poder (2011) e merecia, sim, por Quero ficar com Polly (2003) – seu talento para a comédia talvez comece a ser revisto, e mais apreciado, no futuro próximo. Hoffman merece um busto em toda e qualquer escola de cinema que se preze.
Até Barkhad Abdi (olho nele!) no ano passado em Capitão Phillips, quem havia roubado a cena de Tom Hanks com tanto gosto quanto Hoffman em Jogos de poder (2007)? Hoffman ainda o fez sorrindo, sem perder de vista o tom grave do personagem.
Gigante da atuação, tão camaleônico quanto sensível à verdade de cada personagem, Hoffman sabia ser o que os americanos chamam de “character actor”, assim como sabia ser a bússola de filmes que demandavam um ator maior que a vida (o que ele foi e para sempre será).
Essa versatilidade rendeu a admiração de uma comunidade cética, egocentrada e que geralmente ignora todos aqueles que não são astros.
Philip Seymour Hoffman se foi, mas como o clichê traz conforto o abraço com toda a resignação de um fã brasileiro tão imemorial como tantos outros espalhados pelo mundo ao dizer que, de alguma maneira, ele permanecerá conosco.

Por Reinaldo Matheus Glioche

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Carta do editor - Não saia do cinema! Mas se sair, leia Claquete!

Chris Pine assume o papel de
Jack Ryan em outro bom lançamento
de fevereiro nos cinemas brasileiros
Fevereiro talvez seja o melhor mês em termos de programação cinematográfica no Brasil em 2014. Além da estreia dos filmes indicados ao Oscar que ainda não estão na programação dos cinemas brasileiros (e eles são maioria), temos boas opções que não figuram entre os nomeados ao maior prêmio do cinema como Caçadores de obras-primas, novo filme de George Clooney, o épico de ação Pompéia, a reimaginação de Robocop capitaneada por José Padilha e o retorno de Ron Burgundy em Tudo por um furo, sequência do impagável O âncora.

O especial Oscar Watch 2014 segue em Claquete e serão muitos posts especiais sobre a maior cerimônia do cinema e, quiçá da humanidade. A série Peleja destaca a corrida nas categorias de atuação, direção e filme. David O. Russell terá sua filmografia pormenorizada, enquanto Jared Leto, na dianteira para o Oscar de ator coadjuvante, terá os melhores momentos de sua carreira resgatados pelo blog. A seção Claquete Repercute chega em dobro neste mês. Com A honra do poderoso Prizzi, filme indicado a oito Oscars e que rendeu uma estatueta à atriz Angelica Huston, e que estava programado para estrelar a seção em janeiro; e com Os bons companheiros, outro filme vencedor de Oscar e que, até a chegada de O lobo de Wall Street, permanecia como o melhor filme de Martin Scorsese desde Touro indomável. Máfia e Oscar, como pode se observar, rimam este mês em Claquete.
Em fevereiro, quando não estiver no cinema, certifique-se de estar em Claquete.


quinta-feira, 2 de janeiro de 2014

Carta do editor - Janeiro na pressão

O mês de janeiro reserva boas emoções para os cinéfilos. Além das indicações ao Oscar e da realização das cerimônias de premiação do Globo de Ouro, do SAG e do Critic´s Choice Awards, todas receberão ampla cobertura do blog, alguns dos principais concorrentes chegam ao país como O lobo de Wall Street e Trapaça, filmes que serão alvo de reportagens em Claquete. Outra grande atração do mês é Ninfomaníaca, o aguardado filme de Lars Von Trier terá o primeiro volume lançado no país no dia 10 deste mês. Este lançamento que vem mexendo com a cabeça dos cinéfilos e deve provocar grande mobilização da imprensa especializada também será devidamente analisado e contextualizado em Claquete.
Outros filmes da beirada de 2013 como Um estranho no lago, Eu não faço a menor ideia do que tô fazendo com a minha vida e A grande beleza terão suas críticas publicadas em janeiro. O Especial Oscar Watch terá postagens sobre Christian Bale, Martin Scorsese, Jennifer Lawrence e muitas outras figuras que fazem essa corrida pelo Oscar 2014 vibrar.
Na seção Claquete Repercute, um dos grandes filmes de John Huston, A honra do poderoso Prizzi (1985).  Nas seções Insight do mês, os diretores que são ímãs de Oscar, o sobe e desce na corrida pela estatueta, a repercussão de Ninfomaníaca e porque Leonardo DiCaprio é um ator mais fascinante a cada novo trabalho. O ano de 2014, como é possível observar, não poderia começar com melhores vibrações. 


domingo, 1 de dezembro de 2013

Carta do editor - Aquela época do ano

Dezembro é o mês em que qualquer carta do editor que se preze começa chamando a atenção para o fato de que estamos em dezembro. Época de rememorar o ano que se despede e projetar o ano que se aproxima. Como o nosso negócio é cinema, Claquete destaca dois especiais para lá de caprichados em dezembro. O primeiro é a tradicionalíssima retrospectiva do ano. A Retrospectiva 2013 ocupará a grade do blog no mês. Relembraremos quem foi notícia no show business no ano, os melhores filmes, as melhores atuações, os pôsteres mais descolados e muito mais. O segundo especial, não menos tradicional em Claquete, é o Oscar Watch. Esse, que se inicia já nesta semana, se estenderá até março do próximo ano e findará apenas depois da realização da cerimônia do Oscar.
A cobertura mais completa, contextualizada e analítica da internet brasileira, como já bem (ou mal) se acostumou o leitor de Claquete começa com fôlego. Além das análises e reverberações acerca das indicações para o Globo de Ouro e SAG, que serão anunciadas neste mês, alguns aspectos particulares dessa corrida pelo Oscar 2014 já serão iluminados pelo blog.
Mas o bonde não para, não é mesmo? Alguns dos filmes mais comentados do ano chegam no apagar das luzes nos cinemas brasileiros. É o caso de Azul é a cor mais quente, Carrie - a estranha, Como não perder essa mulher?, Oldboy e O hobbit: a desolação de Smaug. Todos serão devidamente pormenorizados e resenhados em Claquete.
O ano de 2013 foi bom para o cinema. Esses especiais vão demonstrar isso e os lançamentos do mês ratificar essa percepção. O ano foi bom para Claquete também que ganhou leitores, consolidou parcerias e manteve-se fiel aos princípios e preceitos que norteiam sua cobertura jornalística sim, mas apaixonada pelo cinema principalmente. E que venha 2014!

Reinaldo Matheus Glioche
Editor


sábado, 2 de novembro de 2013

Carta do editor - Opções para todos os gostos

O mês já começa com a volta do Deus do trovão aos cinemas. Thor – o mundo sombrio é a principal estreia comercial em um mês que revela alguns mimos cinéfilos. Do campeão de bilheteria e de fenomenal boca a boca Cine Holliúdy, que finalmente chega às telas da região Sudeste depois de bela carreira no Nordeste, ao novo Woody Allen, Blue Jasmine. Mas há outras pequenas preciosidades programadas para este mês nos cinemas. O novo filme de François Ozon, Jovem e bela; o alemão Lore, que subverte a perspectiva entre predador e presa na esteira do fim do nazismo; Uma noite de crime, fita de terror para lá de elogiada nos EUA e protagonizada pelo sr. filme independente Ethan Hawke; Capitão Phillips, filme que pode levar Tom Hanks novamente à disputa pelo Oscar; Eu e você, o frequentemente adiado e mais recente filme de Bernardo Bertolucci; e o premiado e brasileiríssimo Tatuagem, de Hilton Lacerda. Este último tem Irandhir Santos, um dos melhores atores do cinema nacional, como destaque. O ator também estrela Febre do rato, destaque da seção Claquete repercute neste mês.
Os atores são mesmo a nata do mês. Tom Hanks e Ethan Hawke também receberão postagens especiais ao longo de novembro. A seção Insight ainda irá repercutir temas como o porque do nazismo ainda nos fascinar enquanto cinema e a sexualidade feminina sob o olhar masculino no cinema. É um mês mais sofisticado que bebe da fonte de outubro que já foi um mês com ótimas opções para adultos no cinema. Esse tipo de produção ainda não recebe a deferência necessária de público e mercado. Esse assunto foi perpassado em outubro, na seção Insight publicada no último domingo, e ainda é objeto de análise do blog em diferentes seções e reportagens.

Outra novidade que vale a menção é que o blog agora é parceiro do site Opinião & Notícia, um site dedicado a quem gosta e preza a boa informação. O foco do site é o noticiário econômico e político, mas compreensivelmente há um interesse na área cultural e a opção por Claquete para ajudar a atender a essa demanda, muito me enobrece na condição de editor desse blog. À medida que parcerias tão bem fundamentadas e azeitadas como essa se viabilizam, Claquete solidifica sua marca. Bom para o blog e bom para quem o acompanha também. 

Reinaldo Glioche
Editor

terça-feira, 1 de outubro de 2013

Carta do editor - Claquete sempre repercute


Um dos principais alicerces deste blog de cinema e cada vez mais apaixonado por cinema é sua vocação para a análise. Sua tendência para o aprofundamento. Para o olhar crítico e sua contextualização. Outubro será um mês emblemático dessa qualidade do blog.
Haverá, em um primeiro momento, um condensamento das colunas do blog. Serão suprimidas, por tempo indeterminado, as colunas Euro & Travelling, Tira-teima – que na prática já não vinham sendo publicadas - e a seção Spotlight on se despede definitivamente. Retorna a seção Claquete repercute, que em seu retorno, aborda o legado e riqueza narrativa de uma das principais séries contemporâneas e que proporcionou um orgasmo digital com o seu desfecho; "Breaking bad", a qual o escritor Gabriel García Márquez rotulou como “o melhor filme americano desde Cidadão Kane”.
Qualidade narrativa ímpar: Breaking bad muda paradigmas

Claquete repercute esteve perto de voltar à ativa no blog. Detalhes aqui e acolá postergaram um retorno que hoje se mostra imperioso. Um dos atrativos do blog é justamente essa vocação para a análise e são muitos os filmes que merecem essa atenção. Os objetos de repercussão em Claquete vão sendo alocados à esquerda da tela do seu computador e ali ficarão disponíveis para o clique do seu mouse.
Outubro terá ainda dois especiais. Gravidade, que estreia no dia 11 depois de quase ser remanejado para novembro, e O quinto poder, prometido para o dia 25, são produções por razões diversas concatenadas com o nosso tempo. O quinto poder talvez seja o primeiro filme sob influência de A rede social. Filme que fez pelo cinema o que "Breaking bad" insurge, em termos narrativos, na TV. Já o novo longa de Alfonso Cuáron agrega o que de melhor o cinema do futuro tem a apresentar com o que de melhor o cinema dito tradicional costumeiramente oferta.
Análise e repercussão, as estrelas de outubro por aqui, acreditem, não são o objetivo deste editorial. Mas Claquete sempre repercute...

quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Carta do editor - Parceria imbatível!

É estranho que esse editorial, geralmente publicado no primeiro dia de cada mês, surja agora no crepúsculo desse agosto de 2013. Mas é por uma boa causa que essa antecipação se dá. Outros ótimos blogs dessa vasta e ainda inexplorada internet já foram contemplados, mas chegou a vez de Claquete. O blog foi escolhido para firmar parceria com o site AdoroCinema. Muitos leitores do blog talvez já conheçam este que é um dos sites mais proeminentes da internet brasileira no tocante ao noticiário cinematográfico. Com uma presença já consagrada nas redes sociais e com uma audiência mensal de 5,6 milhões de visitantes únicos, a estrutura oferecida pelo site à Claquete, no formato de uma parceria capaz de prover benefícios a ambas as partes, tem o potencial de melhorar a experiência que este blog intenciona para seu leitor. Além de possibilitar que novos leitores sejam formados e conquistados.
Uma das omissões do blog em relação à concorrência toca justamente no quesito promoções. Por seu viés amador, no sentido de falta de patrocínio, o blog não reunia condições de capitalizar e contemplar seus leitores nesse aspecto. Essa será uma das correções que essa nova parceria irá promover. 
O AdoroCinema, agora parceiro, é uma referência antiga para este editor e que sempre buscou o site como fonte fidedigna para consulta sobre o universo cinematográfico. Recentemente, a página virtual passou por uma modernização, em termos de design, layout e conteúdo, destacando-se ainda mais da concorrência estabelecida no universo online. 
Como o leitor mais atento já deve ter percebido, Claquete vem tendo uma semana com pegada mais erótica. Muito em virtude do lançamento do filme Lovelace, agora adiado para 13 de setembro, e da visita de Sasha Grey ao Brasil para promover sua estreia como escritora de ficção. A sintonia é tanta que um dos destaques do AdoroCinema neste momento é uma postagem para lá de sugestiva: 25 cartazes de conteúdo erótico no cinema. Clássicos como Beleza americana, Assédio sexual, A bela da tarde e O povo contra Larry Flynt e de obscuridades como Regras da atração, cujo cartaz está em destaque nesta carta do editor,  e Querelle estão lá para lembrar que criatividade pode rimar com sensualidade nas artes promocionais no cinema. 
Outra novidade é que o blog agora também está no twitter. Quem deseja ficar ainda mais sintonizado com o mundo do cinema e essa claquete aqui é só seguir o perfil @ClaqueteC.
Setembro, que já está começando em agosto, promete ser realmente primaveril para o leitor do blog. Elysium é o grande lançamento do mês e receberá um especial à altura no blog. O saldo do verão americano de 2013 será reverberado e teremos, ainda, uma análise do boom de festivais nesse segundo semestre. Isso é bom ou ruim? Bom, mais do que nunca, é ficar por aqui!

quinta-feira, 1 de agosto de 2013

Carta do editor - Coppola e outras flores raras...

Sofia Coppola é um paradoxo. De atriz frustrada configurou-se em cineasta indie de considerável envergadura. Esquivou-se da sombra de papai Coppola e angariou uma legião de séquitos pelo caminho. Conquistou prêmios, mostrou sensibilidade aguçada para a sobreposição de música e cinema na construção de um discurso estilizado e foi questionada. Muito questionada. O lançamento de seu quinto longa-metragem, The bling ring – a gangue de Hollywood, chega sob a forte nuvem das incertezas sobre os rumos de seu cinema, mas amparado por críticas mais positivas do que as recebidas pelo seu último trabalho, o vencedor do Leão de ouro Um lugar qualquer. O filme e toda a bagagem dessa autora moderna são destaques em agosto no blog.
O mês tem, também, Denzel Washington e Mark Wahlberg em Dose dupla, uma adaptação de HQ mais modesta, mas não menos espalhafatosa desse estrelado 2013, e Mark Wahlberg e Dwayne “The Rock” Johnson em Sem dor, sem ganho – antes conhecido como Suor & Glória. São dois filmes da categoria “puro testosterona” que abrilhantam o mês para os aficionados pelo cinema de ação com um pezinho no humor. Wahlberg, aliás, será tema de um perfil exclusivo que será publicado este mês em Claquete.
O cinema nacional volta a mostrar força com a estreia do novo filme de Bruno Barreto, Flores raras, ambicioso projeto sobre o amor entre a arquiteta brasileira Lota de Macedo Soares e a poetisa americana Elisabeth Bishop nos idos dos anos 50 no Brasil.

Não obstante, a seção TOP 10 irá listar diretores “pau para toda a obra”. Curioso pela definição? Aguarde! Nas seções Insight do mês, uma diferente apropriação do jornalismo pelo cinema; os papéis mais sensuais do cinema recente e o remanejamento de forças proporcionado pelos insuspeitos fracassos de bilheterias do verão americano de 2013.

segunda-feira, 1 de julho de 2013

Carta do editor - Quatro anos, ou quase!


Em julho, no dia 12 para ser mais exato, completam-se quatro anos da existência de Claquete. Foi uma jornada pontuada por muita dedicação, amor ao cinema, mas também por uma breve interrupção de cinco meses. Claquete esteve mais do que próximo do fim. Encerrou seus trabalhos sob o peso da tristeza da despedida. Voltou! Tão desavisadamente como partiu e, se ainda não recuperou a audiência de outrora, já apresenta o vigor jornalístico e paixão pelo cinema que sempre caracterizaram sua existência.
Para comemorar os quatro anos do blog, Claquete irá promover uma série de postagens especiais. Os dez filmes mais significativos dos últimos quatro anos, Os sucessos de Claquete, Quem vai brilhar nos próximos quatro anos e Os favoritos do editor – uma seleção de postagens selecionadas pelo editor do blog.
Mas nem só de celebração se faz o mês de julho em Claquete. Há estreias esperadas como O homem de aço, O cavaleiro solitário, O concurso, Truque de mestre e Wolverine: imortal. Tudo, obviamente, digno de registro em Claquete.
O mês terá, ainda, a seção Spotlight on desvendado a íntima relação entre música e cinema e maior incidência da seção Espaço Claquete, além de uma reportagem especial sobre filmes e férias. O quase, como se vê, já ficou para trás!


Reinaldo Matheus Glioche
Editor

segunda-feira, 3 de junho de 2013

Nota de esclarecimento

É isso mesmo! O visual clássico de Claquete voltou. Ainda não foi dessa vez! O modelo de design adotado pelo blog estava com alguns bugs e prejudicando a publicação de postagens e comentários, além de interferir na qualidade da navegação. Fica o compromisso de a próxima mudança só acontecer depois de uma intensa fase de testes.


Reinaldo Glioche 

sábado, 1 de junho de 2013

Carta do editor - Junho de todos os santos



Bonito e talentoso. Essas são as duas palavras mais empregadas para descrever sumariamente Rodrigo Santoro. Mas Santoro, que construiu para si uma filmografia respeitável dentro e fora do Brasil ainda é alvo de muito preconceito de brasileiros que enxergam certo pedantismo nas escolhas do ator. Paralelamente a isso, outro ator brasileiro se prepara para lançar carreira internacional e conforme apontado na seção Insight “O voo internacional de Wagner Moura”, publicada em 12 de maio, a expectativa é que o baiano vingue com gosto no cinema internacional. Nesse mês de junho, Claquete se revestirá do desafio de expor as diferenças e similaridades entre os projetos de carreira de Wagner Moura e Rodrigo Santoro. Os desafios e contextos enfrentados por cada um em suas decolagens internacionais e demais reminiscências cabíveis. Para isso, acionaremos a seção Tira-teima, além de matérias especiais que serão publicadas ao longo do mês. Vale a pena conferir e, quem sabe, rever alguns conceitos e parâmetros.  
Alguns dos filmes mais aguardados do ano chegam aos cinemas brasileiros em junho e Claquete, obviamente, se preparou para eles. Produções como O lugar onde tudo termina, O grande Gatsby, Antes da meia-noite, Depois da terra, Segredos de sangue e Guerra mundial Z chegam aos cinemas e receberão atenção do blog. Outro lançamento prometido para junho é Os amantes passageiros, novo filme de Pedro Almodóvar. Almodóvar, como se sabe, é sempre um acontecimento. Ainda mais em seu aguardado retorno às comédias.

Como você pode reparar, Claquete mudou o visual. Dar uma repaginada é sempre bom, ainda mais para um blog de cinema guerrilheiro como o nosso. Essa mudança visa preparar o terreno para o aniversário de quatro anos do blog que será comemorado em julho.

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Carta do editor - Cannes e o resto


Maio é o mês do festival de Cannes e quem acompanha Claquete há algum tempo sabe que isso tem um sentido todo especial. Em 2013, no entanto, a cobertura se dará de maneira diferente. Através da fanpage do blog noFacebook. Serão postagens diárias repercutindo e destacando tudo o que acontece na croisette e reverbera na mídia especializada internacional.
Não obstante, o saldo do festival será objeto de análise em Claquete também.
Mas Maio ainda traz consigo o espólio de abril. A seção Tira-teima que seria reinaugurada no mês quatro, ficou para o mês cinco. Assim como as estreias dos novos filmes de Terrence Malick e Marco Bellocchio. Os cinemas europeu e americano serão mesmo antagonistas ao longo do mês no blog. Se a safra americana chega pop com Velozes e furiosos 6, Se beber não case –parte III e Uma ladra sem limites, a europeia se cristaliza no excelente A caça – que além da crítica fomenta a coluna Euro & Travelling do mês, Ferrugem e osso e Em transe, novo de Danny Boyle.
A seção TOP 10 destacará os dez atores mais cults da atualidade e a primeira seção Em off do mês vai lembrar das dez atrizes mais cults da atualidade para que nenhum cult fique fora de lugar. A seção Spotlight on retorna com uma sempre bem vinda análise das novas e revolucionárias (?) plataformas de distribuição de filmes.
As seções Insight, publicadas aos domingos, não ficam a dever. Do potencial internacional da carreira de Wagner Moura à maneira como a indústria farmacêutica é retratada por Hollywood, em maio Claquete fala de Cannes, mas não deixa de falar do resto.


segunda-feira, 1 de abril de 2013

Carta do editor - Às voltas com o cinema


Abril será um mês bastante plural para quem gosta de cinema. Há lançamentos interessantes em quase todos os gêneros. Mama e A morte do demônio são exemplares do terror que prometem se credenciar aos grandes momentos do gênero. A temporada de blockbusters começa com a chegada de Homem de ferro 3. Mas a ação também move os lançamentos de Alvo duplo, estrelado por Sylvester Stallone, Invasão à Casa Branca, do sempre competente Antoine Fuqua, e de O acordo, um dos muitos longas estrelados por Dwayne “The Rock” Johnson em 2013. Tom Cruise volta à ficção científica depois de colaborar com Steven Spielberg em Minority Report - a nova lei (2002) e Guerra dos mundos (2005) em Oblivion. O cinema nacional apresenta dois lançamentos dos mais interessantes com Uma história de amor e fúria, animação que marca a estreia de Luiz Bolognesi na direção, e Abismo prateado, novo longa de Karim Ainouz.
O mês tem ainda as estreias dos novos trabalhos de diretores consagrados por suas veias autorais. O italiano Mario Bellocchio retorna como o elogiadíssimo A bela que dorme; o francês Oliver Assayas também obteve críticas positivas com Depois de maio, prometido para o último fim de semana do mês. Há, ainda, a estreia prometida de To the Wonder, novo filme de Terrence Malick.
Além de prover destaque a todos esses filmes, Claquete destacará outros ótimos filmes na recém-criada seção Espaço Claquete. Filmes como Jovens adultosDublê do DiaboA casa dos sonhosInquietos e Poesia serão resenhados ao longo do mês no blog. A seção TOP 10 destacará dez ótimos comediantes do cinema que você não conhece como comediantes e o mês terá, ainda, o retorno da seção Tira-teima, escolhida pelo (e) leitor para retornar triunfalmente ao blog. 

sábado, 2 de março de 2013

Carta do editor - A temporada do Oscar acabou. E agora?



Foi uma jornada e tanto! Intensa como poucas. Com esta Carta do editor, o especial Oscar Watch 2013 está oficialmente encerrado. Foram 50 postagens que compuseram, ao longo de três meses, uma das coberturas mais completas, contextualizadas e analíticas da imprensa brasileira sobre a temporada de premiações do cinema, em geral, e do Oscar, em particular.
Com o fim da temporada de premiações, os cinéfilos podem respirar e se preparar para as novidades do ano que já está em curso. Claquete apresenta algumas. A primeira é uma coluna mensal dedicada ao cinema europeu. A coluna abordará filmes, artistas, festivais ou movimentos cinematográficos circunscritos ao velho continente. A coluna se chama Euro & Travelling e objetiva estabelecer uma cota mensal do cinema europeu, por vezes sufocado pela agenda hollywoodiana no blog. Outra novidade é Espaço Claquete. A seção tem como objetivo destacar filmes – sejam eles cults, polêmicos ou que passaram abaixo do radar de público e crítica e que não foram resenhados previamente no blog. Espaço Claquete também abraçará os lançamentos direto em DVD e Blu-Ray. A periodicidade, a princípio, é livre.
A outra novidade quem vai determinar é o leitor. Qual coluna já extinta do blog você gostaria que retornasse? Durante todo o mês de março será possível votar, quantas vezes quiser, em sua favorita. Em abril ela estará de volta. As candidatas são as sessões Contexto, Movies Great Partnerships, Claquete repercute e Tira-teima. Clique nos nomes das colunas para ver exemplares delas já publicadas em Claquete.
O mês de março apresenta ainda bons lançamentos nos cinemas como Killer Joe – matador de aluguel – já duas vezes adiado por aqui; Bem vindo aos 40, novo trabalho de Judd Apatow; Dentro de casa, novo filme de François Ozon e Linha de ação, que opõe Russel Crowe e Mark Wahlberg. Para todos os efeitos, o ano está só começando.

sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013

Carta do editor - À espera do Oscar


Fevereiro é um dos meses cinéfilos por excelência. Maio e dezembro talvez sejam outros fortes candidatos ao posto. Mas fevereiro, salvo um ou outro ano em virtude das olimpíadas de inverno, é o mês do Oscar. Há dois meses em vigor em Claquete, o especial Oscar Watch 2013 dá dimensão do valor desse evento e da ansiedade que a espera fomenta. No último mês do especial, a cobertura completa do Oscar atinge seu clímax. Posts especiais sobre as principais disputas, a crítica dos indicados ao prêmio e reportagens especiais sobre gente que faz o Oscar 2013 como Anne Hathaway, Jennifer Lawrence, Jessica Chastain, Benh Zeitlin, Philip Seymour Hoffman e Denzel Washington. Além de reportagens sobre os lançamentos do mês que com selo Oscar (Indomável sonhadora, O voo e A hora mais escura – remanejado de janeiro – são alguns deles).
Mas o mês reserva outros destaques também. A seção Spotlight on traz uma discussão perene e sempre apaixonante sobre os recursos de atuação e os diferentes métodos lançados por atores consagrados que estão novamente em destaque no Oscar atual, casos de Denzel Washington, Robert De Niro, Joaquin Phoenix, Daniel Day Lewis e Phillip Seymour Hoffman.
Essa safra do Oscar enseja uma das seções Insight a abordar a seguinte questão: Há vida para um cineasta depois de realizar sua obra-prima? A discussão é quente e boa e vale a pena. Bruce Willis está de volta como John McClane em Duro de matar 5 e esse verdadeiro evento cinematográfico não poderia passar despercebido em Claquete. A seção TOP 10 do mês é para as mulheres. Dez diretores de cinema bonitões que dariam ótimos leading men.
Como pode se observar, vai faltar dia para tanto cinema em fevereiro aqui em Claquete.

quarta-feira, 2 de janeiro de 2013

Carta do editor - Janeiro movimentado


2013 começa com um ímpeto fora do comum para os cinéfilos de plantão e valorosos leitores de Claquete. As indicações ao Oscar serão anunciadas no dia 10 e, claro, serão contextualizadas e pormenorizadas em Claquete. Toda a cobertura da temporada de premiações continuará pautando o blog em janeiro no curso do especial Oscar Watch 2013. Alguns dos filmes que marcarão presença no próximo Oscar chegam já em janeiro às telas do país e Lincoln, O mestre, Django livre e Amor também serão alvo de reportagens especiais. A hora mais escura, outro forte candidato ao Oscar, é outro filme que também renderá pano para manga no blog.
Mas janeiro também marcará o retorno efetivo de Arnold Schwarzenegger ao cinema com O último desafio, filme que apresenta um time improvável: um diretor sul-coreano, um galã brasileiro e o cara de Jackass. Mas janeiro é mês de se pensar mais a frente também. Por isso, a sessão TOP 10 lista dez filmes imperdíveis para 2013 nos cinemas em uma mescla de produções independentes e blockbusters. Em janeiro, por exemplo, já estreiam o filme nacional mais elogiado internacionalmente dos últimos dez anos (O som ao redor), o mais recente filme de William Friedkin (Killer Joe), o aguardado novo trabalho de Jacques Audiard (Ferrugem e osso) e o vencedor do último festival de Berlim (o  italiano César deve morrer).
Ainda tem Globo de Ouro, SAG e muito mais. Quem disse que janeiro é mês de descanso? Não o é para quem respira cinema. Será um começo de 2013 para ninguém botar defeito aqui no blog!

sábado, 1 de dezembro de 2012

Carta do editor - Ho Ho Ho


Dezembro chegou! Que saudade, né? O mês das festas e de renovar esperanças, como sempre, segue recheado em Claquete. Tem início neste mês – e se estende até o fim de fevereiro – o especial Oscar Watch 2013. Como bem está acostumado o leitor, o especial é pautado por uma cobertura recheada de análise e contexto trazendo detalhes de bastidores e projeções sobre os principais destaques da temporada de premiações do cinema que tem como cereja do bolo, o Oscar. Mas outro prestigiado especial dá as caras no blog neste mês de dezembro. Trata-se da Retrospectiva 2012, em que serão pormenorizados os grandes destaques do ano no mundo do cinema e, por tabela, da cultura e do entretenimento. Para isso, uma overdose da seção TOP 10. Desde os cartazes mais cool até as melhores sensações propostas pelo cinema em 2012, culminando naquela que é a lista mais aguarda do ano desde que ele nasce: os dez melhores filmes.
O pacote de Papai Noel, porém, reserva outras surpresas como os lançamentos do aguardado O Hobbit, em que Peter Jackson nos leva de volta à Terra Média, A viagem, nova loucura psicodélica com pegada filosófica dos criadores de Matrix e As aventuras de Pi. Além de toda essa consternação, há, ainda, o encerramento dos trabalhos na franquia Crepúsculo, prometido para novembro no blog, mas que vem mesmo para abrilhantar esse pacote de dezembro.
É muita coisa boa para caber em um mês só. É melhor não piscar!

Reinaldo Glioche
Editor

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

Carta do editor - Um mês para todos os gostos!


Novembro é um mês especial. E eu já falei isso em editoriais de novembro de outros anos. Mas 2012 traz um mês com uma boa porção de feriados, uma constatação indispensável para o bom humor de qualquer um. Mas traz também uma boa porção de filmes, algo indispensável para o bom humor de qualquer cinéfilo. Filmes que foram destaques em festivais, como Um alguém apaixonado, novo do iraniano Abbas Kiarostami, Histeria, sobre a invenção do vibrador, O homem da máfia, que coloca Brad Pitt e Tony Soprano (James Gandolfini) sob a batuta do diretor de O assassinato de Jesse James pelo covarde Robert Ford e Argo, novo de Ben Affleck, competem pela atenção dos cinéfilos com produções como Frankenweenie, novo de Tim Burton, Marcados para morrer, A origem dos guardiões e o último filme da saga Crepúsculo. É muito cinema de boa qualidade para cinéfilo nenhum botar defeito e todos esses filmes terão a merecida repercussão em Claquete. Argo, por exemplo, receberá uma cobertura especial e seu diretor, Ben Affleck, estrelará a nova seção Homem do mês.
007 ainda está em cartaz nos cinemas e no blog. Operação Skyfall tem sido considerado por muita gente o melhor filme de James Bond de todos os tempos. Será? Claquete lança um olhar mais detido para tentar responder essa questão.
No mês passado, a seção Em off apresentou uma diretora que está fazendo história na Arábia Saudita ao se tornar a primeira saudita a dirigir um filme e em seu país. Isso nos lembra de que há dois anos destacávamos o primeiro Oscar para uma diretora. É fato que temos cada vez mais mulheres talentosíssimas na direção de longa-metragens. Certo, também, que ainda há muitas barreiras a serem transpostas em uma indústria secularmente conhecida por seu aspecto sexista e refratário. Mas o que as escolhas e caminhos trilhados pelas diretoras já atuantes nos dizem? Que futuro ele intuem? A primeira seção Spotlight de Claquete vai buscar iluminar essa questão tão delicada.
As seções Insight do mês abordarão temas distintos, mas agregados pelo valor cinéfilo que ostentam. Desde os rumos da Disney que acaba de adquirir a Lucas Film, passando pelo discurso cinematográfico de Abbas Kiarostami e chegando no multifacetado universo da espionagem no cinema. Enfim, um mês para todos os gostos!


Reinaldo Matheus Glioche
       editor

segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Carta do editor



Tirando o atraso

É bom estar de volta. Posso ter ficado ausente de Claquete, mas Claquete não se ausentou de mim. A paixão pelo cinema e o alimento que ela configura para a alma me trouxeram de volta. Reabilitado com a proposta deste blog ser um projeto independente e uma constante declaração de amor pelo cinema compartilhada por esses leitores fiéis que tão bem me recepcionaram nessa volta tão inesperada quanto a partida, com este editorial – que agora passa a se chamar “carta do editor” – dou início a segunda vida de Claquete.
A vocação para análise permanece a mesma. O ritmo poderá sofrer oscilações que antes não ocorriam, mas o esmero editorial e a busca pelo contexto persistirão como dogmas de Claquete. A interrupção de cinco meses serviu para que Claquete provasse seu valor. Tanto para mim quanto para os leitores. Sob essa perspectiva, foi um movimento válido, do qual certamente iremos todos tirar grandes lições.
Mas outubro está aí e, já que estamos novamente na ativa, é preciso tirar o atraso. Algumas mudanças pontuais poderão ser notadas a partir deste mês. Saem de cena as colunas e seções Questões cinematográficas, Claquete repercute e Cantinho do DVD. Chegam Spotlight on, que a sua maneira congregará característica das três que se despedem, e Musas etc que oxigenará de uma maneira muito criativa a seção de musas do blog. Aguardem mais novidades para os próximos meses. A página do blog no Facebook também voltará a ser atualizada. Portanto, não deixem de curtir!
O novo de Oliver Stone, os 50 anos de James Bond, a série da HBO "The newsroom" e as produções e artistas que largam na frente na vindoura temporada do Oscar são alguns dos destaques do mês em Claquete. É bom estar de volta!