Ambos já foram abordados na mostra Panorama, que todo mês abraça a filmografia de um cineasta e a repercute. Também já foram louvados pela crítica internacional como os diretores mais interessantes de uma mesma geração. Christopher Nolan e David Fincher são, juntos, responsáveis por uma bem vinda oxigenação na produção de cinema americana. Não à toa são os diretores por trás dos dois filmes americanos mais elogiados do ano até aqui (e 2010 já se aproxima do final). Claquete, aproveitando que A rede social (a contribuição de Fincher) chega aos cinemas no próximo mês, e A origem (o último de Nolan) chegará às locadoras também em dezembro, põe os dois no ringue mais charmoso e generoso do cinema. A seção Tira-teima deste mês traz os créditos mais óbvios e mais incomuns dessas duas figuras que renovam nossa paixão pela sétima arte a cada novo trabalho.
O que nós e Nolan devemos a Fincher?
O diretor era a primeira opção para revitalizar a carreira do homem morcego nos cinemas. Batman begins foi recusado por Fincher e, em seguida, oferecido a Nolan que aceitou e o resto é história.
Eles quase se enfrentaram ...
...no Oscar 2009. Ambos foram indicados ao prêmio do sindicato dos diretores e era grande a expectativa de nomeações para Fincher por O curioso caso de Benjamin Button e para Nolan por Batman – o cavaleiro das trevas. Mas o segundo ficou fora da festa. Este ano os dois estão novamente cotados para o Oscar de direção. Fincher por A rede social e Nolan por A origem.
















