Um fenômeno chamado paranormal activity
O thiller inedependente de terror que já há algumas semanas vinha chamando a atenção nos EUA acaba de fazer mais um registro histórico. Estimativas apontam que o filme liderou a bilheteria americana nesse fim de semana. Devido a forte campanha de boca a boca, o número de salas exibindo Paranormal activity aumenta toda semana, mas ninguém acreditava que o filme fosse capaz de tal feito. Ainda mais se consideradas as estréias de sexta. O terror Jogos mortais 6, o drama Amélia e a fita de ação Astro boy (todos em escala nacional). Essa conquista vai para os entusiastas da máxima " uma camêra na mão e uma idéia na cabeça".
O veredito de Roma
E o festival de Roma (mencionado no Post debaixo) se encerrou na sexta feira passada. E premiou o filme dinamarquês broderskab. O filme trata das improvavéis relações entre o homossexualismo e o neonazismo. A inglesa Helen Mirren por The last station e o italiano Sergio Castellitto por Alza la testa foram escolhidos os melhores atores.
O pedido da América
E a justiça suiça deve se pronunciar em até quinze dias sobre a extradição de Roman Polanski. A expectativa é de que ceda á americana. Comenta-se nos EUA que o diretor franco polonês não deve escapar de cumprir uma pena mínima de 2 anos.
domingo, 25 de outubro de 2009
Insight
Para que servem os festivais de cinema?
Filmes como Voluntária sexual do sul coreano Kyong -Duk Cho, atualmente em cartaz na mostra de São Paulo, só chegam ao público através de festivais
Desde a última sexta feira, os paulistanos estão “respirando” cinema. Começou a 33ª mostra internacional de cinema de São Paulo que vai até 5 de novembro. Serão 424 filmes de mais de 30 países exibidos em mais de 17 pontos de exibição. Há pouco mais de duas semanas, outro festival de porte se encerrou no Brasil. O festival do Rio roubou do festival de Gramado a alcunha de principal festival do país. Contudo, aqui mesmo no Brasil temos, ainda, mais um punhado de festivais. Para ficar nos mais conhecidos e tradicionais, temos Paulínea, Brasília, Manaus e Ceará. Se essa variedade e profusão de festivais chama a atenção em um país que tem baixa produção cinematografia e pouco ressonância internacional, há de se ponderar o efeito que festivais de cinema tem ao redor do mundo.
Postêr do último festival de Cannes: excelência nem sempre está no cardápio, mas a sofisticação sim
De Veneza a Roma
O festival mais antigo do mundo, e um dos mais tradicionais, é o de Veneza. São duas semanas em setembro de muito cinema e glamour. Mais recentemente, outra importante cidade italiana deu inicio a um festival de cinema, na expectativa de rivalizar em charme e importância com Veneza. O festival de Roma existe há 3 anos. Acontece em outubro e até hoje tem funcionado mais como plataforma de lançamento de produções americanas na europa. Juno (grande figura do Oscar há dois anos atrás) foi o primeiro vencedor lá.
Contudo, entre Veneza e Roma, há outros importantes e prestigiados festivais de cinema espalhados pela europa. Cannes, que acontece sempre no fim de maio, é certamente o mais prestigiado e comentado de todos eles. A Palma de ouro é cortejada e desejada por 10 entre 10 cineastas. E é junto do Oscar, o prêmio de cinema mais conhecido e considerado por cinéfilos e não cinéfilos. Há também Berlim, que já gozara de mais prestigio. Muitos cineastas e produtores evitam Berlim na expectativa de ir a Cannes o que não tem sido de todo ruim. Enquanto Cannes premia velhos conhecidos e exibe trabalhos de crias da casa, Berlim se abre para o mundo (o cinema latino americano vem de duas vitórias lá, com Tropa de elite e A teta assustada).
O festival mais antigo do mundo, e um dos mais tradicionais, é o de Veneza. São duas semanas em setembro de muito cinema e glamour. Mais recentemente, outra importante cidade italiana deu inicio a um festival de cinema, na expectativa de rivalizar em charme e importância com Veneza. O festival de Roma existe há 3 anos. Acontece em outubro e até hoje tem funcionado mais como plataforma de lançamento de produções americanas na europa. Juno (grande figura do Oscar há dois anos atrás) foi o primeiro vencedor lá.
Contudo, entre Veneza e Roma, há outros importantes e prestigiados festivais de cinema espalhados pela europa. Cannes, que acontece sempre no fim de maio, é certamente o mais prestigiado e comentado de todos eles. A Palma de ouro é cortejada e desejada por 10 entre 10 cineastas. E é junto do Oscar, o prêmio de cinema mais conhecido e considerado por cinéfilos e não cinéfilos. Há também Berlim, que já gozara de mais prestigio. Muitos cineastas e produtores evitam Berlim na expectativa de ir a Cannes o que não tem sido de todo ruim. Enquanto Cannes premia velhos conhecidos e exibe trabalhos de crias da casa, Berlim se abre para o mundo (o cinema latino americano vem de duas vitórias lá, com Tropa de elite e A teta assustada).
Stallone acena para o público em Veneza: Ele foi homenageado como cineasta na última edição do evento italiano
Há ainda importantes festivais na Espanha, em Toronto, em Nova Iorque, quase qualquer cidade de proeminência economica tem um festival de cinema hoje em dia. A questão é por quê? O que os festivais agregam para o cinema, enquanto arte e enquanto industria? São apenas reuniões de um clube sofisticado e nós vulgos voyeurs?
Filmes como Voluntária sexual do sul coreano Kyong -Duk Cho, atualmente em cartaz na mostra de São Paulo, só chegam ao público através de festivaisMarketing e tendências
Os festivais nasceram com a simples meta de promover o cinema. É isso o que fazem primordialmente. E muito bem. Tanto é que se proliferam e se acotovelam na busca cada vez mais insidiosa de espaço e relevância. Essa promoção privilegia, por razões óbvias, produções mais herméticas, voltadas para um público de formação cultural mais sólida e interesses cinematográficos mais apurados. Também é por meio de festivais como Sundance e o próprio Cannes que muitos negócios são travados. Muitos acordos de distribuição fechados e muitas parcerias firmadas. Os festivais servem, em uma segundo momento, para capitalizar. Seria ingênuo afirmar que eles existem somente pelo amor ao cinema. Produtores e organizadores vislumbram grandes oportunidades financeiras na realização desses eventos. De fato, esses festivais rendem muito dinheiro e benefícios para as cidades que os sedeiam. Robert De Niro negociou acordos e pagou royalties para criar o festival de Tribeca em Nova Iorque após o 11 de setembro. Uma homenagem a cidade que também lhe rendeu dividendos.
Cinema é arte, mas também é negócio. Os festivais em sua concepção e, em seu momento mais bem sucedido, mostram que a arte, também ela, é um ótimo negócio.
Os festivais nasceram com a simples meta de promover o cinema. É isso o que fazem primordialmente. E muito bem. Tanto é que se proliferam e se acotovelam na busca cada vez mais insidiosa de espaço e relevância. Essa promoção privilegia, por razões óbvias, produções mais herméticas, voltadas para um público de formação cultural mais sólida e interesses cinematográficos mais apurados. Também é por meio de festivais como Sundance e o próprio Cannes que muitos negócios são travados. Muitos acordos de distribuição fechados e muitas parcerias firmadas. Os festivais servem, em uma segundo momento, para capitalizar. Seria ingênuo afirmar que eles existem somente pelo amor ao cinema. Produtores e organizadores vislumbram grandes oportunidades financeiras na realização desses eventos. De fato, esses festivais rendem muito dinheiro e benefícios para as cidades que os sedeiam. Robert De Niro negociou acordos e pagou royalties para criar o festival de Tribeca em Nova Iorque após o 11 de setembro. Uma homenagem a cidade que também lhe rendeu dividendos.
Cinema é arte, mas também é negócio. Os festivais em sua concepção e, em seu momento mais bem sucedido, mostram que a arte, também ela, é um ótimo negócio.
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Insight
top 10
O top 10 de hoje destaca os principais personagens da carreira de Bruce Willis que voltou nesse fim de semana aos cinemas brasileiros. Quem quiser saber um pouco mais sobre o astro, a seção radiografia (quatro posts abaixo) também o destaca.
10 – Jimmy Tulipa (Meu vizinho mafioso 1 e 2)
Aqui é Bruce Willis se divertindo. O ator está impagável na pele do mafioso durão que adora implicar com o vizinho medroso vivido por Mathew Perry. A continuação foi menos esperta, mas Willis manteve o charme do personagem em alta.
9- Jeff Taley ( Refém)
Jeff Taley não é muito diferente de outros personagens vividos por Willis. Faz o tipo durão, inteligente e corajoso. Contudo, o valente Taley enfrenta uma situação pouco comum em Refém. Xerife da cidade tem que possibilitar a fuga de dois seqüestradores da mansão de um milionário para salvar a própria filha. Um filme tenso e um personagem ao gosto de Bruce Willis. E de seus fãs.
8- John Hartigan (Sin City)
Aqui ele faz mais um tira (como os americanos gostam de se referir a policiais e detetives voluntariosos) incorruptível. A fotografia em preto e branco do filme, os cenários digitais e Bruce Willis soltando frases de efeito, fazem de Sin City, e de John Hartigan, figuras inesquecíveis da cultura pop.
7 – RJ ( Os sem floresta)
Ok. Aqui Bruce Willis não aparece.Mas seu vozeirão inconfundível contribui muito para o sucesso do simpático, e malandro, guaxinim que apronta todas com os ingênuos animaizinhos de Os sem floresta.
6 –David Dunn (Corpo fechado)
Em corpo fechado Willis vive o herói mais inusitado e, talvez o mais humano, já concebido no cinema. Além de ser um almágama de referências sobre super - heróis criado por M.Night Shymalan, David Dunn é um homem com conflitos humanos bem mais desafiadores do que os sobrenaturais.
5- Ben Jordan (A história de nós dois)
Aqui Willis se experimenta em um terreno incomum em sua carreira. Na comédia dramática em que divide a cena com Michelle Pfeiffer, ele vive um homem imerso em problemas conjugais, mas um homem disposto a fazer seu casamento, e o amor que o move, triunfarem. Talvez seja o maior e mais real herói vivido pelo astro.
4- Butch Coolidge (Pulp Fiction – tempos de violência)
Um pugilista famoso, rico e com problemas de dinheiro. Parece clichê, e é. Só que Willis investe em todo o seu carisma e acerta o tom dos diálogos de Tarantino para criar um personagem mais tridimensional do que o roteiro sugere. O filme era tão bom e tinha tantos superlativos que isso passou despercebido.
3- O chacal (O chacal)
Um dos poucos vilões que interpretou. O chacal de Bruce Willis se equipara em status ao verdadeiro. Á época do lançamento do filme não se falava em outra coisa, que não a caracterização mimética de Willis. O filme foi um sucesso graças a curiosidade, e a satisfação, em ver o ator como um legitimo bad ass.
2- Dr. Malcolm Crowe (O sexto sentido)
Talvez essa seja a melhor atuação do ator. Aqui ele evita todos os cacoetes que adquiriu ao longo da carreira de astro de ação e investe em uma atuação minimalista sendo generoso com o ator mirim Haley Joel Osment. Quando está em cena, porém, fica difícil atentar para as pistas que Shymalan solta pelo caminho.
1 – John McClane (Duro de matar, Duro de matar 2, Duro de matar: a vingança, Duro de matar 4)
Não podia ser outro. O personagem que o fez famoso e que definiu a forma de se produzir filmes de ação na década de 90, e que acabou sendo redescoberta agora nos anos 2000, é um ícone, não só do cinema, mas da cultura pop. John McClane garantiu a Bruce Willis não só um emprego, celebridade e dinheiro. Lhe concedeu a imortalidade.
10 – Jimmy Tulipa (Meu vizinho mafioso 1 e 2)
Aqui é Bruce Willis se divertindo. O ator está impagável na pele do mafioso durão que adora implicar com o vizinho medroso vivido por Mathew Perry. A continuação foi menos esperta, mas Willis manteve o charme do personagem em alta.
9- Jeff Taley ( Refém)
Jeff Taley não é muito diferente de outros personagens vividos por Willis. Faz o tipo durão, inteligente e corajoso. Contudo, o valente Taley enfrenta uma situação pouco comum em Refém. Xerife da cidade tem que possibilitar a fuga de dois seqüestradores da mansão de um milionário para salvar a própria filha. Um filme tenso e um personagem ao gosto de Bruce Willis. E de seus fãs.
8- John Hartigan (Sin City)
Aqui ele faz mais um tira (como os americanos gostam de se referir a policiais e detetives voluntariosos) incorruptível. A fotografia em preto e branco do filme, os cenários digitais e Bruce Willis soltando frases de efeito, fazem de Sin City, e de John Hartigan, figuras inesquecíveis da cultura pop.
7 – RJ ( Os sem floresta)
Ok. Aqui Bruce Willis não aparece.Mas seu vozeirão inconfundível contribui muito para o sucesso do simpático, e malandro, guaxinim que apronta todas com os ingênuos animaizinhos de Os sem floresta.
6 –David Dunn (Corpo fechado)
Em corpo fechado Willis vive o herói mais inusitado e, talvez o mais humano, já concebido no cinema. Além de ser um almágama de referências sobre super - heróis criado por M.Night Shymalan, David Dunn é um homem com conflitos humanos bem mais desafiadores do que os sobrenaturais.
5- Ben Jordan (A história de nós dois)
Aqui Willis se experimenta em um terreno incomum em sua carreira. Na comédia dramática em que divide a cena com Michelle Pfeiffer, ele vive um homem imerso em problemas conjugais, mas um homem disposto a fazer seu casamento, e o amor que o move, triunfarem. Talvez seja o maior e mais real herói vivido pelo astro.
4- Butch Coolidge (Pulp Fiction – tempos de violência)
Um pugilista famoso, rico e com problemas de dinheiro. Parece clichê, e é. Só que Willis investe em todo o seu carisma e acerta o tom dos diálogos de Tarantino para criar um personagem mais tridimensional do que o roteiro sugere. O filme era tão bom e tinha tantos superlativos que isso passou despercebido.
3- O chacal (O chacal)
Um dos poucos vilões que interpretou. O chacal de Bruce Willis se equipara em status ao verdadeiro. Á época do lançamento do filme não se falava em outra coisa, que não a caracterização mimética de Willis. O filme foi um sucesso graças a curiosidade, e a satisfação, em ver o ator como um legitimo bad ass.
2- Dr. Malcolm Crowe (O sexto sentido)
Talvez essa seja a melhor atuação do ator. Aqui ele evita todos os cacoetes que adquiriu ao longo da carreira de astro de ação e investe em uma atuação minimalista sendo generoso com o ator mirim Haley Joel Osment. Quando está em cena, porém, fica difícil atentar para as pistas que Shymalan solta pelo caminho.
1 – John McClane (Duro de matar, Duro de matar 2, Duro de matar: a vingança, Duro de matar 4)
Não podia ser outro. O personagem que o fez famoso e que definiu a forma de se produzir filmes de ação na década de 90, e que acabou sendo redescoberta agora nos anos 2000, é um ícone, não só do cinema, mas da cultura pop. John McClane garantiu a Bruce Willis não só um emprego, celebridade e dinheiro. Lhe concedeu a imortalidade.
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Top 10
Critica - Distrito 9
O inferno são os outros!
Peter Jackson sabe o que faz. Se ele bancou a realização de Distrito 9 (District 9, EUA/AFR do SUL 2009) era porque a idéia valia a pena. O filme do diretor estreante Neill Blomkamp é um primor sobre muitos aspectos. Contudo, é, antes de mais nada, entretenimento da melhor qualidade.
Blomkamp se utiliza de um expediente conhecido, mas que sob sua tutela apresenta-se como algo genuinamente novo. Ele registra seu filme como se fosse um falso documentário (recurso popularizado pelo seriado The office) para contar a saga de aliens que são hostilizados no planeta terra. A ação se passa na África, mais precisamente na capital sul africana, Johann
esburgo. É lá que uma nave alienígena se estabelece, revelando milhares de seres subnutridos e confusos. Os humanos sem saber o que fazer, providenciam um acampamento, que logo vira uma favela. Humanos e aliens se chocam frequentemente. Surge a necessidade de remover os aliens para um acampamento mais afastado e é aí que entra em cena Wilkus van de Merwe ( o estupendo Sharlto Copley). Um burocrata nomeado para conduzir o remanejamento alien.
Daí em diante Distrito 9 segue uma cartilha de clichês, mas a originalidade da história e a força da analogia politica (com o apartheid sul africano, para ficar na mais óbvia) revestem o filme de urgência, viço e atemporalidade. Trata-se de um filme com um discurso poderoso. Ficções cientificas se prestam a elaborar um comentário (geralmente pessimista) sobre o estado das coisas, mas Distrito 9 com seus aliens favelados e com seus humanos gananciosos e violentos é de uma eloquência atroz. Suas referências são muitas, desde Aliens até Cidade de Deus, contudo, a despeito da iminente franquia cinematográfica que se anuncia, Distrito 9 caminha para ser, ele mesmo, uma forte e inescapável referência.
Apesar de priorizar a ação, e a tensão da história é continua e ineterrupta, a mensagem de Bloomkamp é clara. Intolerância gera intolerância. Colocar-se no lugar do outro, ainda é a forma mais humana, e digna, de se legitimar qualquer busca pela paz.
Peter Jackson sabe o que faz. Se ele bancou a realização de Distrito 9 (District 9, EUA/AFR do SUL 2009) era porque a idéia valia a pena. O filme do diretor estreante Neill Blomkamp é um primor sobre muitos aspectos. Contudo, é, antes de mais nada, entretenimento da melhor qualidade.
Blomkamp se utiliza de um expediente conhecido, mas que sob sua tutela apresenta-se como algo genuinamente novo. Ele registra seu filme como se fosse um falso documentário (recurso popularizado pelo seriado The office) para contar a saga de aliens que são hostilizados no planeta terra. A ação se passa na África, mais precisamente na capital sul africana, Johann
esburgo. É lá que uma nave alienígena se estabelece, revelando milhares de seres subnutridos e confusos. Os humanos sem saber o que fazer, providenciam um acampamento, que logo vira uma favela. Humanos e aliens se chocam frequentemente. Surge a necessidade de remover os aliens para um acampamento mais afastado e é aí que entra em cena Wilkus van de Merwe ( o estupendo Sharlto Copley). Um burocrata nomeado para conduzir o remanejamento alien.Daí em diante Distrito 9 segue uma cartilha de clichês, mas a originalidade da história e a força da analogia politica (com o apartheid sul africano, para ficar na mais óbvia) revestem o filme de urgência, viço e atemporalidade. Trata-se de um filme com um discurso poderoso. Ficções cientificas se prestam a elaborar um comentário (geralmente pessimista) sobre o estado das coisas, mas Distrito 9 com seus aliens favelados e com seus humanos gananciosos e violentos é de uma eloquência atroz. Suas referências são muitas, desde Aliens até Cidade de Deus, contudo, a despeito da iminente franquia cinematográfica que se anuncia, Distrito 9 caminha para ser, ele mesmo, uma forte e inescapável referência.
Apesar de priorizar a ação, e a tensão da história é continua e ineterrupta, a mensagem de Bloomkamp é clara. Intolerância gera intolerância. Colocar-se no lugar do outro, ainda é a forma mais humana, e digna, de se legitimar qualquer busca pela paz.
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On TV
Semana cheia de estréias

O canal warner channel promove, essa semana, uma porção de estréias e realiza uma despedida. A famosa, importante, e hoje já desprestigiada, E.R chega ao fim. A série que adentrou a história como aquela que revelou George Clooney para o mundo terá seu último episódio exibido pelo canal nessa quarta às 22:00h. Antes disso, o canal exibe um especial com depoimentos de equipe e elenco, além de cenas que marcaram a história da série.
Na segunda, o grande destaque é o retorno de The mentalist. A série estrelada por Simon Baker (de filmes como O diabo veste Prada) foi o maior sucesso da tv americana na temporada passada. Valeu, inclusive, uma indicação ao Emmy para seu protagonista. Patrick Jane (Baker) é um mentalista, pessoas com aguçada capacidade de observação, e dedução, que ajuda a policia de Los Angeles a desvendar crimes. A série, graças ao timing e carisma de Baker, é muito agradável.
Quando ver: Segundas ás 22:00h no Warner Channel
Na terça, as duas principais comédias da atualidade retornam. Two & half men chega a sua 7ª temporada, enquanto que The big bang theory entra em sua 3ª temporada. Enquanto a primeira prima por um humor mais grosseiro e irascível, a segunda privilegia um humor mais inteligente e sutil. De qualquer forma, as duas são ótimas pedidas.
Quando ver: Terças ás 21:00 no Warner Channel
Na quinta é a vez de The vampire diares. A série, que estreou na verdade na quinta -feira passada, embora seja adaptada de uma obra literária mais antiga do que Crepúsculo, guarda muitas similaridades com a saga de Edward e Bella. É indicada para o fãs de Crepúsculo e de dramas teens.
Quando ver: Quintas ás 21:00 no Warner Channel
Apesar das boas novidades, a melhor série em cartaz atualmente no Brasil é Hung. Exibida pela HBO aos sábados ás 23:00 e nas quintas ás 21:00, a série estrelada por Tomas Jane é um primor de inteligência e irreverência. A vida de Ray Drekker entra em parafuso e ele toma medidas pouco convencionais para botá-la de volta nos trilhos.
Quando ver: Sábados ás 23:00 na HBO

O canal warner channel promove, essa semana, uma porção de estréias e realiza uma despedida. A famosa, importante, e hoje já desprestigiada, E.R chega ao fim. A série que adentrou a história como aquela que revelou George Clooney para o mundo terá seu último episódio exibido pelo canal nessa quarta às 22:00h. Antes disso, o canal exibe um especial com depoimentos de equipe e elenco, além de cenas que marcaram a história da série.
Na segunda, o grande destaque é o retorno de The mentalist. A série estrelada por Simon Baker (de filmes como O diabo veste Prada) foi o maior sucesso da tv americana na temporada passada. Valeu, inclusive, uma indicação ao Emmy para seu protagonista. Patrick Jane (Baker) é um mentalista, pessoas com aguçada capacidade de observação, e dedução, que ajuda a policia de Los Angeles a desvendar crimes. A série, graças ao timing e carisma de Baker, é muito agradável.
Quando ver: Segundas ás 22:00h no Warner Channel
Na terça, as duas principais comédias da atualidade retornam. Two & half men chega a sua 7ª temporada, enquanto que The big bang theory entra em sua 3ª temporada. Enquanto a primeira prima por um humor mais grosseiro e irascível, a segunda privilegia um humor mais inteligente e sutil. De qualquer forma, as duas são ótimas pedidas.
Quando ver: Terças ás 21:00 no Warner Channel
Na quinta é a vez de The vampire diares. A série, que estreou na verdade na quinta -feira passada, embora seja adaptada de uma obra literária mais antiga do que Crepúsculo, guarda muitas similaridades com a saga de Edward e Bella. É indicada para o fãs de Crepúsculo e de dramas teens.
Quando ver: Quintas ás 21:00 no Warner Channel
Apesar das boas novidades, a melhor série em cartaz atualmente no Brasil é Hung. Exibida pela HBO aos sábados ás 23:00 e nas quintas ás 21:00, a série estrelada por Tomas Jane é um primor de inteligência e irreverência. A vida de Ray Drekker entra em parafuso e ele toma medidas pouco convencionais para botá-la de volta nos trilhos.
Quando ver: Sábados ás 23:00 na HBO
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sábado, 24 de outubro de 2009
De olho no futuro ...
Tudo pronto para a decolagem
Sam Raimi que esse ano fez as pazes com a critica ao lançar o terror Arrasta-me para o inferno, voltou a falar de seu rebento mais famoso. Homem aranha 4 está finalmente nos eixos. Está tudo pronto para começar as filmagens do filme que está previsto para estrear em julho de 2011. Raimi disse que foi um erro pessoal ceder as investidas do estúdio para que tivesse 3 vilões em Homem aranha 3. Falou também que só voltou para o quarto filme porque lhe foi prometida autonomia total. O diretor adiantou que Bruce Campbell, amigo e protagonista da série Evil dead, terá um papel, provavelmente de vilão, na próxima aventura aracnídea.
Dessa água não beberei mais. Peraí, e se eu sentir sede?
Foi anunciado nessa semana que o diretor Walter Salles dirigirá American rust. Adaptação, encomendada pelo estúdio Universal, da obra do escritor americano Philipp Meyer. Salles trabalhará uma vez mais com seus colaboradores de Diários de motocicleta, Jose Rivera (roteirista) e Eric Gautier (fotógrafo). Trabalhará, também, uma vez mais a serviço de Hollywood. Vale lembrar que o diretor pôs – se a falar mal e com virulência da experiência que tivera ao dirigir o, bom, filme Água negra de 2005. Chegou a dizer que nunca mais rodaria um filme para Hollywood. Nem no esquema de co-produção. Ou mudaram a etimologia da palavra nunca ou Salles exagerou para agradar uma platéia que adora difamar a Meca do cinema.
Eu estou falando sério, mas não tão sério assim!
Miley Cyrus em Sex and the city 2
Eu estou falando sério, mas não tão sério assim!Miley Cyrus em Sex and the city 2
Os produtores de Sex and the city 2 querem agradar as mulheres de todas as idades. A série da HBO se dirigia a mulheres maduras, mas na transição para o cinema, existe a necessidade de ampliar seu público. Talvez por isso, querendo fisgar a audiência mais jovem, Miley Cyrus participará do filme. No filme ela viverá ela mesma e colocará Samantha Jones (Kim Katrall) em uma saia justa.
Quem nunca passou por um constrangimento como esses?
Tem que pagar!
Julia Roberts se embrenhou na India para rodar cenas de seu novo filme. O drama, com toques de existencialismo, Comer, rezar, amar. Ela chegou a provocar furor da população local que, talvez por ela ser uma atriz poderosa, queria que ela pagasse para filmar nas locações indianas. Bem, Julia não pagou, as filmagens atrasaram um pouco e Javier Barden chegou. O ator espanhol viverá o brasileiro Felipe, por quem a personagem de Julia se apaixonará. Bem que os brasileiros podiam cobrar do Barden por ele interpretar um brasileiro, não é?
Julia Roberts se embrenhou na India para rodar cenas de seu novo filme. O drama, com toques de existencialismo, Comer, rezar, amar. Ela chegou a provocar furor da população local que, talvez por ela ser uma atriz poderosa, queria que ela pagasse para filmar nas locações indianas. Bem, Julia não pagou, as filmagens atrasaram um pouco e Javier Barden chegou. O ator espanhol viverá o brasileiro Felipe, por quem a personagem de Julia se apaixonará. Bem que os brasileiros podiam cobrar do Barden por ele interpretar um brasileiro, não é?
Barden e Julia se entrosando...Confissões de um quarentão
George Clooney não tem twitter, mas anda abrindo o seu coração para o público. Pela via mais tradicional mesmo, ou seja, a imprensa. Essa semana o ator disse que já sofreu muito por amor e que tem uma dificuldade imensa de terminar um relacionamento. Já em Up in the air, seu novo filme que acaba de ganhar o título nacional de Amor sem escalas (repara na ironia!), ele vive um especialista em encerrar relacionamentos. Só que os profissionais. Na vida amorosa padece de solidão. A nova fita de Jason Reitman está prevista para estrear no natal aqui no Brasil.
O filme de 2010 em 2009
Você já viu aqui em Claquete o trailer de Origem (clique aqui para ver de novo). Pois bem o filme ainda não terminou de ser gravado. Esse fato permite intuir a expectativa em torno do novo trabalho de Christopher Nolan. O primeiro depois do mega sucesso de O cavaleiro das trevas. Para ajudar a controlar a ansiedade, ou no caso de alguns, desencadeá-la, seguem algumas fotos de bastidores.



Da esquerda para a diretira: DiCaprio retoquando a maquiagem, falando no pé do ouvido de Marion Cottilard e seguindo Ellen Page
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Radiografia
Bruce Willis (Substitutos)

+Alemão, nasceu na cidade de Idar – Oberstein na Alemanha oriental
+Cresceu em Nova Jersey
+Também é músico
+Entre outros instrumentos, toca gaita, trompete e violão
+Fez 54 anos em 19 de março
+Foi casado com a atriz Demi Moore por 11 anos
+Cresceu em Nova Jersey
+Também é músico
+Entre outros instrumentos, toca gaita, trompete e violão
+Fez 54 anos em 19 de março
+Foi casado com a atriz Demi Moore por 11 anos
+Seu menor salário foi de U$ 5 milhões por Duro de matar (1988)
+Seu maior salário foi de U$ 25 milhões por Duro de matar 4 (2007)
+Seu maior salário foi de U$ 25 milhões por Duro de matar 4 (2007)
Casou-se recentemente com a namorada Emma Herting, com quem já namorava há um ano
Ganhou um Emmy de melhor ator convidado por sua participação na sitcom Friends
É co – fundador da marca Planet Hollywood. Seus sócios são a ex – mulher Demi Moore, o ator Sylvester Stallone e o atual governador da Califórnia Arnold Schwarzenegger.
Seus maiores ídolos são Robert De Niro,com quem trabalhou no filme What just Happend? (Inédito no Brasil), John Wayne, Gary Cooper e Steve McQueen.
Estrelou doze filmes que lideraram as bilheterias americanas no primeiro fim de semana e 6 que permaneceram a liderar na semana seguinte
Fez uma participação, como ele mesmo, no filme Doze homens e um novo segredo
Entre seus maiores sucessos de público estão: Armageddon (1998), Duro de matar (1988), Duro de matar 4 (2007), Corpo fechado (2000), O sexto sentido (1999), O quinto elemento (1997), meu vizinho Mafioso (1999),Lágrimas do sol (2003), Pulp Fiction – tempos de violência (1994), O falcão está a solta (1990), Duro de matar 2 (1990) e Duro de matar: A vingança (1995).
Seus maiores sucessos de critica são: Os doze macacos (1995), O calor da noite (1991), A fogueira das vaidades (1991), Sin City (2005) e O sexto sentido (1999).
Seus maiores fracassos são: Meu vizinho mafioso 2 (2004), A estranha perfeita (2007), Planeta terror (2007), Grande hotel (1995), O último Boy scout (1992)
Domingo tem mais Bruce Willis em Claquete. O top 10 lista os 10 principais personagens do ator.
Foto: Divulgação
Fonte: Boxofficemojo, IMDB e arquivo pessoal
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Critica - Te amarei para sempre
Pela força das metáforas!
Existem diretores que acreditam piamente na força das imagens. Outros que acreditam na força das idéias. Robert Schwentke, diretor de Te amarei para sempre (The time´s traveler wife, EUA 2009), acredita na força das metáforas. São elas que pautam o filme. Se no romance, do qual o filme foi adaptado, A mulher do viajante no tempo de Audrey Niffenegger, a história era mais imaginativa e as metáforas se impunham com naturalidade, no filme elas são despejadas. Muitas das
vezes de forma inconseqüente.Te amarei para sempre não é um filme ruim. Emociona e é impossível não se cativar pela tragédia de Henry (Eric Bana). Privado de uma vida normal, pois viaja involuntariamente pelo tempo. Henry no momento que vislumbra a chance de amar, se agarra a ela. É algo essencialmente humano.
A despeito de alguns erros de continuidade e algumas solenes omissões do roteiro, Te amarei para sempre funciona como uma boa crônica dos percalços do amor. Do estágio inicial, mera fantasia, até o amadurecimento do sentimento, quando se está pronto para realizar sacrifícios; e também versa sobre a escolha de retornar a fantasia. Contudo, o filme não explora essa linha narrativa a contento. As metáforas que pipocam na tela parecem um capricho intelectual de diretor e roteiristas. Algumas são muito interessantes. Como a de Henry ficar pelado sempre que viaja no tempo, que é bastante eficiente em demonstrar sua vulnerabilidade cada vez que aquilo acontece. Também a que Clare (Rachel McAdams) trai o marido com uma outra versão dele mesmo, mas que pode lhe dar aquilo que ela busca. Essa última, como um sintoma do que acontece nas relações modernas.
Mas essas talvez sejam as duas boas metáforas que surgem no filme. E já vinham do livro. A bem da verdade, a adaptação não foi bem conduzida. Como a história é bonita e edificante, apostou-se cegamente em seu sucesso. Algo que o próprio atraso em lançar a fita (prevista inicialmente para o fim do ano passado), já escancarava não ser o caso.
Misturar elementos de ficção científica a uma história de amor, embora possa causar estranheza para alguns, não é algo novo. Recentemente o roteirista Charlie Kaufman e o diretor Michel Gondry saíram-se muito bem no mesmo território com o inesquecível Brilho eterno de uma mente sem lembranças.
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Te amarei para sempre
Cenas de cinema
The show must go on... I
A essa altura do campeonato no ano passado, já sabíamos que Hugh Jackman, então recém eleito homem mais sexy do mundo pela revista People, seria o apresentador do Oscar. A cerimônia de 2009 foi de fato muito boa. Jackman deixou ótima impressão, mostrou-se showman nato, e ajudou a reerguer a combalida audiência da cerimônia.
A academia o queria novamente a frente do show. Assim como queria Bill Condon (diretor de filmes como Dreamgirls e Deuses e monstros), produtor da cerimônia passada. Nenhum dos dois se disponibilizaram.
The show must go on ... II
A academia o queria novamente a frente do show. Assim como queria Bill Condon (diretor de filmes como Dreamgirls e Deuses e monstros), produtor da cerimônia passada. Nenhum dos dois se disponibilizaram.
The show must go on ... II
Condon alegou estar muito atarefado. Jackman ainda não se pronunciou oficialmente, mas boatos dão conta de que o ator deve declinar de um eventual convite acatando sugestão de amigos que acham que ele não deve enveredar por esse tipo de exposição. Precavida e não querendo emitir sinais de desprestigio a academia anunciou essa semana os nomes de Adam Shankman (diretor de filmes como Zohan, o agente bom de corte e Hairspray) e Bill Mechanic (produtor de filmes como Clube da luta e Moulin Rouge). Na tentativa de preservar o status e a verve criativa que Condon imprimiu na edição do Oscar desse ano, a academia movimenta-se para ter, além desses produtores renomados, Tom Hanks, atual vice –presidente da academia, como host da cerimônia.
Será que Wolverine vai vestir esse smoking novamente?Não tweetarás meus segredos...
Os estúdios de Hollywood começam a reagir a febre do twitter e a indiscrição voraz que a ferramenta virtual desperta nas celebridades. Essa semana houve inclusive censura pública. A Dreamworks emitiu comunicado repreendendo Cameron Diaz e Mike Myers por “vazarem” segredos da produção de Shrek 4 em seus Twitters. A Disney por sua vez começa a colocar clausulas em seus contratos que proíbem os atores, atrizes e diretores de compartilhar detalhes da produção de seus filmes com os seus seguidores no Twitter. Há pouco mais de um mês foi o diretor e ator Jon Favreau quem foi chamado à atenção pela Paramount que entendia que o diretor 'tweetava' muito sobre a produção de Homem de ferro 2. Se as poderosas celebridades também não podem, fica mais fácil engolir a censura no escritório, não é?
Gordinha, magra, desaparecida
Há pouco mais de três semanas foi noticiado que um novo filme da balzaquiana Bridget Jones seria produzido. Os boatos ganharam força quando Liza Chasin, uma das produtoras do primeiro filme, disse que Renée Zellweger, ao contrário do que ocorrera nos dois primeiros filmes, não precisaria ter que engordar para viver Bridget pela terceira vez. Essa semana, Zellweger veio a público para desmentir qualquer mal entendido. A vencedora do Oscar por Cold Mountain disse que não houve nenhuma conversa sobre um terceiro filme de Bridget Jones e que ela não sabe como nem aonde esses boatos começaram.
Referências macabras
Gordinha, magra, desaparecida
Há pouco mais de três semanas foi noticiado que um novo filme da balzaquiana Bridget Jones seria produzido. Os boatos ganharam força quando Liza Chasin, uma das produtoras do primeiro filme, disse que Renée Zellweger, ao contrário do que ocorrera nos dois primeiros filmes, não precisaria ter que engordar para viver Bridget pela terceira vez. Essa semana, Zellweger veio a público para desmentir qualquer mal entendido. A vencedora do Oscar por Cold Mountain disse que não houve nenhuma conversa sobre um terceiro filme de Bridget Jones e que ela não sabe como nem aonde esses boatos começaram.
Referências macabras
A diretora Mary Harron concedeu uma entrevista na segunda passada ao site de cultura BlackBookmag.com. A entrevista era em virtude do lançamento em DVD de uma minissérie de terror produzida por ela, mas não havia como não retomar o principal sucesso da carreira de Harron, Psicopata americano. A diretora entre outras tantas revelações, esclareceu da onde Christian Bale tirou inspiração para compor um personagem tão perturbado. “Eu e Christian estávamos discutindo o personagem. Tentávamos achar o tom certo de retratar aquele personagem que se via como de outro planeta, fora daquela realidade, pondo-se a observar e tentando se ajustar àquela rotina humana. Foi quando em uma bela noite, ele me ligou dizendo que havia achado sua referência. Detectou em Tom Cruise, que concedera uma entrevista a David Letterman na noite anterior, toda a solidão que precisava incorporar.”
O que será que Tom Cruise acha dessa história toda?

Duas faces de uma mesma moeda?Ops, she did it again
Nem Rihanna, nem Lady Gaga. Britney Spears. É isso mesmo. Britney pode estar em baixa se comparada as divas pops de hoje, mas história é história. Toxic, clipe de seu álbum In the zone de 2004, foi eleito pelo site especializado em videoclipes Muzu.tv como o mais sexy de todos os tempos. Na outra ponta da lista ficou a popstar mais contraditória de todos os tempos. O clipe Hung up de Madonna foi eleito o menos sexy. O detalhe é que Britney já engatilha mais um hit com potencial de ser O mais sexy. Seu novo single, sobre um menage a tróis é lider nas paradas americanas.
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