sexta-feira, 18 de abril de 2014
A seleção da 67ª edição do Festival de Cannes
quinta-feira, 19 de abril de 2012
Cannes 2012 - Aposta em americanos e em velhos favoritos
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| Cartaz do segunda longa de Lee Daniels: acolhimento em Cannes é boa notícia |
sábado, 28 de maio de 2011
Grandes Vencedores da Palma de Ouro - De Michael Haneke, A fita branca
terça-feira, 24 de maio de 2011
Cenas de cinema
Onde está Malick?
Misoginia que vale Palma
Invencibilidade garantida
De Niro e seu tradutor
Reação à Palma de Ouro
Ninguém reparou em Um certo olhar
A salvo o filme de abertura, Inquietos de Gus Van Sant, a mostra Um certo olhar foi pouco notada pela crítica internacional em 2011. Poucos foram os destaques. No Brasil, ainda houve interesse por conta da participação de um longa brasileiro, o pouco elogiado Trabalhar cansa. Mas na imprensa internacional foram poucas as menções. Também pode ter contribuído para esse fato, o bom nível da competição principal.
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Repercutindo Cannes 2011
Melhor Roteiro
sábado, 21 de maio de 2011
Grandes Vencedores da Palma de Ouro - De Nanni Moretti, O quarto do filho
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Momento Claquete # 15
sábado, 14 de maio de 2011
Grandes Vencedores da Palma de Ouro - De Quentin Tarantino, Pulp fiction-tempos de violência
O júri presidido por Clint Eastwood tinha algumas figuras de boa repercussão para julgar. Como o italiano Nanni Moretti com Caro diário, o egípcio Atom Egoyan com Exótica, o britânico Mike Figgs com Nunca te amei, o chinês Zhang Yimou com Tempo de viver, o italiano Giuseppe Tornatore com Uma simples formalidade e o polonês Krzysztof Kieslowski com a terceira parte de sua trilogia das cores, A fraternidade é vermelha. Havia o cinema independente americano na figura dos irmãos Coen (que já haviam assombrado Cannes alguns anos antes) com Na roda da fortuna e do semi desconhecido Quentin Tarantino (na França, seu Cães de aluguel só pegou depois da consagração de Pulp Fiction).
Ainda hoje Tarantino e os Coen respondem pela produção independente americana que mais reverbera internacionalmente. Em 1994, o júri cedeu a Tarantino.
Além da Palma
Sete indicações ao Oscar com vitória na categoria de roteiro original; nove indicações ao Bafta com vitória nas categorias de roteiro original e ator coadjuvante (Samuel L. Jackson); indicado a melhor filme estrangeiro no César; indicado ao Directors Guild Awards; Seis indicações ao Globo de ouro com vitória na categoria de roteiro; 4 Independent Spirit awards (filme, direção, roteiro e ator para Samuel L. Jackson);
- John Travolta, que teve sua carreira resgatada do ostracismo graças a esse filme, em entrevista no ano 2000 disse acreditar que Tarantino será dos grandes cineastas negligenciados pela academia e que só receberá um Oscar honorárioterça-feira, 10 de maio de 2011
Momento Claquete # 14
domingo, 8 de maio de 2011
TOP 10 - Os dez queridinhos de Cannes
10 – Abbas Kiarostami
8 – Emir Kusturica
7 - Irmãos Dardenne
6 – Michael Haneke
5 – Nanni Moretti
4 – Pedro Almodóvar
3- Lars Von Trier
2 – Gus Van Sant
1- Quentin Tarantino
sábado, 7 de maio de 2011
Grandes Vencedores da Palma de Ouro: De Martin Scorsese, Taxi Driver
Além da Palma
Curiosidades
- A longa história de injustiça da Academia de Hollywood para com Scorsese começara com esse filme. Embora Taxi driver tenha sido indicado para melhor fita do ano, Scorsese foi excluído da lista dos diretores. sábado, 16 de abril de 2011
"Saúde do mercado de cinema"
Outros filmes aguardados e que não entraram no line up de Cannes foram On the road, de Walter Salles, The grand master, de Wong Kar Wai e A dangerous Method, de David Cronenberg. Esses filmes, provavelmente, irão compor a mostra oficial de Veneza em setembro.
segunda-feira, 24 de maio de 2010
Repercutindo Cannes 2010
O triunfo tailandês, além de imprevisto, soou indisgesto na crítica internacionalEssa afirmação não implica que a fita tailandesa seja ruim, apenas relativiza sua qualidade. Lung Boonmee Raluek chat, diferentemente de longas como Outrage e Poetry, que despertaram reações difusas, mas enfáticas da crítica, não superou a pecha de banal. Teve pouco destaque na imprensa internacional e não provocou o menor otimismo da crítica. Muito pelo contrário, as reações diversas ao filme só surgiram depois da confirmação da vitória. A Folha de São Paulo, que garantiu uma das melhores coberturas do festival na imprensa brasileira, escreveu nesta segunda que Cannes privilegiou um cinema mais autoral em detrimento de uma lógica mais industrializada. De certa forma, comungou com o pensamento do presidente do júri. Burton justificou a Palma de ouro para Lung Boonmee Raluek chat da seguinte maneira: “O mundo está ficando menor, e os filmes estão ficando mais ocidentalizados ou hollywoodizados. Para mim, este foi um filme que eu senti que estava assistindo de outro país, de outra perspectiva”. No entanto, é inescapável a clara conotação política que o prêmio carrega. A Tailândia atravessa grave crise institucional e o país está às vésperas de uma guerra civil, a visibilidade que a Palma de ouro acarreta, portanto, é importantíssima para dar voz aos dramas do país na imprensa internacional.
Amalric recolhe sua Palma pela direção de Tournée, ao lado de integrantes do elenco de seu filme: imprensa francesa foi a mais feroz, apesar de três prêmios entregues a franceses
Javier Bardem foi uma das poucas certezas da noite: o espanhol (na foto ao lado do Elio Germano com quem dividiu o prêmio) fez declaração de amor a sua namorada, Penelope Cruzdomingo, 23 de maio de 2010
Cannes updated # Final Cut
A volta por cima dos asiáticos
Como previsto desde o início, a Palma de ouro foi para um filme asiático. Lung Boonmee Raluek Chat, de Apichatpong Weerasethakul, levou a Palma de ouro neste domingo. Apesar do agito da crítica em torno de filmes como o ucraniano My joy e o inglês Antoher year, a Palma acabou ficando com a produção tailandesa que mostra um homem a beira da morte em contato com os espíritos de pessoas que já morreram.
Outro asiático também levou um prêmio de grande ressonância, o sul coreano Poetry, que foi taxado pela critica como “normal e aborrecido” ficou com o prêmio de roteiro.
A dor mais doída
Aos favoritos que ficaram sem nada, resta o consolo da aclamação crítica em um festival marcado pela obviedade. “Não tiveram grandes filmes”, escreveu a Variety que elegeu os novos de Inãrritu, Loach e alguns destaques da mostra Um certo olhar como os principais filmes da edição. Aos favoritos da crítica, em que figuravam Loach, Iñarritu, Leigh e o ucraniano Loznitsa, resta o consolo de serem os favoritos da crítica, já que saíram de mãos abanando. Com exceção de Inãrritu que viu seu protagonista, Javier Bardem dividir o prêmio de atuação masculina com Elio Germano, de La nostra vitta, considerado um dos piores filmes pela crítica.
Até que Claquete foi bem
Dos sete prêmios em que arriscou palpite, o blog acertou três. Tendo em vista que o favoritismo foi posto de lado e que candidatos que nem mesmo receberam atenção da mídia especializada sagraram-se vencedores, o blog mandou bem.
A primeira impressão é a que fica
Tournée foi o primeiro filme na disputa pela Palma de ouro a ser exibido e não despertou nenhum entusiasmo. O filme de Amalric não era apontado para nenhum prêmio pelos entendidos de Cannes. Mas os entendidos pouco entendem, e o diretor (em seu quarto filme) faturou a Palma de direção. Desbancando algumas figuras que muitos creem mereciam mais.
Um prêmio com a cara de Burton
Todo mundo diz que o presidente do júri exerce uma grande influência, para não dizer que é ele quem decide, na hora de escolher o vencedor da Palma de ouro. Quem não lembra da polêmica vitória do documentarista Michael Moore com Fahrenheit 11 de setembro no júri presidido pelo cineasta Quentin Tarantino em ano de eleição americana? O que dizer de um filme tailandês que aborda um homem que fala com espíritos como forma de abrandar o medo da morte em um júri presidido pelo incomum Tim Burton que já trouxe ao mundo pérolas como Edward mãos de tesoura e Noiva cadáver. É possível dizer que esta teoria é mais provável do que pensa nossa vã filosofia.
O francês obrigatório
E como não podia deixar de ser um filme francês saiu premiado da riviera francesa. O filme Des Hommes et des Dieux, de Xavier Beauvois, levou o grande prêmio do júri, que é uma espécie de segundo lugar no festival. Diferentemente do grande vencedor, algum prêmio para Beauvois já era antecipado pelos entendedores de Cannes.
A quase zebra
O italiano Elio Germano bem que tentou, mas o máximo de zebra no campo das atuações foi a divisão do troféu de melhor ator entre ele e o espanhol Javier Bardem. Entre as mulheres, a francesa Juliette Binoche ficou com a Palma de ouro de melhor atriz pelo filme Copie conforme.
Sem mais rodeios, os vencedores da 63º festival de Cannes
Palma de Ouro
Lung Boonmee Raluek Chat, de Apichatpong Weerasethakul
Ator
Javier Bardem de Biutiful e Elio Germano de La Nostra Vita
Atriz
Juliette Binoche de Copie Conforme
Direção
Mathieu Amalric por Tournée
Roteiro
Lee Chang-Dong por Poetry
Curta-metragem
Un Chienne d'Histoire, de Serge Avedikian
Camera d'Or
Año Bisiesto
Prêmio do júri
Un Homme qui Crie, de Mahamat-Saleh Haroun
Grande Prêmio do júri
Des Hommes et des Dieux, de Xavier Beauvois



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