30 filmes imperdíveis do Festival do Rio 2013
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Em off
30 filmes imperdíveis do Festival do Rio 2013
sábado, 24 de agosto de 2013
Ser Batman é a verdadeira segunda chance de Ben Affleck?
terça-feira, 23 de julho de 2013
Batman e Superman juntos no cinema - os bastidores desse anúncio bombástico
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| Snyder em momento "I´m the fucking man" durante o anúncio na Comic-Con: Será? |
domingo, 30 de setembro de 2012
Crítica - Batman: o cavaleiro das trevas ressurge
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Em off
As primeiras impressões sobre o novo Batman
As primeiras impressões sobre o novo aranha
A Sony liberou o primeiro trailer de O incrível Homem Aranha. O filme, que medirá forças com Batman no verão de 2012, é um precoce reboot da série iniciada em 2002 com Tobey Maguire como Aranha e Sam Raimi na direção. Quem lê Claquete há muito tempo acompanhou a série de postagens que pormenorizou os bastidores da decisão da Sony de demitir a equipe criativa do quarto filme e reiniciar a série.
Amanhã tem estréia...
Um filme que tem tudo para dar certo
Um filme que deve dar certo
O diretor do sueco Deixe ela entrar, um thriller de espionagem baseado em John Le Carré que imagina as circunstâncias da criação do icônico personagem James Bond e um elenco capitaneado pelo oscarizado Colin Firth com Gary Oldman, Tom Hardy, John Hurt, Ciarán Hands e Mark Strong.
As rusgas entre as agências de inteligência britânica e soviética são a matéria prima da fita que será lançada no festival de Toronto em setembro. No Brasil, a estréia de O espião que sabia demais está agendada para janeiro de 2012.
domingo, 24 de abril de 2011
Tira-teima
Marvel
DC
O universo no cinema
Marvel
A Marvel tem oito produções em andamento e muitos planos. Sem contar que a partir de 2013 alguns personagens voltarão aos cuidados da editora. A ideia de interligar o universo Marvel no cinema ainda poderá render muitos frutos. E ótimas bilheterias.
As fichas da DC estão em Lanterna verde. Um personagem do segundo escalão da editora que, se repetir o efeito de Homem de ferro para a Marvel, poderá desbravar as fronteiras para outros personagens como Flash e Mulher maravilha que vivem tendo seus projetos cancelados.
O super homem é outro personagem com a corda no pescoço. Se a bilheteria do novo filme (previsto para 2013) for ruim, o homem de aço ficará um bom tempo longe dos cinemas.
terça-feira, 22 de março de 2011
Em Off
Efeito Kutcher I
Efeito Kutcher II
O Robocop de Padilha
A nova brincadeira de Tom Hanks
Afastado da direção desde sua estréia, que ocorreu com The Wonders – o sonho não acabou (1996), Tom Hanks volta às telas de cinema em 2011 e também para trás das câmeras com Larry Crowne. A história de um cara que já foi nove vezes funcionário do mês e que após ser demitido resolve se reciclar cursando uma faculdade chega ao país em julho. Frequentar a faculdade da comunidade local irá lhe proporcionar uma experiência renovadora. A comédia com tom existencial deve reforçar, como se fosse preciso, o estereótipo de bom moço de Hanks. Julia Roberts está lá para garantir que isso aconteça. Confira o trailer:
domingo, 28 de novembro de 2010
De olho no futuro...
Amizade colorida
Em Friends with benefits, dirigido por Will Gluck, Justin Timberlake e Mila Kunis fazem dois amigos que se entendem muito bem ... na cama. O filme será um dos três lançamentos de Justin Timberlake (que em dezembro chega aos cinemas nacionais com A rede social) em 2011. A comédia romântica já está pronta e Mila Kunis andou declarando que adorou ficar a vontade com Justin durante as filmagens. Veja se você acredita nela no trailer que Claquete apresenta:
Batman no more
O ator Christian Bale declarou em recente entrevista ao blog de cinema da MTV americana que o próximo filme do homem morcego (o terceiro que protagonizará) será o seu último. Bale disse que já deu sua contribuição ao universo do herói. Mas fez uma ressalva: “A não ser que Chris (Nolan, o diretor) me convença do contrário”.
E Waltson volta também
Marcado para 16 de dezembro de 2011, Sherlock Holmes 2 teve sua primeira foto divulgada. Ao contrário do que se supunha, o vilão do segundo filme (professor Moriarty) não será vivido por Brad Pitt. O ator Jared Harris (da série Mad men) foi contratado para viver o personagem.
Alice não te quero mais
O diretor Tim Burton está sendo pressionado por executivos e produtores ligados a Disney para assumir a ainda não confirmada sequência de Alice no país das maravilhas. Burton,que assumiu publicamente sua insatisfação com o resultado artístico do filme, não mostra disposição em participar do segundo filme. “Ele disse que não volta”, disse uma amigo próximo ao site Ain´t it cool news. Já ao Worst Previews, o próprio Burton foi mais diplomático: “O final não deixou espaço para uma sequência. O que aconteceu é que, como nos sonhos, tudo fica aberto para interpretações”. Diplomático, mas não menos enfático.
domingo, 22 de agosto de 2010
Panorama - Batman begins

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Cantinho do DVD
* Atenção: A crítica foi escrita à época do lançamento do filme.
Estudo sobre as fronteiras da humanidade
Nova aventura do homem morcego sob as rédeas de Christopher Nolan reverbera sobre o papel do homem, do estado e da distância entre as boas intenções e o resultado que advém delas
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Depois de uma longa e excitante espera, Batman - o cavaleiro das trevas (Batman -the dark Knight EUA 2008) continuação da reimaginação do homem morcego orquestrada por Chris Nolan em Batman Begins, finalmente chega às telas de cinema de todo o mundo.E chega bem. O filme quebrou o recorde que pertencia a Homem aranha 3 de maior bilheteria de abertura da história. O cavaleiro das trevas faturou mais de 158 milhões de dólares só no primeiro fim de semana em cartaz na América do Norte. O que pode ser apontado como o triunfo de uma elaborada campanha de marketing, denota também a sintonia entre o anseio de critica e público.
O cavaleiro das trevas é um filme baseado em HQ. Mas, Christopher Nolan e seu irmão Johnatan, que ajudou na confecção do roteiro, não se limitaram a gravitar no já rico e extenso universo propiciado pelos quadrinhos. Injetaram adrenalina como jamais experimentada em um filme de herói antes. Uma adrenalina que a despeito das boas cenas de ação, não brota daí, e sim, do poderoso conflito psicológico engendrado entre os personagens principais dessa história sombria.
O cavaleiro das trevas se inicia pouco depois dos eventos mostrados em Batman begins. Testemunhamos um Batman ainda perseguido pelas incertezas a respeito de seus atos como vigilante e de suas ações como ser humano. O que é facilmente mimetizado na cena em que vemos surgir vários Batmans, armados tentando proteger Gotham. O próprio surgimento do Coringa parece ser uma reação ao surgimento do vigilante. Algo que Nolan já acenara com o clássico desfecho de Batman Begins.
Batman e o tenente Gordon continuam sua cruzada para limpar as ruas de Gotham de todo o tipo de escória criminosa. Veem, assim como a população da cidade, em Harvey Dent um potencial e bem- vindo aliado. O promotor de justiça do distrito demonstra energia no combate ao crime e é dono de carisma e inteligência incomuns. E é justamente quando tudo parece dar certo, que surge o coringa, um ás da máfia para o intransigente Batman e o incorruptível Gordon.
Muito tem se visto na critica americana comparações entre o filme e produções exemplares do calibre de Fogo contra fogo, Seven e O poderoso chefão. De fato, o filme carrega similaridades com essas fitas devido a natureza de sua trama e subtramas, mas assim
o fazem, muitos outros filmes menos notórios. Batman- o cavaleiro das trevas, no entanto, se sustenta a despeito de comparações. O filme é, na verdade, um elaborado estudo dos limites da civilidade. Algo também abordado nos três filmes citados, mas sem a profusão que aqui se encontra. Nolan aproveita o farto material que o herói apresenta para aprofundar a discussão sobre o peso da responsabilidade de nossos atos. De nossas escolhas e de como estas podem se desdobrar invariavelmente em más escolhas, por força das circunstancias. Pode parecer casuísta, não é. E não é, por causa do Coringa.
O coringa, na visão de Nolan que Heath Ledger não só ajudou a lapidar, como potencializou com sua soberba atuação , é um instrumento do caos. Um anarquista insandecido e totalmente desprovido de qualquer moral que espalha o caos em Gotham pela simples razão de que pode fazê-lo. E ao fazê-lo, descobre que Batman o completa. Um acréscimo de Nolan a idéia já escopada por Shymalan em Corpo fechado.
O grande trunfo de O cavaleiro das trevas não é seu marketing avassalador. Nem mesmo a rica e diversificada leitura que permite ao espectador. A razão de O cavaleiro das trevas ser a grande atração que é e exercer o fascínio que exerce é Heath Ledger. É inegável que a precoce morte do ator em janeiro agigantou a ansiedade por seu coringa e modificou permanentemente a percepção que dele se tem, mas é inegável também o esmero interpretativo do ator ao criar uma figura tão psicótica e alucinada. Ledger não só ajudou a criar o visual do coringa, como definiu um timbre de voz esquisitamente frágil e debochado, mas que variava para um tom de horror e ansiedade com velocidade e harmonia impressionantes. Um detalhe que escapa a muitos, mas que ratifica o extremo controle que Ledger tinha de seu personagem. E ele foi além. Seu coringa é histérico sem ser afetado. É amedrontador sem ser ameaçador. É caótico, mesmo sendo metódico. É genial mesmo louco. Ledger entrega a melhor atuação do ano até aqui, e a despeito dos boatos de uma possível indicação póstuma ao Oscar. Ele merece. Seria uma justa homenagem a esse grande ator que nos deixou cedo demais.
O cavaleiro das trevas não encerra seu debate; Nolan permite que se perpetue na mente do espectador. O grande cerne desse debate é o destino do personagem Harvey Dent, defendido bravamente por Aaron Eckhart. Falar sobre isso, no entanto, estraga a experiência de se assistir o filme. Basta dizer que é aí que se visualiza toda a força do comentário político e social que Nolan faz.
domingo, 19 de julho de 2009
Top 10: As dez maiores atuações masculinas da década
10 - Johnny Deep por Piratas do Caribe: A maldição do peróla negraNo filme, ele apresenta uma performance devastadora que impressiona toda vez que se assiste a ela.
8- Sean Penn por 21 gramas
Penn é um ator que devido a alguns aspectos de sua personalidade e celebridade tard
ou em ter seu talento reconhecido em grande escala. Tudo começou a mudar em 2003. E este filme de Alejandro Iñarritu foi preponderante nesse sentido. Aqui ele faz um homem que acabou de ter um coração transplantado e se lança na busca para saber quem foi o doador. Sua busca leva a tragédia em diversos termos numa trama muito bem engendrada pelo diretor, mas que ganha profundidade e verve na atuação destacada de Penn.
Era preciso incluir Hoffman nessa lista. Talvez o ator mais constante, mais surpreendente e mais regular (no sentido de apresentar sempre grandes performances) da década. Mas por que filme? Talvez o nível de qualidade do trabalho de Hoffman possa ser melhor aferido nessa fita. Já que ele tem consideravelmente menos tempo em tela do que nas outras fitas pelas quais se destacou. No entanto, Hoffman domina a cena de uma maneira irreversível na pele de um homem que arquiteta um plano para roubar os próprios pais e sucumbe ás conseqüências.
6- Russel Crowe por Uma mente brilhante
Quando rodou esse filme, Crowe já era um astro mundialmente conhecido e premiado. Contudo, é justamente aq
ui que ele entrega sua melhor atuação. Como John Nash, o matemático esquizofrênico que precisou domar a própria mente para viver mas que revolucionou a economia moderna, Crowe demonstra total controle de sua criação (algo que escapa há muitos, e que muitos, não esperavam de um ator que usufruía de tamanha evidência), mantendo o equilíbrio necessário para que a caracterização não caia no ridículo tão pouco ceda ao dramalhão. Um trabalho notável de expressão e de domínio de linguagem corporal que lhe valeu quase todos os prêmios da temporada.
5- Tom Hanks por Estrada para perdição
icações, o ator virou patrimônio da Hollywood atual. Em uma década em que foi menos ativo do que na anterior, Hanks esteve igualmente aprazível. Nesse drama de Sam Mendes, o ator vive um capanga da máfia que depois de traído e abandonado por seu grupo busca vingança ao lado de seu filho e nessa jornada passa a conhecê-lo de fato e a ponderar sobre suas escolhas e as escolhas que não gostaria que seu filho tivesse de encarar. Filme maravilhoso que só alcança toda a sua plenitude através da atuação segura e contida de Hanks.
nis Del Mar, um cowboy sem muitas ambições e também muito conservador na conservadora sociedade do Wymonig dos anos 60 no centurião americano. Contudo, Ennis se envolve inapelavelmente com outro homem e passa o restante de sua vida divido entre a dor causada pela memória e consciência desse seu " pecado" e pela dor causada pela saudade desse "pecado". Ledger cria uma figura introspectiva, rude quase impassível e que não esconde o conflito instalado em sua vida. Uma atuação memorável e que reveste o filme de Ang Lee com toda a profundidade e melancolia pretendidas.3- Clint Eastwood por Menina de Ouro
Não há necessidade de fazer apresentações aqui. Contudo, é imperativo afirmar que foi nessa década que Eastwood viveu seu melhor momento criativo. Seja como diretor, seja como ator. Tanto em um ofício, quanto no outro, Eastwood brilha intensamente nessa fita que da alienação total por parte do estúdio saltou para o Oscar de melhor filme entre outros prêmios.
Aqui o veterano ator vive Frank Dunn. Dono de uma acadêmia e treinador de boxe que carrega algumas mágoas e arrependimentos e encontra na improvável figura de uma lutadora, igualmente abandonada , a redenção. Eastwood, diretor e ator, sabiamente utiliza as marcas de seu rosto e toda a carranca que lhe é atribuída para emoldurar um registro perene e profundamente tocante.
Se há uma palavra que pode definir essa atuação é intensidade. O papel que o destino quis que fosse o testamento artístico de Heath Ledger (1980- 2008) foi também o que lhe deu o Oscar. Aqui ele não só interpreta o coringa - arqui rival do Batman- ele cria a mais sombria versão do personagem e estabelece um novo patamar para a vilania no cinema. Senhor de todas as nuanças de sua caracterização, a entrega de Ledger ao papel impressiona. Tanto que alguns mal informados atribuíram a sua sublime atuação à morte precoce. Um equívoco que em si, só ratifica o poder e a longevidade de seu trabalho.
1 - Sean Penn por Sobre meninos e lobos
Em um filme que trata de perda, dor e tragédia, nada é mais alusivo de todos esses elementos do que a atuação soberba de Sean Penn. Aqui ele vive um ex- presidiário que tenta arrumar a vida, contudo, após o brutal assassinato de sua filha ele volta a flertar com o crime. Equilibrando-se entre a ânsia por vingança e a dúvida acerca do envolvimento de um ex-amigo. A história obviamente vai além e toma rumos inesperados, e é na atuação de Penn que a platé
ia tem a noção exata do tamanho da tragédia que se contempla.
Penn protagoniza aqui, certamente uma das mais fortes cenas da década (foto ao lado). O momento em que descobre que sua filha está morta é provavelmente o grande momento de Penn como ator. É o auge de sensibilidade que se pode permitir. É impossível não sentir o coração se partir naquele momento repetidas vezes. Uma cena que quanto mais se vê, melhor fica!





























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