quinta-feira, 12 de setembro de 2013

Em off

Nesta edição da seção Em off,  Jerry Bruckheimer em maus lençóis, 50 tons de cinza se recusa a sair da pauta, o novo logotipo de Claquete, Rush-no limite da emoção e os filmes velozes, dicas para a sexta-feira 13 e algumas reminiscências do festival de Toronto.

O filme mais sexy de Ron Howard
Piloto com pinta de Deus nórdico: Chris Hemsworth traz sexy appeal para o circo da fórmula 1 de Ron Howard

Essa foi a definição do parceiro e produtor Brian Grazer quando viu o primeiro corte de Rush- no limite da emoção. “Eu não acreditei”, disse em entrevista a Entertainment Weekly. Howard, com uma filmografia respeitável e diversa, realmente não prisma por fazer filmes que se enquadrem na etimologia de sexy.  Do brega Splash-uma sereia em minha vida ao acadêmico Uma mente brilhante, passando pelo classudo Frost/Nixon ou pela aventura O código DaVinci, seus filmes foram tudo, mesmo sexies. Howard se vê em nova colaboração com Peter Morgan (o roteirista de Frost/Nixon) para falar da maior rivalidade da história da Fórmula 1 que se deu na década de 70. Rush- no limite da emoção, que estreia nesta sexta-feira (13) nos cinemas brasileiros, traz Chris Hemsworth e Daniel Brühl como o inglês James Hunt e o austríaco Niki Lauda que incendiaram o circo da fórmula 1 com uma rivalidade alçada à mitologia do esporte. O filme de Howard, que busca a maior veracidade possível nas cenas de corrida, dá aquela piscadela para o que acontece nos paddocks e, também, fora deles.

Filmes em alta velocidade
Filmes sobre automobilismo não são exatamente os mais concorridos quando Hollywood vai buscar inspiração no esporte, mas mesmo assim há uma galeria respeitável de filmes passados no mundo da velocidade.  Dias de Trovão, Carros, Alta velocidade e As 24 horas de Le Mans são alguns deles. Confira todos nesta galeria montada pelo AdoroCinema

Cena de Alta velocidade: o S é de Stallone...

Reminiscências de Toronto – parte I
O festival de cinema mais concorrido do ano acaba no próximo domingo, mas seus vestígios serão sentido até o próximo Oscar. O entusiasmo com que os filmes têm sido recebidos em Toronto não guarda precedentes com as edições anteriores ou com qualquer festival de grande projeção realizado neste ano. Muitos pretensos candidatos ao Oscar consolidaram suas posições. Os mais bem colocados nessa lista são 12 years a slave e Gravidade, que segundo os principais críticos presentes em Toronto, já podem ser dados como certeza entre os indicados a melhor filme do ano.

Reminiscências de Toronto – parte II
Outro aspecto que tem cativado em Toronto é a força de certos atores. Benedict Cumberbatch é um frisson, mas Chiwetel Ejiofor e Michael Fassbender, ambos por 12 years a slave, Josh Brolin e Kate Winslet (Reféns da paixão), Julia Roberts e Meryl Streep (August: osage county) e Matthew McConaughey e Jared Leto (Dallas buyers club) mesmerizaram público e crítica.  

Nova estampa

Talvez você já tenha reparado, mas em caso negativo eis aí o novo logotipo de Claquete. Cortesia do leitor Fábio Montanari que achava, com toda a razão, que faltava ao blog esse toque de finesse. Fica aqui registrado o agradecimento do blog ao Fábio.

Ainda 50 tons de cinza...
Tema de alta voltagem midiática e que, ao que parece, segue longe do esgotamento diz respeito aos protagonistas de 50 tons de cinza. Que a as escolhas de Charlie Hunnam e Dakotta Johnson não agradaram já se sabia, mas que tal uma espiada na justificativa de algumas fãs. É o que possibilita a matéria do AdoroCinema que repercute enquete promovida pelo site sobre as escolhas do casting do filme que será dirigido por Sam Taylor-Johnson. Confira!

O prestígio de Jerry Bruckheimer na berlinda...
Jerry Bruckheimer já não tem a influência de outrora na Disney. Principalmente depois do fracasso retumbante de O cavaleiro solitário. Se fosse hoje, talvez, ele não conseguisse manter Johnny Depp como Jack Sparrow a contragosto dos executivos do estúdio – história que já é célebre nos anais de Hollywood. Ainda no universo de Piratas do Caribe, caiu como uma bomba a notícia de que o quinto filme Dead men tell no tales será adiada de 2015 para, a princípio, 2016. De acordo com Bruckheimer, a Disney “está mais cuidadosa” depois do fracasso de O cavaleiro solitário, mas segundo reportagem do The Hollywood Reporter, o buraco é mais embaixo. O roteiro do filme não agradou tanto do ponto de vista financeiro como narrativo. Bruckheimer agora precisa se ajustar aos padrões que a Disney enxerga desejáveis para a franquia.

Para curtir a sexta-feira 13!

Se fosse em outubro, seria perfeito. Quis o calendário que setembro também tivesse suas bruxas e não vai faltar opção para quem quiser curtir a sexta-feira 13 a caráter. Além da elogiada e aguardada estreia de Invocação do mal, um dos filmes de terror mais benquistos dos últimos anos, alguns canais da tv por assinatura prepararam maratonas espertas como o MAX e o Megapix. O primeiro exibe, a partir das 17h, três belos filmes de terror. Os estranhos, Sexta-feira 13 e dá início aos trabalhos com o clássico Poltergeist – o fenômeno. Os filmes selecionados pelo Megapix são menos assustadores, mas mantêm o bom nível da empreitada. A brincadeira começa às 20h25 com O sexto sentido e continua com Jogos mortais – o final e Pânico no lago 3.

2 comentários:

  1. Pois é, sexta-feira 13 de um ano 13, não podemos fugir do tema. :)

    Quanto a Rush, foi o filme que mais me impressionou esse ano até agora.

    bjs

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  2. Amanda: Rush me impressionou muito tb!
    bjs

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