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sábado, 17 de setembro de 2011

Em off

Nesta edição de Em off, as melhores séries em cartaz na tv e aquela que já não é mais a mesma; os destaques da cerimônia do Emmy do próximo domingo; a sina dos remakes; uma brincadeira cinéfila que é o maior barato; alguns bons filmes para ver no conforto de sua casa e as últimas do festival de cinema de Toronto. 


Toronto updated!
Com o fim já à espreita, indústria e crítica já começam a elaborar o saldo do festival de Toronto 2011. A primeira assunção traz um componente tão alarmante quanto entusiasmante. O não surgimento de “front runners”, como o metiê costuma delimitar aqueles filmes cujo burburinho em Toronto lhes encaminham rumo ao Oscar, esboça um cenário um tanto diferente. Ano passado, para se ter uma ideia, Cisne negro, 127 horas e O discurso do rei surgiram como oscarizáveis em Toronto. Para veículos como The Guardian, Empire e The Hollywood reporter, esse quadro denota dois possíveis cenários. No primeiro deles, o ano apresentaria um novo alvorecer dos filmes de estúdio (J.Edgar, de Clint Eastwood, Tudo pelo poder, de George Clooney, Os homens que não amavam as mulheres, de David Fincher e Moneyball, de Bennett Miller – o filme que mais polarizou atenções em Toronto até o momento). No segundo cenário, a hipótese aventada é de que o ano prima por um equilíbrio maior, afinal produções como Shame, de Steve McQueen, Killer Joe, de William Friedkin, Anonymous, de Roland Emmerich e Friends with the kids, de Jennifer Westfeldt se não arrebataram, causaram ótimas impressões.



Previsões para o Emmy!
No próximo domingo serão entregues os prêmios Emmy que consagram o que de melhor foi produzido no ano na TV americana. Diferentemente do que ocorreu no Globo de ouro e no SAG, Mad men deve prevalecer como melhor série dramática e manter sua hegemonia. Boardwalk Empire, que traz a grife Martin Scorsese e prevaleceu nos outros dois prêmios, continua sendo uma ameaça. A mesma proporção se dá na disputa dos atores dramáticos. Jon Hamm, por Mad men, parece ser a bola da vez. Indicado e preterido por três anos consecutivos, ele parece um nome mais certo do que o de Steve Buscemi que debuta por Boardwalk Empire.
Juliana Marguiles (The good wife), que não venceu no ano passado contrariando prognósticos da crítica, não parece ter desafiante à altura esse ano, senão a sempre competente Elizabeth Moss da prestigiada Mad men.
Entre as comédias, Modern Family deve prevalecer novamente e valer a seu elenco de coadjuvantes prêmios. Carlos e Mildred Pierce, com destaque para a segunda, centralizam as atenções em filmes e minisséries feitos para a TV. Contudo, o elenco de The Kennedys pode roubar alguns prêmios.


Brincadeira de cinéfilo
Uma das maiores diversões de cinéfilos criativos é fazer mash ups. A ideia é juntar um ou mais filmes sob critérios tão díspares como um ator em comum, um diretor, uma frase, um gênero e por aí vai... Existem mash ups célebres na internet com trailers, músicas e tudo o mais. A revista Empire promove, já há algum tempo, um concurso de mash up de pôsteres entre seus leitores. São muitas as categorias. De Alfred Hitchcock a Quentin Tarantino. Claquete selecionou alguns dos melhores para seus leitores:








Remakes e remakes

Geralmente elas são amaldiçoadas pela desconfiança e provocam todo o tipo de calúnia e difamação. De vez em quando, salvam o dia e relegam o original ao escrutínio dos historiadores. Estamos falando das refilmagens. Neste fim de semana estréia no Brasil mais uma polêmica. Conan – o bárbaro é dirigido por Marcus Nispel, que tem em seu currículo só refilmagens. A especialidade do diretor alemão não salvou guardou sua mais recente cria do infortúnio com a crítica. Outra refilmagem de um clássico dos anos 80 deve chegar por aqui no mês que vem. A hora do espanto traz Colin Farrel no papel do vampirão que fez a fama de Chris Sarandon. Diferentemente de Conan, esse remake agradou. Outras refilmagens de fitas de terror daquele período, no entanto, não tiveram a mesma sorte. Um exemplo é A hora do pesadelo, que apesar da boa bilheteria que vez no verão americano do ano passado, não agradou à crítica.
Mas refilmagem também é coisa de diretor sério. Steven Soderbergh chamou o chapa George Clooney e pôs Frank Sinatra no bolso com sua reimaginação para Ocean´s eleven (Onze homens e um segredo). E se Martin Scorsese pôde ganhar seu sonhado Oscar com uma refilmagem (Os infiltrados), por que não David Fincher? Talvez isso tenha passado pela cabeça do diretor de Seven na hora de aceitar o desafio de rodar a versão americana de Os homens que não amavam as mulheres – que estréia em dezembro nos EUA. Fincher também estará a frente das continuações – também refilmagens.
O olho gordo de Hollywood não deixa nem mesmo o tempo passar. A Warner Brothers acabou de anunciar que irá produzir uma refilmagem americana para o vencedor do Oscar de filme estrangeiro O segredo dos seus olhos. O filme argentino, de dois anos atrás, terá sua contraparte americana dirigida por Billy Ray e pode ter Denzel Washington como o “Ricardo Darín americano”. Resta saber se esse remake está destinado a glória ou ao ridículo.

Rooney Mara em cena de Os homens que não amavam as mulheres, de David Fincher: "o final é diferente", garantiu o diretor americano


Sessões em casa!
Os próximos dias trazem ótimas pedidas para o bom e velho cineminha em casa. Neste sábado, 17 de setembro, o Telecine Premium estréia o excelente Wall street: o dinheiro nunca dorme, de Oliver Stone. O filme, que entrou no TOP 10 dos melhores filmes de 2010 no blog, mostra o regresso de Gordon Gekko (Michael Douglas) ao mundo das finanças na esteira da crise econômica global de 2008. A HBO estréia, no mesmo dia e horário, a boa comédia de ação Os perdedores. O filme tem no elenco Chris Evans, Jeffrey Dean Morgan e Zoe Saldana e será reapresentado na quarta-feira, dia 21 de setembro, às 22h.
Segunda-feira, dia 19 de setembro, o Telecine Premium exibe Vício Frenético, de Werner Herzog. Uma boa pedida para quem deseja ver uma das últimas boas atuações de Nicolas Cage no cinema.
Já no sábado, dia 24 de setembro, o Telecine Cult destaca dois filmes do grande Charles Chaplin. Às 20h25min será exibido Tempos modernos e logo depois, às 22h, O grande ditador. Para fechar o pool de indicações, no dia seguinte, às 22h no mesmo canal, será exibido A conversação, um dos melhores filmes de Francis Ford Coppola.



As melhores séries na sua TV...
Em tempos de Emmy, convém apontar o que de melhor está em exibição na TV brasileira em termos de séries. Três programas chamam a atenção pela qualidade narrativa, ousadia da proposta e pelo esmero na produção. "Os Bórgias" (em cartaz no TCM), "Prófugos" (em cartaz na HBO) e "Spartacus: blood and sand" (em cartaz no FX) guardam muito pouco em comum.
A primeira trata de um dos papados mais polêmicos de toda a história da igreja católica. Com produção e direção do cineasta Neil Jordan e com Jeremy Irons a frente de um elenco sofisticado, "Os Bórgias" é uma série inteligente, intrigante e com alta voltagem sexual. “É como se fossem Os Sopranos no Vaticano”, explicou Jordan em uma coletiva para divulgar a série que já teve sua segunda temporada confirmada. O TCM exibe a primeira temporada aos domingos às 22h com reprises as terças no mesmo horário.
"Prófugos" é a nova produção original da divisão latina da HBO. A primeira série chilena do canal é um exemplar de ação que não fica nada a dever aos melhores filmes de espionagem dos anos 70. Com excelente direção de arte, fotografia impactante, roteiro envolvente, personagens bem delineados e uma trama vertiginosa, "Prófugos" acompanha um quarteto de traficantes caçados por polícia e congêneres após uma mal sucedida transação. Mas a sinopse não cobre nem metade do potencial da série.
"Spartacus", que já foi exibida no país no canal Globosat HD, é a mais desprovida de predicados. O que não faz dela menos emocionante. Com cenas de ação maravilhosamente coreografadas, e um argumento capaz de cativar fãs de épicos, a produção do canal americano Starz tem fôlego de sobra. Resta saber como será a segunda temporada sem o protagonista Andy Whitfield, que faleceu recentemente de um câncer linfático.

Os Bórgias é um dos oásis de criatividade e inteligência na tv americana atualmente


... e aquela que já não é mais a mesma
A quarta temporada de "True blood", que já foi a série mais viciante da tv, acabou na última semana nos EUA. No Brasil, restam ainda dois episódios para o desfecho da temporada mais anêmica da série. Alan Ball, criador e produtor do programa, já declarou que o quinto ano deve ser focado na política vampírica; o que na prática representaria um regresso aos principais arcos do primeiro e melhor ano do programa. De qualquer forma, dificilmente algum outro ano será inferior a este. O hype ficou tão grande que nem bruxas, fadas, lobisomens, panteras e metamorfos podem ajudar os vampiros de Bom temps com seu sex appeal.

domingo, 17 de julho de 2011

Insight

As indicações para o Emmy e a nata da TV americana


Foram divulgados na última quinta-feira (14), os indicados ao Emmy 2011, o prêmio de maior prestígio e ressonância ao que de melhor se produz na tv americana. Embora o Globo de ouro tenha avançado de modo considerável nesses adjetivos, o Emmy ainda conta com certa primazia. Por isso, é o sensor do momento. Basta perpassar os olhos sobre as seis séries dramáticas lembradas que se pode ter um belo panorama do momento que atravessa a tv americana.
Há uns seis anos convencionou-se dizer que a tv americana vive um ótimo momento. Com séries cada vez mais inteligentes, caras, bem resolvidas, de narrativa sofisticada e com muita gente graúda por trás. Essa verdade ainda impera. Mas existem conjecturas a serem feitas.
"Mad men", "Game of thrones", "Dexter", "Boardwalk Empire", "Friday Night Lights" e "The good wife" compõem a principal categoria dramática da noite. São duas séries novas (ambas da HBO) e cinco da tv por assinatura ("Friday Night Lights" em um episódio de superação louvável foi cancelada na tv aberta e resgatada para uma última temporada pela Directv, que fez o mesmo com a excepcional "Damages").
Nas categorias de atuação, a mesma diretriz foi cumprida. Os veteranos prestigiados estão de volta, caso do ainda não vitorioso Jon Hamm ("Mad men"), Mariska Harigtay ("Lei e ordem: unidade de vítimas especiais") e Hugh Laurie ("House"), mas há espaço para sangue novo, casos de Timothy Olyphant ("Justifield"), Kath Bates (da novidade "Harry´s law") e Mireille Enos ("The killing").
No lado das comédias, "Glee" e "Modern family", sensações da temporada passada, continuam a reinar ao lado das “favoritas de sempre” "30th Rock" e "The Office".
A lista do Emmy, que o leitor pode consultar aqui, escancara uma verdade: o cinema migrou para a tv. Pelo menos o cinema mais pensante. A HBO, que responde por três das produções indicadas ao prêmio de melhor minissérie ou filme feito pela tv, é um ótimo termômetro disso. Mildred Pierce é um remake do clássico de Michael Curtiz estrelado por Joan Crawford em 1945 com Todd Haynes e Kate Winslet no staff; Too big to fail é uma minuciosa reconstituição da crise de 2008 dirigida pelo excelente Curtis Hanson com gente do pedigree de William Hurt, James Woods e Cythia Nixon; Cinema Verité é uma análise desimpedida do surgimento da cultura de reality shows com Diane Lane, Tim Robbins e James Gandolfini à frente do elenco. As três produções já estão em exibição no segmento nacional do canal.

Kate Winslet estampa o cartaz de um dos principais lançamentos da HBO na temporada: o recordista absoluto de indicações em 2011, Mildred Pierce, com 21 indicações


Esse raciocínio permite, mais do que acusar o bom momento criativo que vive a tv americana, demonstrar a liberdade (que incide na criatividade com frequência bem maior do que executivos de estúdio creem) que a tv americana, especialmente à cabo, oferece.
Olhando tanto para os concorrentes, quanto para o pool de novas séries programadas pelas emissoras americanas, vislumbra-se um interesse grande em dialogar com um público adulto, consumidor, e que privilegia um entretenimento menos barulhento e mais palatável ao cérebro. No cinema, esse público já não é mais tratado como prioritário. Depois do sucesso de crítica de "Boardwalk Empire" e "Mad men", vem aí uma nova safra de produções que se espelham nos dramas protagonizados por Steve Buscemi e Jon Hamm respectivamente. E é aí que reside o perigo. Foi justamente quando desejou perpetuar o bom momento que vivia, copiando-se ao invés de manter-se fértil, que Hollywood instaurou o buraco criativo que propiciou a fuga da massa criativa para a tv.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Cenas de cinema

O sorriso do Mickey Mouse
A Disney está rindo à toa. No fim do mês passado, Toy story 3 ultrapassou a fronteira do U$ 1 bilhão nas bilheterias mundiais. A fita que traz a terceira aventuraAdicionar imagem de Buzz, Woody e companhia tornou-se a sétima fita a atingir essa marca. A segunda este ano. Para a Disney, a comemoração é dupla. Além de ter emplacado Alice no país das maravilhas no mesmo rol este ano, o estúdio se tornou o líder do clube do bilhão com três produções (além das já citadas, há Piratas do Caribe: baú da morte), contra duas da Fox (Avatar e Titanic) e duas da Warner (O senhor dos anéis: o retorno do rei e Batman- o cavaleiro das trevas).


Vem intriga por aí...
A rede social, novo filme de David Fincher, é um dos filmes mais aguardados desse final de ano. Baseado no livro "Accidental billionaires", de Ben Mezrich, A rede social mostra o que seriam as origens e as circunstâncias da criação do Facebook, em uma história cercada de intrigas, polêmicas e traições. Mark Zuckerberg e Eduardo Saverin, co-fundadores do Facebook, se manifestaram recentemente desautorizando o filme. Para eles, o filme é uma ficção e o público não irá acreditar nela. Já os produtores do filme capitaneados pelo veterano Scott Rudin disseram que ambos leram o roteiro antes do inicio das filmagens e sugeriram mudanças. “Houve alguns desacordos”, acrescentou Rudin.
Segundo apurou o diário San Francisco Chronicle, a contenda seria resultante de “verdades conflitantes” que já constam originalmente no livro. Rudin acrescentou em depoimento ao New York Post: “Eu também não gostaria de ver um filme sobre os erros que cometi quando tinha 19 anos. Mas eu não inventei o Facebook”. A rede social estréia nos EUA no próximo dia 1º de outubro.

Cena de A rede social: filme desautorizado, mas quem se importa...




Um bonachão em Veneza
Quentin Tarantino foi o grande destaque da coletiva de imprensa que o júri oficial do festival de Veneza 2010 deu esta semana. Com um traje para lá de informal, falando praticamente o tempo inteiro (há relatos de que o roteirista e diretor mexicano, Guillermo Arriaga, outro integrante do júri, teria ficado impaciente com o fato), Tarantino fazia questão de declarar (mais uma vez) seu amor ao cinema. Veterano de júris (já presidiu um júri em Cannes), o diretor afirmou que adora estar em júris, pois pode ver filmes do mundo inteiro sem absoluta noção do que esperar.



Why the fucking hell ain´t this guy in the movie bussiness?
Essa foi a declaração que David Fincher deu quando indagado pela reportagem da Entertainment Weekly sobre o por que de ter escalado Justin Timberlake para A rede social. Segundo o diretor, quem quer que veja as esquetes cômicas de Justin no Saturday Night Live sabe que ele foi talhado para o cinema. O ator e cantor tem quatro projetos engatilhados. A mais recente adição foi I´m.mortal, ficção científica em que o envelhecimento para aos 25 anos de idade. Andrew Niccol (Gattaca – a experiência genética), que dirige a fita, fez declaração similar a Fincher, mas também lisonjeira. “David Fincher ao escalar Timberlake para seu filme, o elevou a um outro status como intérprete”, afirmou. What goes around, comes around, já afirmava Justin naquele clipe com Scarlett Johansson.


Ela é a musa nerd da atualidade. Ela foi Neytiri em Avatar e Uhura em Star Trek em um mesmo ano (2009). Zoe Saldana que estrelou cinco filmes em 2010, o último (Takers) acabou de estrear nos EUA é a nova garota propaganda da Calvin Klein. Muito a vontade, a atriz posou para as fotos da campanha em Los Angeles. Claquete mostra porque Zoe é musa.








Cinco coisas que você deveria saber sobre o Festival de Veneza

1 – A edição 2010 de Veneza é a que conta com a mais baixa média etária entre os diretores participantes de todos os 67 anos do festival

2 – Depois de premiar Stallone por sua carreira como diretor de cinema, Veneza reserva para este ano a mesma distinção honorária a John Woo, outro ícone da ação.

3 – Produções da França, EUA e Itália foram as mais exibidas no festival ao longo de seus 67 anos.

4 - Na década de 2000, o cinema dos EUA reinou em Veneza. Foram três leões de ouro para produções americanas.

5- O festival de Veneza foi o primeiro a reconhecer a grandeza do cinema de Akira Kurosawa. Foi lá que ele recebeu seu primeiro prêmio
de prestígio, pelo aclamado Rashomon em 1951



Passarela


Jason Stathan faz pose na premiere londrina de Os mercenários, que ocorreu no dia 14 de agosto



Socos e sorrisos: Lundgren, Stallone e Stathan fazem o que sabem fazer melhor para as câmeras...


Jessica Alba, uma das estrelas de Machete (nova produção de Robert Rodriguez), compareceu à premiere do filme no último dia 25 de agosto em Los Angeles


Noite de festa: 1 - Casados na vida real, Anna Paquin e Stephen Moyer foram só sorrisos no tapete vermelho do Emmy no dia 29 de agosto; 2 - George Clooney foi com a namorada para recber o prêmio Bob Hope em reconhecimento a seu trabalho humanitário; 3 - Lea Michele, a estrela de Glee, brilhou, mas sua série não; 4 - January Jones estava radiante no tapete vermelho; 5 - Jonh Hamm, seu marido na ficção, causou frisson no público ao passar pelo tapete vermelho


Al Pacino ganhou seu segundo Emmy pela arrebatadora performance em You don´t know Jack



Amor à distância, novo filme produzido e estrelado por Drew Barrymore teve a premiere mais festejada do mês em Los Angeles: 1 -Drew posa para foto com seus cabelos esvoaçantes; 2 -Kate Beckinsale também compareceu; 3 -Drew mostra todo o seu carinho com a colega de elenco Christina Applegate; 4 - Drew e Justin Long que na vida real estão "enrolados" posam para a foto mais fofa da noite


Termômetro



Super hot


O ego de Sheldon vai explodir: Parsons beija seu Emmy...

Jim Parsons
O intérprete de Sheldon Cooper na hilária The big bang theory venceu no último domingo o Emmy de melhor ator em série de comédia. A vitória justíssima e clamada por público e crítica foi a mais comentada e festejada da premiação. Parsons foi trending topic no twitter por 48 horas das mais variadas maneiras. Sheldon won, Jim Parsons wins, The big bang theory got it e Bazinga! (um bordão de seu personagem). A prova definitiva de que ser nerd é cada vez mais cool.


Hot



O último exorcismo
A produção de U$ 2 milhões fez bonito em sua estréia nos EUA arrecadando U$ 21 milhões. O filme que segue a linha, embora com uma produção um pouco mais caprichada, de produções como Atividade paranormal e A bruxa de Blair é, na falta de candidato mais propício, a grande sensação do Box Office americano.




Just fine


O elenco de Mad men recolhe mais um prêmio: eles ainda não cansaram...

Mad men
Ok, a série anda sobrando na TV americana. É super justo premiar o melhor e mais inteligente show da atualidade, mas será que não tem nada de qualidade similar que pudesse evitar que a série criada por Mathew Weiner ganhasse seu terceiro Emmy no seu terceiro ano em competição? Esse é o burburinho em Hollywood. Enquanto isso Dexter e Damages seguem sem consagração.


Cold



Jennifer Aniston
Não tem jeito. Jennifer Aniston tenta, mas falha copiosamente em se tornar uma movie star. Sua mais recente comédia romântica só não passou despercebida pelos cinemas porque a crítica fez o favor de malhá-la. Jennifer só não está uma escala abaixo no termômetro porque muito tem se falado de sua participação especial no seriado da amiga Courtney Cox, Cougar town.



So cold



Paris Hilton
Pois é, a socialite conseguiu nos últimos instantes roubar essa posição da darling Lindsay Lohan ao ser presa com cocaína. Paris será indiciada pelo porte da droga, que apesar de ter sido encontrada em sua bolsa, é, segundo Paris, de uma amiga.





Movie Quizz



1- Quantos filmes George Clooney e Brad Pitt fizeram juntos? E quais foram eles?

2- Nesse ano, duas canções diferentes intituladas “Never say never” fizeram parte da trilha sonora de dois filmes exibidos nos cinemas brasileiros. Quais filmes foram esses e quais os intérpretes das canções?

3 – Essa você já viu em Claquete. Quais atores contracenaram tanto com Jennifer Aniston quanto com Angelina Jolie como seus pares românticos?

4 – Qual foi a maior bilheteria do verão americano em 1999?

5 – Qual a formação profissional do ator sueco Dolph Lundgren, atualmente em cartaz com Os mercenários?

* Responda o Movie Quizz deste mês aqui mesmo no tópico de comentários.Participe! As respostas serão disponibilizadas no tópico de comentários no domingo, 5 de setembro.

Fotos: divulgação, Getty images e France express

domingo, 22 de agosto de 2010

Insight

As séries que compõem o Emmy 2010

Será realizada no próximo domingo a cerimônia de entrega dos prêmios Emmy. Quando a academia de artes e ciências televisivas dos EUA premia a excelência em seu primetime, isto é, séries, humorísticos, realitty shows, jornalísticos, talk shows e derivados.
O Emmy tende a ser mais conservador na distribuição de seus prêmios do que o Globo de ouro, em um panorama semelhante ao que ocorre com o cinema (entre Globo de ouro e Oscar).
Em 2010, no entanto, essa tendência deve se reverter. Além de apresentar um alto índice de novidades entre seus indicados (as novatas Glee e Modern Family são líderes em indicações), existe a contingência de afinar o gosto com o público. Se Lost e Grey´s anatomy já saíram vitoriosos em outras ocasiões, a inclusão de True Blood entre os finalistas na categoria de série dramática só pode ser creditada ao hype da série.
Pegando os indicados a melhor série dramática, podemos vislumbrar a deferência que a academia faz a liberdade proporcionada pela TV por assinatura nos EUA. Quatro dos seis indicados são de canais pagos. Dexter (Showtime), Breaking Bad e Mad men (AMC) e a já mencionda True blood (HBO). Todos os programas também são exibidos na TV paga brasileira. Apenas Lost e a novata The good wife (outra novata) são exibidos na TV aberta americana.
A qualidade destes seis programas é indiscutível. Mad men, franco favorito a vencer pela terceira vez o Emmy de melhor drama, no entanto, está um degrau acima de seus companheiros na categoria.
A série criada por Matthew Weiner é triunfante ao esmiuçar a forma como a sociedade americana, como a conhecemos hoje, se construiu. Outra série que elabora um interessante painel da sociedade americana, mas sob outra perspectiva, é Glee. Grande fenômeno de audiência e mídia (sim, porque são duas coisas diferentes), a série criada por Ryan Murphy conseguiu fazer de um musical (gênero para lá de contestado no cinema), um sucesso na TV.
O paralelo com Mad men é proposital. Ambas devem prevalecer em suas categorias. Esse prenúncio do favoritismo ilibado das duas produções aponta para um Emmy disposto a fazer concessões, mas não muito. Por outro lado, a veia conservadora da premiação não deve permitir grandes novidades nas categorias de atuação. Por mais que Alec Baldwin já tenha sido premiado por 30th Rock, é difícil crer que Mathew Morrison por Glee ou mesmo o sensacional Jim Parsons por The big bang theory possam prevalecer. Embora seja pacífico de que uma surpresa “previsível” como essa seria muito positiva para a instituição Emmy.
De modo geral, a lista dos contemplados é das mais equilibradas dos últimos tempos. Com os hypes que se vão (Lost que foi bem lembrada, The Office e Monk ), os que chegam (Glee, True Blood, apesar do atraso de um ano do Emmy em reconhecer isso, e a já citada Modern family) e os programas sólidos que resistem a rótulos do gênero (Dexter, Mad men e Damages). Independentemente dos resultados da premiação de domingo que vem, dá para afirmar que a TV americana vive tempos prodigiosos.

Para conhecer todos os indicados ao Emmy 2010, clique aqui!

O canal Sony irá exibir a cerimônia de premiação no próximo domingo (dia 29 de agosto), a partir das 20h.

sábado, 10 de julho de 2010

Claquete destaca

* Os cineastas Ridley Scott e Kevin McDonald estão à frente de um projeto inovador. Life in a Day, será um documentário rodado a partir da colaboração de usuários do Youtube. Os vídeos que devem ser recolhidos no próximo dia 24, serão editados por McDonald, cujos últimos trabalhos foram Intrigas de estado, O último rei da Escócia e o documentário Um dia em setembro.
O filme estreará no próximo festival de Sundance e, de acordo com Scott, depois será disponibilizado no Youtube. Ainda não se sabe o impacto que um projeto tão experimental e colaborativo como esse possa ter no âmago do cinema, mas a princípio é apenas uma bem sacada idéia de marketing.


*Kathryn Bigelow, vencedora do Oscar de direção por Guerra ao terror, e Michael Moore, vencedor do Oscar pelo documentário Tiros em Columbine, entraram esta semana para o conselho da academia de artes e ciências cinematográficas de Hollywood. Este conselho, composto por 15 membros rotatórios, é responsável por decisões técnicas e administrativas envolvendo a academia.


*Estréia amanhã na HBO, às 23h, a segunda temporada da elogiada série Hung. Tomas Jane vive Ray, um legítimo americano afetado pela devastadora crise econômica de setembro de 2008. Ray e sua amiga Tonya decidem explorar os dotes naturais de Ray, que é um cara bem dotado. Humor negro, sexo e inteligentes comentários sobre essa nossa sociedade tão hipócrita e infeliz. Uma série audaciosa e dentro do espírito de seu tempo.
E se o assunto é sexo e audácia, não pode faltar Hank Moody, o escritor pervertido e frustrado que David Duchovny vive na série Californication. A terceira temporadas estréia nesta segunda-feira (12) às 23h na Warner Channel. As reprises ocorrerão um dia depois, na terça-feira. Nessa temporada, Hank Moody irá experimentar a vida acadêmica. Com todos os prazeres e desprazeres inerentes. Além de lidar com a puberdade de Becca, sua prodigiosa filha.


*Foram anunciados nesta semana os concorrentes ao Emmy, o Oscar da TV americana. A série Glee, com 19 indicações, lidera a corrida entre as séries. No geral, a minissérie da HBO The pacific angariou 24 indicações. Outra elogiada produção da HBO, You don´t know Jack, telefilme que conta com elogiada atuação de Al Pacino, também foi bem contemplada.
Entre as melhores séries dramáticas estão True Blood (pela primeira vez), Dexter (pelo terceiro ano seguido), Lost (pela última vez) e as favoritas da premiação Mad Men (alguém duvida que ganhe de novo?), House (ours concours) e Breaking Bad.
A cerimônia do Emmy acontece no dia 29 de agosto e antes disso, a seção Insight irá repercutir os indicados para o leitor.


Os favoritos de sempre: a trupe de Mad men pronta para o ouro mais uma vez

E os novos favoritos: quase todo o elenco de Modern family foi indicado
* James Cameron continua rindo à toa. Foi divulgado esta semana que o diretor e criador de Avatar faturou sozinho algo em torno de U$ 350 milhões com o filme dos habitantes do planeta de Pandora. Um recorde até mesmo para os padrões Cameron de qualidade.

*Além do Especial sobre o filme Encontro explosivo que já está sendo editado aqui em Claquete, outro filme que brinca com espionagem receberá um especial do blog este mês. Trata-se de Salt, filme protagonizado por Angelina Jolie e dirigido por Phillip Noyce. Para esquentar, fique com um comercial de TV da produção.


domingo, 20 de setembro de 2009

ON TV

Será realizada hoje a noite em Los Angeles a entrega dos prêmios Emmy, o oscar da tv, com trasmissão da Sony a partir das 19:00h. Entre os principais concorrentes estão 30 rock, Dexter, Mad men e House.

Na próxima quarta feira às 21:00, a HBO exibe o grande sucesso de bilheteria e critica Batman - O cavaleiro das trevas. Vale a pena ver, ou rever esse grande momento de Heath Ledger, que rouba o filme para si.

Na terça feira,22 de setembro, será exibido o último episódio da sétima temporada de 24 horas na Fox. O derradeiro episódio de uma das mais elogiadas temporadas do programa vai ao ar às 22:00h.

domingo, 19 de julho de 2009

bilheterias americanas e outras notas...

Saíram as cifras preliminares das bilheterias americanas desse fim de semana que apontam para a, previsível ,liderança de Harry Potter e o enigma do príncipe que faturou U$ 159,7 milhões, U$ 20 milhões a mais do que o capítulo anterior também lançado no verão americano.Apesar da quantia vultosa, o novo Potter não quebra os recordes que prometia e não se estabelece nem mesmo como a maior abertura do ano. Titulo ainda ostentado por Transformers - a vingança dos derrotados, que nos mesmos cinco dias (quarta a domingo) faturou U$201 milhões.

Saíram essa semana as indicações para os prêmios Emmy( principal premiação da tv americana) e como já era esperado, o drama Mad men e a comédia 30 rock dominaram a lista de indicados. Dexter, House e The office também tiveram destaque. Entre os atores John Hamm, Gabriel Bryne, Simon Baker e a grata surpresa Jim Parsons, o Sheldon de The big bang theory.Tina Fey, Mary Louise Parker, Sally Field e Glenn Close voltam a polarizar a disputa entre as mulheres.

Amanhã saí aqui em Claquete uma matéria sobre a enquete que se encerrou hoje sobre Robert De Niro e Al Pacino.

Na terça, sai o perfil do cineasta mais votado por vocês na outra enquete , inaugurando a seção que tem tudo para ser um sucesso, já que será sempre pautada por vocês.