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terça-feira, 29 de junho de 2010

Numerologia

Queda de arrecadação em relação ao ano passado
Já era sabido que o verão de 2010 seria menos vistoso que o de 2009 que foi impulsionado pelos ótimos filmes da temporada 2008. Porém, os executivos dos estúdios não esperavam um desânimo tão grande por parte do público. É verdade que a Copa do mundo, realizada em junho, entra em choque com alguns dos maiores lançamentos da temporada, mas os números já vinham baixos desde antes do início do mundial. Filmes como Sex and the city 2, Príncipe da Pérsia:areias do tempo, Robin Hood, Esquadrão classe A e Shrek para sempre faturaram bem menos do que seus estúdios estavam esperando. Até o momento, a queda em relação ao ano passado neste mesmo período do ano é de 30%. Um verdadeiro rombo nas finanças que nem em 3D fica menos preocupante. A expectativa da indústria é que Eclipse, que estréia nesta semana, ajude a diminuir os prejuízos.

Um ogro dando a volta por cima
A estréia não parecia promissora, mas segundo dados da Exibithor relations, Shrek 4 é o filme de maior estabilidade nas bilheterias desse verão 2010. O fato de ter sido a única fita a liderar por três finais de semana consecutivos corrobora este dado. O filme depois de um mês em cartaz, mantém ótima média de público por sala e, diferentemente de outras produções também lançadas em 3D, atrai grande público para as cópias tradicionais.



Não deu nada certo
Ashton Kutcher na febre para promover seu mais recente filme, Par perfeito, ameaçou divulgar ilegalmente os 20 minutos iniciais da fita. Além do puxão de orelha que levou do estúdio Lionsgate (que não havia exibido o filme para imprensa temendo reações adversas), Kutcher viu sua comédia de ação naufragar nas bilheterias. Depois da fraca estréia em que arrecadou U$ 16 milhões, a fita despencou no ranking americano e, conforme previsto, amealhou péssima repercussão crítica. O Washington Post escreveu acidamente: “Há filme que nem a pirataria salvaria”.


Os anos 80 invadem 2010
No fim de semana mais nostálgico de 2010, a adaptação da série de TV Esquadrão Classe A e o remake de Karatê Kid disputaram a preferência do público americano. Entre os dias 11 e 13 de junho, o filme estrelado por Jackie Chan e Jaden Smith levou a melhor. A atualização da história de um mestre das artes marciais e seu pupilo faturou U$ 56 milhões contra U$ 26 milhões do filme estrelado pelo grupo de militares mercenários. O resultado foi acima do esperado para o filme produzido pela Sony, cujo orçamento foi de U$ 40 milhões. Já Esquadrão Classe A, do estúdio Fox, custou U$ 110 milhões e o estúdio trabalhava com a hipótese de uma abertura na casa dos U$ 40 milhões, além da liderança doméstica no primeiro fim de semana.

Enquanto a Copa rola...
E no Brasil não foi muito diferente. Esquadrão Classe A só conseguiu uma quarta colocação no ranking brasileiro em sua estréia. No primeiro final de semana da Copa do mundo, o Brasil registrou queda de 29% em relação ao final de semana anterior, segundo dados do portal Filme B. A aventura da Disney O príncipe da Pérsia: areias do tempo manteve a liderança.

O plano C de Jennifer Lopez
O mais recente filme de Jennifer Lopez não emplacou. Depois de um jejum de 4 anos afastada das telas era de se imaginar que o público americano fosse prestigiar o retorno de J LO (que ainda este ano lança um novo álbum também). Não foi o que aconteceu. Plano B que teve uma estréia razoavelmente satisfatória no mercado brasileiro (alcançou a terceira posição no ranking com um faturamento superior a R$ 1, 2 milhão), não teve boa carreira nos cinemas americanos. Depois de dois meses em cartaz, a fita alcançou U$ 36 milhões e inscreveu-se como um dos maiores fracassos de 2010, já que o filme custou U$ 35 milhões. O jeito é esperar pelo resultado dos CDs.


Não é brinquedo não!
Toy story 3 registrou a maior abertura da história de um filme Pixar. Com U$ 110 milhões arrecadados no primeiro fim de semana em cartaz, a fita também se inscreveu, pelo menos temporariamente, como a terceira maior estréia do ano. Atrás apenas de Homem de ferro 2 (U$ 128 milhões) e Alice no país das maravilhas (U$ 116 milhões).
Em seu segundo fim de semana em cartaz, o filme faturou mais U$ 59 milhões e já soma U$ 227 milhões. Uma marca expressiva para a Pixar e para a média de faturamento dos filmes nessa temporada.

O império Disney no Brasil
E a Disney está rindo à toa. No Brasil, os filmes do estúdio estão reinando em absoluto. Alice no país das maravilhas não só é o filme de maior bilheteria do ano até aqui no país, como detém a melhor bilheteria de estréia de 2010 no Brasil. Príncipe da Pérsia: areias do tempo que nem sequer chegou perto do topo das bilheterias americanas, liderou as bilheterias brasileiras por três semanas consecutivas até a chegada de outro filme Disney, a animação Toy Story 3. 2010, no Brasil, é o ano o rato. E o nome dele é Mickey Mouse.


O melhor de sua espécie
E por falar em Príncipe da Pérsia: areias do tempo, a fita dirigida por Mike Newell se tornou a adaptação de videogame mais rentável da história. No final deste mês, o filme alcançou a marca de U$ 300 milhões mundialmente. Com isso, deixou para trás o antigo campeão, Lara Croft: Tomb raider (2001) que tinha U$ 274 milhões. Contudo, nem tudo são flores para a produção de Jerry Bruckheimer. Nos EUA, o filme pena para chegar aos U$ 100 milhões. Atualmente conta com U$ 85 milhões em caixa. Se considerarmos que o orçamento do filme beijou os U$ 200 milhões, a performance da fita desaponta.

Príncipe da Pérsia já detém um recorde para chamar de seu

Inveja mata!
A DC comics e a Warner, estúdio que detém os direitos sobre todos os personagens da DC comics, se miram no exemplo da Marvel e tentam emplacar, no cinema, personagens pouco conhecidos. Jonah Hex é um deles. A história de cowboy com retoques sobrenaturais estrelada por Josh Brolin, Megan Fox e John Malkovich, no entanto, decepcionou. O filme arrecadou impressionantes U$ 5 milhões em seu fim de semana de estréia. Disparada a pior estréia de um filme de verão em anos.

Adam Sandler se recupera!
Ano passado, a antecipada união do comediante com o diretor Judd Apatow, Tá rindo do quê? arrecadou U$ 22 milhões em seu fim de semana de estréia e fechou com míseros U$ 51 milhões sua carreira nos cinemas americanos. Este ano, Sandler juntou um time de comediantes (entre eles Chris Rock, Kevin James, Rob Schneider e David Spade) para rodar a comédia Gente grande. A fita fez U$ 41 milhões, mas não conquistou o topo das bilheterias. Um dado atípico que ocorreu pela segunda vez consecutiva na carreira do comediante.

quarta-feira, 23 de junho de 2010

Crítica - Príncipe da Pérsia: areias do tempo


Um bom entretenimento
Na onda de adaptações que assola Hollywood faz sentido insistir em uma seara que não tem se mostrado muito pródiga, mas que demonstra extremo potencial; as adaptações de videogames. Se Resident Evil, que teve um lucro modesto, continua sendo parâmetro para se medir o grau de satisfação de indústria, crítica e público para com as adaptações dos jogos, Príncipe da Pérsia: areias do tempo (Prince of Pérsia: The sands of time, EUA 2010) pode ser tomado como o exemplar mais bem sucedido até hoje somados os fatores roteiro, oportunidade e tratamento. Embora a fita faça carreira nas bilheterias inferior às expectativas dos produtores, Príncipe da Pérsia: areias do tempo é mais bem resolvido do que produções como Silent Hill e Street fighter. O orçamento de quase U$ 200 milhões e a produção do expert em blockbusters Jerry Bruckheimer ajudaram bastante neste sentido. No entanto, a fita dirigida por Mike Newell nunca avança além da diversão de matinê. Nenhum problema em relação a isso, exceto a frustração de algumas expectativas. A primeira delas, do séquito de fãs do game que não devem se empolgar suficientemente com a história e a segunda pela sombra de Piratas do Caribe (referência explicita para a produção). Falta ao filme um personagem carismático como o Jack Sparrow de Johnny Depp e Jake Gyllenhaal (que é ótimo ator, além de também ser bonitão) não tem o mesmo pedigree que Depp para compor personagens que flertem com a iconografia pop.

O belo e sarado Jake Gyllenhaal e a belíssima e estonteante Gemma Artenton demonstram boa química em um típico filme de verão




Por isso mesmo, apesar de ser uma boa, inteligente e movimentada fita de ação, Príncipe da Pérsia está fazendo bem menos dinheiro do que a Disney e Bruckheimer gostariam.
Na trama, o príncipe Dastan é acusado injustamente de ter assassinado seu pai, o rei Sharaman. Descobrir a real articulação que levou o assassinato de seu pai implica em descobrir os segredos das areias do tempo do título e protegê-las do mal.
O filme, carregado de aventuras e humor pueril, é diversão garantida. Em um verão americano bem abaixo das expectativas, não deixa de ser um relento.

segunda-feira, 31 de maio de 2010

Numerologia


Perdeu!
Uma fita de ação e espionagem com um grupo de atores descolados e piadas ligeiras parece uma boa idéia certo? Os perdedores, estrelado por Chris Evans, Jeffrey Dean Morgan e Zoe Saldanha honra essa descrição, mas não parece ter agradado o público americano. A fita ficou apenas duas semanas entre os 10 filmes mais vistos e não conseguiu se pagar. No Brasil, o lançamento já foi adiado duas vezes. A última data disponibilizada pela distribuidora brasileira é nesta sexta-feira, dia 4 de junho.

O vencedor paraguaio
No mercado cinematográfico brasileiro a discrepância proporcionada pelo 3D para aferir o campeão de bilheteria legítimo em um final de semana é ainda maior do que nos EUA. Vejam o que ocorreu neste mês de maio. No fim de semana do dia 30 de abril e do dia 7 de maio, Homem de ferro 2 teve mais público do que Alice no país das maravilhas. Contudo, a fita de Tim Burton, exibida em 3D com tíquetes mais caros, arrecadou mais. O mesmo ocorreu no final de semana seguinte. Alice arrecadou mais do que a estréia Robin Hood, embora o filme protagonizado por Russel Crowe tenha atraído mais público. Esse desnível de público e faturamento pegou de jeito o departamento de marketing dos estúdios. Agora ficou difícil dizer qual filme é o campeão de bilheteria. O que arrecadou mais dinheiro ou o que foi mais visto?

O reinado de Chico Xavier
A onda do espiritismo só faz crescer. Na TV, a novela mais bem sucedida da atualidade versa sobre o tema. Há quem diga que até mesmo a série Lost se enveredou por uma vertente espírita. De qualquer jeito, a biografia do deflagrador do espiritismo no Brasil é, ela própria, catalisadora dessa tendência. Chico Xavier, o filme, já levou mais de três milhões de brasileiros aos cinemas e continua bem posicionado no disputado ranking que conta com superproduções do verão americano. A fita de Daniel Filho é o remanescente mais longevo do top 10 nacional. Em tempo: ainda este ano estréia outro filme sobre espiritismo, As mães de Chico Xavier.





A seu, o seu dono!
Todo mundo conhece o ditado “não é para quem quer, é só para quem pode”? Pois bem, Tony Stark (Robert Downey Jr.) pode. Homem de ferro 2, além de registrar a melhor estréia do ano até aqui, bateu em módicas duas semanas o ostensivo faturamento que Como treinar seu dragão construiu em dois meses de exibição. Detalhe: e com cópias em 3D. Em precisos 13 dias de exibição nos EUA, Homem de ferro 2 recolheu U$ 211 milhões de dólares deixando Como treinar seu dragão para trás com U$ 208 milhões.

Longevidade é teu nome
E por falar em Como treinar seu dragão, a animação da Dreamworks fechou a conta de mais um mês no top 10. O filme que estreou no primeiro fim de semana de março, se despediu de maio na décima posição do Top 10 norte-americano. Um feito e tanto. Essa longevidade é rara no Box Office americano, ainda mais se considerado que estamos em plena temporada mais agitada do cinema ianque.

Não se faz um Robin Hood como antigamente
Pois é. Robin Hood, a versão radical do mito tocada pela dupla Russel Crowe e Ridley Scoot, não agradou a crítica e parece não ter agradado o público também. Depois de um fim de semana de estréia abaixo da expectativa do estúdio Universal, a fita seguiu o curso de baixo faturamento. Com o custo de U$ 200 milhões, o filme rendeu até agora U$ 140 milhões mundialmente e não demonstra fôlego para dar lucro. Nos EUA a situação é tão alarmante que a fita não parece capaz de romper a fronteira dos U$ 100 milhões (considerada providencial para superproduções evitarem o prejuízo homérico).


Ogro bom de bola
Quem se recuperou bem foi Shrek para sempre. O quarto longa do ogro verde (que também chega em 3D) estreou bem abaixo das metas do estúdio. As previsões eram em torno de U$ 100 milhões no primeiro fim de semana, mas Shrek para sempre “só” fez U$ 74 milhões. Mas a vitória mesmo viria no final de semana seguinte. Com duas estréias de peso no circuito americano (Sex and the city 2 e Príncipe da Pérsia: areias do tempo), devido ao feriado do memorial Day,Shrek parecia destinado a deixar o topo. Isso não aconteceu. Além de registrar o menor percentual de queda por sala de exibição (38%) das estréias desse verão, Shrek para sempre fez U$ 43 milhões e manteve a liderança. As estréias tiveram que brigar entre si, com cerca de 10 milhões a menos em faturamento, pelo segundo lugar. No total, a quarta aventura do ogro verde já soma U$ 134 milhões.


Não tem botox que dê jeito!
Envelhecer é uma m... diria uma famoso personagem de um programa de TV obscuro. E as meninas de Sex and the city tendem a concordar com essa máxima. O primeiro filme do quarteto de nova-iorquinas não agradou a crítica, mas acertou em cheio o público. O estarrecedor sucesso de bilheteria fez com que o segundo filme das meninas chegasse rapidinho. Mas a piada envelheceu. A decepcionante bilheteria de estréia (U$ 32,2 milhões) fica ainda mais decepcionante se comparada com a do primeiro filme (U$ 55 milhões) de dois anos atrás.

Jack Sparrow cadê você?
Jerry Bruckheimer deve estar doido para um certo pirata voltar logo. O pomposo e aguardado Príncipe da Pérsia: areias do tempo, que ele produz, estreou com a pior média de público por sala entre todas as superproduções que já debutaram nesse 2010. O que é um baita de um mau sinal. A terceira colocação no ranking também não ajudou. O filme estrelado pelo improvável herói de ação Jake Gyllenhaal faturou U$ 30 milhões neste primeiro fim de semana.

quinta-feira, 20 de maio de 2010

Cenas de cinema

Não foi bom
Shia LaBeouf resolveu abrir o coração em Cannes, onde esteve para divulgar Wall Street: money never sleeps. O ator falou de sua paixão pela companheira de cena Carey Mulligan e sobre seu futuro no cinema. Mas a declaração que mais chamou a atenção da imprensa internacional foi outra. Sobre seu passado recente. LaBeouf afirmou que o quarto filme de Indiana Jones, em que ele dividiu a cena com Harrison Ford, não foi um bom filme. E que a culpa era dele. “Você pode culpar o roteirista ou culpar Steven (Spielberg, diretor do filme). Mas o trabalho do ator é fazer algo vivaz, fazer funcionar, e eu não consegui isso. Então é minha culpa", disse o ator em entrevista ao jornal L.A Times. Humildade ou jogo de cena? Vale lembrar que à época do lançamento do filme, o mesmo Shia disse que aquele era o melhor filme que já tinha feito na sua vida.

O novo papel mais disputado em Hollwood
Durantes longos seis meses do ano passado, o papel de Frank Sinatra - na biografia que Scorsese fará sobre o ícone americano – foi o papel mais disputado em Hollywood. Outro ícone musical americano promete ser o papel mais disputado deste ano. A biografia do líder do Nirvana, Kurt Cobain, está ainda sem estúdio e com um roteiro não finalizado (escrito por David Benioff), mas já agita os bastidores hollywoodianos. Depois da especulação em torno do nome de Robert Pattinson para viver o protagonista, Scarlett Jonhansson afirmou que gostaria de fazer parte do projeto. Esta semana foi a vez de Jake Gyllenhaal se oferecer. Em uma entrevista promocional de seu novo filme, O príncipe da Pérsia: areias do tempo, Gyllenhaal (que até esta semana estava com os cabelos longos) defendeu que já está caracterizado para viver Cobain. “Eu só teria que clarear o cabelo”, afirmou.

Jake: Tô prontinho, só falta clarear...

Você está demitida!
Segundo informações divulgadas ontem pelo site Deadline Hollywood, a atriz Megan Fox, que interpreta Mikaela, a namorada de Sam (Shia LaBeouf) na franquia Transformers, foi demitida da produção do terceiro filme. Não foram divulgadas as razões que motivaram a demissão da atriz, o release divulgado a imprensa só afirmava que a decisão havia sido do diretor Michael Bay. A assessoria da atriz desmente essa informação e afirma que a decisão de abandonar o terceiro filme partiu dela. Difícil crer. Vale lembrar que Bay e Fox já vinham se desentendendo antes do início das filmagens.
Um novo par romântico deve surgir para o protagonista neste terceiro filme. Casos de demissões assim não são frequentes, mas acontecem em Hollywood. Antes de Megan, a última atriz de notoriedade a ter sido demitida, já com as filmagens em andamento, havia sido Lindsay Lohan.

As incríveis peripécias de Lindsay
Lindsay Lohan pode até tentar, mas não consegue ficar fora dos holofotes. Esta semana duas “gossip bombs” envolvendo a atriz tomaram o noticiário de Hollywood. A primeira é de que ela pode estar com namorada nova. Depois das idas e vindas com a DJ Samantha Ronson (que marcou sua primeira relação lésbica), a atriz estaria tendo encontros secretos com a modelo Julia L. Pal-Chaudhhuri.
A segunda notícia é mais séria. Lindsay que, assim como 90% das estrelas de cinema, está em Cannes foi convocada a se apresentar a justiça de Los Angeles. Como a atriz não cumpriu alguns pontos de sua pena alternativa por direção embriagada e faltou a audiência marcada para hoje, a juíza já expediu um mandado de prisão que deve ser cumprido assim que a atriz aterrissar nos EUA.

La Lohan: de Cannes para o xilindró. Será?


A beira de um ataque de nervos na Broadway
Um dos mais famosos filmes do cineasta espanhol Pedro Almodóvar vai virar musical da Broadway. Trata-se do maravilhoso Mulheres a beira de um ataque de nervos, de 1988. Almodóvar, por enquanto, ainda não foi garantido na adaptação de seu texto para o teatro, mas já foi confirmado que a atriz Jessica Biel (que não é presença comum em musicais) estrelará a adaptação.

Premiere de O príncipe da Pérsia
Ele não está no filme, mas Tom Cruise foi o grande destaque da premiere americana de O Príncipe da Pérsia: areias do tempo que ocorreu segunda-feira em Los Angeles. Tirou fotos com todo mundo, com os produtores do filme, com as estrela do filme e com outros ilustres convidados, além de tirar umas com os fãs também. Também marcaram presença no evento, a cantora Alanis Morissette, o ator Nicolas Cage, os atores Bruce Willis e Eddie Murphy e o astro da fita que estréia no dia 4 de junho, Jake Gyllenhaal.

sábado, 16 de janeiro de 2010

De olho no futuro... Preview 2010

Homem de ferro 2
Estréia nos EUA: 7/05/2010
Estréia no Brasil: 30/04/2010
Qual é o hype? É isso mesmo que você viu aí.Um dos filmes mais esperados do ano está previsto para chegar no Brasil, e em outros países da América Latina, antes mesmo da estréia americana. Na realidade isso já havia acontecido com o primeiro filme. Mas na ocasião foram três dias de antecedência; agora é uma semana. Robert Downey Jr. volta a viver o playboy milionário que combate o crime. Produção com mais dinheiro, mais mulheres e Mickey Rourke como vilão. Tá bom ou quer mais?



Os mercenários
Estréia nos EUA: 13/08/2010
Estréia no Brasil: agosto de 2010
Qual é o hype? O novo filme de Sylvester Satallone promete ser o filme de ação definitivo. Não pelos efeitos especiais (acredite, eles também marcam presença), mas pelo elenco de astros de ação do presente, do passado e do futuro (?) que o filme reúne. Além do mais, o filme, que foi parcialmente gravado no Rio de janeiro, traz atores brasileiros, destaque especial para Gisele Itié (que não é brasileira de nascença, mas é de coração).



Esquadrão classe A
Estréia nos EUA: agosto de 2010
Estréia no Brasil: setembro de 2010
Qual é o hype? Adaptar séries de tv está na moda. Depois de As panteras e Sex and the city vem aí Esquadrão Classe A. Não há grandes nomes no elenco (mas tem Jéssica Biel e Bradley Cooper), contudo a expectativa é de fidelidade a idéia original. Para ajudar o hype, o diretor Joe Canahan, de Narc e A última cartada, dirige.



Príncipe da Pérsia: areias do tempo
Estréia nos EUA: 28/05/2010
Estréia no Brasil: 4/06/2010
Qual é o hype? Enquanto não ajeita a casa na franquia Piratas do Caribe, o mega produtor Jerry Bruckheimer tenta emplacar outra franquia para gostos similares. Adaptado do videogame de mesmo nome Príncipe da Pérsia: areias do tempo traz Jake Gyllenhaal como protagonista de uma história com piratas, areia e mistérios milenares. Não, não é Piratas do Caribe, mas deve ser legal.