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sexta-feira, 4 de março de 2011

OSCAR WATCH 2011 - PONTO FINAL

Acabou! Foram 70 posts, contando com esse, para materializar uma das coberturas mais intensas, aprofundadas, contextualizadas e analíticas do jornalismo brasileiro sobre a temporada do Oscar. O especial OSCAR WATCH 2011, iniciado em dezembro de 2010, chega ao fim com esse post. Claquete acompanhou todos os pormenores da corrida pelo Oscar, trazendo matérias exclusivas, reportagens especiais, críticas, análises, informações, fotos, curiosidades e bastidores da temporada mais movimentada e empolgante do cinema.
O  próximo especial de grande porte a pintar aqui no blog será sobre o festival de Cannes. Será uma cobertura diferente da que ocorreu em 2010 (que teve posts diários), mas igualmente abrangente, informativa e caprichada. O leitor não perde por esperar. Enquanto isso, o cinema continuará a fomentar paixões e Claquete continuará sendo o melhor cômodo para consumá-las.

quarta-feira, 1 de dezembro de 2010

ESPECIAL A REDE SOCIAL - No mural do facebook

“Todo mundo que está com um roteiro em Hollywood quer Justin em seu filme”, David Fincher (diretor de A rede social)

“Não gostaria de ter um filme mostrando as escolhas erradas que fiz no crepúsculo da minha adolescência, mas eu não criei o Facebook”, Scott Rudin (produtor de A rede social)



“Passei um ano tentando falar com Mark (Zuckerberg), mas ele sabia que eu estava escrevendo uma história que ele não queria contar”, Ben Mezrich (autor do livro Bilionários por acaso – a criação do Facebook, no qual o filme se baseia)



“As pessoas não acreditarão que o que está no filme é a verdade”, Mark Zuckerberg (criador do Facebook)



“Não tem como ser melhor”, Daily Mirror (Diário britânico)



“Um improvável casamento de sensibilidades de direção e texto contribuiu para um dos filmes mais estimulantes do ano”, Michael Phillips (crítico de cinema do jornal Chicago Tribune)



“Com este filme cheguei a conclusão de que sou melhor ator do que cantor”, Justin Timberlake (membro do elenco de A rede social)



“A rede social tem tudo o que você quer em um thriller para o cérebro: enormes doses de ego e duplicidade, apunhaladas corporativas e atuações profundas”, Owen Gleiberman (crítico de cinema da revista Entertainment Weekly)



“Um filme tão rico como esse emite todo tipo de reverberação cinematográfica e literária”, Revista Time


“A rede social é o filme do ano. Mas Fincher e Sorkin triunfam ao levá-lo além”, Peter Trevers (crítico de cinema da revista Rolling Stone)

segunda-feira, 17 de maio de 2010

ESPECIAL ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS - Ponto final

Demorou, mas hoje o especial Alice no país das maravilhas tem o seu arco final aqui no blog. Com a publicação do post Ponto final, destacando o que foi dito sobre o filme nos principais veículos da imprensa iternacional e com a crítica de Claquete, que você poderá ler no post acima.



“A marca pessoal de Burton está perdida. Em Alice ele é um diretor sob contrato, ajudando a Disney a se reerguer como império e a reforçar a tendência do 3D” Jeffrey Westkhoff do Herald Tribune

“Há muito pouco para se admirar no filme mais mercenário de Tim Burton”, John De Vore da revista Premiere

“O filme é estranhamente vulgar. Uma disfunção pegajosa de efeitos virtuosos. É o triunfo do designer que deixa muito pouco para se maravilhar”, Kurt Loder da MTV

“Burton e a Disney acharam juntos uma maneira gloriosa de interpretar fantasias e contos de fadas”, Claire Martin do Denver Post

“A única salvação é o aspecto visual”, David Edwards do Daily Mail

“No que toca o esplendor visual do 3D, sou mais o país das maravilhas do que Pandora”, Claudia Puig do Usa Today

Está mais para asneira do que maravilha”, Scoot A.Mantz do site Access Hollywood

“Burton, um dos mais incríveis artistas visuais da história de Hollywood, é incapaz de fazer um filme desinteressante”, Lou Lumenick do New York Post

“Mesmo a Disney e a censura por faixa etária não podem deter o traço subversivo de Burton. Assim como Carroll, ele é um mestre em vestir machucaduras físicas de fantasia”, Peter Travis da Rolling Stone

“É difícil entender por que Burton, que não parece muito interessado em Alice, se incomodou em fazer o filme”, Manohla Dargis do New York Times

quarta-feira, 12 de maio de 2010

ESPECIAL O MUNDO IMAGINÁRIO DO DOUTOR PARNASSUS - Ponto final

O que já foi falado sobre o filme:

“Longo e com uma estrutura frouxa resultante das várias alterações, ainda peca pela resolução artificial que poderia perfeitamente ser descrita como um decepcionante diabo ex-machina. Ledger merecia uma despedida melhor.”
Pablo Villaça do site Cinema em cena

“Gilliam não fez uma obra prima aqui, mas é um conto fascinante de visual exuberante", Sonny Bunch do Washignton Times

“Artisticamente, Imaginário ecoa a influência de seu criador. Tanto no mundo fantasioso quanto no real”, Robbin Clifford do site Reeling reviews

“Pernassus continua o velho hábito de Gilliam de sabotar seu trabalho empilhando imagens selvagens sem se preocupar com o desenvolvimento dos personagens ou da história”, Peter Howell do Toronto Star

“Não se compara aos melhores trabalhos de Ledger ou Gilliam, mas é um canto surpreendentemente satisfatório”, Lou Lumineck do New York Post

“O filme é um raro ato de trapaça. A fenda range e quebra, mas de alguma maneira se segura melhor do que o esperado”, Jake Coyle do Associated Press

“ Apesar de algumas falhas na armação, a mágica funciona. É a chance de ver Ledger uma última vez fazendo o que ele amava. Pegue essa chance”, Peter Travis da revista Rolling Stone

“Fez-se uma coisa muito boa de uma situação muito ruim em O mundo imaginário do doutor Parnassus”, Todd McCharty da Variety

sábado, 20 de março de 2010

ESPECIAL ILHA DO MEDO - Ponto final

Para encerrar o ESPECIAL ILHA DO MEDO aqui em Claquete, vejamos o que já foi dito sobre o filme de Scorsese:


“Não há dúvidas de que Scorsese ainda é o cara!”, David Edwards do Daily Mirror

“É um maravilho e visceral filme de terror. Um dos filmes mais prazerosos de Scorsese”, Christopher Tookey do Daily Mail

“Grande diretor, péssimo material. Scorsese roda um filme de horror, mas a virada final não foi tão surpreendente para mim. A história não vende”, Paul Chambers da CNN

“Umberto Eco escreveu: Dois clichês nos fazem rir, mas cem clichês nos tocam, porque sentimos que os clichês estão se comunicando entre eles, celebrando uma reunião. Ilha do medo é essa reunião.", Anthony Lane da revista New Yorker

“Um filme que te faz querer adivinhar o final e, milagrosamente, faz esse exercício de adivinhação valer a pena”, Tom Long do Detroit News

“Desde Touro indomável o senhor Scorsese não casava tão plenamente brutalidade com beleza e desde Kundun um de seus filmes não parecia tão pretensioso”, John Anderson do Wall Street Journal

“Se Martin Scorsese não tivesse ciência de que é um excepcional cineasta, ele nunca teria feito um filme tão ruim quanto Ilha do medo”,
Mick LaSalle do São Francisco Chronicle

“Um filme indisfarçavelmente cheio de insinuações visuais que apela aos cinéfilos”, Carrie Rickey do Philadelphia Inquirer

“O filme agrada! E funciona maravilhosamente bem!”, Owen Gleirberman da Entertainment weekly

“Martin Scorsese faz filmes como se sua vida dependesse disso. Nunca perdendo o sentimento e a veracidade de vista”, Peter Travis da Rolling Stone

sábado, 27 de fevereiro de 2010

ESPECIAL SIMPLESMENTE COMPLICADO - Ponto final

O que já foi dito sobre o filme:

“Como todos os filmes de Meyers é mais um pornô de designers interiores do que algo sobre emoções humanas e é muito longo.” Helen o´ hara da revista Empire

Simplesmente Complicado é o incrível tipo de entretenimento voltado para adultos que certa vez pautou Hollywood” Kevin Maher do jornal inglês Times

“Um filme refinado, equilibrado e eminentemente engraçado, apresentando três sublimes atuações de seus incrivelmente talentosos atores”, de Giles Hardy do site Commingsoon.net

“Posto de forma simples, Simplesmente complicado é um estouro”, de Lisa Kennedy do jornal Denver Post

Simplesmente complicado libera um Alec Baldwin que ainda não conhecíamos”, Wesley Morris do jornal Boston Globe

“A verdade é que todo mundo precisa de um mimo, o que poderia ser a chave para o peculiar talento da Senhora Meyers: Ela mima sua audiência desavergonhadamente”, Manohla Dargis do New York Times

“A comédia romântica sobre um casal divorciado tendo um caso consegue ser ao mesmo tempo entretenimento suave e entregar algo para se refletir” Michael O´sillivan do Washigton Post

“Meyers demonstra, como ela fez em Alguém tem que ceder e O amor não tira férias, uma limitadíssima visão de mundo” Mary F. Pols da revista Time

“Essa é uma zona de conforto para tantos espectadores, mesmo os personagens não sendo mais reais do que modelos em anúncios da Vanity Fair” Kirk Honeycutt do jornal Hollywood Reporter

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

ESPECIAL SHERLOCK HOLMES - Ponto final

O que já foi dito sobre o filme:

É um belo filme. Engraçado, divertido e com boas performances de Law, Downey Jr e, especialmente, Strong”, de Cosmo Landesman do Sunday Times (jornal britânico)

“O novo Sherlock Holmes faz a pergunta: E se Sherlock Holmes pertencesse ao Clube da luta?”, de James O`Ehley da Fantastike magazine

“O filme cumpre o que promete. Restabelece Holmes como um herói cinematográfico que vale conhecer e assistir”, de Dan Jardine do site Poll guide

“Interpretando o maior detetive da literatura como um herói auto complacente, Downey Jr. está absolutamente divino e graças a sua performance em Sherlock Holmes, nós também”, de Bill Goodykoontz do jornal Arizona Republic

“O Sherlock Holmes de Ritchie é como Brokeback mountain sem o sexo e a profundidade de emoções”, de Rossiter Drake do San Francisco Examiner

“O surpreendente é o quão morno são os resultados. As explosões e as seqüências de ação são de uma estranha fraqueza e o plot é daquela cansativa rotina de vou dominar o mundo”, de Mary F Pols da revista Time

“Quanto menos eu pensava em Sherlock Holmes, mais eu gostava de Sherlock Holmes”, de Roger Ebert do Chicago Sun times

“Quem foi o gênio que decidiu fazer um Sherlock Holmes no estilo Batman e Robin?”, de Kyle Smith do New York Post

“O reebot de Sherlock Holmes por Guy Ritchie parece um pouco dos dois, muito complicado e muito elementar, meu caro Waltson”, de Liam Lacey do Globe and Mail

“O filme como um todo é uma esperteza”, de Joe Morgenstern do Wall Street Journal

“Downey e Law são incríveis juntos. Para mim, assisti-los juntos é o maior prazer do filme”, de David Demby da revista New Yorker

“É a mais coerente narrativa de Guy Ritchie”, de Nick Curtis do site This is London

quinta-feira, 17 de dezembro de 2009

ESPECIAL ABRAÇOS PARTIDOS - Ponto final

O que já foi dito sobre o filme:

“Muito embora possa não ser o melhor filme de Almodóvar, ainda é eminentemente aprazível”, Margaret Pomeranz do site At The movies

“Em abraços partidos, seu vibrante e novo gênero do thriller, ele vem para entreter e intrigar. Almodóvar também quer nos contar algo sobre desejo e seu amor pelo cinema”, Julian Wood da revista FILMNK

Abraços partidos é um luxo. Com uma densidade noir profundamente romântica e acenos para os filmes do passado, ainda assim é como se fosse um devaneio tirado do inconsciente de Almodóvar”, de David Edelstein da revista New York magazine

“O escritor-diretor está as voltas com seus velhos truques, criando uma gama de experiências - um filme dentro de um filme, dentro de outro filme, ironia em cada camada, pungência que aferroa e extravagância que morde”, Betsy shakley do Los Angeles Times

“Se você ainda não estava vendido a estupenda beleza de Penélope cruz, agora não há escapatória” Sara Wilkorman do New York Observer

“O amor de Almodóvar pelo cinema está presente em cada frame de seu novo filme” Joe Morgenstern do Wall Street Journal

“Conduz o espectador ao um estado contraditório, uma mistura de devastação e euforia, deslumbramento e descrença que merece sua própria designação clinica. Um filme assobroso” A.O.Scoot do New York Times

“Uma vibrante e madura carta de amor ao ato de se fazer filmes, ao sentido dos filmes e a sua musa de olhos escuros Penélope Cruz”, Lisa Schawarzbaum da revista Entertainment Weekly

segunda-feira, 14 de dezembro de 2009

ESPECIAL ATIVIDADE PARANORMAL - Ponto final

O que já foi dito sobre o filme:

“Extremamente não-assustador, muito óbvio, cheio de clichês. Já vimos tudo isso antes”, David Stratton do site At The movies

“Um dos raros filmes que correspondem, e merecem, o considerável hype criado”, de Gavin Bond do Sunday Times (jornal australiano)

“Daqueles filmes que voltam quando você vai dormir”, Isabela Boscov da revista Veja

“Nunca convence no nível demoníaco que pretende, mas é parcialmente bem sucedido como um filme sobre relacionamentos” Jason Solomons do Observer

“Um horror em Amityville para a era you tube. Potente, primal e genuinamente assustador”, Simon Crook da revista Empire

“Sem sentir a necessidade de bombardear a platéia com efeitos especiais o tempo todo, investe no silêncio e na sutileza para contar sua historinha simples, trocando os sustos corriqueiros, por um constante e palpável estado de absoluta tensão”, Pablo Villaça do site Cinema em cena

“Superestimado, superchato e tão não assustador”, Paul Chambers da emissora de TV, CNN

“Atividade paranormal mostra o pouco que é preciso para que cineastas inventivos façam muito”, Nigel Andrews do Financial Times

sábado, 28 de novembro de 2009

ESPECIAL LUA NOVA - Ponto final

O especial Lua nova acaba hoje em Claquete. O reinado do filme, porém, continua nos cinemas. Para a despedida, duas novidades. A primeira é mais uma curiosidade sobre a dimensão que o filme tomou para si. Segundo informe da Variety, o trailer de Lua Nova estabeleceu um novo recorde de acessos na internet, dentro de uma mesma semana. 32. 6 milhões de acessos desde quarta-feira da semana passada. Como se vê, o filme não cansa de apresentar números impressionantes. Resta-nos esperar para ver o desempenho de Eclipse, que estreará no verão americano com a concorrência de filmes como Homem de ferro 2 e Príncipe da Pérsia: Areias do tempo. Fica o primeiro logotipo do filme. Que comece a contagem regressiva.

terça-feira, 24 de novembro de 2009

ESPECIAL LUA NOVA - A voz do povo e a voz da critica

Análise: Falem mal, mas falem de mim!

Lua nova é o tipo de filme a prova de críticas. O que para os produtores e para a autora Stephenie Meyer deve ser revigorante. Não deve deixar de ser um tanto incômodo (para eles) a forte resistência que o filme enfrenta na critica especializada. Que encontra mais destempero e virulência na atuação da crítica brasileira. A atriz Kristen Stewart disse recentemente que o público que sentiu ser o mais apaixonado, dentre os países que visitou, era o brasileiro. É aqui também que Lua nova obtém menos tolerância. O famoso crítico de cinema brasileiro Rubens Ewald Filho disse: “A má notícia é que dá impressão que não melhoraram de propósito, este segundo capítulo é quase tão ruim quanto o primeiro. Tem pouca ação, é interminável e com vários finais (depois que se percebe que são realmente 130 minutos), os efeitos especiais não melhoraram (os lobisomens são falsos e mal feitos e deixam saudade do Lobisomen Americano em Londres feito há mais de 20 anos).” O respeitado Pablo Villaça embora enalteça os esforços do diretor Chris Weitz lembra: “Lua nova está perigosamente perto de ser um filme ruim, já que insiste em acompanhar um romance profundamente entediante.” E ironiza: “Considerando o talento de Bella para atrair pares românticos bizarros, mal posso esperar para chegar ao quarto filme da série, quando ela provavelmente já estará sendo disputada não apenas pelo vampiro Edward e pelo lobisomem Jacob, mas também pela criatura de Frankenstein, pelo monstro do pântano e por Freddy Krueger. A esta altura, as fãs da ‘saga’ Crepúsculo certamente estarão ainda mais comovidas com a natureza sofrida da garota, enxergando-a como uma romântica inveterada.”
Essa tem sido a tônica da critica nacional para com Lua nova. O filme, não tem um panorama muito melhor em escala internacional não. Das 161 resenhas cadastradas no site Rottentomattoes, 113 avaliam o filme como ruim. Um aproveitamento de apenas 30%. Para efeito de comparação, Abraços partidos, outro filme com especial sendo publicado atualmente aqui em Claquete, tem 81% de aproveitamento com 280 resenhas publicadas. Mas Almodóvar é outro papo.

Veja a seguir um pouco do que foi dito sobre o segundo filme da saga Crepúsculo:

“Apesar da tentativa acima das expectativas de Chris Weitz, essa é uma história sem nenhuma qualidade real”
Jimmy O. do site Movie Emporium

“Um de seus pretendentes fica fora a noite toda com seus amigos estranhos, enquanto que o outro faz seu “ momento Brokeback Mountain” na florestas com seus chapas”
Michael Szymanski, da revista Sci-fi weekly


“Lua nova não tem bem uma história; o negócio é Bella sofrendo pelos cantos. Mas o diretor Chris Weitz sabe uma ou duas coisas sobre o amor...”
Rob Gonzáles do site efilmcritic

“ Alterna-se entre uma horrenda soma de maus diálogos e um humor tolo para adolescentes;exceto por alguns bons momentos envolvendo os lobisomens e os Volturi.”
Edward Douglas do site coomingsoon.net

“A narrativa é truculenta, o compasso é lento, é muito longo e, bem, não acontece muita coisa...”
Scoot A.Mentz do Access holywood

“Não vai desafiar Titanic em termos de profundidade, mas a saga Crepúsculo é mais do que uma novela focada em adolescentes na tela grande.”
Jeffrey Lyles do site Gazette

A segunda mordida é sem graça
do jornal inglês The Sun

“Um triunfo...para twilighters”
Larry Carroll no blog da MTV americana

“Se você se importa com coisas como história e personagens, azar o seu.”
Leslie Gornstein do E! on line

“É certo que mais meninos verão Lua nova. É certo também que eles dirão que preferem esse ao primeiro, mas é mais certo do que tudo isso, que serão as adolescentes quem terão uma experiência plena e irrevogável ao assistir ao filme. E são somente elas, as pessoas capazes de tirar isso de Lua nova.”
Reinaldo Matheus Glioche do site Claquetecultural

O diretor Chris Weitz orienta Kristen Stewart: Ele deve estar com as orelhas ardendo

Passando a régua - o fenômeno em números:

+ Maior abertura do ano no Brasil (1, 4 milhões de expectadores nos três primeiros dias de exibição)


+Melhor média de público por sala no Brasil


+ Recorde de ingressos vendidos no regime de pré – venda no Brasil e nos EUA


+ Maior arrecadação da história dos EUA em um único dia (U$ 72,7 milhões)


+ 3ª maior arrecadação da história no primeiro fim de semana de exibição no mercado americano (U$142,8 milhões)


+ A maior arrecadação da história no fim de semana de estréia de um filme que estreou fora do verão americano


+ De acordo com levantamento do estúdio responsável por Lua nova, a Summit, 80% desse público era composto por mulheres e 50% com menos de 21 anos.


+ Estreou em primeiro lugar nas bilheterias da Itália, Inglaterra, França, Brasil, EUA, Portugal, Espanha, Alemanha, entre outros



Fontes: sites Cinema em cena,r7, IMDB, rottentomatoes e boxofficemojo