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domingo, 11 de setembro de 2011

Insight

Passando a régua no verão americano de 2011!


Acabou no último final de semana a temporada mais lucrativa do cinema americano. E foi “a temporada mais lucrativa” mais lucrativa dos últimos anos. O verão americano de 2011, puxado pelos gordos faturamentos de Piratas do caribe: navegando em águas misteriosas (U$ 1.039 bilhão), Transformers: o lado oculto da lua (U$ 1.112 bilhão) e Harry Potter e as relíquias da morte-parte 2 (U$ 1.312 bilhão), apresentou um crescimento de 25% em relação ao verão do ano passado que já havia superado a temporada pipoca de 2004 como a mais lucrativa do novo século.
Isso tudo foi ajudado, é claro, pelo 3D. Os três filmes exibidos no formato teriam renda menor (e não chegariam ao bilhão), se não fosse pelos tickets mais caros das salas em 3D. O fato denota que, embora Hollywood tenha faturado mais com o verão de 2011, menos gente foi aos cinemas. Segundo dados do Box Office Mojo, o percentual de frequência manteve-se estável em relação ao ano passado, mas comparado a 2004 a queda foi de 15%.
A dicotomia dos números permite inflexões mais profundas. Diferentemente de outros anos, não houve nenhum sucesso surpresa. Em 2010 já havia sido assim. As telas de cinema foram infestadas por continuações, refilmagens e adaptações que juntas responderam por 95% do faturamento nas bilheterias. Foram poucas as atrações essencialmente originais. As comédias foram as mais prolíferas nesse ramo. Professora sem classe, filme estrelado por Cameron Diaz, atingiu na última semana a marca dos U$ 200 milhões mundialmente. Outra boa surpresa foi Super 8, que embora se referencie em obras passadas, é um produto original. A fita de J.J Abrams, ainda em cartaz em muitos países, já soma U$ 250 milhões.


Cena do último Harry Potter: o verão de 2011 consagrou a terceira maior bilheteria da história do cinema. Pelo menos por ora...


Os quadrinhos continuaram como fonte célebre para o mainstream americano. Lanterna verde, Capitão América: o primeiro vingador, Thor, Cowboys & Aliens e X-men:primeira classe foram algumas das atrações da temporada. Com exceção de Lanterna verde, todos se consagraram nas bilheterias e obtiveram algum prestígio junto à crítica.
Outra produção do verão que aliou sucesso de público e aclamação crítica foi O Planeta dos macacos: a origem. A fita, ainda em cartaz nos cinemas, já faturou cerca de U$ 347 milhões nos cinemas de todo o planeta. O sucesso dos prequels de Planeta dos macacos e X-men legitimaram a estratégia da Fox. O estúdio passou longe da arrecadação da Warner que teve os sucessos do oitavo Harry Potter e do segundo Se beber não case para compensar a desgraça de Lanterna verde, mas além de não ter nenhum fracasso no portfólio do verão de 2011, conseguiu bons lucros com produções de orçamentos médios.
Já a Universal pôde comemorar o fato de que Velozes e furiosos 5: operação Rio foi um dos cinco filmes a ultrapassar a marca dos U$ 200 milhões nas bilheterias americanas. Os outros foram Transformers: o lado oculto da lua, Piratas do Caribe: navegando em águas misteriosas, Harry Potter e as relíquias da morte- parte II e Se beber não case-parte II.
Essa informação caracteriza outro aspecto curioso desse verão: a constatação de que o grosso das bilheterias da temporada pipoca não vem mais do mercado interno. Dos cerca de U$ 7,5 bilhões, U$ 4 bilhões vieram do mercado internacional. O que caracteriza 58%. Em 2004, para ater-se à referência em voga, o percentual era de 30%.

Cena de Quero matar meu chefe, mais uma comédia bem sucedida da Warner Brothers na temporada. O gênero foi um dos grandes destaques do verão



O verão de 2011, embora com muitas produções em 3D, apresentou uma retração peculiar. Trata-se das animações. As duas principais lançadas em 2011, Rango e Rio, estrearam antes da temporada mais lucrativa do ano e Carros 2 mostrou que a Pixar não é de ferro. O filme foi a primeira produção do estúdio a angariar críticas negativas; e foram muitas.
Os estúdios apostaram nos personagens. A Warner se despediu de sua galinha dos ovos de ouro na última década. O verão de 2011 marcou o fim da saga Harry Potter. O oitavo filme não só se tornou a maior bilheteria da temporada, como se sagrou a terceira maior bilheteria da história do cinema.
O verão de 2011 não primou por filmes acima da média, mas, em compensação, não apresentou exemplares abaixo dela. Com grandes personagens (Ceasar, Magneto, Capitão América, Jack Sparrow e Harry Potter para citar alguns), resolveu-se como uma safra lucrativa e competitiva, ainda que sem muito brilho.


10 fatos do verão americano de 2011


Navegando em águas misteriosas se tornou o segundo filme da franquia Piratas do Caribe a ultrapassar a marca do bilhão de dólares. Contudo, o filme só arrecadou U$ 240 milhões nos EUA, ou seja, 24% de seu rendimento vieram do mercado doméstico. Foi o pior faturamento de um filme da franquia em solo americano.


A comédia Se beber não case-parte II faturou U$ 582 milhões internacionalmente e só perde em faturamento para os três filmes que passaram do bilhão de dólares. O filme de Todd Phillips é a maior bilheteria para uma comédia com censura 18 anos da história. O recorde anterior era do filme original


Thor é o filme baseado em super heróis mais bem sucedido da temporada. A fita arrecadou U$ 448 milhões e superou a concorrência dos X-men, Capitão América e Lanterna verde.


Foi um verão americano marcado pelo impensável sucesso de fitas adultas. Meia noite em Paris, A árvore da vida e Amor a toda prova foram alguns exemplos de filmes que levaram audiência aos cinemas. Um novo despertar também foi lançado no período, mas não obteve retorno comercial digno de nota.


As comédias se saíram muito bem no verão de 2011. Alavancado pelo sucesso esmagador de Se beber não case-parte II, o gênero viu fitas como Missão madrinha de casamento, Quero matar meu chefe e Professora sem classe arrecadarem mais do que filmes de super-heróis vitaminados por orçamentos polpudos.


O maior faturamento de um filme de médio orçamento foi mesmo de Se beber não case-parte II. Orçado em cerca de U$ 80 milhões, o filme arrecadou quase 8 vezes o que custou. Para se ter uma ideia, Avatar – o grande referencial em termos de arrecadação - teve o mesmo desempenho. A diferença fica no tamanho do orçamento.

A Fox é o estúdio por trás dos dois filmes mais bem avaliados pelos críticos na temporada: X-men:primeira classe e O Planeta dos macacos:a origem.


Foi o primeiro verão americano desde 1997 a contar com um filme estrelado por Harrison Ford sem estar na pele de seu icônico personagem Indiana Jones. Em 1997, ele esteve em Força Aérea Um e em 2011 em Cowboys & Aliens.


Steven Spielberg é o produtor de três filmes da temporada: Cowboys & Aliens, Super 8 e Transformers: o lado oculto da lua


O mês de maior faturamento nas bilheterias foi julho. Há quatro verões que julho perdia para maio em arrecadação

quarta-feira, 8 de junho de 2011

Crítica - Piratas do Caribe:navegando em águas misteriosas

Navegando em águas cristalinas!

Se passaram quatro anos entre o desfecho da trilogia original e esse novo filme que acena com uma nova trilogia. Piratas do Caribe: navegando em águas misteriosas (Pirates of the Caribbean: on stranger tides, EUA 2011) é, na falta de melhor qualificação, a banalização do talento de Johnny Depp. O astro, senhor da tela pela primeira vez na série, volta a encarnar Jack Sparrow em uma trama desenhada só para ele.
Navegando em águas misteriosas, por essa opção óbvia, se resume como um bom filme de entretenimento. Prover espaço para Depp trabalhar a extravagância de seu personagem mais emblemático representa um acerto por municiar a audiência daquilo que ela busca tratando-se de Piratas do Caribe. Mas a produção que une Disney e Jerry Bruckheimer uma vez mais não se resume só a isso. É, também, uma boa fita de ação. Com mais comedimento do que da última vez e com atenção calculada aos bons coadjuvantes (e o Barba negra do inglês Ian McShane é um achado), o filme não se perde em barulhos e efeitos especiais como fizera o mal resolvido Piratas do Caribe: no fim do mundo.

Me tragam Jack Sparrow: o desejo do público é atendido no quarto e lucrativo filme da franquia Piratas do Caribe


Com Barbossa (Geoffrey Rush) colaborando com a coroa inglesa e uma verdadeira corrida à fonte da juventude em andamento, Jack Sparrow se vê no ambiente perfeito para suas improvisações planejadas. A trama flui de maneira agradável. Dá uns engasgos em um ou outro momento, mas Navegando em águas misteriosas é a aventura que mais se aproxima dos efeitos proporcionados por A maldição do perola negra.
Isso porque Rob Marshall não engessa a mão na hora de narrar a história e demonstra tato para a construção de cenas grandiosas, ainda que elas não vicejem na ação desenfreada.
Barbossa, um personagem que Geoffrey Rush interpreta com tanto gosto, é outro bem vindo respiro no longa. Mas não há como negar que é Johnny Depp quem está no comando do show aqui. Navegando em águas misteriosas e todo o sucesso que amealha vêm fazer justiça com essa criação extraordinária da cultura pop, que leva a assinatura de Depp, que se chama Jack Sparrow. A cena final é de uma nostalgia e carinho sensoriais com esse grande personagem que irá sim viver para sempre.

domingo, 29 de maio de 2011

Tira-teima

Duas das atrações do verão americano de 2011 que já estrearam e estão causando nas telas de cinema são Velozes e furiosos e Piratas do Caribe. Essas duas poderosas marcas guardam algumas semelhanças e muitas diferenças em suas jornadas pela cultura pop. A seção Tira-teima deste mês joga luz sobre todas elas.





O status quo

VF = A série atravessa um momento de renovação. Após dez anos e cinco filmes, a franquia parece ter encontrado, além de uma unidade narrativa, uma vocação. Segundo o diretor Justin Lin, Velozes e furiosos a partir de agora é uma trama de assalto. Não de carros envenenados.


PC = “Tudo depende de Johnny Depp”, exclama a toda oportunidade o produtor Jerry Bruckheimer. Com certeza de boa bilheteria, já foi anunciado que há ideias para uma nova trilogia. Basta Johnny dizer sim.


Entre carros turbinados e navios piratas


- É a terceira vez que as franquias se cruzam em uma temporada de blockbusters hollywoodiana. A primeira foi em 2003, quando Velozes e furiosos tinha o seu segundo lançamento no verão que seria marcado pelo surpreendente Piratas do caribe: a maldição do perola negra. O segundo encontro foi em 2006, quando a franquia Velozes e furiosos muda radicalmente e segue para Tóquio e a primeira sequência de Piratas do Caribe é lançada.
Enquanto O baú da morte se tornaria a maior bilheteria daquele ano, Desafio em Tóquio registraria a pior bilheteria da série de carros turbinados


- Os dois filmes foram “sucessos improváveis”. Lançados em agosto (final da temporada de verão nos EUA) viraram franquias cinematográficas por pressão dos estúdios


- Nas duas franquias o personagem coadjuvante roubou a cena do protagonista no filme original. Em Piratas do Caribe o arco principal seria do ferreiro Will (Orlando Bloom) e da nobre Elizabeth Swann (Keira Knightley). O efeminado Jack Sparrow de Johnny Depp acabou roubando o filme. O mesmo aconteceu em Velozes e furiosos em que o assaltante de bom coração Dominic Toretto (Vin Diesel ) marca mais do que o protagonista, o policial Brian o ´Conner (Paul Walker).



* O quinto Velozes e furiosos e o quarto Piratas do Caribe, por ainda estarem em cartaz, não têm os números das bilheterias fechados.

domingo, 15 de maio de 2011

Insight

O peso de Jack Sparrow

Na próxima sexta-feira um dos personagens mais icônicos do cinema estará de volta as telas do mundo inteiro. Piratas do Caribe: navegando em águas misteriosas, o quarto filme da série mais lucrativa da Disney, entrega os seus a seu dono. No caso, Jack Sparrow. O personagem que Johnny Depp já admitiu inúmeras vezes ser fruto de uma homenagem ao Rolling Stone Keith Richards, é uma verdadeira mina de ouro. E não só para Depp. Dizer que o capitão efeminado e fã de rum que (tenta) comandar o Perola negra condecorou Depp com status de astro já virou nostalgia. Mas, ainda assim, é importante frisar que Jack Sparrow ainda representa um bote salva vidas não só para Depp, como para a Disney, o produtor Jerry Bruckheimer e o cinema em geral.
O ator, que precisa ser louvado como o criador desse icônico personagem (já que o estúdio quase o demitiu por achar sua caracterização muito efeminada e desconexa), não anda em uma boa fase. Desde que tornou-se astro, com o sucesso do primeiro filme em 2003, Depp não enfrentava maré tão baixa nas bilheterias e críticas tão desanimadoras. Jack Sparrow é um recôncavo bem vindo travestido de repetição aceitável dentro da carreira do ator. Além do indefectível prazer e carinho que tem para com o personagem, voltar a viver Sparrow pode devolver-lhe aquele apelo que lhe faz tão peculiar e particular. É o chamado win-win do ponto de vista de Depp.
A Disney, por sua vez, se vê cada vez mais dependente da Pixar para consagrar sucessos. A carência de franquias de relevo é outra preocupação latente do estúdio de Mickey Mouse e só Jack Sparrow pode assegurar um verão carregado de dólares para o estúdio sem a chancela da Pixar.
O produtor Jerry Bruckheimer andava precisando de um sucesso. Há não muito tempo era chamado de “Midas de Hollywood”, mas perdera seu toque de ouro. Desde o último Transformers (2007) não emplaca um Blockbuster genuíno. Apenas sucessos medianos (O príncipe da Pérsia, Aprendiz de feiticeiro, entre outros). Não à toa, Bruckheimer foi bastante ativo para que a Disney conseguisse persuadir Johnny Depp a voltar a viver o personagem.
O ator que hesitou bastante em retornar para o quarto filme, quase pulou fora após a desistência de Gore Verbinski, diretor das três primeiras fitas. Mas Jack Sparrow era importante para todos eles e todos eles sabiam disso.
Contudo, a importância de Jack Sparrow para o cinema ainda não pode ser completamente mensurada. É certo que o personagem já adentrou a galeria dos grandes da história. É o único que valeu uma indicação ao Oscar de melhor ator para um blockbuster de verão em quase 85 anos de Oscar.
È, também, uma criação nostálgica que se comunica – e de maneira farta – com um público amplo e abrangente. Algo raro em filmes cada vez mais segmentados em uma indústria que encomenda estudos e análises para elaborar formas de melhorar sua comunicação com o público. Jack Sparrow é um trunfo. Não o será por muito tempo. O tempo também é cruel com ícones que se provam constantemente. Talvez aí esteja a grande contribuição de Jack Sparrow para o cinema.

segunda-feira, 19 de abril de 2010

ESPECIAL ALICE NO PAÍS DAS MARAVILHAS - O que Johnny Depp tem que os outros não têm?



Pois é, se o senhor Silvio ainda tivesse seu Show do milhão na ativa, poderia muito bem eleger essa, a pergunta de um milhão de reais. O perigo aí é que nem mesmo o sabichão Silvio saberia declinar a resposta com exatidão. Descobrir o fascínio que Johnny Depp exerce na mulherada, em um primeiro plano, e no público generalizado, em um segundo plano, não é um exercício que possa ser desenvolvido apenas pelo limiar da lógica. Depp é um apelo ao histrionismo, sem abdicar da introspecção. Um paradoxo que alimenta e se alimenta do status de celebridade que demorou a chegar. Embora já fosse um ator plenamente reconhecido e reconhecível, Johnny Depp só se tornou astro nos anos 2000, com o sucesso do personagem Jack Sparrow de Piratas do caribe: a maldição do pérola negra. A própria repercussão do personagem foi um show a parte. Além de ter agradado o público (de todas as faixas etárias e procedências) agradou a critica e aos colegas de profissão. Ganhou o prêmio do sindicato dos atores (SAG) e foi indicado ao Oscar de melhor ator por um papel cômico em um filme de verão, feito inédito nos 80 anos de história do Oscar e que até hoje continua sendo único.
Depp é avesso a badalações. No início dos anos 90, é bem verdade, enquanto namorava a doidinha Winona Ryder, frequentou os holofotes, mas desde o fim do namoro aderiu a descrição. Opção consolidada pelo casamento com a modelo francesa Vanessa Paradis e a subsequente mudança para o sul da França.




As colunas de fofoca até tentam, mas nunca conseguem algo realmente relevante, ou suculento (para usar um jargão do meio) sobre o ator. Depp não trabalha a imagem de sedutor (embora alguns digam que ele não precisa fazer isso), algo que alguns de seus contemporâneos fazem com naturalidade (caso de George Clooney), com graciosidade (caso de Matt Damon) ou com ostentação (caso de Brad Pitt). Ainda por cima, Depp tem uma queda por personagens que, a primazia, deveriam afastar o interesse do público por sua pessoa. Figuras andrógenas, monstros sanguinários e personagens circenses não fizeram de Terence Stamp ou Martin Landau sex simbols. Há quem argumente que lhes faltava beleza. Pode ser. Mas não há como negar que Depp flerta perigosamente com sua imagem, mesmo sem parecer fazê-lo. Talvez por isso, por esse flerte aparentemente irresponsável e desencanado, Depp seja para a cultura pop o que é. Talvez por isso, que exerça o fascínio que exerce nas mulheres. A confiança e a masculinidade acima de qualquer suspeita se revitalizam a cada excentricidade nas telas e o amor e comprometimento com a família e com a mulher se agigantam na descrição que pauta sua vida pessoal.
Johnny Depp talvez seja o enigma mais cristalino da Hollywood atual. Justamente por isso, o mais indecifrável.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Cenas de cinema

De olho na passarela do samba
Todo ano celebridades internacionais prestigiam o carnaval brasileiro. Em 2009, por exemplo, Orlando Bloom, Charlize Theron, Kevin Spacey e o casal Javier Bardem e Penélope Cruz estiveram, não necessariamente balançando o esqueleto, no Brasil. A safra 2010 promete ser ainda mais estrelada. Novamente Penélope e Bardem (entusiastas das belezas brasileiras) virão, dessa vez ficarão no Rio ao invés do Nordeste. Também são esperados Leonardo DiCaprio, Lindsay Lohan, Paris Hilton e Mickey Rourke. Madonna, como todo mundo já deve saber, já chegou.

Calma!
E por falar em Madonna, contrariando os boatos de fim de relação, ela chegou portando seu namorado, Jesus Luz. No entanto, logo na primeira festa a que foi, a qual chegou de surpresa, beijou outro homem (um selinho, diriam os mais liberais e permissivos). Que segundo reportam os mais apressados e sabichões, seria um amigo de Jesus Luz. Ah bom! Então tá tudo bem!


Madonna e o selinho da discórdia. Peraí! Que discórdia?

Providencial para abafar rumores de separação
Angelina Jolie e Brad Pitt fizeram aparição pública nesse fim de semana, no maior evento esportivo, e publicitário do mundo, o superbowl. Deixaram-se fotografar (dizem as más línguas estrategicamente) com o filho Maddox entre eles. Durante a semana Angelina viajou em missão das Nações Unidas (lembremos que ela é embaixadora da ONU para refugiados) e Brad ficou na casa recém adquirida em Los Angeles. E os boatos de separação acabaram? A providencial foto, ao invés de cessar os fuxicos, vitaminou-os de vez.

Jolie, Pitt e pergunta de um milhão de dólares que todos vocês sabem qual é

E que tenham início os trabalhos!
Começou hoje o festival de Berlim. O cineasta alemão Werner Herzog preside o júri dessa edição do festival, cujas maiores atrações são os novos trabalhos de Martin Scorsese (Ilha do medo), Roman Polanski (The ghost writer) e Michael Winterbotton (The killer inside me). Vamos ver o resultado desse festival de Berlim que terá o polêmico Herzog como termômetro.

Herzog na primeira coletiva de imprensa do festival: Será que ele não vai tentar chamar mais atenção do que os filmes concorrentes?

Entre o pirata e o anticristo
Penelope Cruz, como todo mundo sabe, não é mais só a latina mais poderosa de Hollywood, tão pouco a atriz européia mais festejada da atualidade, com três indicações ao Oscar em quatro anos, trabalhos com diretores consagrados e muitos ensaios sensuais, Penelope é a atriz mais poderosa da atualidade. Pelo menos em termos artísticos e de ressonância artística. Prova disso, são os dois projetos que ela está prestes a embarcar. O primeiro, a quarta aventura do capitão Jack Sparrow (Piratas do caribe 4), que será dirigido por Rob Marshall que acabou de dirigi-la em Nine. Coincidência? Improvável. O segundo projeto demonstra o alcançe e o prestigio de Penelope. O polêmico e controvertido cineasta dinamarquês Lars Von Trier externou essa semana que gostaria de contar com a atriz em seu próximo filme, ainda sem título definido.


Penelope em cena de Vick Cristina Barcelona: Ela é uma arte!