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segunda-feira, 4 de julho de 2011

Cenas de cinema

A glória e a desgraça de ser Ashton



Na última semana foi divulgado que a Colcci não renovará o contrato que mantém com o ator Ashton Kutcher para ser o principal rosto masculino da marca. O anúncio veio algumas semanas após a confirmação do ator na nova temporada de Two and a half men. Kutcher, que assinou contrato para um ano da série, receberá U$ 1 milhão por episódio e terá todos os holofotes sob si, já que substitui o polêmico Charlie Sheen na série de maior audiência da tv americana.
A dualidade das informações corrobora uma das máximas em matéria de Asthon Kutcher. O ator, considerado um dos mais belos da Hollywood atual, é um imã midiático. É dono de um dos twitters mais populares da internet e reúne uma gama cada vez maior de fãs em torno de sua persona. No entanto, é bastante questionado como ator. Seus filmes, de antemão, são tidos como veículos de divulgação para o próprio e ele, na medida que amealha fãs, acumula detratores tão apaixonados quanto àqueles que o veneram.
Kutcher é mal ator. Mas seu carisma, na maior parte das vezes, compensa. É dessa bifurcação tão insípida que ele vai tocando uma carreira em que os baixos são altos e vice versa.


Do outro lado do triângulo
A atriz Jennifer Aniston ganhou a simpatia de milhares de mulheres após todo o imbróglio envolvendo a resolução do triangulo formado por ela, Brad Pitt e Angelina Jolie. Quis o destino que Aniston desempenhasse, com muito menos estardalhaço da mídia, o papel que coube à Angelina alguns anos atrás.
Ela começou a namorar o ator e roteirista Justin Theroux, com quem inclusive já está morando junto, enquanto ele ainda estava casado e morando sob o mesmo teto com a designer Heidi Bivens. O affair começou durante as filmagens do ainda inédito Wanderlust.
Assim como ocorreu na dissolução da união com Pitt em 2005, os relatos indicam que o casal já vivia crise incontornável, mas ainda assim, Aniston está tendo sua atitude questionada por alguns grupos militantes na internet. A roda gigante da vida não perdoa...

Jen e Justin: love is in the air...

Do outro lado do triângulo II
O que muitas mulheres e leitoras da revista US magazine, uma das que mais se dedica a cobertura do caso, argumentam é que seria inconcebível para Jen, que passou por esse drama conjugal, submeter outra mulher a essa dor.


Do outro lado do triangulo III
Jennifer Aniston, no entanto, não está se incomodando. Em plena divulgação de Quero matar meu chefe, filme que estréia nesse fim de semana nos EUA, a atriz tem dito para quem quiser ouvir que está muito feliz. Ela e Theroux têm sido vistos juntos com frequência assídua e Jen não parece se importar com a descompostura que alguns estão lhe atribuindo.



Angelina wanna be

Enquanto Jennifer Aniston posa de Angelina, a inglesa Rosie Huntington-Whiteley confessa à GQ que sonha com o status da atual mulher de Brad Pitt

Em entrevista a versão britânica da revista GQ, a inglesa Rosie Huntington-Whiteley, que até a estréia de Transformers: o lado oculto da lua era apenas modelo, disse que quer ser um símbolo sexual do porte de Angelina Jolie. Rosie disse que quer brilhar no cinema e que vai trabalhar muito para isso acontecer. A inglesa, que é namorada do fortão Jason Stathan, disse que não se vê como substituta de Megan Fox no filme de Michael Bay. Mas a declaração mais surpreendente da mulher que admite ter seios pequenos e lábios carnudos foi a revelação de que na adolescência nenhum garoto queria sair com ela...

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Filme em destaque: Transformers - o lado oculto da lua

Mais barulho, explosões, Shia LaBeouf gritando "não", som do Linkin Park e efeitos especiais de primeira categoria. Os Transformers estão de volta...


Michael Bay enviou uma carta com recomendações ao mercado exibidor sobre como manipular a fita em 3D de Transformers – o lado oculto da lua. Mas Bay não era esse curador do 3D durante a pré-produção do terceiro Tranformers – o filme que é a aposta da Paramount para fazer frente ao bruxo Harry Potter nessa temporada de verão.
O diretor era contrário à ideia de rodar o filme em 3D. Foram intensas negociações e, finalmente, após um bate papo franco com o produtor Steven Spielberg, Bay cedeu as demandas do estúdio – mas não sem descolar um providencial aumento de U$ 50 milhões no orçamento. O inflado orçamento do terceiro Transformers beijou os U$ 230 milhões sem considerar o gasto com o marketing. É muita segurança de que os decepticons e os autobots irão arrasar nas bilheterias mundiais. O precedente é positivo. O primeiro Transformers (2007) arrecadou U$ 710 milhões nas bilheterias, mas o custo foi consideravelmente inferior: U$ 150 milhões.
A vingança dos derrotados, lançado em 2009, já apresentava um orçamento mais gordo. Os U$ 200 milhões gastos na produção renderam elogios ao apuro dos efeitos especiais e valeram ao filme a liderança nas bilheterias americanas naquele ano com U$ 403 milhões. Internacionalmente, o filme de Bay perdeu a disputa para o sexto exemplar da saga Harry Potter, mas os U$ 836 milhões arrecadados deixaram a Paramount mais do que satisfeita.
E as projeções de bilheteria são otimistas. Analistas apontam que é O lado oculto da lua o filme que pode reverter a tendência de queda na procura pelo 3D nos cinemas americanos. Mas a Paramount não descuidou de outros mercados estratégicos. O Brasil, por exemplo, é um deles. Segundo levantamento do portal Filme B, o país é um dos principais consumidores de 3D no planeta. O dado corrobora pesquisa de mercado das principais distribuidoras (entre elas FOX, Sony e Warner). Enquanto o interesse pelo 3D nos EUA cai, aqui ele se mantém em crescimento moderado.
Semana passada Bay chegou ao Rio de Janeiro acompanhado pelos atores Josh Duhamel e Rosie Huntington-Whiteley para promover o filme. Do Rio seguiram para Moscou, e lá se reuniram a Patrick Dempsey e Shia LaBeouf, para prestigiar a premiere russa do filme. Japão e Inglaterra são outros destinos da entourage.

 Patrick Dempsey, Shia LaBeouf, Rosie Huntington-Witheley, Michael Bay e Tyrese Gibson na premiere da fita em Moscou na última semana


Michael Bay observa Rosie Huntington-Whitley e Josh Duhamel em entrevista coletiva concedida no Rio de Janeiro durante campanha de divulgação do terceiro filme


Sem medo da sombra de Megan


Além do 3D e da pressão por lucro, o terceiro filme enfrentou outro revés muito mais midiático. A saída de Megan Fox. E foi uma saída turbinada por boatos e troca de farpas na imprensa de celebridades. Megan Fox comparou Michael Bay a Hitler – em analogia infeliz a suas exigências em um set de filmagens. Um punhado de profissionais ligados à produção dos filmes soltou nota criticando Megan por seu comentário e chamando-a de “estúpida”. A coisa não melhorou e Megan Fox foi demitida, embora ela não goste de usar essa palavra quando rememora o episódio. Fato é que o posto de “a próxima Megan Fox” foi dos mais disputados em Hollywood e a modelo inglesa Rosie Huntington-Whiteley, uma das angels da Victoria´s Secret, ficou com a vaga. O debute como atriz da namorada de Jason Statham logo se tornou uma das atrações do novo Transformers. Rosie, que na passagem pelo Rio de Janeiro mostrou-se simpática, disse que não teme as comparações e que é grata a Michael Bay pela oportunidade. A atriz, que demonstrou mais polidez do que sua antecessora, revelou que alimenta o desejo de ser Bond girl um dia.
Outras adições no elenco desse terceiro filme são o já citado Patrick Dempsey, John Malkovich e Frances McDormand. Todos pela diversão. Afinal, Transformers é mesmo um gigante do entretenimento. O blog de cinema NextMovie teve o cuidado de destrinchar um pouco desse gigantismo em números. Entre tantas outras fábulas apurou os seguintes dados referentes aos dois primeiros filmes: cada Chevrolet Camaro (um em cada filme) custou U$ 500 mil; foram aproximadamente 200 carros estilhaçados no primeiro filme; Optimus Prime é composto de aproximadamente 10.008 partes nos computadores da Industrial Light Magic (empresa responsável pelos efeitos especiais dos filmes); 38 horas é o tempo de renderização dos efeitos especiais; no primeiro filme foram 420 efeitos especiais, no segundo 580 e no terceiro algo em torno de 800.
Prepare as aspirinas! Os robôs voltaram para fazer ainda mais barulho.

Um dos muitos carros destruidos durante a produção do terceiro Transformers: uma aula de como torrar U$ 230 milhões